Cinco pessoas foram resgatadas em área isolada em condições degradantes. Documento comprova ligação de irmã e ex-cunhado de banqueiro com Agropecuária Santa Bárbara.
Por Daniel Santini
Repórter Brasil
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Cinco pessoas foram resgatadas em área isolada em condições degradantes. Documento comprova ligação de irmã e ex-cunhado de banqueiro com Agropecuária Santa Bárbara.
Por Daniel Santini
Repórter Brasil
O Palácio do Planalto deu demonstração de que pode não cumprir o acordo feito pelo presidente da Câmara. Oposição e parlamentares ligados ao agronegócio prometem obstruir o debate da Lei Geral.
Do Extra
A manifestação objetivou pressionar o Prefeito da cidade, Renato Azeda, para atender as demandas imediatas das 85 famílias acampadas no município desde outubro do ano passado.
Da Página do MST
Cerca de 100 pessoas do MST chegaram em marcha na terça-feira (14/2), na cidade de Guaraci, região de São José do Rio Preto, interior Paulista. A marcha faz parte da jornada estadual de lutas, iniciada no dia 06 de fevereiro no Estado de São Paulo.
José Cândido era um grande amigo do MST, incansável defensor da Reforma Agrária, da luta dos sem terra e dos quilombolas, profundamente solidário com o povo do Haiti.
Faleceu na manhã deste domingo (12/2) o deputado estadual José de Souza Cândido, 70 anos, pai do prefeito de Suzano, Marcelo Candido. O parlamentar estava internado desde 12 de janeiro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para onde foi transferido a fim de recuperar-se de uma parada cardíaca sofrida na sequência da realização de uma cirurgia para retirada de pedra na vesícula.
No sábado (11/2), o deputado apresentou complicações em seu quadro clínico e voltou à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Sírio-Libanês, mas não resistiu.
Abaixo-assinado é criado em proteção imediata de Laisa Santos Sampaio, moradora do assentamento Agro-extrativista Praia Alta Piranheira, em Nova Ipixuna, Pará.
Durante o seminário "Por um outra economia", Pat Mooney, diretor da ONG canadense ETC Group, ressaltou a importância da agricultura familiar e camponesa.
"A rádio comunitária pressupõe o vínculo com a comunidade e ela opina e contribui nas decisões, Rádio Comunitária é compromisso", afirma Rubens Lopes, da Rádio Comunitária Campeche.
Por Rubens Lopes
Da Rádio Comunitária Campeche
No dia 02 de fevereiro desse ano, estudantes militantes do MST realizaram um debate sobre mídia durante o Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV). O debate aconteceu no Centro de Formação Olga Benário, que fica localizado no assentamento 25 de Julho em Catanduvas, região Oeste de Santa Catarina.
Com apoio do MST, primeira turma de Especialização em Educação Contextualizada no Semiárido deu início as suas atividades. O curso tem duração de dois anos, com 370 horas.
Por Loneide Nunes e
Marilene do Nascimento
Da Página do MST
No dia 16 de janeiro, a primeira turma de Especialização em Educação Contextualizada no Semiárido deu início as suas atividades no Centro Estadual de Educação Profissional Francisca Trindade – CEEPRO, em Piauí. O Curso de pós-graduação é voltado para a pesquisa e a prática educativa e deve ser realizado a partir de três eixos de sustentação: educação contextualizada, educação do campo e desenvolvimento humano ambiental.
Com apoio do MST, primeira turma de Especialização em Educação Contextualizada no Semiárido deu início as suas atividades. O curso tem duração de dois anos, com 370 horas.
Por Loneide Nunes e
Marilene do Nascimento
Da Página do MST
No dia 16 de janeiro, a primeira turma de Especialização em Educação Contextualizada no Semiárido deu início as suas atividades no Centro Estadual de Educação Profissional Francisca Trindade – CEEPRO, em Piauí. O Curso de pós-graduação é voltado para a pesquisa e a prática educativa e deve ser realizado a partir de três eixos de sustentação: educação contextualizada, educação do campo e desenvolvimento humano ambiental.
As famílias reivindicam que o órgão atenda as demandas levantadas pelos trabalhadores. Na pauta, os participantes pedem agilidade no processo de Reforma Agrária e na execução das políticas públicas.
Da Página do MST
Cerca de 200 pessoas ocuparam, nesta quarta-feira (8/2), o escritório regional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP), em Itapeva, região Sudoeste do Estado de São Paulo. As famílias, vindas de acampamentos e assentamentos, reivindicam que o órgão atenda as demandas levantadas pelos trabalhadores e trabalhadoras que há mais de 27 anos vivem na região. Na pauta, os assentados e acampados pedem agilidade no processo de Reforma Agrária e na execução das políticas públicas.
As famílias reivindicam que o órgão atenda as demandas levantadas pelos trabalhadores. Na pauta, os participantes pedem agilidade no processo de Reforma Agrária e na execução das políticas públicas.
Da Página do MST
Cerca de 200 pessoas ocuparam, nesta quarta-feira (8/2), o escritório regional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP), em Itapeva, região Sudoeste do Estado de São Paulo. As famílias, vindas de acampamentos e assentamentos, reivindicam que o órgão atenda as demandas levantadas pelos trabalhadores e trabalhadoras que há mais de 27 anos vivem na região. Na pauta, os assentados e acampados pedem agilidade no processo de Reforma Agrária e na execução das políticas públicas.
Durante o evento, a Via Campesina apresentou um programa baseado na posse democrática da terra, na agroecologia, segurança alimentar, acesso à água e cuidado com a Mãe-Terra e seus povos.
Por Rafael Soriano
Da Página do MST
Na noite de segunda-feira (4/2), um grupo de representantes do MST de todas as regiões do país realizou, no auditório do Instituto Federal de Sergipe (IFS), em Aracaju, um ato político em defesa da Reforma Agrária. Entre os vários presentes, estava o governador Marcelo Deda (PT-SE), que discursou e colocou o boné do Movimento.

Importantes e cobiçadas, regiões costeiras perderam proteção quando projeto foi votado no Senado; agora, texto segue para Câmara. O Brasil é o segundo país com maior cobertura de manguezais.
Anvisa publicou cartilha que busca evitar a intoxicação por agrotóxicos. Movimentos sociais constroem a “Campanha Permanente Contra o Uso de Agrotóxicos e pela Vida”, que divulga os riscos desses venenos e combate sua utilização.
Por Vivian Fernandes
Da Rádio Agência NP
MST doa caminhões de alimentos para as 1500 famílias desalojados, que relatam a violência que sofreram. Manifestações solidárias aconteceram em outras regiões do país.
Por Vanessa Ramos
Da Página do MST
Passava das 5h30min da manhã, Francisco Pereira, com suas mãos marcadas pelo trabalho árduo da construção civil, se arrumava para mais um dia de trabalho quando foi surpreendido por cinco policiais militares (PMs). Sem que dissessem o motivo, sua esposa e seus três filhos foram arrancados violentamente da cama. Sua filha grávida de poucos meses quase caiu no chão com os empurrões da polícia, mas, Francisco resistiu e apanhou dos cinco PMs. Foi assim que aconteceu o despejo em Pinheirinho no dia 22 de janeiro deste ano.
Hoje, as famílias estão vivendo em abrigos e passam por necessidade. Segundo Chico Alencar, deputado federal (PSOL/RJ), as condições dos alojamentos são péssimas e o aluguel social, no valor de R$ 500,00, em geral, não dá condições de alugar qualquer imóvel no Brasil. “O engraçado é que, quando a Fifa grita, logo aparecem mais recursos para construção de estádios, mas, para programas de moradia, o dinheiro é mais difícil”, comentou o deputado.
Dez dias depois do acontecimento, alguns moradores ainda buscam informações sobre parentes que foram levados pela polícia e não apareceram mais. Familiares esperam que o Ministério Público e as autoridades investiguem o desaparecimento dessas pessoas.
“Nesses últimos 16 anos, essa tem sido a característica do tratamento dado pelo Governo do Estado de São Paulo aos pobres”, disse Gilmar Moura, da Coordenação Nacional do MST. “Nós mesmos já fomos vítimas de vários despejos violentos”, completou.
Segundo José Maria, do PSTU, o que ocorreu em Pinheirinho foi uma barbaridade fora da lei. “Havia uma decisão do Tribunal de Justiça mandando desocupar a área, mas, também havia uma decisão do Tribunal Regional Federal impedindo a desocupação”, informou. O Tribunal Regional Federal é de segunda instância da mesma forma que o Tribunal de Justiça “e o governador ignorou isso, o prefeito ignorou isso, o comando da PM ignorou isso e botou 2 mil homens armados para destruir a casa das pessoas”, contou.
Veja vídeo sobre o ato
A violência contra a população de Pinheirinho chocou o Brasil. Em solidariedade a essas famílias, cerca de 5 mil pessoas estiveram presentes em uma manifestação intitulada “Somo todos Pinheirinho”, em São José dos Campos, na última quinta-feira (2/2).



Em apoio a esta ação, funcionários da General Motors de São Paulo fizeram uma paralisação por três horas. Paralelamente, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) ocuparam a sede do PSDB de Brasília no mesmo dia. “A ideia é que outras ações aconteçam no País inteiro até o final desse ano em protesto a violência comandada pelo Geraldo Alckmin em Pinheirinho”, disse José Maria.
MST dou quatro caminhos de alimentos para os desabrigados. De acordo com Gilmar, três caminhos vieram de assentamentos do interior do Estado e um, com arroz orgânico, de assentamentos do Rio Grande do Sul. Aproximadamente, 500 militantes estiveram presentes na mobilização em São José dos Campos.
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Francisco Pereira morava em Pinheirinho há seis anos. No dia da manifestação no centro de São José dos Campos, ele e sua esposa ainda tinham marcas da violência policial pelo corpo. Desde que foram expulsos de suas casas, eles não veem os filhos, que estão abrigados em lugares distantes um do outro.
Retorno das famílias
Depois da passeata no centro de São José dos Campos, manifestantes seguiram para Pinheirinho. Ao chegar lá, moradores choraram ao ver as casas queimadas e no chão. “Você olha para o chão e vê bonecas, livros computadores destruídos e isso dá uma revolta muito grande”, desabafou Luiz Carlos Prates, o Mancha, do PSTU.
Agora, os manifestantes esperam que a presidenta Dilma Rousseff determine, por meio de decreto, a desapropriação da área e o retorno das famílias para Pinheirinho.

Alimentos que compõem a base das dietas mundias estão se transformando em commodities. Um bilhão de pessoas se encontram em situação de desnutrição no mundo.
Por Horácio Martins de Carvalho
Engenheiro Agrônomo e Cientista Social
Do Jornal Sem Terra
17 pessoas participaram da ação que contribiu na colheita de azeitonas junto às famílias camponesas palestinas, em uma ação de solidariedade contra a violência praticada na região.
Por Marcelo Buzetto
Coletivo de Ralações Internacionais e Integrante
da Brigada de Solidariedade na Palestina
Do Jornal Sem Terra*
Latifundiários e transnacionais contratam grupos armados para se “protegerem”. Nem mesmo os povos indígenas escaparam desse aparelho repressivo.
Por Jorge Américo
Do Brasil de Fato
O campo de atuação das empresas de segurança privada não está restrito às cidades. É cada vez mais comum, no meio rural, a presença de grupos armados contratados por fazendeiros. Em 27 de julho de 2011, foi realizado em Curitiba (PR) o Tribunal de Júri que puniu pela primeira vez um caso de milícia privada no campo.
Pela primeira vez no Brasil ocorre a libertação de trabalhadores submetidos à regime semelhante ao de escravidão em processos de colheita mecanizada.
Por Vivian Fernandes
Da Radioagência NP
Pela primeira vez no Brasil ocorre a libertação de trabalhadores submetidos à regime semelhante ao de escravidão em processos de colheita mecanizada. No total, foram resgatados 39 trabalhadores. Eles operavam máquinas para o corte de cana-de-açúcar em uma fazenda na cidade de Goiatuba (GO). A jornada de trabalho somava 24h ininterruptas, mais 3h para o deslocamento, todos os dias da semana, intercalando descansos de 21h seguidas.
Senado aprova novo Código Florestal com vícios ruralistas: brechas para aumento de desmatamento e anistia a desmatadores. Congresso reanimou a sanha da motosserra.
Do Greenpeace
Um dia depois de o Inpe divulgar o menor índice de desmatamento da Amazônia já registrado, o Congresso reanimou a sanha da motosserra. Foi em ritmo de atropelo, sob pressão ruralista e o tácito consentimento do governo, que a proposta que acaba com a proteção florestal foi aprovada hoje no Senado. Com 59 votos a favor e 8 contra, o novo Código Florestal foi adiante ainda carregando brechas para mais desmatamento e anistia a desmatadores.
Senado aprova novo Código Florestal com vícios ruralistas: brechas para aumento de desmatamento e anistia a desmatadores. Congresso reanimou a sanha da motosserra.
Do Greenpeace
Um dia depois de o Inpe divulgar o menor índice de desmatamento da Amazônia já registrado, o Congresso reanimou a sanha da motosserra. Foi em ritmo de atropelo, sob pressão ruralista e o tácito consentimento do governo, que a proposta que acaba com a proteção florestal foi aprovada hoje no Senado. Com 59 votos a favor e 8 contra, o novo Código Florestal foi adiante ainda carregando brechas para mais desmatamento e anistia a desmatadores.
Nova redação do Código Florestal deixa área do tamanho de dois estados de São Paulo vulnerável. Especialistas defendem que biomas como a Amazônia deveriam ter um Código Florestal próprio.
Do Estado de S. Paulo
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CPT denuncia ameaças contra trabalhadores rurais e afirma que os conflitos agrários só se resolverão com Reforma Agrária. Sessenta e seis famílias sem-terra corriam risco de serem despejadas.
Da CPT
No dia 24 de novembro, a polícia foi até às casas das lideranças da ocupação na Fazenda Marilândia, no município de Manga, Norte de Minas Gerais, para entregar uma notificação de despejo. Sessenta e seis famílias sem-terra seriam despejadas no dia seguinte. No meio de muita tensão, agentes da Comissão Pastoral da Terra – CPT - se mobilizaram e, com o apoio firme do Ministério Público Estadual da área de conflitos agrários, no mesmo dia, o novo juiz da Vara Agrária de Minas, Dr. Octávio de Almeida Neves, mandou suspender o despejo.
Isso foi motivo de muita festa na ocupação. Mas, pelo que segue descrito abaixo, a CPT alerta: No município de Manga, no Norte de Minas Gerais, conflitos agrários nas Fazendas Marilândia e Pau D’Arco só se resolverão com reforma agrária e com o fim da grilagem de terras devolutas.
Entenda o conflito agrário em Manga
O proprietário da Fazenda Marilândia (Machado/Manga Japuré), no município de Manga, Thales Dias Chaves, residente em Belo Horizonte, possui escritura registrada em Cartório de uma área de 1.448.00 hectares. A fazenda é conhecida na região como parte de terra de ausentes e desconhecidos.
Há indícios de que seja, pelo menos em parte, terra devoluta, pois estima-se que a fazenda toda compreenda cerca de 5 mil hectares. Esse latifúndio está localizado à margem esquerda do Rio São Francisco, rio de Integração Nacional. Logo, as terras nas suas margens pertencem a União, de responsabilidade da SPU (Secretaria de Patrimônio da União). A sede da fazenda fica a 3 Km da Cidade de Manga e as 66 famílias que há 13 anos ocupam a fazenda Marilândia estão nos fundos da fazenda a 10 Km da cidade.
Já faz 15 anos que a mata nativa foi devastada e transformada em carvão vegetal. Hoje o proprietário não exerce nenhuma atividade naquele latifúndio. Nos últimos anos, o poço artesiano foi desativado e a sede, abandonada. Em 1998 cerca de 60 famílias de trabalhadores rurais sem-terra da periferia da cidade de Manga ocuparam uma parte do imóvel denominado Baixa Funda e ali plantaram suas lavouras.
As famílias já foram despejadas seis vezes por seis Liminares de Reintegração de Posse, mas sem ter onde morar e trabalhar para tirar o sustento de seus filhos, reocuparam novamente o latifúndio.
Em 2002 o Incra realizou vistoria no latifúndio. Houve reunião no INCRA com o proprietário e as famílias acampadas, mas não houve acordo. Atualmente existem 66 famílias acampadas na fazenda: 32 famílias resistem na terra há 13 anos e outras 34 familias, há sete anos. Uma parte das famílias já construiu suas moradias, outras vão todos os dias a pé, de bicicleta ou em carroças, pois, precisam levar água para beber e cozinhar. Estão plantando cerca de 160 hectares de roças e tirando sustento do próprio suor, com muita dificuldade, pois, andam 7 km até o rio São Francisco para abastecer todas as famílias e suas criações. Têm muitas criações: galinhas, porcos e animais para transporte.
Enfim, as 66 famílias sem-terra estão lutando para conquistar esse latifúndio que não está cumprindo sua função social há muito tempo, inclusive há indícios de que seja terra devoluta e parte das terras da União. Está, inclusive, ao lado da fazenda Pau D’Arco, onde a fazendeira Iracema Navarro Novais, mesmo tendo apenas escritura de 165 hectares, insiste em continuar grilando outros 1.500 hectares de terras presumivelmente públicas. Iracema e seu filho Henrique cortaram 1.200 metros de cerca do posseiro Sr. José Pedro, o Caramanchão, e cortaram cerca do sr. João Batista de Araújo, pequeno proprietário, e invadiram uma pequena propriedade dele.
Reivindicamos que o juiz da Vara Agrária visite a ocupação e a fazenda e que faça audiência in loco para que todas as famílias sejam ouvidas.
Exigimos do Incra a desapropriação da fazenda que não cumpre sua função social, é improdutiva e está abandonada pelo proprietário há muito tempo. Que o INCRA assente as famílias que não podem sobreviver a vida toda na insegurança e sob ameaça de despejo. Que o Incra retome o envio de cestas básicas para os acampados até que o assentamento seja feito.
Exigimos também do Governo estadual a confirmação se a fazenda (em parte ou na íntegra) é terra devoluta ou não. Se sim, que seja repassada para as famílias acampadas. Isso é o que prescreve a Constituição mineira.
Repudiamos ameaças que pessoas inescrupulosas estão fazendo a Zilah de Mattos, agente da CPT que, de forma idônea e dedicada, se doa na luta em defesa dos pequenos da terra.
Os apontamentos foram feitos na roda de conversa “O que plantamos e o que temos na nossa mesa”, realizada nesta quinta-feira (1/12) durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília.
Por Maria Mello
Do Sinpaf
A falta de circulação de informações na sociedade sobre impactos e alternativas ao uso de agrotóxicos na agricultura brasileira, aliada à opção política do governo por um modelo agrícola que prioriza a utilização desses insumos, constituem atualmente o principal empecilho para a superação do trágico posto de liderança do país no ranking de consumo desses venenos no planeta.
Uma casa de 71 metros quadrados, com três quartos, sala, cozinha e banheiros já foi construída pelo projeto. O MST dedicou o prêmio ao militante Egidio Brunetto, falecido na última segunda-feira (28).
Por Leandro Carrasco
Da Página do MST
O dia 22 de novembro de 2011 ficará marcado na história dos trabalhadores rurais.
Projeto de elaboração de técnicas de construção de moradias em assentamentos de Reforma Agrária, no Mato Grosso do Sul rendeu à Reforma Agrária o título de vencedora da 6ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2011, na categoria regional.
O projeto foi desenvolvido pela Associação Estadual de Cooperação Agrícola (Aesca), em parceria com o MST.
“É um reconhecimento do trabalho que está sendo feito, em parceira entre a Aesca, o Incra, o MST e as famílias assentadas. Isso mostra a capacidade que nós temos de organização das famílias, além de gestão de recursos públicos”, diz Maria de Fátima de Medeiros Vieira, coordenadora do projeto.
Uma casa de 71 metros quadrados, com três quartos, sala, cozinha e banheiros já foi construída pelo projeto. De acordo com Fátima, o mais impressionante é que para a moradia ser feita a moradia precisoude um pouco mais de 1/4 do preço de um metro quadrado, avaliado no mercado. O preço do metro caiu de 800 reais para 250 reais, segundo a coordenadora do projeto.
O projeto foi selecionado como ganhador disputando com outros 26 programas. Foram inscritos 1116 projetos, mas apenas 264 candidatos atenderam aos critérios estabelecidos no edital e se configuram como Tecnologias Sociais.
O militante Egidio Brunetto, falecido na última segunda-feira (28), era um dos organizadores do projeto. Segundo Maria de Fátima, o prêmio se deve a ele, pois sua luta pela conquista da moradia tinha a mesma importância que a da terra. O trabalho ainda mostrou que a Reforma Agrária é possível, confirmando o sonho de Egidio.
Os projetos finalistas foram submetidos à comissão julgadora, composta por representantes da Fundação Banco do Brasil e das instituições parceiras do prêmio - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Petrobras, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ministério da Ciência e Tecnologia, além de pessoas com reconhecido trabalho na área.
Foram nove prêmios no valor de R$ 80 mil para cada ganhador de uma categoria.
Abaixo, veja vídeo sobre a premiação:
Congresso Nacional aprovou a suplementação de 400 milhões de reais para recursos de obtenção de terras. Agora, o Incra deve encaminhar a relação de áreas desapropriadas e, assim, o juiz libera a emissão de posse.
Da Página do MST
No final da tarde de quinta-feira (1), o Congresso Nacional aprovou a suplementação de 400 milhões de reais para recursos de obtenção de terras, que havia sido enviado pelo governo.
Além disso, saiu o decreto presidencial de liberação dos recursos, inclusive a portaria do Ministério do Planejamento, liberando o limite orçamentário. Agora, o Incra deve encaminhar a relação de áreas desapropriadas e, assim, o juiz libera a emissão de posse.
Através de análises, entrevistas e reportagens, entenda as ameaças do novo Código Florestal, proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PcdoB), que privilegia os interesses ruralistas.
Através de análises, entrevistas e reportagens, entenda as ameaças do novo Código Florestal, proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PcdoB), que privilegia os interesses ruralistas.
Os problemas na cobertura do MST não vêm da falta de conhecimento ou de acesso a informações pelos repórteres, mas sim de opções ideológicas, afirma João Brant.
Por João Brant,
Do Brasil de Fato
É perceptível que os movimentos sociais são cobertos de forma parcial pelos grandes meios de comunicação, mas raramente as organizações se debruçam para mostrar como isso acontece concretamente. Motivado por essa curiosidade, o Intervozes realizou uma pesquisa sobre a cobertura feita pela mídia impressa e televisão sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no período da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, realizada em 2010 para investigar o movimento.
Uma experiência escolar pública, estadual, itinerante importante para movimentos sociais do Campo, especialmente para o MST, cuja luta pela Reforma Agrária é entrecruzada com a luta pela educação.
Por Isabela Camini,
Da Caros Amigos
"Os poderosos não temem os pobres, temem os pobres que pensam. As escolas do MST ensinam os estudantes a pensar e, por isso, são condenadas e proibidas. Esta condenação apenas vem confirmar o fato de que os que não amam a democracia querem o povo ignorante para poder continuar a tratá-lo como massa de manobra e impedir que busque seus direitos e viva sua cidadania" (Eduardo Galeano).
Segundo estudo produzido pelo instituto brasileiro Imazon e o Proforest, ligado à Universidade de Oxford (Inglaterra), o Brasil foi o único país que não recuou no desmatamento.
Por Jorge Américo,
Da Radioagência NP
Segundo estudo produzido pelo instituto brasileiro Imazon e o Proforest, ligado à Universidade de Oxford (Inglaterra), o Brasil foi o único país que não recuou no desmatamento.
Por Jorge Américo,
Da Radioagência NP
Acordo feito na véspera entre o governo e ruralistas possibilitou a aprovação do novo Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado.
Por Raquel Ulhôa e Daniel Rittner
Do jornal Valor
Acordo feito na véspera entre o governo e ruralistas possibilitou a aprovação, na última quarta-feira (23), do texto base do parecer do senador Jorge Viana (PT-AC) ao novo Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado. Na manhã desta quinta-feira, serão votados os destaques (propostas de emenda para alterar o texto).
Acordo feito na véspera entre o governo e ruralistas possibilitou a aprovação do novo Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado.
Por Raquel Ulhôa e Daniel Rittner
Do jornal Valor
Acordo feito na véspera entre o governo e ruralistas possibilitou a aprovação, na última quarta-feira (23), do texto base do parecer do senador Jorge Viana (PT-AC) ao novo Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado. Na manhã desta quinta-feira, serão votados os destaques (propostas de emenda para alterar o texto).
Com a proposta de cadastro ambiental, prevista no texto, ficará mais difícil identificar o autor do desmatamento, já que as propriedades rurais não terão delimitações territoriais definidas.
Por Leandro Carrasco
Da Página do MST
Muitas são as mudanças que estão ocorrendo sobre o Código Florestal, mas, pouco se ouviu falar no que tange a proposta de cadastro ambiental, uma das emendas do novo texto, que prevê mudanças significativas tanto ambientais como sociais.
Se o novo Código for aprovado, por exemplo, o cadastramento das propriedades se dará apenas por meio de uma coordenada geográfica, o que não abrangeria o tamanho total da área, pois não se estabeleceria mais o perímetro delas. E quais seriam as conseqüências disso?
Nesta segunda-feira, cerca de 500 pessoas fecharam a BR 316 e, outras 200, ocuparam a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais, em Teresina (PI).
Por Vanessa Ramos
Da Página do MST
O MST, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Quilombolas, Indígenas, Ribeirinhos e outras organizações de trabalhadores e movimento estudantil realizaram, nesta segunda-feira (21), ações conjuntas em prol da Campanha em Defesa das Terras, Águas e Povos do Piauí.
Foram sete apresentações de peças teatrais, seguidas de debate entre grupos e militantes da ENFF, além de discussões sobre a arte no modo de produção capitalista.
Por Maria Aparecida,
Da Página do MST
Alguns grupos de teatro da cidade de São Paulo, em parceria com a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), realizaram neste feriado prolongado, 11 a 15 de novembro, a “II Mostra de Arte na ENFF”.
Diferente da I Mostra, ocorrida em novembro de 2010 e que fez parte do seminário “A atualidade do pensamento de José Carlos Mariátegui”, essa 2ª edição foi uma atividade específica sobre arte e política.
Reduzir as Áreas de Preservação Permanente de 30 para 15 metros é o mesmo que dar “um atestado de morte para os rios”, alerta Mario Mantovani, da SOS Mata Atlântica.
Por Vanessa Ramos
Da Página do MST
Nos últimos meses, a discussão sobre o Código Florestal colocou em pauta um dos recursos mais indispensáveis e fundamentais do mundo para a sobrevivência do ser humano: a água. No entanto, a aprovação de um novo texto para o Código Florestal pode levá-la a escassez e desencadear uma crise ecológica, econômica e política no país.