Sem papas na língua, admitiu que a Receita teve um ano de arrecadação absolutamente extraordinária -- um salto de 12,2%, descontada a inflação, na arrecadação de impostos entre janeiro e outubro deste ano, na comparação com igual período do ano passado. Disse que no ano que vem terá novo crescimento e que R$ 18 bilhões virão de receitas extraordinárias, como despesas judiciais de empresas que perdem ações na Justiça. Barreto afirmou que o Fisco estuda a reformulação de dois dos principais impostos do país -- o PIS e a Cofins -- porque eles são muito complexos, e que não haverá mais parcelamentos especiais.
Ufa!
Tudo isso e mais um pouco no Valor de hoje, que vem com as informações da Receita na manchete.