A liberação de recursos do orçamento fiscal da União foi muito mais ágil em 2011 do que em anos anteriores. Até 11 de novembro, o governo empenhou R$ 22 bilhões em recursos para o PAC 2, e pagou R$ 21,6 bilhões (R$ 5,5 bilhões referentes a restos a pagar de 2010). Em período aproximado no ano passado (entre janeiro e 31 de outubro de 2010), o governo empenhou mais recursos, R$ 23,3 bilhões, mas os gastos efetivos foram muito inferiores – R$ 17,7 bilhões.
“A comparação com o ano passado é boa, uma vez que 2010 foi o melhor ano do PAC”, afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que comandou a coordenação do PAC desde sua primeira edição, em janeiro de 2007.
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Acompanhei, ontem, a cerimônia sobre o acompanhamento do PAC no Itamaraty.
Conversei com os ministros que circulavam por lá e, à boca pequena, a ideia consensual é a seguinte: apertem os cintos, sugere Dilma Rousseff, porque o PAC terá que deslanchar em 2012. Não haverá mais espaço para desculpas para justificar atrasos. É deslanchar ou deslanchar.
A conferir.