João sempre reconheceu em Garoto uma fonte inspiradora, bem como grandes conhecedores da Bossa Nova e da música brasileira, como Ruy Castro, Luis Nassif e José Ramos Tinhorão.
Garoto teve o azar de morrer em 1955, antes do auge, sem poder ao menos ser reverenciado em vida.
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Na redação do Valor aqui em Brasília, nesta semana, mestre Ribamar Oliveira, repórter especial e prêmio Esso de 1997, ficou estupefato com a técnica de Garoto. Conversávamos, Riba, eu, Sérgio Leo, Juliano Basile e Maíra Magro, sobre o surgimento da Bossa Nova, e alguém lembrou de Garoto.
"Precisamos reescrever a história!", bradou Riba, fascinado com o que descobrira.