O principal assunto é um dos mais quentes de Brasília, e um que tenho dedicado minha atenção desde que aqui cheguei, em maio: a reforma do regime de previdência dos servidores públicos federais. Trata-se de uma prioridade do governo Dilma Rousseff, que deu caráter de urgência ao Projeto de Lei (PL) 1.992/07, que tranca a pauta da Câmara. O PL 1.992/07 será discutido amanhã em plenário, pela comissão especial, e votado na quarta-feira da semana que vem.
Pelo projeto, o governo cria três fundos de previdência complementar para os servidores da União (um fundo para cada Poder). O servidor que ingressar no serviço público federal a partir da criação dos fundos terá sua aposentadoria equiparada ao dos outros trabalhadores brasileiros, isto é, até o teto do INSS (hoje em R$ 3,691,79 por mês). Para receber além do teto do INSS, o servidor terá de fazer como qualquer outro brasileiro: aplicar uma parte do salário em um fundo de previdência complementar.
É assim que eu, jornalista, repórter de um dos maiores jornais do país, faço com minha previdência complementar. É assim que a maior parte dos brasileiros faz. É assim que os funcionários de empresas mistas, como Petrobras e Banco do Brasil, fazem, com seus fundos de previdência complementar (Petros e Previ, respectivamente).
Por que, então, com os servidores federais é diferente?
Para saber como a base de 17 partidos aliada ao governo pensa -- já que votará o projeto na semana que vem -- vou conversar com o líder do PP, hoje, ao vivo.
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Que fim de ano alucinado. Hoje ainda teve divulgação do PIB, semana passada medidas na área econômica.
O blogueiro não consegue parar.