SÃO PAULO – Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, revelou que o grau de insegurança alimentar no país teve uma queda de 34,9%, em 2004, para 30,2%, em 2009.
No ano passado, conforme os dados, 65,6 milhões de pessoas residentes em 17,7 milhões de domicílios apresentavam alguma restrição alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.
A proporção de domicílios com insegurança alimentar leve foi estimada em 18,7%, ou 11 milhões, onde viviam 40,1 milhões de pessoas (20,9% da população). Aqueles com insegurança alimentar moderada totalizam 6,5%, o equivalente a 3,8 milhões de residências, onde moravam 14,3 milhões de pessoas (7,4% do total).
Já 5% (2,9 milhões) dos domicílios particulares foram enquadrados em uma situação grave. Esse montante representa 11,2 milhões de pessoas. Entre 2004 e 2009, também houve redução do problema tanto na zona urbana (de 33,3% para 29,4%) quanto na rural (de 43,6% para 35,1%).
A insegurança alimentar está mais presente nas regiões Norte e Nordeste, onde chega a 40,3% e 46,1% dos domicílios, respectivamente. Os maiores afetados são as famílias com rendimento mensal domiciliar per capita inferior a meio salário mínimo por pessoa (55%).
Segundo a pesquisa, o problema também está presente em residências onde residem menores de 18 anos (37,2%), entre pretos e pardos (43,4%) e para aqueles com menos de um ano de estudo (20,2%).
(Fernando Taquari | Valor)
SÃO PAULO – Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, revelou que o grau de insegurança alimentar no país teve uma queda de 34,9%, em 2004, para 30,2%, em 2009.
No ano passado, conforme os dados, 65,6 milhões de pessoas residentes em 17,7 milhões de domicílios apresentavam alguma restrição alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.
A proporção de domicílios com insegurança alimentar leve foi estimada em 18,7%, ou 11 milhões, onde viviam 40,1 milhões de pessoas (20,9% da população). Aqueles com insegurança alimentar moderada totalizam 6,5%, o equivalente a 3,8 milhões de residências, onde moravam 14,3 milhões de pessoas (7,4% do total).
Já 5% (2,9 milhões) dos domicílios particulares foram enquadrados em uma situação grave. Esse montante representa 11,2 milhões de pessoas. Entre 2004 e 2009, também houve redução do problema tanto na zona urbana (de 33,3% para 29,4%) quanto na rural (de 43,6% para 35,1%).
A insegurança alimentar está mais presente nas regiões Norte e Nordeste, onde chega a 40,3% e 46,1% dos domicílios, respectivamente. Os maiores afetados são as famílias com rendimento mensal domiciliar per capita inferior a meio salário mínimo por pessoa (55%).
Segundo a pesquisa, o problema também está presente em residências onde residem menores de 18 anos (37,2%), entre pretos e pardos (43,4%) e para aqueles com menos de um ano de estudo (20,2%).
(Fernando Taquari | Valor)
Fonte: O Globo