Não sei o que a mídia brasileira tá dizendo, e eu estou sem tempo.
Enquanto faço a tradução da página da pós do IFUSP, uma orelha está colada no [english.aljazeera.net] então lá vai o meu resumo a quem quer que interesse: ]
Mais gente chega à praça Tahir (da Liberação) pela primeira vez, se juntando aos outros muitos já lá. Essas pessoas sabem que esse seu ato é um caminho sem volta, e elas vão ter que ficar lá até o derradeiro fim: se elas desistirem, o governo Mubarak retorna à normalidade e elas correm o risco de serem caçadas. A praça está cercada pelo exército que se mantém neutro e milícias de policiais à paisana e gente paga pelo regime.
De dia aparente tranquilidade, à noite atiradores, coquetéis molotov lançados dos prédios em volta, etc. Murabak fez promessas que pareceriam talvez à Fox ou à CNN ser a solução, mas o buraco é mais em baixo: isso já aconteceu antes: retomada a normalidade, nada ocorre, e a caçada humana se inicia. A única saída dessas pessoas é -- de verdade -- o Murabak fora do poder.Por isso é que mesmo com essas promessas tão bem feitas, a multidão não arreda o pé da praça.
abaixo, cenas violentas na quarta-feira na praça Tahir