Se ontem falamos com Márcio Holland (do Ministério da Fazenda) e seis renomados economistas do mercado, desta vez fomos procurar o núcleo duro da presidente Dilma Rousseff.
Para ler a matéria, manchete do Valor, clique aqui.
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Aqui, o início da manchete, para dar um gostinho aos leitores deste Blog:
O governo está empenhado em impedir que a economia cresça menos de 3% neste ano e deve ser auxiliado pela revisão do Produto Interno Bruto de 2010 que o IBGE divulgará em 15 dias. Com a revisão, o avanço de 7,5% deverá subir para 7,7% ou 7,8%, de acordo com avaliações da área econômica, graças ao melhor desempenho da atividade no quarto trimestre de 2010. Com isso, pelo efeito estatístico do carregamento ("carry over"), o PIB de 2011 terá uma expansão maior.
Preocupada com a rápida desaceleração da economia, a presidente Dilma Rousseff preferiu afrouxar as medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central no fim do ano passado. Dilma se reuniu separadamente na última semana com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, e ordenou o "reequilíbrio" das medidas.
A presidente está intranquila com um possível mergulho da economia no terceiro trimestre. Entre janeiro e março, o PIB avançou 1,3% e, entre abril e junho, 0,8%. Mas no período seguinte (julho a setembro), a economia pode ter tido crescimento pouco acima de zero em relação ao segundo trimestre.
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