Desta vez foi a Moody’s que a pôs a um nível perto do Lixo.
Parece que a maior marca finlandesa neste momento são os Pássaros Furiosos… nem quero pensar quem são os PIGS.
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Desta vez foi a Moody’s que a pôs a um nível perto do Lixo.
Parece que a maior marca finlandesa neste momento são os Pássaros Furiosos… nem quero pensar quem são os PIGS.

A cidade do Barreiro, uma ex-cidade-industrial, sempre se habituou a viver lado a lado com o património daquele que foi “o grande testemunho” da antiga CUF, a industria.
O Barreiro é uma cidade da “Margem Sul” com um potencial enorme e uma vista única sobre Lisboa, que infelizmente e fruto da sua própria história, se tem transformado muito lentamente.
Recentemente e devido a desenvolvimentos regionais, a cidade viu perder o seu maior arranha céus, a chaminé da Central Termoeléctrica da EDP.
Com a sua construção iniciada em 1973 estamos a falar de 39 anos a marcar a paisagem e as memórias da população que por aqui habita e habitou, existem muitas histórias e muitos detalhes, mas esses ficarão para uma próxima vez.
Achei assim importante, que o registo histórico, do desmantelamento ficasse guardado, digo mais… achei importante que o primeiro desmantelamento deste género feito em Portugal, ficasse registado e acima de tudo fosse partilhado, é histórico.
Com base nos dados da Wikipédia, criei assim a imagem/gráfico abaixo, para dar uma noção mais palpável do tamanho do edifício em questão, não é o maior mas é dos maiores.

O desmantelamento total (Central Termoelétrica + Chaminé) deve ter demorado cerca de 5 meses, e foi realizado pela Ambigroup.
Durante o desmantelamento da chaminé foi usado um sistema elevatório e robôs comandados remotamente que quando o vento permitia, metro após metro faziam as suas etapas.
As fotos estão online e podem ser consultadas aqui no Flickr, têm uma licença CC, agora e porque é digno de registo, o vídeo da “Descentral Electrica”, espero que gostem, e partilhem.
Há dias em que tudo é por um pequeno fio, em que as decisões que tomamos rumam contra a irresponsabilidade dos outros.
São dias em que mudamos, são dias em que crescemos e são dias em que aprendemos a dar valor, à vida e a tudo aquilo que temos.
Desde que era que pequenino, que estou habituado à pirataria.
Tudo começou com o Perna de pau, o gelado exclusivo da Olá que só é feito em e para Portugal, depois vieram as cassetes de VHS, os CDs de música e os DVDs, passaram-se pelo menos 20 anos e não deixa de ser curioso que de todas estas “tecnologias” a que se aguentou melhor foi o gelado.
Enquanto a Olá nos vende à 20 anos um produto facilmente pirateavel sem perder os seus lucros, as grandes editoras chegam a 2012 sem perceber porque é que as pessoas pirateiam os seus…
Voltamos portanto à analogia do gelado, é que os produtos de consumo rápido servem para ser lambidos e não para nos lamberem a nós, penso que nesta altura já deveria ser óbvio.
Apresentar Projectos de Lei como o 118/XII como forma de “não combate” à pirataria parece-me tão idiota como assumir que os deputados e grupos parlamentares defendem os interesses dos portugueses.
Recentemente fiz um Fresh/Clean Install do OS X “Lion” (10.7.2) no meu Mac Book Pro, achei que poderia tirar muito mais rendimento da máquina e assim sendo, ano novo… sistema de novo.
Para fazer a actualização segui o guia do Carlos Serrão, que está bastante prático e conciso, bestial para quem não quer perder tempo à procura de howto’s.
PHP + mcrypt e phpMyAdmin
A questão que levou a este artigo sobre a extensão mcrypt, deve-se essencialmente ao phpMyAdmin que necessita da mesma para funcionar correctamente.
Muito do que posso dizer, já foi escrito algures e também aqui, o MAC OSX trás o apache e o php instalados nativamente pelo que só é preciso ir ao “System Preferences”, escolher “Sharing” e depois activar a opção “Web Sharing”.
Instalem o XCode (App Store) e depois vão ao site do php e saquem a versão correspondente à que têm instalada no sistema, no meu caso é a 5.3.6, podem fazer o download aqui, façam também o download do mcrypt (Libmcrypt).
Finito este processo, descompactem as pastas e abram uma janela do Terminal, vamos começar pelo mcrypt e portanto:
cd libmcrypt
./configure
make
sudo make install
De seguida o php:
./configure
make
sudo make install
Se correr tudo bem deverão obter a seguinte mensagem:
Installing shared extensions: /usr/lib/php/extensions/no-debug-non-zts-20090626/
Agora só falta adicionar ao /etc/php.ini na zona das extensões, a linha seguinte:
extension = mcrypt.so
Está feito: sudo apachectl restart e divirtam-se! está resolvido.
O ano começou em grande para o sector da distribuição, respondendo ao recente repto do Primeiro Ministro para que os professores emigrassem em busca de novas oportunidades, o Prof Soares dos Santos que anda pelo menos à dois anos a dar lições de Religião e Moral ao país, aceitou o desafio e mudou-se para a Holanda.
Goste-se ou não, não foi por falta de incentivos.
Acabou de sair o trailer do filme que é prequela ao Senhor dos Aneis, o Hobbit. Agora resta esperar até Dezembro do próximo ano, onde uma vez mais tal como em 2001, 2002 e 2003, a magia da Terra Média volta a acontecer.
É por estas e por outras que Lisboa continua a ter uma das mais belas aterragens do mundo… ponham em HD (1080p), é espetacular.

Porque amanha estarei aqui, em Londres. A viagem segue pelo Twitter.

Aconteceu à cerca de uma semana mais uma edição do Sapo Codebits, a quinta.
O Codebits 2011 foi uma vez mais o país dos geeks, reunindo na sala Tejo do Pavilhão Atlântico em Lisboa centenas de participantes naquele que se assume como o melhor evento de vertente tecnológica e que facilmente é comprovado por quem lá passa.
O Codebits este ano reuniu cerca de 800 “cromos” contando uma vez mais com um leque de apresentações/talks bastante interessantes, pessoalmente, em destaque estiveram “projectos” como a Yubikey o Sapo Panoramas e o Megabot (entre muitos outros) e o mote do Elevator Pitch.
Ficou a promessa e o convite, porque para o ano há mais.
Fica o agradecimento e os parabéns à organização.

LOL: “GUI interface using visual basic to track the killers IP address”.
O que dizer sobre isto, é genialmente absurdo… americano.
Que se comemoraram no dia 4 de Setembro. Estamos de parabéns!
Miguel – Prós e Contras (20-06-2011) from José Carlos Oliveira on Vimeo.
O vídeo acima foi roubado do blogue da minha amiga Célia. Tal como ela diz, é uma inspiração e acima de tudo uma grande lição que vale a pena aprender e ver/ouvir até ao fim, mesmo até ao fim.
Está quase a fazer um mês, mas a realidade é que as coisas mudaram, se à um mês não era tio e era estudante, hoje sou tio e dei inicio à minha carreira profissional.
Dois “desafios” tão diferentes, de grande responsabilidade e orgulho!
Porque tal como este vídeo, a esperança é contagiosa, Portugal Melhor!
Hoje vou falar de uma aplicação para Android, que me tem dado algum gozo usar, a picplz. Esta aplicação simples e ao mesmo tempo divertida, permite-nos de um forma rápida e intuitiva tirar fotografias, aplicar-lhes (ou não) um filtro e por fim publicar o nosso momento/arte para o resto do mundo ver.
Ao permitir a integração com os principais serviços sociais Facebook, Twitter, Flickr, Tumblr, posterous, foursquare e Dropbox, na minha opinião esta aplicação ganha todo um potencial que até agora não consegui gostar/encontrar em qualquer outra.
Com um interface básico mas completo, o picplz é sem dúvida alguma “uma aplicação de trazer na algibeira” que nos faz rentabilizar de uma forma bastante prática e agradável a câmara do nosso smartphone.
O que para mim era mais uma aplicação a experimentar, tornou-se rapidamente um vicio diário, o fotolog que nunca tive e que está ligado a todos os serviços que tenho, é bestial!
Deixo-vos alguns exemplos de fotografias minhas, e o convite para nos encontrar-mos por lá…

Se algo mais poderia acontecer ao Japão… aconteceu!
A Sony uma das gigantes e grandes marcas nipónicas, está sobre “ferro e fogo” desde que à já uns dias e sem motivo aparente a Playstation Network (PSN) simplesmente deixou de funcionar.
Milhares de Playstation 3 e PSP ficaram sem acesso à Internet impedido assim qualquer tipo de funcionalidade online, a mais importante delas, o multiplayer para os jogadores.
Se a situação já de si era má, hoje e após vários dias sem justifcação alguma, a Sony avisa que todos os dados dos milhares de utilizadores poderão estar comprometidos, e não estamos apenas a falar de passwords, estamos também a falar de dados de cartões de crédito que permitiam a compra de jogos na loja da PSN.
Se por cá a situação pode ser facilmente minimizada devido ao grande sistema MBnet, a nível global a única alternativa será mesmo o cancelamento de milhares de cartões de crédito!
A Sony levou dois tiros, e ainda nem se levantou do chão.
Esta é a 2º parte de um artigo, a 1º parte pode ser econtrada aqui.
Vamos começar por enunciar o que já fizemos até ao momento:
1º – Configuramos o pythonpath
2º – Instalámos o módulo wsgi
3º – Instalámos o Django
4º passo – instalar a Base de Dados
O Django requer uma base de dados para funcionar, pelo que habitualmente as duas das opções mais imediatas são o PostgreSQL ou MySQL, seja qual for a opção, os passos a tomar são semelhantes.
Caso a vossa escolha recaia sobre o PostgreSQL, após o mesmo estar instalado e configurado, devem instalar o Psycopg, como o que precisamos mesmo é o binário para Windows, ele pode ser descarregado aqui (consoante a vossa versão do PostgreSQL).
Se a vossa escolha for MySQL (caso ainda não o tenham), nesse caso após a respectiva instalação e configuração, devem instalar o MySQL-python ou mais especificamente, o seu binário para Windows, que pode ser encontrado aqui.
Tanto o psycopg como mysql-python são adaptadores que permitem “uma comunicação directa” entre o vosso interpretador e a base de dados.
5º passo – criar um projecto Django no htdocs
Agora que o sistema está práticamente todo a funcionar, vamos criar um projecto na pasta htdocs do vosso Apache.
Primeiro vamos necessitar novamente do ficheiro django-admin.py que tal como anteriormente, se econtra na pasta principal da vossa instalação do Python, no meu caso: “C:/Programas/Python27/django-admin.py″.
Copiem o ficheiro para a vossa pasta htdocs que habitualmente se encontra em “C:/Program Files/Apache Group/Apache2/htdocs/” e executem os seguintes passos, como no meu caso estou a usar o XAMPP, o processo seguinte será algo como:
- cd C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/
- django-admin.py startproject exemplo
- cd exemplo
Agora que o projecto está criado, podemos fechar a Linha de Comandos e vamos sim aceder à pasta do mesmo (através do Explorador do Windows), já dentro da pasta “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo” vamos criar um ficheiro a que vamos dar o nome de django.wsgi e introduzir o seguinte texto dentro do ficheiro:
import os, sys
sys.path.append(‘C:/Programas/Python27/’)
sys.path.append(‘C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/’)
sys.path.append(‘C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo’)
os.environ['DJANGO_SETTINGS_MODULE'] = ‘settings’
import django.core.handlers.wsgi
application = django.core.handlers.wsgi.WSGIHandler()
Este ficheiro .wsgi é o responsável para o que o vosso Apache compreenda que está a lidar com um projecto de python e mais especificamente de django, pelo que cada novo projecto que criem futuramente, necessita de ter um ficheiro de configuração .wsgi à semelhança deste.
6º passo – configurar o [httpd.conf]
Para fazer a configuração final do [httpd.conf] devemos ir novamente à pasta /apache/modules/ e abrir o respectivo ficheiro, [httpd.conf.]
Com ficheiro já aberto no vosso editor preferido, procurem a secção do DocumentRoot e na seguinte a essa, adicionem os seguintes dados, que devem estar em conformidade com a pasta (nome) que deram ao vosso projecto, anteriormente:
WSGIScriptAlias /exemplo “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo/django.wsgi”
<Directory “C:/Program Files/XAMPP/xampp/htdocs/exemplo/”>
AllowOverride None
Options None
Order deny,allow
Allow from all
</Directory>
Alias /media/ “C:/Programas/Python27/Lib/site-packages/django/contrib/admin/media/”
Por cada novo projecto que queiram realizar com o Django de forma integrada ao Apache, devem sempre adicionar uma configuração respectiva como a que está exemplificada acima.
A única exepcção vai para a a linha final “Alias /media/…” que serve apenas para indicar ao Apache onde se encontram os ficheiros de média (imagens, etc) para a área de administração, e que é transversal a todos os projectos.
7º passo – Finalização
Agora que concluímos todos os nosso passos, a instalação do Django já deve correr nativamente como o vosso Apache, pelo que o [127.0.0.1] deverá ser o vosso ponto de partida para explorarem este novo? mundo.
Devem ter em mente que cada alteração estrutural a nível de configurações (e isto já dentro do próprio Django) requer por vezes a reinicialização do vosso servidor, isto deve ao facto de o vosso esqueleto de funcionamento em Windows ser algo como:
Python <–> ( MySQL/PostgreSQL <-> mysql-python/psycopg ) <—> Wsgi <–> Apache <–> Wsgi <—> Django
Espero que este artigo possa ser útil, e que seja aquele que eu não tive para chegar lá com sucesso.
Lembrem-se “Don’t fight the environment and go with the flow“
Este também deve ir na lista… não deixem de ver a galeria do autor
Quem pretende ter um ambiente de produção para o Django juntamente com seu servidor Apache, no Windows, não tem propriamente a vida facilitada, existem algumas voltas a dar, e são precisamente essas voltas que aqui vou deixar explicadas na eventualidade de poderem ser úteis a alguém.
Neste artigo, que na realidade são 2, vou assumir que já têm o Apache instalado juntamente com o Mysql, ou Postgresql, ou um daqueles vulgares pacotes conhecidos como WAMP ou XAMPP (Windows – Apache – Mysql – PHP) e claro, o nosso famoso Python, pode ser mesmo a versão 2.7.
Existem três factores essenciais para o sucesso deste processo, sendo o primeiro um editor de texto, o segundo a consulta dos error log do Apache, e o terceiro e mais importante, paciência.
1º passo – configurar o pythonpath
O nosso primeiro passo vai ser configurar o pythonpath, que dito de outra forma significa que vamos dar a entender ao sistema que quando escrevemos python na “Linha de comandos”, ele deve automaticamente abrir o python, coisa que por defeito não faz.
Convém saberem qual a pasta onde instalaram o python, o que no meu caso e exemplo está em: “C:\Programas\Python27″.
Executem então os seguintes passos:
- “Propriedades o sistema” (clique direito em “O meu Computador/Computador > Propriedades)
- Separador “Avançadas”
- Botão “Variáveis de ambiente” (no canto inferior direito)
- Na secção que diz “Variáveis do sistema” carreguem no botão “Novo…”
- No “Nome da variável” escrevam “PATH” (sem aspas)
- No “Valor da variável” escrevam a localização do vosso python no meu caso “C:\Programas\Python27″ (sem aspas)
- Carreguem “Ok”, depois novamente “Ok”, “Aplicar” e “Ok”
Abram agora uma Linha de comandos e confirmem que quando escrevem python ele abre o interpretador. Está feito.
Em versões mais antigas do Windows pode ser necessário reiniciar, e uma qualquer Linha de comandos aberta, antes do processo estar concluído não irá funcionar.
2º passo – mod_wsgi
Uma das abordagens que até ao Python 2.6, podia ser feita, era a instalação do Mod_python, no entanto a versão 2.6 é última a ser suportada o que nos deixa de fora qualquer tipo de integração caso optemos pela versão mais recente.
Assim sendo e para nos facilitar a vida entra em cena o mod_wsgi, que tal como o Mod_python é uma “camada de comunicação” entre o vosso servidor (Apache) e o compilador (Python), vão ao site e façam o download do binário para Windows correspondente à vossa versão (2.6 ou 2.7).
Após o download estar feito mudem o nome ficheiro de qualquer coisa como: mod_wsgi-win32-ap22py27-3.3.so para mod_wsgi.so e copiem-no para a pasta /apache/modules/.
Após o ficheiro mod_wsgi.so estar dentro da pasta /apache/modules/ vão à pasta /apache/conf/ e abram o ficheiro [httpd.conf] com o vosso editor de texto preferido.
Procurem a parte LoadModule e no fim dos vários LoadModule ascrecentem o seguinte:
LoadModule wsgi_module modules/mod_wsgi.so
Deverão ficar com algo do género:
#LoadModule version_module modules/mod_version.so
#LoadModule vhost_alias modules/mod_vhost_alias.so
LoadModule wsgi_module modules/mod_wsgi.so
Procurem agora mais abaixo a parte que diz AddHandler e acrescentem o seguinte:
AddHandler wsgi-script .wsgi
Deverão ficar com algo do género:
AddHandler cgi.script .cgi .pl .asp
AddHandler wsgi-script .wsgi
O módulo wsgi está agora pronto a funcionar, após reiniciarem o vosso Apache.
3º passo – instalar o Django
A forma mais correcta de conseguirem ter o vosso Django sempre actualizado é através do download por SVN, no nosso caso vamos apenas fazer o download do pacote que se encontra no site, o que na altura deste artigo é o “Django-1.2.4.tar.gz”.
Após o download do ficheiro estar feito, descompactem-no e mudem o nome da pasta “Django-1.2.4″ para apenas “django” de seguida copiem essa pasta para o equivalente da vossa directoria python:
C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\
Abram a linha de comandos, entrem na mesma directoria, e corram o seguinte comando:
python setup.py install
Se tudo tiver corrido bem, o vosso Django está agora instalado.
Na eventualidade de algo ter corrido menos bem, instalem o exemaker,e na pasta equivalente a:
C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\django\bin
corram o seguinte commando:
exemaker django-admin.py
Neste momento o vosso Django deve estar pronto a ser utilizado, embora ainda não esteja agregado ao Apache, podem desde já fazer uso dele, para isso criem ou/e acedam a uma qualquer pasta, por exemplo C:\exemplo\ e copiem o ficheiro django-admin.py que se encontra dentro da pasta equivalente a:
C:\Programas\Python27\Lib\site-packages\django\bin
para a pasta que escolheram (neste exemplo):
C:\exemplo\
Após copiarem o ficheiro, abram uma Linha de comandos e tomem o seguintes passos:
- cd C:\
- cd exemplo
- django-admin.py startproject nomedoprojecto
- cd nomedoprojecto
- python manage.py runserver
Abram o seguinte endereço no vosso browser [127.0.0.1:8000] e à vossa frente terão o Django em funcionamento.
Acabei agora mesmo de vir do cinema, fomos ver o TRON.
Não sendo adepto da tecnologia 3D, hoje nem me importei de por os óculos e entrar nos ciclos deste épico legado, é que afinal, o filme está qualquer coisa de bom.
Não existindo por ai muitos filmes de um tal universo geek, ver filmes como o novo TRON, é como receber um tal sinal, isto claro, mantendo sempre aquela marca e agora aquele som bem possante dos Daft Punk.
Se os filmes nos devem levar para o seu universo, então, eu estive lá, e gostei, gostei mesmo!
Uma representação estatística brilhante dos últimos “grandes” 200 anos.
Começa hoje a quarta edição do Sapo Codebits, no Parque das Nações em Lisboa. Evento de talento e criatividade por excelência, o #Codebits é uma referência no seu género em Portugal e que a julgar pela sua 4º edição, tem corrido muito bem. Como participante e entusiasta deste evento, garanto-vos que o ambiente e mecânica que se vive lá dentro é algo muito enriquecedor (para quem gosta destas coisas), pelo que se passarem pela parte de trás do Pavilhão Atlântico, não fujam… os geeks não mordem.