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| Quando sonhos se tornam realidade |
Três vezes campeã da América. Sim, eu sei, os dois primeiros títulos ocorreram décadas antes de eu nascer. Mas um dos feitiços do futebol é esse: todos os sentimentos são coletivos e atemporais. A dor de uma derrota martela o coração pra sempre. E a alegria das vitórias fica no fundo do peito, só esperando o gatilho da memória - ainda que seja através de fotos, vídeos ou textos - para tomar conta do seu corpo e sua alma. E nós, santistas, somos tão sortudos que, mesmo não tendo visto Pelé jogar e conquistar os títulos de 62 e 63, o vimos CHORAR e COMEMORAR esse de 2011, como um Menino da Vila, que ele nunca deixou de ser.
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| A Eterna Magia da Vila |
Dentro de campo, vimos Neymar e Ganso. Vimos também todos os outros guerreiros que jamais esqueceremos. Assim como já nascemos conhecendo Zito, Pepe, Coutinho e Mengálvio, os santistas que virão depois de nós guardarão enorme carinho por Arouca, Zé Love, Léo, Danilo. E cabe a nós, testemunhas deste momento, garantir que ele pulse nas veias das próximas gerações, assim como 62 e 63 está em cada célula dos nossos corações.
Obrigada, Santos, por mais esse momento mágico na minha vida. Eu realmente acredito na força do amor. E graças a esse amor incondicional que sinto por você, eu vivi ontem uma das minhas maiores alegrias.
Três, trinta, trezentas mil vezes, obrigada.
Juliana.

