Sei que isso é o clichê dos clichês, mas não ligo. Um mês que me trouxe de volta Giovanni e Robinho, o Metallica - com direito a um presente especial - a volta do Lost, reencontro com amigos queridos e novas amizades que certamente serão pra sempre, uma grande conquista profissional e uma viagem deliciosa que me reaproximou das pessoas que mais amo no mundo, tem mais é que ser eternizado na forma de post.
Santos

Torcer pro Alvinegro Praiano não é tarefa das mais fáceis, ainda mais quando se mora na capital, sem carro pra poder ir à Vila Belmiro aos finais de semana. Mas olha, é bom demais. Principalmente porque o Santos é um time que respeita a sua história e valoriza seus Ãdolos. Imaginem vocês como ficou meu coração com a contratação do Jamelli como Gerente de Futebol e Giovanni como reforço para a temporada? Sinto-me com 13 anos de idade de novo! E o mais especial: tive a oportunidade de participar da festa de recepção ao Messias, levar o meu pequeno Giovanni para ele conhecer, tirar foto ao lado, pegar autógrafo... Quinze anos depois e um grande sonho se realiza. Tá vendo como vale a pena esperar? Nesse mesmo dia ainda pude apertar a mão de Marcelo Passos, outro Ãdolo de 1995, e agradecer pelo gol genial que nos colocou na semifinal do Brasileirão daquele ano. 13 de janeiro de 2010 foi um dos dias mais felizes da minha vida de torcedora, sem dúvidas!
E como felicidade pouca é bobagem, um mês depois quem cai dos céus - literalmente - é Robinho! A passagem será curta, eu sei, mas tenho certeza que deixará marcas eternas. Aliás, já começou a deixar, né SPFC?
MetallicaÉ de conhecimento dos paralelepÃpedos na rua que eu adoro música, morro por um bom show e Metallica é uma das minhas bandas favoritas. Por tudo isso, vê-los pela terceira vez foi motivo de muita ansiedade e alegria. O que eu não esperava era que, dias antes do show, eu fosse receber de presente um convite VIP, que me colocou a pouco mais de 4 metros do palco. Deu pra ver cada cicatriz do rosto de James Hetfield, cada cacho do cabelo de Kirk Hammet e acompanhar bestificada a velocidade das mãos de Rob Trujillo. Desnecessário dizer que foi o show da minha vida.
Mas o que me deixou mais feliz mesmo foi como eu tive a chance de estar tão pertinho do palco. O presente foi de uma generosidade tão grande que me deixou sem palavras pra agradecer. E veio de um amigo muito querido, o
Rubens, que me conhece há pouquÃssimo tempo, mas parece que cresceu comigo. Obrigada de novo!
LostJá falei aqui algumas vezes sobre esta que é a melhor série, e uma das obras para TV, em geral, de todos os tempos. Estava contando nos dedos - e na barra lateral do blog também - os dias que faltavam para o inÃcio da última temporada. Sei que isso pode ser considerado fútil - dar tanta importância a um programa de TV - mas sabe, todos temos direito a ter hobbies. Aquelas coisas que fazemos não por obrigação, nem porque "é bom", mas sim porque gostamos, pura e simplesmente. Lost pra mim é isso, algo que me dá prazer, que me diverte, que me faz pensar. Portanto, peço licença ao meu lado engajado e me permito embarcar nessa por pura diversão.Como sou uma pessoa sortuda, gostar de Lost teve consequências maravilhosas na minha vida. Conheci muita gente boa nos últimos anos através de blogs e fóruns. Mais recentemente, tive a oportunidade de conhecer muitas dessas pessoas na vida offline, e acabei ganhando novos amigos. Antes da estreia da temporada, alguns de nós nos reunimos e tivemos uma noite muito legal, que certamente foi um dos pontos altos nas minhas férias.
Mudanças profissionaisTrabalhei durante 3 anos na Skill, onde aprendi demais e fiz muitos amigos. Foi a escola que me abriu as portas, acreditou em mim e me ajudou a realizar algo que, muito mais do que um objetivo profissional, era uma meta de vida: ser professora. Minha gratidão estará lá, sempre!

Entretanto, por várias razões particulares, chegou a hora de mudar. E não foi fácil. Depois de passar por uma série de testes, dinâmicas e um longo treinamento, consegui fazer parte do quadro da Seven. Foi uma grande conquista para mim. Passei duas semanas das curtÃssimas 4 que tive de férias me preparando pra isso, e valeu muito a pena. Aprendi muitas coisas - não me lembro de ter absorvido tanto conteúdo em tão pouco tempo na minha vida - e conheci pessoas incrÃveis, com que me diverti pra valer.
FamÃliaMinha vida tem um ritmo tão doido que muitas vezes nem eu mesma entendo. Passo 11 meses do ano fazendo aquilo que muita gente não tem coragem de fazer ao mesmo tempo. Uma das piores consequências é o afastamento que isso gera em relação à s pessoas que mais amo nesse mundo: minha famÃlia.Ainda bem que ela é formada por pessoas tão maravilhosas que não só me compreendem como também me ajudam, o tempo todo. E isso inclui meus filhos, que me esperam chegar, me enchem de carinho, se preocupam comigo - até massagem eu ganho quando estou muito cansada! - tudo isso tendo apenas 4, 7 e 9 anos de idade.Meu marido, então, é um herói. Não deve ser nada fácil lidar com alguém que não consegue parar quieta, que arruma 1 milhão de coisas pra fazer ao mesmo tempo, e que ainda por cima é ansiosa e tagarela. O Alex consegue. É claro que tudo isso não ocorre sem discussões, momentos difÃceis em que a esperança parece fugir por debaixo da porta. Mas no fim das contas, tudo dá certo.


Por isso a nossa viagem de 1 semana em São Vicente foi tão importante. Lá nós nos isolamos do liquidificador que é a nossa vida em São Paulo e pudemos nos curtir, nós cinco. Aliás, nós seis, porque contamos com a incomensurável ajuda do meu pai - o que me proporcionou mais um reencontro sensacional. Definitivamente, nós precisávamos disso. E precisamos fazer isso mais vezes também.
Obviamente aconteceram coisas chatas também, porque nada é perfeito. Mas quer saber? Daqui a algum tempo, quando eu voltar pra ler esse post, não quero nem saber o que não deu certo. Prefiro ignorar e registrar aquilo que valeu a pena. Espero que todas as coisas boas que me aconteceram nessas férias me inspirem a viver um ano incrÃvel.