Sim, aquele mesmo Contraponto que foi central na minha formação como jornalista.
Nunca esquecerei minha primeira matéria, na edição 37, sobre as idas e vindas da implantação da TV digital no Brasil. Ou a inesquecível edição 50, especial, só com grandes entrevistas. Ou a cobertura mais marcante daqueles tempos: a Operação Satiagraha, da Polícia Federal, que prendeu, entre outros, o banqueiro Daniel Dantas, desatando um imbróglio político que envolveu o Judiciário e o Executivo.
Muito se passou de lá para cá.
Nem tanto pelo tempo, mas sim pelo tanto que vivi e experimentei de lá para cá. Não perco tempo, sou intenso e faço um milhão de coisas ao mesmo tempo. Daí vou deixando um monte de coisa para trás. Parece que faz séculos que aquele rapaz caminhava pela PUC levando os folhetins do Centro Acadêmico, do qual fazia parte, e as edições do Contraponto, para o qual contribuía.
Faz muito, muito tempo isso.
A roda viva me fez agora entrevistado do jornal que hoje começa a circular na PUC-SP.
Quem estiver em SP e puder salvar uma edição a este blogueiro de Brasília, prometo pegar quando passar pela cidade.