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  • Link permanente para '#6 - Debconf e contribuindo com o Debian'

    #6 - Debconf e contribuindo com o Debian

    Postado: agosto 21, 2017, 10:00pm MDT
    Cercado: [download]

    Este episódio foi gravado diretamente de Montreal no Canadá, durante a Debconf17. A Debconf é a conferência anual da comunidade Debian. Antonio Terceiro recebe dois convidados especiais, Lucas Kanashiro (Debian Developer) e Samuel Henrique (Debian Maintainer). Assuntos discutidos incluem impressões sobre a Debconf, como eles começaram a contribuir com o Debian, e programas de inclusão de novas pessoas em projetos de software livre, como Summer of Code e Outreachy.

    Edição: Antonio Terceiro

    Trilha sonora: Slow motion, por zero-project. Licença Creative Commons Attribution (CC-BY).

    Redes sociais/contato: Quitter(GNU social): @papolivre; Twitter: @slpapolivre; IRC: #papolivre na Freenode; email: contato@papolivre.org

  • Link permanente para '#5 - computador só com software livre?'

    #5 - computador só com software livre?

    Postado: agosto 2, 2017, 10:00pm MDT
    Cercado: [download]

    Neste episódio conversamos sobre quais partes do computador, além do óbvio (sistemas operacional e aplicativos), podem ter software. Trocamos dicas de como comprar computadores o mais amigáveis possível ao software livre, e discutimos iniciativas voltadas à produção de computadores mais livres que os que se encontra normalmente.

    Neste episódio também estreamos um quadro de dicas, onde nós damos indicações de coisas interessantes, ligadas ou não a software livre.

    Edição: Antonio Terceiro

    Trilha sonora: Slow motion, por zero-project. Licença Creative Commons Attribution (CC-BY).

    Redes sociais/contato: Quitter(GNU social): @papolivre; Twitter: @slpapolivre; IRC: #papolivre na Freenode; email: contato@papolivre.org

  • Link permanente para '#4 - Redes sociais livres'

    #4 - Redes sociais livres

    Postado: julho 18, 2017, 10:00pm MDT
    Cercado: [download]

    Antonio Terceiro, Paulo Santana e Thiago Mendonça discutem quais são os problemas com redes sociais proprietárias/centralizadas, e apresentam algumas das principais alternativas livres: GNU Social, Mastodon, diaspora*, Hubzilla, e Noosfero.

    Edição: Thiago Mendonça

    Trilha sonora: The crossroads of change, The preparation, Path to innocence, The light of truth, Metamorphosis, do álbum Metamorphosis, por "zero-project"; e Slow motion, também por "zero-project". Distribuídas sob a licença Creative Commons Attribution 3.0/4.0 Unported License.

    Redes sociais/contato: Quitter(GNU social): @papolivre; Twitter: @slpapolivre; IRC: #papolivre na Freenode; email: contato@papolivre.org

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Testar o Plymouth sem reiniciar o computador, para Debian e Ubuntu'

    Testar o Plymouth sem reiniciar o computador, para Debian e Ubuntu

    Postado: julho 16, 2017, 2:23pm MDT
    Está alterando o seu tema do Plymouth e quer agilizar o teste sem ter que reiniciar a maquina? leia essa matéria e veja como fazer.








    Instalação  plymouth-x11

    Para ter a pré-visualização do tema aplicado ao plymout, você precisa instalar o plymouth-x11, para isso abra o terminal e de o comando abaixo.

    sudo apt install plymouth-x11

    Plymouth-preview
    Feita a instalação faça o download do script do khAttAm.

    Para fazer a instalação do script, de os comandos abaixo no terminal.

    Log como root.

    sudo -i

    Crie o script com o comando abaixo.

    nano /usr/local/bin/plymouth-preview

    Copie e cole as linhas abaixo no editor de texto nano aberto em seu terminal.

     #!/bin/bash

    ## Preview Plymouth Splash ##
    ##      by _khAttAm_       ##
    ##    www.khattam.info     ##
    ##    License: GPL v3      ##

    chk_root () {
      if [ ! $( id -u ) -eq 0 ]; then
        echo Must be run as root
        exit
      fi
    }

    chk_root

    DURATION=$1
    if [ $# -ne 1 ]; then
      DURATION=10
    fi

    plymouthd
    plymouth --show-splash
    for ((I=0; I<$DURATION; I++)); do
      plymouth --update=test$I;
      sleep 1;
      done;
    plymouth quit

    Ficando assim.




    Salve o script teclando Ctrl + x tecle s e tecle Enter para fechar o nano.

    Torne o script executável com o comando abaixo.

    chmod +x  /usr/local/bin/plymouth-preview

    Execute o script com o comando no terminal.

    sudo plymouth-preview

    O script está configurado para exibir a animação por 10 segundos, caso queira alterar esse valor, basta adicionar o valor em segundos na frente do comando, como no exemplo abaixo para 20 segundos.

    sudo plymouth-preview 20


    Dica, Movimentar o mouse ajuda na exibição do efeito do plymouth.

    Demonstração Tema Spacefun




    Tema Lines




    Fonte

    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!












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  • Link permanente para 'Use ambientes virtuais para executar código Python.'

    Use ambientes virtuais para executar código Python.

    Postado: julho 3, 2017, 2:33pm MDT por Elias Praciano

    Ambientes virtuais podem ser usados para executar diferentes versões do Python, na sua máquina.
    A ferramenta mantém dependências requeridas por projetos distintos em locais separados, com a criação de ambientes virtuais (ou virtual environments) nos quais podem ser abrigados.

    O recurso resolve o problema criado quando o projeto A necessita da versão 2.x enquanto o projeto B precisa da versão 3.x.

    O vitualenv, torna mais fácil trabalhar em projetos que usam diferentes versões do Django, por exemplo.
    A ferramenta pode ser instalada através do PIP e serve para criar ambientes isolados para rodar seu código Python — através da criação de um diretório ou pasta, contendo todos os executáveis necessários para execução dos pacotes de cada projeto.
    Para ver a versão disponível nos repositórios Pypi, use a opção ‘show’ ou ‘search’:

    
    pip3 search virtualenv
    

    Já no universo Linux, também é possível fazer a instalação dos repositórios da sua distribuição — com a vantagem de usar uma versão do software testada para a sua plataforma. A desvantagem, neste caso, é que a dos repositórios oficiais pode estar um pouco defasada.
    No Debian 10 Buster, a versão disponível para download é posterior a 15.1 — mais ou menos a mesma disponível para instalação através do pip. Veja como verificar:

    
    apt show virtualenv | grep -i vers
     WARNING: apt does not have a stable CLI interface. Use with caution in scripts. Version: 15.1.0+ds-1

    Se você prefere o pip para fazer a instalação, use o seguinte comando:

    
    pip3 install virtualenv
    

    Se você usa o Linux, pode precisar invocar o sudo para obter privilégios administrativos necessários para fazer a instalação. Veja um exemplo no Debian Linux:

    
    sudo apt install virtualenv
    

    Após a instalação, faça um teste, para ver se tudo está bem com a opção ‘–version’:

    
    virtualenv --version
     15.1.0
  • Link permanente para 'Configure o Vim para editar código em Python'

    Configure o Vim para editar código em Python

    Postado: junho 27, 2017, 3:46pm MDT por Elias Praciano

    Tenho experimentado vários editores e algumas IDEs para escrever e editar código em Python, PHP e outras linguagens de programação.
    Depois de um tempo, tenho a tendência de sempre voltar à simplicidade do Vim.
    Se você nunca o usou, mas tem curiosidade, recomendo ler um pouco mais sobre o editor, antes de voltar para ler este texto.
    O Vim não revela fácil sua magnificência para as pessoas.

    Claro que ninguém precisa configurar o editor Vim para qualquer linguagem específica e, se você usa mais de uma, provavelmente é melhor não fazer isso.
    Alguns dos ajustes que seguem podem ser adequados, contudo, para quem só programa em Python.
    Qualquer editor de texto puro é adequado para escrever seu código em Python. Contudo, editores com suporte a syntax highlighting, entre outros recursos avançados, podem facilitar bastante a sua vida.
    Os ajustes sugeridos, neste texto, para o editor Vim, vão ajudar a escrever código compatível com o PEP 8, tornando-o mais eficiente e legível.
    Fique à vontade para sugerir os seus ajustes preferidos nos comentários.
    Veja quais são os que eu uso:

    • Quebra de linhas com mais de 79 colunas.
    • Indentar de quatro em quatro colunas de texto.
    • Tabulação (hard TAB) de 4 colunas.
    • Inserir espaços, quando teclar TAB.
    • Inserir ou remover 4 espaços quando teclar TAB ou Backspace.
    • Ajuste o shiftwidth para controlar quantas colunas serão indentadas nas operações de reindentação.
    • Ativar a indentação automática.

    O Vim é um editor de textos que usa atalhos de teclado para receber comandos sobre como processar o seu texto — em vez de ícones clicáveis.
    Estas configurações são apenas um ponto de partida, para dar mais eficiência à edição. Recomendo conhecer alguns plugins que podem complementá-los.

    O arquivo de configuração do Vim

    Como já disse em outros textos, meu sistema operacional é o Debian Linux. Embora a maioria das instruções contidas no site não sejam específicas de qualquer sistema operacional, faz bem deixar claro que os meus exemplos são construídos neste SO. Eventualmente, você vai precisar adaptar algum procedimento ou nome de arquivo à sua realidade aí.
    No Debian 9, o arquivo central de configuração do Vim é o ‘/etc/vim/vimrc.local’ ou ‘/etc/vim/vimrc’ — a depender do seu sistema operacional ou da sua distro.
    Se você usa o Vim apenas para o Python, pode fazer os ajustes no seu arquivo de configuração local:
    ‘~/.vimrc’ ou ‘./vim/.vimrc’ no Linux.
    Já para quem usa outras linguagens de programação, pode ser mais interessante usar um arquivo de configuração à parte, contendo os ajustes específicos para o Python.
    O Vim permite usar arquivos de configuração diferentes ou variados.
    No meu exemplo vou criar um arquivo de configuração a ser usado especificamente quando for escrever código em Python, chamado ‘.pyvimrc’. Ele vai ficar gravado em um subdiretório do meu home: ‘~/.vim/’
    Para iniciar o editor, com as configurações especiais, basta usar a opção ‘-u’:

    
    vim -u ~/.vim/.pyvimrc
    

    Para facilitar mais, criei um curto script Bash, chamado ‘pyvim’ (python vim), contendo o seguinte comando:

    
    #!/bin/bash
    vim -u ~/.vim/.pyvimrc
    

    Eu o gravei no diretório ‘/usr/bin’ e lhe dei permissão de execução:

    
    sudo chmod a+x /usr/bin/pyvim
    

    daqui pra frente, quando executar o script pyvim, o vim será invocado de acordo com as diretrizes inscritas no arquivo ‘~/.vim/.pyvimrc’.
    Use os nomes que você quiser, ao criar os criar os arquivos.

    Como ajustar o Vim para editar código Python

    Vamos ver, neste tópico os ajustes que devem ser colocados no ‘.pyvimrc’ ou no arquivo de configuração da sua preferência.
    Segue o conteúdo do meu arquivo ‘~/.vim/.pyvimrc’

    
    textwidth=79	" quebra linhas com mais de 79 col.
    shiftwidth=4	" ajusta as operações >> e << indentar e desindentar 4 col.
    tabstop=4	" exibe uma TAB crua como 4 col.
    expandtab	" insere espaços quando acionar a tecla TAB
    softtabstop=4	" insere/remove 4 espaços com TAB/Backspace
    shiftround	" arredonda a indentação para múltiplos dos shiftwidth especificados
    autoindent	" insere indentação automática a cada nova linha
    

    Experimente e veja como ficou!
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Papo Livre

  • Link permanente para '#2 - Debian 9 (stretch)'

    #2 - Debian 9 (stretch)

    Postado: junho 18, 2017, 10:00pm MDT
    Cercado: [download]

    A mais nova versão estável do Debian, de número 9 e com codinome Stretch, foi lançada no dia 17 de junho de 2017. Neste episódio, nós discutimos os destaques da nova versão com base no anúncio oficial a nas notas de lançamento. Tmabém discutimos algumas dúvidas comuns sobre o Debian, como a diferença entre stable, testing e unstable, como atualizar o sistema, e outros.

    Pauta principal: 4:26

    Edição: Thiago Mendonça.

    Trilha sonora: Going Higher by Bensound. Licenciada sob a Creative Commons Attribution-NoDerivatives 3.0.

    Redes sociais/contato: Quitter(GNU social): @papolivre; Twitter: @slpapolivre; IRC: #papolivre na Freenode; email: contato@papolivre.org

PythonBay.com

  • Link permanente para 'Introdução à biblioteca de criptografia, com o método Fernet, no Python'

    Introdução à biblioteca de criptografia, com o método Fernet, no Python

    Postado: junho 13, 2017, 12:31pm MDT por Elias Praciano

    O Python tem algumas bibliotecas (libraries ou módulos) que oferecem meios de trabalhar usando a segurança da criptografia.
    Em tese, é fácil codificar qualquer coisa dentro de seus scripts Python.
    Neste texto, vou apresentar a biblioteca cryptography, com o uso do método Fernet.
    No sistema operacional Linux Debian 9 “Stretch” ela já está presente.
    Se você não tiver a biblioteca instalada no seu sistema, use o pip3:

    
    pip3 install cryptography
    

    O pacote instala receitas e código fonte para facilitar a criptografia.
    A biblioteca foi projetada para ser um ponto de parada única para todas as suas necessidades criptográficas no Python.
    Como alternativa, esta tenta oferecer alguns benefícios a mais, em relação a outras implementações e metodologias:

    • Suporte ao PyPy e ao Python3.
    • Manutenção constante.
    • Algorítimos mais sofisticados e atuais.
    • Uso de “criptografia para humanos” de alto nível e APIs.
    • Suporte a AES-GCM
    Exemplo de uso de criptografia

    Abra a Python shell, invoque o módulo cryptography e faça um teste simples:

    
    >>> from cryptography.fernet import Fernet
    >>> chave = Fernet.generate_key()
    >>> suite_cifrada = Fernet(chave)
    >>> texto_cifrado = suite_cifrada.encrypt(b"uma mensagem secreta. Fora bisbilhoteiros!")
    >>> texto_decifrado = suite_cifrada.decrypt(texto_cifrado)
    >>> texto_cifrado
    b'gAAAAABZPqoEg8urYdh6oH2Av4z9O3XHZttxQcd_9BALfqnp5RzqRPjAIiscmuRi5QnS3JUpMgboXqjDdNCyfAPKgtIoKmc2dQ5XQPjJUZoJiPfYUxMAQqTULWc9TVeugZsCRwGWKrTZ'
    >>> texto_decifrado
    b'uma mensagem secreta. Fora bisbilhoteiros!'
    

    O Fernet é um método de criptografia simétrica que se certifica de que uma mensagem codificada não possa manipulada ou lida sem a chave.

    O método faz uso de codificação segura URL para as suas chaves.

    Não se esqueça de se inscrever na nossa newsletter, para ser notificado(a) quando houver um novo post sobre Python:
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    A implementação é conhecida também como “secret key” e faz uso de codificação em 128-bit, em modo CBC e PKCS7 padding — com HMAC e SHA256 para autenticação.
    Leia mais sobre criptografia, clicando na tag criptografia ou fernet.

Papo Livre

  • Link permanente para '#1 - meios de comunicação'

    #1 - meios de comunicação

    Postado: junho 5, 2017, 10:00pm MDT
    Cercado: [download]

    Antonio Terceiro, Paulo Santana e Thiago Mendonça discutem os diversos meios de comunicação em comunidades de software livre. A discussão começa pelos meios mais "antigos", como IRC e listas de discussão e chega aos mais "modernos", passando pelo meio livre e meio proprietário Telegram, e chega à mais nova promessa nessa área, Matrix (e o seu cliente mais famoso/viável, Riot).

    Erratas (em áudio na introdução do episódio #2):

    • É dito que o Signal não é livre, e isso não é verdade. O cliente Signal é licenciado sob GPLv3, e o servidor sob AGPLv3. No entanto, o Signal depende por padrão do Google Cloud Messaging (GCM), que não é livre. Em fevereiro de 2017, foi adicionado suporte a funcionar sem GCM, mas no momento em que esta errata está sendo escrita ainda não existe um build do Signal sem GCM no F-Droid por exemplo.
    • O Riot.im para Android tem um problema parecido com o Signal, e o build disponível no Google Play vem com GCM. No entanto, o build disponível no F-Droid é totalmente livre e vem sem GCM.
    • É dito que é impossível apagar uma conta Facebook, mas na verdade é. O Facebook diz explicitamente que os seus dados nunca vão ser removidos de fato, mas o perfil deixa de ser visível para os outros usuários.

    Edição: Thiago Mendonça.

    Trilha sonora: Burnin Star (2016), por StrangeZero. Licenciada sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0.

    Redes sociais/contato: Quitter(GNU social): @papolivre; Twitter: @slpapolivre; IRC: #papolivre na Freenode; email: contato@papolivre.org

PythonBay.com

  • Link permanente para 'Ative o servidor web Python com uma linha de comando'

    Ative o servidor web Python com uma linha de comando

    Postado: junho 2, 2017, 4:00am MDT por Elias Praciano

    O Python tem um módulo servidor web/http que pode ser ativado a qualquer momento, com uma única linha de comando.
    Com ele é possível disponibilizar arquivos locais, através da porta 8000.
    Veja como:

    
    python3 -m [http.server] 
    
    Serving HTTP on 0.0.0.0 port 8000 ...
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:13:56] "GET / [HTTP] 200 -
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:13:57] code 404, message File not found
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:13:57] "GET /favicon.ico [HTTP] 404 -
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:13:57] code 404, message File not found
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:13:57] "GET /favicon.ico [HTTP] 404 -
    127.0.0.1 - - [23/May/2017 11:15:11] "GET / [HTTP] 200 -
    

    No Python 2.7, o nome do módulo é Simpl [HTTPServer] :

    
    python2.7 -m Simpl [HTTPServer] 
    

    Preste atenção na caixa das letras.
    Para testar, abra o seu navegador e vá para o endereço [localhost:8000] ou [127.0.0.1:8000] .
    janela do navegador exibindo o servidor web do Pyhton.Servidor web do Python.
    Se você não tiver um arquivo index.html, no seu diretório pessoal, todos os arquivos presentes nele serão listados.
    O módulo vai servir sempre os arquivos do diretório atual. Portanto, basta executá-lo no local em que se encontram os arquivos que você deseja compartilhar na rede.
    Enquanto o servidor estiver no ar, o terminal, onde ele foi executado, ficará sendo alterado — refletindo o andamento do serviço.
    Para finalizar o servidor, tecle ‘Ctrl+c’ no console.
    [http-server-logging.png"] alt="python web http server" />
    O terminal, com o servidor em execução, irá exibir informações básicas sobre o seu funcionamento — como os erros 404, os GET e PUSH, endereços IP etc.
    É semelhante a rodar o tail em um arquivo de log do Apache.

    Por que usar o servidor HTTP embutido no Python?

    Uma das vantagens de usar o recurso é que você não precisa instalar ou configurar qualquer coisa para ter um servidor web — semelhante ao Apache — rodando.
    Instalações Linux costumam vir com o Python já instalado. Comumente, elas veem com as versões 2.x e 3.x simultaneamente instaladas e prontas para rodar. Ou seja, é menos trabalho ainda.
    É uma forma de disponibilizar arquivos de um dos seus diretórios na rede rapidamente, sem configurar nada. Quando não quiser compartilhar mais… tecle ‘Ctrl+c’.

  • Link permanente para 'Use o pep8 para cuidar do estilo do seu código Python'

    Use o pep8 para cuidar do estilo do seu código Python

    Postado: maio 31, 2017, 6:05pm MDT por Elias Praciano

    Estilo é tudo, há quem diga… e não vale apenas para roupas.
    Quando o assunto é programação, não vale somente “resolver um problema”. Você tem que resolver com estilo.
    Em outras palavras, o código tem que fazer mais do que realizar uma determinada tarefa. Ele tem que ser enxuto e legível para outros programadores (e, mesmo, você) lerem e entenderem o que cada linha ou bloco de código faz.
    O aplicativo pep8 leva o nome do guia de estilos PEP 8 do Python.
    Pode ser usado para verificar se seus scripts estão dentro dos parâmetros da convenção de estilização do código Python.
    Se não estiver instalado, use o pip para fazer a instalação dele:

    
    pip3 install pep8
    

    Depois de instalado, já é possível executá-lo em relação a qualquer um de seus scripts:
    Veja a saída dele:

    
    pep8 example-serialgrades.py 
    
    example-serialgrades.py:4:11: E201 whitespace after '('
    example-serialgrades.py:4:51: E202 whitespace before ')'
    example-serialgrades.py:7:14: E225 missing whitespace around operator
    example-serialgrades.py:7:28: E201 whitespace after '('
    example-serialgrades.py:7:35: E202 whitespace before ')'
    example-serialgrades.py:10:32: E201 whitespace after '('
    example-serialgrades.py:10:46: E202 whitespace before ')'
    

    No caso acima, não há erros que impeçam a execução do script. O pep8 sequer tem a função de debugar código Python.
    Veja o que é informado na primeira linha da saída do comando:

    • example-serialgrades.py — o nome do arquivo analisado.
    • 4:11 — a linha (4) e a coluna (11) onde foi encontrada uma inconsistência.
    • E201 whitespace after '(' — o código da inconsistência e uma breve explicação que – neste caso – corresponde a um espaço vazio após o uso do parêntese.

    Mesmo não tendo fluência em inglês, é possível entender “mais ou menos” o que está havendo, linha a linha.
    neste Neste caso, volte ao arquivo e edite-o de acordo com os parâmetros pedidos pelo PEP 8.
    Quando o seu código estiver bom, o pep8 não irá retornar qualquer aviso.
    pep8 python
    Se você não tem grandes dificuldades com a língua inglesa, pode experimentar (no Linux) a seguinte linha de comando:

    
    pep8 --show-source --show-pep8 editor.py | less
    

    Com as opções ‘–show-source’ e ‘–show-pep8’, serão exibidas as linhas de código com “problemas”, junto com uma explicação didática para ajudar a melhorar suas práticas de programação.

  • Link permanente para 'Como ler um arquivo com a função open() do Python'

    Como ler um arquivo com a função open() do Python

    Postado: maio 29, 2017, 4:00am MDT por Elias Praciano

    Para abrir e ler o conteúdo de um arquivo, na pasta local do sistema, com o Python, use a função open().
    O funcionamento dela é simples: basta informar o arquivo a ser aberto e dar uma variável para receber o seu conteúdo. Veja um exemplo:

    
    arquivo = open('while.py')
    linha = arquivo.read()
    print(linha)
    arquivo.close()
    

    Embora o exemplo, acima, seja bastante didático — é também muito ruim.
    A boa prática de programação em Python, sugere usar with open, que permite obter o mesmo resultado, com menos linhas de código.
    Veja um exemplo:

    
    with open('meutexto.txt') as arquivo:
    for linha in arquivo:
    print(linha)
    

    A declaração with é melhor por que garante que o arquivo seja fechado, logo após o uso, mesmo que uma exceção surja dentro do bloco de código.

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  • Link permanente para 'Kernel Linux mais recente no Debian Stable'

    Kernel Linux mais recente no Debian Stable

    Postado: setembro 19, 2017, 9:30am MDT
    Se você gosta de ter versões mais atuais do kernel, veja nessa matéria como é fácil a ter no seu Debian stable.






    OBS: Se você tem driver proprietário de vídeo instalado, remova ele para poder instalar um novo kernel, só apos reinstale o driver de vídeo proprietário.
    Kernel Linux
    O Kernel é o núcleo do seu sistema operacional, responsável pela comunicação do software com o hardware do seu computador.

    O uso de versões mais atuais pode resolver vários problemas relacionados ao seu hardware, como também pode criar , portanto ao instalar um kernel novo sempre mantenha a versão anterior instalada, essa pratica pode salvar seu sistema de forma bem fácil, bastando apenas reiniciar o computador e no grub escolher a opção "Opções avançadas para Debian GNU/Linux"




    O kernel padrão do Debian stable atual é o 4.9.3 e é a maior versão disponivel no repositório padrão.



    Repositório backports
    Para poder instalar uma versão mais atual, você deve adicionar o repositório backports a sua sources.list no caso de ainda não o ter habilitado.

    Para verificar se já tem o backports, de o comando abaixo no terminal e confira a sua sources.list.

    nano /etc/apt/sources.list

    Note que no meu caso eu já o tenho ativo.




    Mas caso a sua sources.list não tenha o backports, adicione com o comando abaixo no terminal.

    su

    echo "deb [http.debian.net] stretch-backports main contrib" >> /etc/apt/sources.list

    Atualize o apt com o comando abaixo.

    apt update

    Listar kernels disponíveis
     Para verificar os kernels disponíveis em seu repositório, de o comando abaixo no terminal.

    apt search linux-image


    Note na imagem abaixo que temos atualmente 3 versões diferentes.

    4.9
    4.11
    4.12

    Note que as versões que tem bpo no nome são as do repositório backports que acabamos de adicionar.



     
    A versão do linux-image mais alta atualmente é a

    linux-image-4.12.0-0.bpo.1-amd64

    Você também pode instalar o headers, para isso verifique ele também com o comando abaixo.

    apt search linux-headers


    Localize o linux-headers de mesma versão do linux-image

    linux-headers-4.12.0-0.bpo.1-amd64



    Instalação
    Agora que já identificamos o image e o headers, basta montar o comando e instalar.

    su

    apt install linux-image-4.12.0-0.bpo.1-amd64 linux-headers-4.12.0-0.bpo.1-amd64



    Ao fim da instalação reinicie o computador com o comando abaixo.

    reboot



    Ai está o Debian stable ( Stretch ) com o kernel 4.12.



    Remoção
    Mas se você tiver algum problema com ele ou quiser remover para usar a versão antiga, reinicie o computador e no grub escolha a opção abaixo com as setas do teclado e tecle enter.

    "Opções avançadas para Debian GNU/Linux"




    Na próxima tela selecione o kernel antigo com as setas do teclado e tecle enter.


    Ao carregar o sistema abra o terminal e de os comandos abaixo para remover o kernel que instalou, lembre de alterar para a versão que você instalou.

    su

    apt remove --purge linux-image-4.12.0-0.bpo.1-amd64 linux-headers-4.12.0-0.bpo.1-amd64




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Terminal Root

  • Link permanente para 'Como Gravar CD/DVD Pelo Terminal'

    Como Gravar CD/DVD Pelo Terminal

    Postado: setembro 19, 2017, 7:14am MDT

    growisofs é um programa para gravações de CD/DVD via linha de comando. Veja no vídeo abaixo como instalá-lo e como usá-lo!

    O growisofs foi originalmente projetado como um frontend para mkisofs para facilitar a anexação de dados. Suporte de gravação de DVD de uso geral foi implementado e, a partir de agora, growisofs suporta não apenas mídia de acesso aleatório, mas até mesmo masterização de mídia de DVD multisessão, como DVD+R e DVD-R/-RW, bem como discos Blu-ray. Todos os tipos de mídia de DVD são suportados.

    Instalação
    emerge app-cdr/cdrtools emerge app-cdr/dvd+rw-tools
    Utilização...

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'VirtualBox volta ao Debian.'

    VirtualBox volta ao Debian.

    Postado: setembro 18, 2017, 5:10pm MDT
    Após a remoção do Debian testing e consequentemente do Stretch, o VirtualBox retorna ao Debian.






    Virtualbox
    Virtualbox é destinado a criação de maquinas virtuais, para testes, estudo ou até mesmo para que você possa usar um outro sistema operacional diretamente em uma janela no seu sistema atual.


    Logo que o Stretch foi lançado publicamos a matéria abaixo mostrando como ter o virtualbox nele e os motivos da remoção.
    VirtualBox no Debian 9 Stretch
    E agora o que fazer ? Eu aconselho que revertam para o uso do pacote fornecido via repositório Debian, mas se preferir pode deixar usando o repositório da Oracle.

    Remoção

    Para reverter ao uso do pacote pelo repositório Debian, no terminal de os comandos abaixo na sequencia.

    su


    rm -fr /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list


    Atualize o apt com o comando abaixo.

    apt update

    Remova o VirtualBox com o comando abaixo.


    apt remove --purge virtualbox*


    Siga as instruções para a sua versão do Debian.


    Debian Stretch



    Adicione o repositório backports seguindo a matéria abaixo ( Isso no caso de você ainda não o ter ativo ).

    Adicione o espelho do backports.

    echo "deb [http.debian.net] stretch-backports main contrib" >> /etc/apt/sources.list

    Atualize o apt com o comando abaixo.


    apt update
    Instale o virtualbox.


    apt install -t stretch-backports virtualbox


    Debian Buster

    No Buster é mais simples, você só precisa instalar o virtualbox com o comando abaixo.


    apt install virtualbox


    VirtualBox reinstalado via repositório Debian :)







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Manjaro Linux

BR-Linux.org

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Telegram nos repositórios oficiais do Debian '

    Telegram nos repositórios oficiais do Debian

    Postado: setembro 18, 2017, 8:29am MDT
    Telegram é um aplicativo de mensagens com foco na velocidade e segurança, é
    super rápido, simples e gratuito. Você pode usar o Telegram em todos os seus dispositivos ao mesmo tempo.





    Telegram
    O Nicholas Guriev é quem está introduzindo o Telegram no Debian, recentemente o pacote chegou no Buster, mas foi rebaixado




    A briga continua, atualmente ele está no Unstable e logo volta ao Buster ( testing ) o que significa que sera uma das novidades do Debian 10 e consequentemente do Ubuntu e das refisefuquis Debian :)

    Para instalar essa versão oficial, você precisa ter o seu Debian Buster ( testing ) híbrido ou ser usuario do Debian Unstable ( SID ), mas de forma alguma instale essa versão no seu Debian stretch ( Provavelmente ela assim que se firmar no Testing , deva subir para o backports do Stretch, aguarde ... ).


    Instalação no Buster
    Para ter ele no seu Buster, torne seu repositório híbrido seguindo a matéria do link abaixo.

    Aprenda usar o Debian testing hibrido.
    Já com seu Debian híbrido, no terminal de o comando abaixo.


    sudo apt install -t unstable telegram-desktop

    Telegram instalado, boa diversão :)




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BR-Linux.org

  • Link permanente para 'Planejamento de Cirurgia Ortognática 3D Digital com o addon “OrtogOnBlender”'

    Planejamento de Cirurgia Ortognática 3D Digital com o addon “OrtogOnBlender”

    Postado: setembro 18, 2017, 8:15am MDT por Augusto Campos
    O Blender é uma ferramenta fantástica de modelagem e animação. Tão impressionante e flexível que tem sido utilizada nos mais variados meios, dentre eles o de saúde humana.

    Pensando em tornar o acesso a esse software mais amplo, estou desenvolvendo um novo addon, em parceria com o Dr. Everton da Rosa, renomado especialista em cirurgia buco-maxilo facial.

    O objetivo desse trabalho é permitir o uso do Blender no planejamento de cirurgia ortognática, um procedimento que corrige deformações faciais em adultos.

    Além de agrupar vários comandos em uma lista compacta, que auxilia o especialista nas etapas do planejamento, o addon também automatiza algumas tarefas, como a deformação da pele em relação a movimentação dos ossos seccionados (osteotomias).

    Em breve, a exemplo do Cork on Blender, o nosso projeto será disponibilizado abertamente.

    Por ora apresentaremos uma prévia do que vem por aí.

    Esperamos que apreciem.

    Referência: ciceromoraes.com.br

    Enviado por Cicero Moraes (cogitas3dΘgmail·com)

    O artigo "Planejamento de Cirurgia Ortognática 3D Digital com o addon “OrtogOnBlender”" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

  • Link permanente para 'Modificando commits do Git'

    Modificando commits do Git

    Postado: setembro 18, 2017, 8:00am MDT por Augusto Campos
    Na parte 6 do “Usando o Git”, recorri ao git rebase (em modo interativo) para faz a alateração da mensagem de um commit pré existente. Porém esta tanto não é a única funcionalidade do rebase como ainda há um modo bem mais simples de fazê-lo. E que não serve somente para alterar a mensagem, com o uso do parâmetro ‐‐amend (emenda) do git commit é possível adicionar, editar ou mesmo remover arquivos dentro de um commit já existente. Referência: giovannireisnunes.wordpress.com

    Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)

    O artigo "Modificando commits do Git" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

Terminal Root

Manual do Usuário

Manjariando

  • Link permanente para '[ATUALIZAÇÃO ESTÁVEL] 2017-09-16 – KERNELS, MESA, VIRTUALBOX, PAMAC, KDE, GCC, REMOÇÃO DO OPENRC'

    [ATUALIZAÇÃO ESTÁVEL] 2017-09-16 – KERNELS, MESA, VIRTUALBOX, PAMAC, KDE, GCC, REMOÇÃO DO OPENRC

    Postado: setembro 17, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    Oi comunidade, Com pouco mais de uma semana, temos uma nova atualização para você. Nós atualizamos a série Mesa para a série v17.2 , que inclui novos drivers e outros brindes, atualizou alguns dos nossos kernels, adicionou o último KDE Frameworks v5.38 mais com o GCC v7.2 como nosso compilador mais recente. Se você tiver dificuldades para atualizar, instale pacotes adicionais multilib de gcc primeiro, então uma atualização completa é possível. Além disso, temos […]

Taverna Linux

  • Link permanente para 'Zerodium Oferece $1 Milhão por Exploits no Tor'

    Zerodium Oferece $1 Milhão por Exploits no Tor

    Postado: setembro 16, 2017, 10:18pm MDT por Ðieɠ☕ ßoot

    A empresa ZERODIUM anunciou que pagará até $ 1 milhão por exploits de 0-day para o Tor Browser no Tails Linux e Windows.

    A Zerodium no 0-day está oferecendo $1 milhão por exploits no navegador Tor explora com a intenção de desmascarar usuários do browser. A empresa em contrapartida, revenderá em seguida os exploits do 0-day para agências governamentais, para dar oficialmente um instrumento adicional para anonimizar de usuários Tor em suas investigações.

    A empresa está procurando por exploits para o Tor Browser rodando no Windows e a distro Linux Tails OS focada em privacidade.

    “ZERODIUM, a plataforma premium de aquisição do 0-day, anuncia recompensa e hospeda o navegador Tor Zero-Day. A ZERODIUM vai pagar um total de 1 milhão de dólares ($1.000.000) em recompensas para adquirir os exploits do 0-day para o Tor Browser em em sistemas Linux e Windows” lê o anúncio publicado pela ZERODIUM. “A recompensa está aberta até 30 de novembro de 2017 às 6:00pm, e pode ser rescindido antes de sua expiração se o pagamento total para os pesquisadores atingir 1 milhão dólares norte-americanos. ($1.000.000)”.

    A recompensa do Tor Browser será efetivada até 30 de novembro, mas a empresa acrescentou que ela pode ser fechado mais cedo se o valor da recompensa de $1 milhão for pago.

    A empresa vai pagar as maiores recompensas para exploits com configurações de alta segurança com JavaScript bloqueado, ela também oferece recompensas para desmascarar apenas usuários com JavaScript habilitados (baixa configuração de segurança).

    Hoje, a ZERODIUM deixa a barreira ainda mais alta com um novo desafio técnico: desenvolver um exploit 0-day totalmente funcional para o Tor browser com JavaScript bloqueado! Exploits para o Tor Browser com JavaScript permitidos também são aceitos/elegíveis, porém com baixos pagamentos (veja abaixo)”. Continua o anúncio.

    A Zerodium está solicitando exploits que poderiam ser usados para enganar os usuários afim de serem direcionados para visitar uma página crafted.

    A lista de preços

    Um exploit que funcione para alcançar a execução remota de código e a escalação de privilégios localmente pode ganhar até $250.000, isso é claro se ele funcionar no Windows 10 e Tails 3.x com JavaScript bloqueado. Se a exploit funcionar em apenas um dos sistemas operacionais, pode valer até $200.000.

    Um exploit que pode ser executado em apenas um dos sistemas operacionais pode valer até $200.000, enquanto isso, um exploit de execução de código remoto que não inclui recursos de escalonamento de privilégios vale até $185.000 com JavaScript bloqueado.

    É claro que exploit que funcionam somente quando o JavaScript está habilitado pode ser pago até $125.000 se eles incluem a execução de código e escalonamento de privilégios e $85.000 apenas para a execução de código.

    Em agosto, Zerodium ofereceu até $500.000 para a execução remota de código e vulnerabilidades de escalonamento de privilégios que afetam os populares mensageiros instantâneos e aplicativos de e-mail.

    Em resposta ao programa de recompensas Zerodium, o projeto Tor diz que a violação da segurança de seu software de anonimato pode arriscar vidas de muitos usuários, incluindo defensores de direitos humanos, ativistas, advogados e pesquisadores, que dependem disso.

    A Fundação sem fins lucrativos também exorta os pesquisadores e hackers a divulgarem de forma responsável as vulnerabilidades do Tor através do programa de recompensa de bugs lançado recentemente.

    Achamos que o valor da recompensa é um testemunho da segurança que fornecemos. Nós pensamos que é do melhor interesse de todos os usuários do Tor, incluindo agências governamentais, para que todas as vulnerabilidades sejam divulgadas a nós através de nossa própria recompensa do erro”, o porta-voz do projeto de Tor disse ao The Hacker News.

    “Mais de 1,5 milhões pessoas dependem do Tor todos os dias para proteger sua privacidade on-line, e para alguns é vida ou morte. Participar do programa Zerodium colocaria em risco a vida dos usuários em mais risco”.

    🐼 Envie seu artigo.
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    Zerodium Oferece $1 Milhão por Exploits no Tor was originally published in Taverna Linux on Medium, where people are continuing the conversation by highlighting and responding to this story.

Terminal Root

Manjaro Linux

  • Link permanente para 'Manjaro 17.0.5 released'

    Manjaro 17.0.5 released

    Postado: setembro 16, 2017, 5:19pm MDT por Bernhard Landauer

    Today we update once more our install media to version 17.0.5.
    On the one hand this is a minor bugfix release addressing issues with our graphical installer Calamares‘ handling of BTRFS and locales, but additionally we were able to also add a brand new version of package manager Pamac, introducing a new categorized menu structure using appstream.
    Today’s updated ISOs also include our 2017-09-16 stable package update.

    Please note that Gellivara will be the last edition of Manjaro Linux supporting 32bit architecture.
    read more

    We hope you will enjoy this release as much as we did creating it.

    kind regards
    Philip Müller, Bernhard Landauer and the development team of Manjaro

    The Xfce edition remains our flagship offering and has received the attention it deserves. Few can claim to offer such a polished, integrated and leading-edge Xfce experience. We ship Xfce 4.12 with this release of Manjaro. We mainly focused on polishing the user experience on the desktop and window manager, and on updating some components to take advantage of newly available technologies such as switching to a new Vertex-Maia theme, we already using known as Maia for our KDE edition.

    Our KDE edition continues to deliver this powerful, mature and feature-rich desktop environment with a unique look-and-feel, and with the perks of Manjaro’s latest tools.

    We ship now Plasma 5.10 desktop in combination with the latest KDE-Apps 17.08. It was a huge step to get it all playing together smoothly and to give the user experience the same feeling as our KDE4 editions of the past.

    GNOME being a powerful, userfriendly, easy to use, customizable and fully accesible GTK3+ desktop environment, the Manjaro team has decided to offer the GNOME edition as a third official flavour with the 17.0 release.

    Manjaro-Gnome 17.0

    The Manjaro Gnome edition stays close to vanilla GNOME while of course being customized and configured for out-of-the-box usability with all the proven features of a Manjaro edition like Manjaro-Hardware-Detection, Manjaro-Settings-Manager, Pamac package management and the new Manjaro-Hello welcome screen.

    The Manjaro Settings Manager (MSM) now provides an easy-to-use graphical interface for installing and removing the many series of kernels we offer. Manjaro’s selection of readily available kernels remains the most extensive of all Linux distribution we know of. At the time of this release, twelve kernel-series are available directly from our binary repositories, ranging from the mature and rock-solid 3.10 series to the latest 4.13 release. Additionally we offer two realtime kernel series. Such a wide array of available kernel options results in extensive hardware support, getting the most out of your system for you, be it old or new.

    With our console-based net-installer Manjaro-Architect you can either install any of Manjaro’s official or Community maintained editions or alternatively configure freely your custom built system.

    Manjaro-Architect

    A variety of Community Editions, featuring desktops Budgie, Cinnamon, Deepin, i3, LXDE, LXQT and Mate are available from the community download page

    Manjaro-Deepin 17.0.4

    Features of the updated release:

    • Latest LTS stock kernel linux49 4.9
    • updated Xorg-Stack v1.19 series
    • enhanced and improved our Manjaro Tools & Profiles
    • in MHWD we adopted a more efficient way to handle libglx binaries
    • Updated and newly designed themes and styles
    • Updates for Calamares
    • Fixes to Mesa-Stack and Pamac

    Changes since v17.0.4:

    • Updated Pamac to v6, which includes appstream support
    • Updated Mesa-Stack
    • Updated Compiler-Stack (gcc v7.2)
    • Updated Bluetooth-Stack
    • Security fixes to our kernels

    Links

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  • Link permanente para '[Stable Update] 2017-09-16 – Kernels, Mesa, VirtualBox, Pamac, KDE, GCC, Removal of OpenRC'

    [Stable Update] 2017-09-16 – Kernels, Mesa, VirtualBox, Pamac, KDE, GCC, Removal of OpenRC

    Postado: setembro 16, 2017, 4:10pm MDT por Philip Müller

    system_software_updateHi community,

    with just over one week we have a new update for you. We updated Mesa to v17.2 series, which includes new drivers and other goodies, updated some of our kernels, added latest KDE Frameworks v5.38 plus having GCC v7.2 as our latest compiler. If you have difficulties to update, please install additional multilib packages of gcc first, so a full upgrade is possible.

    Additionally we have the latest VirtualBox and Bluez packages plus Python and CertBot renewed. KDE locales got prepared to support Plasma v5.11 series. Last but not least we fixed some BTRFS and LOCALES issues we had within Calamares, when installed for example with German locales.

    Guillaume released Pamac v6.0. It now supports appstream. With this update, however, we also removed the support of OpenRC and decided to ditch linux312 and linux48 series. Please move to another kernel series, if you still use those. No extramodule updates will be provided for these series.

    Please report back and give us feedback for given changes made to our repositories.

    kind regards

    Philip Müller
    Manjaro Project Lead

    Current supported Kernels

    • linux310 3.10.107
    • linux316 3.16.48
    • linux318 3.18.71 [EOL]
    • linux41 4.1.43
    • linux44 4.4.88
    • linux49 4.9.50
    • linux410 4.10.17 [EOL]
    • linux411 4.11.12 [EOL]
    • linux412 4.12.13
    • linux413 4.13.2
    • linux-RT-LTS 4.9.40_rt30 (x86_64)
    • linux-RT 4.11.12_rt12 (x86_64)

    Package Updates (Sat Sep 16 11:06:16 CEST 2017)

    • community i686: 336 new and 470 removed package(s)
    • community x86_64: 353 new and 479 removed package(s)
    • core i686: 36 new and 40 removed package(s)
    • core x86_64: 38 new and 42 removed package(s)
    • extra i686: 337 new and 381 removed package(s)
    • extra x86_64: 350 new and 397 removed package(s)
    • multilib x86_64: 28 new and 31 removed package(s)

    Links

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Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Gnome 3.26 no Debian'

    Gnome 3.26 no Debian

    Postado: setembro 16, 2017, 12:28pm MDT
    O Gnome 3.26 Manchester acaba de ser lançado, nessa matéria irei mostrar algumas de suas novidades e como ter ele em seu Debian.







    Gnome 3.26
    OBS: Essa matéria não é aconselhável para iniciantes e muito menos para ser seguida usando o Debian Stretch ( stable )


    Para que você possa testar o Gnome 3.26, você precisa estar usando o Debian Testing híbrido com unstable e experimental, caso não tenha e seja um usuário intermediário e queira testar, veja no link abaixo como ter seu Debian híbrido.


    Aprenda usar o Debian testing hibrido.
    Com o Debian híbrido, abra o terminal e de o comando abaixo para instalar o novo Gnome.

    Log como root


    su

     Instale o gnome shell

    apt install -t experimental gnome-shell gnome-backgrounds gnome-terminal gnome-system-monitor gnome-control-center gnome-screensaver

    ]Durante a instalação sera perguntado qual gerenciador de login usar, aconselho selecionar o gdm.

    Ainda precisamos instalar o gnome-session, mas esse sera do repositório unstable, para a instalação de o comando abaixo.


    apt install -t unstable  gnome-session


    Reinicie o computador

    reboot

    Novidades
    Desktop
    No seu Gnome 3.26 a primeira novidade é o top panel transparente.




    Não gostei dos ícones gigantes.



    Centro de controle
    Outra novidade bem agradável é o novo centro de controle em guias no lugar dos antigos ícones.





    Área de notificaçãoA área de notificação no canto inferior esquerdo foi totalmente removida.

    Acredito que logo tenhamos extensões para essa função, mas até o momento nenhuma das existentes funcionou no 3.26.

    Para entender melhor o porque dessa remoção, leia aqui.

    Confira mais algumas novidades no vídeo abaixo.





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Manual do Usuário

  • Link permanente para 'Post livre #102'

    Post livre #102

    Postado: setembro 15, 2017, 8:00pm MDT por Emily Canto Nunes

    Chegou a última sexta-feira antes do fim do inverno! Embora aqui em São Paulo seja a sexta de inverno com mais cara de verão da história. Bom, nesta semana o nosso Guia Prático foi sobre a chegada do WhatsApp for Business e no próximo já garanto que o tema será a… Apple, é claro. Quais os pitacos iniciais de vocês sobre os iPhones que foram lançados na última terça-feira? E além de tecnologia, o que mais podemos conversar? Quem sabe alguma dica para não derreter em São Paulo… De AndroidPIT e os rumos do MdU falaremos em breve, não se preocupem. ;)

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Containers do Ubuntu agora possuem suporte para Hyper-V Isolation no Windows'

    Containers do Ubuntu agora possuem suporte para Hyper-V Isolation no Windows

    Postado: setembro 15, 2017, 6:58pm MDT

    A Canonical anunciou recentemente que fez uma nova parceria com a Microsoft para permitir que os containers Docker do Ubuntu sejam executados em sistemas Windows com Hyper-V Isolation. Para experimentar a novidade, tudo o que você precisará é de um PC com, no mínimo, 8 GB de RAM, juntamente com o Windows 10 ou Windows Server de 64 bits instalado, além de, claro, fazer parte do Windows Insider.

    "A Canonical e a Microsoft se uniram para oferecer uma experiência verdadeiramente especial — executando containers do Ubuntu com Hyper-V Isolation no Windows 10 e Windows Servers", diz Dustin Kirkland, da Canonical. "Publicamos um fantástico tutorial em [https:]] , com screenshots e instruções bem simples. Você deve ver tudo funcionando em minutos!"

    Como você pode ver no parágrafo acima, Dustin Kirkland compartilhou também um tutorial com instruções fáceis de seguir e capturas de tela para aqueles interessados ​​em começar a usar containers do Ubuntu com Hyper-V Isolation no Windows 10 e Windows Server.


    Então, certifique-se de seguir essas instruções e deve ser capaz de iniciar os recipientes do Ubuntu com o Hyper-V Isolation apenas executando  docker run -it ubuntu bash  em um Powershell do Windows. Se você está tendo problemas com o tutorial, não hesite em se juntar aos Fóruns oficiais do Ubuntu ou pedir ao Ubuntu suporte. O Ubuntu também está disponível como um aplicativo da Windows Store no Windows 10.

    Então, seguindo essas instruções, você deve ser capaz de iniciar os containers do Ubuntu com o Hyper-V Isolation apenas executando o comando abaixo em um Powershell do Windows. Se você está tendo problemas com o tutorial, não hesite em visitar os Fóruns oficiais do Ubuntu ou de ir até o Ask Ubuntu. O Ubuntu também está disponível como um aplicativo a partir da Windows Store no Windows 10.


    FONTE: Softpedia | Ubuntu Insights

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Matando processos travados no seu GNU/Linux'

    Matando processos travados no seu GNU/Linux

    Postado: setembro 15, 2017, 5:00pm MDT
    Acredito que muitos já passaram pelo transtorno de um programa travar e não fechar por nada, veja nessa matéria algumas formas de resolver esse problema.






    Nessa matéria irei mostra algumas alternativas para matar um programa travado.

    Janela travada
    xkill
    Alguns programas podem travar e ao tentar fecha, ele não fecha, nesse caso o mais pratico é o xkill.

    Para utilizar o xkill, tecle Alt + f2 e digite xkill, tecle enter.




    Ao teclar enter, o seu mouse se torna um x, basta clicar na janela travada e ela é fechada imediatamente.



    Você também pode criar um atalho de teclado para o comando xkill, assim ao teclar a combinação de teclas o x sera exibido e você pode matar o programa travado.

    kill
    Outra alternativa é abrir o terminal para conseguir a PID do programa travado, para isso abra o terminal e de o comando abaixo.

    ps -aux

    Localize na lista o programa travado.




    Para matar o programa, de o comando abaixo seguido de seu PID.


    kill PID_do_programa

    No exemplo irei para o thunar com PID 25029, ficando como abaixo.



    kill 25029

    Ambiente gráfico travado
    Se por algum motivo seu ambiente gráfico travou e o Alt + f2 nem o terminal são abertos, você pode ir para o modo texto e matar o seu ambiente gráfico sem precisar forçar o desligamento do computador, o que pode danificar o seu disco rígido.

    Alternativa 1:
    Tecle

    Alt Gr + Print_Screen + k


    O sistema sera reinicializado, aguarde ...

    Alternativa 2:
    Caso não funcione, te resta tentar pelo modo texto, para isso tecle

    Ctrl + Alt + f2

    No modo texto, log con seu usuario digitando o seu nome de user e em seguida sua senha, agora reinicie o computador com o comando abaixo.

    sudo reboot

    Existem outros métodos, mas esses já podem te ajudar :)

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Desde Linux

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Este é o novo wallpaper padrão do Ubuntu 17.10'

    Este é o novo wallpaper padrão do Ubuntu 17.10

    Postado: setembro 15, 2017, 1:29pm MDT

    A Canonical revelou nesta sexta-feira (15) o wallpaper padrão do próximo Ubuntu 17.10 "Artful Aardvark", que deve ser lançado oficialmente no próximo mês, mais precisamente no dia 19 de outubro. Como você pode ver na imagem que abre o artigo, diferente do que já vinha acontecendo com os últimos lançamentos, desta vez, o papel de parede apresenta o novo mascote no centro da tela de fundo da área de trabalho.

    No entanto, o novo mascote ainda tem que compartilhar espaço de tela com o já familiar gradiente de cor laranja e roxo que, como acontece desde 2014, está em camadas com dobras de origami. Logo abaixo, você confere o primeiro papel de parede do Ubuntu, que chegou com a versão 8.10 ‘Intrepid Ibex’ anunciada em 2008. O wallpaper é texturizado, com uma obra de arte abstrata do ibex (embora considerado por muitos apenas uma "mancha de café"):


    O Ubuntu passou a abandonar todas as marcas dos seus papéis de parede padrão pouco depois. Com o lançamento do Ubuntu 10.04 LTS, o sistema operacional passou a usar um gradiente "roxo/laranja" como padrão, fazendo pequenos ajustes para cada versão até 2014, quando introduziu dobras de "origami".

    O novo design será usado tanto como tela de fundo da área de trabalho quanto para a tela de bloqueio, já que o Ubuntu 17.10 usa o GDM no lugar do Unity Greeter, onde o wallpaper padrão do desktop não aparece na tela de login.

    Você pode baixar uma versão de alta resolução do novo wallpaper do Ubuntu 17.10 para usar em qualquer desktop, distro ou dispositivo que você tenha clicando neste link.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'KDE Plasma 5.11 Beta chega com melhorias para Wayland, correções e muito mais'

    KDE Plasma 5.11 Beta chega com melhorias para Wayland, correções e muito mais

    Postado: setembro 15, 2017, 10:57am MDT

    Foi lançada na última quinta-feira (14) a versão beta do KDE Plasma 5.11, dando aos usuários o primeiro vislumbre do que esperar do lançamento final. A nova versão do ambiente gráfico conta com várias melhorias, correções e novos recursos, principalmente para o painel de configurações do sistema (System Settings), histórico de notificações, Wayland, bem como para o menu de aplicativos e para o gerenciador de tarefas.

    KDE Plasma 5.11 Beta

    O KDE Plasma 5.11 também é a primeira versão do popular ambiente gráfico que traz uma nova ferramenta focada na privacidade do usuário chamada Plasma Vault, que promete deixar que você criptografe seus documentos e arquivos mais preciosos de maneira segura e fácil, o que tornará o KDE Plasma uma das melhores e seguras opções para o ambiente de trabalho e home office, por exemplo.


    Quem também recebeu um pouco mais de atenção nesta nova versão do ambiente gráfico foi System Settings que agora conta com um novo design que promete permitir que você acesse mais fácil às configurações frequentemente usadas.
    "É o primeiro passo para tornar esta aplicação frequentemente utilizada e complexa mais fácil de navegar e mais fácil de usar. O novo design é adicionado como uma opção, os usuários que preferem o design antigo podem voltar para o modo preferido de navegação", explicam os desenvolvedores.

    Wayland

    O KDE Plasma 5.11 Beta traz várias melhorias para o servidor de exibição de próxima geração Wayland. Entre as novidades, o KWin, compositor padrão do ambiente gráfico, agora pode aplicar automaticamente a escala com base na densidade de pixels de uma tela e, mesmo assim, para cada tela individualmente.

    Segundo os desenvolvedores, isso melhorará significativamente a experiência do usuário em configurações com vários monitores, como quando um monitor externo está conectado a um notebook moderno de alta resolução. Além disso, as aplicações que não suportam esta funcionalidade podem ser aprimoradas para permanecer legíveis.

    "A característica mais visível da sessão Wayland é, provavelmente, um gráfico mais suave, levando a uma experiência de usuário mais limpa e agradável. O suporte ao Wayland do Plasma foi já estava em progresso a algum tempo e, enquanto não está totalmente disponível como um substituto para X11, mais e mais usuários usam Wayland diariamente", garantem os desenvolvedores.

    "O trabalho começou visando um ambiente completamente livre do X, iniciando a camada de compatibilidade Xwayland apenas quando um aplicativo exige. Isso acabará por melhorar a segurança e o desempenho, bem como o menor consumo de recursos. Além disso, agora é possível usar o ConsoleKit2 para configurar a sessão Wayland, estendendo o número de plataformas suportadas."

    Mais detalhes sobre o KDE Plasma 5.11 Beta você encontra no anúncio oficial, clicando aqui.


    FONTE: KDE

Desde Linux

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Smartphone Librem 5 também terá modelo com o KDE Plasma Mobile'

    Smartphone Librem 5 também terá modelo com o KDE Plasma Mobile

    Postado: setembro 14, 2017, 2:38pm MDT

    Além do GNOME, o smartphone Librem 5, da fabricante adepta do software livre Purism, também terá um modelo com o KDE Plasma Mobile. A parceria entre o KDE e a empresa foi anunciada hoje, 14 de setembro, onde ambos os projetos trabalharão juntos para levar a versão do ambiente gráfico focada em dispositivos móveis ao aparelho da Purism, o que deve envolver também compartilhamento de recursos, desenvolvedores e conhecimentos especializados.

    Essa parceria deve beneficiar ambos os projetos. O KDE Plasma Mobile obtém algum hardware de referência real para iniciar no mercado (bem como ter um pouco de direção), enquanto o fabricante Purism pode criar um sistema operacional móvel que suporta totalmente o seu dispositivo criptografado.

    "Parceria com a Purism nos permitirá preparar o Plasma Mobile para o mundo real e integrá-lo perfeitamente com um dispositivo comercial pela primeira vez. O Librem 5 fará o Plasma Mobile brilhar da maneira que merece", diz Lydia Pintscher, presidente do KDE e.V.

    "O KDE criou uma plataforma evoluída e totalmente gratuita com o Plasma Mobile", afirma Todd Weaver, CEO da Purism. "Sentimos que o Plasma Mobile se tornará um concorrente sério que pode quebrar o duopólio atual e trazer um sistema operacional móvel completo, totalmente gratuito/livre e de código aberto ao mercado. Estamos ansiosos para experimentar o Plasma Mobile no nosso hardware de teste e para trabalhar com a comunidade do KDE."


    Como sugerido no início do artigo, a Purism não deve abandonar o ambiente gráfico GNOME. Porém, com a parceria feita entre a empresa e o pessoal do KDE, é bem provável que o Plasma Mobile seja oferecido como o padrão.

    Seja GNOME ou KDE, o plano é criar um smartphone Linux "puramente" de código aberto com privacidade e criptografia como um recurso central. Você pode encontrar mais detalhes sobre o Librem 5 e sua campanha de financiamento, bem como todas as informações sobre como apoiá-la, no site oficial da Purism.


    FONTE: OMG! Ubuntu! | KDE
  • Link permanente para 'Lançado o GNOME 3.26 com melhorias importantes e novos recursos'

    Lançado o GNOME 3.26 com melhorias importantes e novos recursos

    Postado: setembro 14, 2017, 12:57pm MDT

    Foi lançado na última quarta-feira (13) mais uma nova versão do ambiente gráfico GNOME, a 3.26, que embora pareça modesta quando comparada com lançamentos anteriores, chega trazendo várias melhorias e novos recursos importantes em suas principais partes, o que inclui a interface principal do usuário (chamada 'GNOME Shell'), bem como os aplicativos (como o gerenciador de arquivos Nautilus), bibliotecas e serviços de background.
    GNOME Shell 3.26O GNOME Shell é o que a maioria de nós pensamos quando falamos no ambiente gráfico GNOME. Como a interface de usuário padrão (UI), o GNOME Shell 3.26 possui uma série de melhorias. Embora estes sejam principalmente pequenos ajustes, eles somam um todo mais fácil, mais rápido e responsivo.



    Um bom exemplo disso é a pequisa melhorada, que recebeu ajustes no layout para que você possa ver mais resultados de aplicativos correspondentes, mais configurações e ações relacionadas e mais de seus próprios arquivos. Além disso, você também pode procurar ações do sistema para desligar, suspender, sair, alternar usuário ou ativar a tela de bloqueio, sem precisar tirar suas mãos do teclado.


    Com a nova versão do ambiente gráfico, agora ficou mais fácil encontrar a janela na qual você deseja alternar na Activities Overview do GNOME 3.26, como mostra a imagem abaixo. Isso ocorre porque as miniaturas das janelas estão muito maiores, fazendo um melhor uso do espaço. Quanto menos janelas forem abertas, maiores serão as pré-visualizações que você vê.


    Se você olhar de perto para a imagem acima, você também notará um novo destaque e etiqueta do aplicativo, bem como um botão de fechamento mais destacado.
    Remoção da bandeja LegacyComo já relatamos anteriormente, o GNOME 3.26 remove a bandeja Legacy do sistema usada para exibir ícones de aplicativos populares, incluindo Skype, Dropbox e Discord. Embora a maioria desses (e outros) aplicativos sejam executados corretamente sem um ícone de bandeja do sistema, você pode sentir a falta desses ícones, já que podem oferecer, por exemplo, status online, notificações de novas mensagens e/ou um conjunto de ações rápidas ao clicar com o botão direito do mouse.


    Sendo assim, para que você possa ter acesso novamente aos ícones de bandeja do sistema, será necessário ter que recorrer a uma extensão, que pode ser obtida facilmente através do site GNOME Extensions, como é o caso da TopIcons Plus.
    O novo painel de configuraçõesO GNOME Control Center agora é chamado "Settings" — e com um novo nome vem também um novo visual marcante. O novo painel de configurações agora conta com uma barra lateral para navegação simplificada entre as várias seções, abandonando a abordagem antiga de grade de ícones.

    Muitas das diferentes seções de configurações, que os designers do GNOME se referem como "painéis", também estão melhoradas, como é o caso da nova tela de configuração Wi-Fi dedicada que torna mais fácil gerenciar suas conexões sem fio, uma VPN ou um proxy.


    O novo painel de configurações também deve agradar e muito aqueles usuários que possuem vários monitores, já que agora está mais fácil a configuração de tela múltipla.
    Animações de janelaO novo GNOME 3.26 também conta com novas animações de janela, bem como transparência dinâmica da barra superior, como é possível ver no vídeo abaixo. Esta configuração está ativada por padrão no GNOME 3.26. Quando nenhuma janela está tocando na barra superior, ela é semi-transparente. Quando uma janela é maximizada ou colocada perto dela, a barra superior fica scura.


    Nautilus 3.26Nautilus, o gerenciador de arquivos do GNOME, chega a sua versão 3.26 com muitas correções e melhorias de estabilidade, incluindo também o Full Text Search, recurso que é opcional e que pode ser ativado no pop-over da pequisa. A novidade busca palavras correspondentes dentro de documentos (suportados), bem como usando o nome do arquivo.


    Além disso, agora você pode abrir uma aba fechada no Nautilus com o atalho de teclado Ctrl+Shift+T. Você também pode usar Ctrl+Tab para pular rapidamente entre abas abertas. Entre outras novidades, está o suporte para descompactar arquivos em locais remotos e melhorias na montagem do Google Drive.
    GNOME Web 3.26 agora conta com o Firefox SyncWeb, o navegador padrão do ambiente gráfico GNOME, agora possui um novo recurso nesta versão. Trata-se do suporte para o Firefox Sync, o que permite compartilhar marcadores, histórico do navegador, senhas e, até mesmo, abas abertas, entre o Firefox e o GNOME Web 3.26 em todos os dispositivos usando o serviço do browser da Mozilla.


    Para começar a usar o recurso, basta ir até o novo menu 'Sincronizar' (Sync) nas configurações do navegador.
    Outros aplicativos atualizadosO Nautilus e Web não são os únicos aplicativos oferecidos pelo GNOME que chamam a atenção neste novo lançamento do ambiente gráfico. Uma variedade de outros softwares úteis também se beneficiam de melhorias e correções, como é o caso do Photos, que agora conta com os botões de zoom sempre visíveis e do Maps traz novos atalhos de teclado.

    Além disso, o aplicativo Boxes agora permite o compartilhamento de pastas entre máquinas virtuais e o seu computado e Software (loja de apps) melhora o suporte para o aplicativo Flatpak, agrupa as atualizações de software pendentes com base em seu tipo e fornece mais informações úteis durante o processo de instalação de novas aplicações.
    Obtendo o GNOME 3.26Embora o GNOME 3.26 já esteja oficialmente lançado, não será muito fácil, ao menos por enquanto, obter a nova versão do ambiente gráfico, especialmente se você é um usuário do Ubuntu, onde você só poderá atualizar usando alguns PPAs (não suportados oficialmente pela Canonical) nas próximas semanas. Ou seja, você não poderá atualizar com segurança para o GNOME 3.26 no Ubuntu 16.04 LTS ou anterior.

    Mas não fique triste! A "boa" notícia é que no próximo mês o Ubuntu 17.10 será lançado trazendo o GNOME 3.26 por padrão, mas com alguns ajustes, como é o cado da adição de uma dock, suporte para ícones na bandeja do sistema, usando um terrível diferente tema GTK, os ícones que já conhecemos do Unity 7, e assim por diante.

    Se você estiver usando uma distribuição Linux rolling release, como o openSUSE Tumbleweed ou Arch Linux, você certamente estará entre os primeiros a obter o GNOME 3.26.


    FONTE: OMG! Ubuntu!

Manjaro Linux

  • Link permanente para 'Manjaro-Cinnamon 17.0.4 released'

    Manjaro-Cinnamon 17.0.4 released

    Postado: setembro 14, 2017, 8:09am MDT por Bernhard Landauer

    We are happy to announce that updated installation ISOs 17.0.4  of our popular Community Edition Manjaro-Cinnamon are now availble for Download.

    Manjaro-Cinnamon 17.0.4

    With this snapshot release we offer Cinnamon Desktop 3.4.6 together with the complete X-apps stack with latest versions of pix, xed, xplayer, xreader and xviewer.
    We have also included Cinnamon-sounds and Lightdm-slick-greeter for a full native Cinnamon desktop experience and implemented bulk-renaming functionality for filemanager nemo with gprename.

    As usual, a variety of common applications for everyday usage is pre-installed:

    • Firefox 55.0.3
    • Thunderbird 52.3.0
    • Libreoffice 5.4.1
    • Gimp 2.8.22
    • Transmission-gtk 2.92
    • Gnome-system-monitor
    • Pamac package manager version 5.1.1
    • Manjaro-printer

    For installation you have Calamares 3.1.4 aswell as terminal based Manjaro-architect 0.9.2 available.

    We hope you enjoy this edition and welcome your feedback in our forums.
    Bernhard Landauer and the Manjarolinux Community

    Links

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Manual do Usuário

  • Link permanente para 'Etc & tal: pontos positivos e pontos negativos do LG G6'

    Etc & tal: pontos positivos e pontos negativos do LG G6

    Postado: setembro 13, 2017, 8:11pm MDT por Emily Canto Nunes

    E voltamos com o prometido vídeo do LG G6, o topo de linha da outra sul-coreana que chegou ao Brasil custando por volta de R$ 4.000, mas que tal previram seus executivos, teve o preço derrubado pelo varejo rapidinho e hoje está na casa dos R$ 2.500. No vídeo, os pontos positivos e negativos do smartphone.

    As especificações do G6 da LG:

    OS: Android 7.0 com LG UX 6.0;
    Rede: GSM/ HSPA/ LTE;
    Dimensões: 148,9 x 71,9 x 7,9mm, 163g;
    AP: Processador Qualcomm Snapdragon 821 de 2.35GHz e Adreno 530;
    Memória: 4GB RAM, 32GB (expansível até 2TB);
    Tela: 5,7″ FullVision 18:9 QHD + (2.880 x 1.440 / 564ppi); Dolby Vision™ e HDR10 compatível;
    Câmera Traseira: 13MP grande angular (F2.4 / 125°) + 13MP Padrão OIS 2.0 (F1.8 / 71°)
    Câmera Frontal: grande angular de 5MP (F2.2 / 100°);
    Bateria: 3,230 mAh, com carregamento rápido;
    Conectividade: Wi-Fi 802.11 a, b, g, n, ac; Bluetooth 4.2 BLE; NFC; USB Tipo-C 2.0 (compatível com 3.1);
    Sensores: Acelerômetro, Barômetro, sensor de impressão digital, sensor de giroscópio, sensor de proximidade;

    O que já falamos sobre ele?

    Fizemos um hands-on e mencionamos o aparelho em várias newsletters, inclusive quando estive na MWC 2017.

Desde Linux

Elias Praciano

BR-Linux.org

  • Link permanente para 'Software Freedom Day 2017 em Curitiba'

    Software Freedom Day 2017 em Curitiba

    Postado: setembro 13, 2017, 9:15am MDT por Augusto Campos
    Neste sábado (16/09/17) várias cidades do mundo realizarão o Software Freedom Day (SFD), e Curitiba não poderia ficar de fora desta celebração.

    Em Curitiba o SFD 2017 acontecerá das 9h às 17h no JUPTER Tech Space. Não é necessário fazer inscrição. É só chegar e participar.

    O objetivo é ter um ambiente bastante informal, por isso não teremos uma programação prévia. Quem quiser falar sobre algum assunto técnico ou não técnico relacionado a Software Livre, basta colocar o nome em um quadro lá no dia. Vai rolar muito bate-papo sobre Software Livre. Vamos ajudar a instalar Softwares Livre para quem quiser.

    Mais informações: [sfd.curitibalivre.org.br]

    Organização: - Comunidade Curitiba Livre [curitibalivre.org.br)]

    Apoio: - Code For Curitiba [www.codeforcuritiba.org)] - FTSL - Fórum de Tecnologia em Software Livre [ftsl.org.br)]

    Referência: sfd.curitibalivre.org.br

    Enviado por Paulo Henrique de Lima Santana (phlsΘsoftwarelivre·org)

    O artigo "Software Freedom Day 2017 em Curitiba" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

  • Link permanente para 'Dia da Liberdade de Software em Brasília'

    Dia da Liberdade de Software em Brasília

    Postado: setembro 13, 2017, 9:00am MDT por Augusto Campos
    O dia da Liberdade de Software ocorre todos os anos em algumas cidades do Brasil e exterior. Neste ano a edição de Brasília contará novamente com a presença de Guilherme Razgriz trazendo um workshop sobre prototipagem com impressão 3d além de uma palestra sobre a construção de impressora 3d feita praticamente em sua totalidade a partir de outra impressora! O evento é totalmente gratuito bastando se inscrever para poder desfrutar das palestras e demais workshops! Referência: wiki.softwarefreedomday.org

    Enviado por Pablo Carlos (pterocarlosΘgmail·com)

    O artigo "Dia da Liberdade de Software em Brasília" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

  • Link permanente para 'Treinamento Mão na Massa sobre Docker - Instalar, Configurar e Gerenciar Container'

    Treinamento Mão na Massa sobre Docker - Instalar, Configurar e Gerenciar Container

    Postado: setembro 13, 2017, 8:45am MDT por Augusto Campos

    tags:

    Dia 30 de Setembro, sábado, das 9h às 18h, em São Paulo, haverá um treinamento Mão na Massa sobre Docker - Instalar, Configurar e Gerenciar Container

    TÓPICOS: Containers Docker Instalando Trabalhando com containers (Criação e Administração) Volumes Imagens DockerFile ShipYard - Gerenciamento centralizado

    Membros BR-Linux tem desconto especial, a saber: R$ 249,00 - para pagamento via transferência bancária R$ 269,00 - para pagamento via boleto R$ 299,00 - para pagamento via cartão de crédito (via PagSeguro)

    Para participar através de um valor/forma de pagamento acima envie um email para faleconosco@temporealeventos.com.br informando que é um(a) membro do BR-LINUX

    O treinamento está 100% confirmado e todos os detalhes da programação estão no site: [https:]

    São poucas as vagas! Dúvidas persistindo: faleconosco@temporealeventos.com.br ou 11-3230-6046

    Referência: temporealeventos.com.br

    Enviado por Anderson Oliveira de Paula (Docker Mão na Massa - Membros BR-Linux tem desconto especial)

    O artigo "Treinamento Mão na Massa sobre Docker - Instalar, Configurar e Gerenciar Container" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

  • Link permanente para 'Montar uma impressora 3D – Parte 5'

    Montar uma impressora 3D – Parte 5

    Postado: setembro 13, 2017, 8:30am MDT por Augusto Campos
    Neste tutorial vamos montar o eixo X. Algo bacana deste eixo é a liberdade em personalizar o mesmo, você pode escolher entre montar com as peças que já vem no kit ou com peças impressas. Isso fica a seu critério, MEU GOSTO PESSOAL é o de utilizar peças impressas neste eixo, mas já vi excelentes peças impressas tanto com as peças impressas quanto com as que vem no kit de montagem Referência: blog.printgreen3d.com.br

    Enviado por William Lima (limawill83Θgmail·com)

    O artigo "Montar uma impressora 3D – Parte 5" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

  • Link permanente para 'Curso Primeiros Passos em Robótica'

    Curso Primeiros Passos em Robótica

    Postado: setembro 13, 2017, 8:15am MDT por Augusto Campos
    Data: 30 de setembro de 2017 (Sábado) Horário: 9h às 18h Carga horária: 8 horas Local: CT da Novatec em SP Valores do investimento: Primeiro lote: R$ 300,00 (até 15/09) Segundo lote: R$ 350,00 Instrutor: Afonso Coutinho Sobre o curso O curso Primeiros Passos com Robótica é uma introdução ao mundo da robótica amadora usando Arduino, no estilo workshop hands-on, que é uma forma mais dinâmica, divertida e fácil de aprender. Os alunos vão receber kits com todos os materiais necessários pra montar o seu primeiro robô dentro da sala de aula*, um seguidor de linha, muito usado como aprendizado (mas existe algumas inovações na indústria também usando esse tipo de robô).

    O foco do curso é fazer com que a robótica seja desmitificada e se torne mais acessível para as pessoas que querem criar produtos autônomos, brinquedos, estudar, competir ou se divertir e não sabem como começar. Vamos ver no curso uma introdução a eletrônica e programação usando ferramentas e métodos necessários pra criar seu primeiro robô.

    *Os robôs fornecidos são para uso em sala de aula, não fazem parte do material que os alunos poderão levar para casa.

    A quem se destina esse curso? Estudantes, empresários, profissionais especialistas, entusiastas em tecnologia e professores.

    Pré-requisitos: Saber usar um computador (instalar programas, pesquisar na internet etc) e estar disposto a colocar a mão na massa e aprender. Não é necessário saber programar nem soldar.

    Metodologia: Workshop dinâmico hands-on usando kits básicos e montagem em grupo.

    Referência: ctnovatec.com.br

    Enviado por Ana Carolina Prates (acpratesΘme·com)

    O artigo "Curso Primeiros Passos em Robótica" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

Desde Linux

Manjariando

  • Link permanente para '[HARDWARE] LAPTOP: SPITFIRE MANJARO EDIÇÃO ESPECIAL'

    [HARDWARE] LAPTOP: SPITFIRE MANJARO EDIÇÃO ESPECIAL

    Postado: setembro 12, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    OK, comunidade – agora trabalhamos nisso há meses, e os resultados são simplesmente surpreendentes. Em associação com a Station X, a Manjaro Team está muito orgulhosa de anunciar o nosso primeiro Laptop, juntamente com um fabricante de hardware especialmente concebido para a nossa amada comunidade. Saiba mais sobre isso na nossa Seção de Hardware. Então […]

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Manjaro Linux agora possui seu próprio notebook'

    Manjaro Linux agora possui seu próprio notebook

    Postado: setembro 11, 2017, 11:49pm MDT

    Se você é daqueles que já sonhou em comprar um notebook que oferecesse o Manjaro Linux já pré-instalado, temos uma boa notícia para você: acabou de ser anunciado o "Station X Spitfire Manjaro Special Edition", fruto de uma parceria com a equipe responsável pela distribuição Linux e a fabricante de hardware Station X, com sede no Reino Unido.

    O notebook em questão conta com uma carcaça totalmente em alumínio com o logotipo do Manjaro, uma tela IPS de 10,38 polegadas e teclado retroiluminado (completo com a tecla super também com a logo do Manjaro). Além disso, também há suporte para SuperSpeed USB 3.0, HDMI e Mini Display Port. Quanto aos detalhes técnicos, é possível encontrar os componentes destinados ao Station X Spitfire Manjaro Special Edition na sequência:
    Especificações técnicas do Station X Spitfire Manjaro Special EditionTela: 10,38 polegadas com resolução de 1920x1080 pixels
    Processador: Intel i5-7200u ou i7-7500u de sétima geração
    Memória: até 32 GB de memória RAM DDR4
    Armazenamento: até 500 GB de armazenamento SSD
    Gráfico integrado: Intel HD Graphics 610/620
    Bateria: 36 Wh com duração de até 5 horas

    Embora atualmente ainda não exista nenhuma informação oficial sobre preços para esta edição especial do Station X Spitfire para o Manjaro Linux, você deve esperar pagar aproximadamente o mesmo que para a versão padrão do notebook. Já as pré-encomendas serão iniciadas em 13 de outubro de 2017.



    FONTE: OMG! Ubuntu! | Manjaro Linux
  • Link permanente para 'Novo instalador do Pop!_OS deve estrear com a base do Ubuntu 18.04'

    Novo instalador do Pop!_OS deve estrear com a base do Ubuntu 18.04

    Postado: setembro 11, 2017, 8:31pm MDT

    Os desenvolvedores da System76 continuam trabalhando para aperfeiçoar ainda mais a experiência de usuário do seu recém-anunciado sistema operacional, que deve estar disponível nos próximos PCs e notebooks lançados pela empresa. Contudo, a boa notícia agora é que o novo instalador do Pop!_OS, criado em parceria com o pessoal por traz do elementary OS, deve estrear oficialmente com a chegada do Ubuntu 18.04 LTS, no qual o Pop!_OS será baseado.

    "Pop!_OS está visando [o Ubuntu] 18.04 por padrão para o novo instalador. Teremos uma .iso separada [com base no Ubuntu] 17.10 para testar o instalador no lançamento em 19 de outubro. A .iso é carregado diretamente para uma sessão live, solicitando o idioma, layout do teclado, instalação ou teste [ou seja, experimentar o sistema operacional no modo live], unidade para a instalação e progresso da instalação. É isso aí! Vamos adicionar mecanismos de inicialização dupla e particionamento avançado durante o desenvolvimento", explicam os desenvolvedores.

    Enquanto a ISO de teste com o novo instalador não fica pronta, você pode matar a curiosidade conferindo as imagens abaixo para saber como está ficando o aplicativo. Ao que podemos ver, trata-se de uma aplicação "sem frescura" que só tratará de configurar aspectos básicos do sistema operacional. Com a instalação concluída, a criação da conta do novo usuário será feita pela ferramenta de configuração inicial do GNOME.





    Os desenvolvedores também continuam trabalhando no Pop!_Theme, já que pretendem criar o contraste certo entre cores de fundo e texto, bem como manter a tonalidade dentro do Pop!_OS e adicionar um melhor contraste às cores do terminal.

    Fique ligado para mais novidades sobre o Pop!_OS em breve!


    FONTE: Softpedia | System76

Desde Linux

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Canonical quer levar sua tecnologia Snappy para dispositivos Android'

    Canonical quer levar sua tecnologia Snappy para dispositivos Android

    Postado: setembro 11, 2017, 4:30pm MDT

    A Canonical anunciou recentemente mais uma nova atualização para o daemon do Snappy, o Snapd 2.27, que chega para trazer várias melhorias e novos recursos para todas as distribuições Linux suportadas. Contudo, o recurso que mais chamou a atenção nesta nova versão do software é o suporte ao boot do Android, novidade que deve ajudar a implementar a tecnologia para uma ampla gama de dispositivos que rodam o sistema operacional móvel da Google.

    "A sequência de boot do snapd agora pode lidar com o gerenciamento de boot do Android. Estamos muito satisfeitos com isso, pois abre uma nova gama de dispositivos para o snapd que suportará atualizações transacionais do sistema operacional e o kernel com reversões automáticas em falhas de inicialização", diz o anúncio oficial.

    Outra característica interessante que chega com a nova versão do Snapd é a ferramenta snap-update-ns, que já estava em desenvolvimento há algum tempo, prometendo permitir que as alterações sejam realizadas dinamicamente no sistema de arquivos dentro do espaço de nome da montagem Snap, o que não era possível até agora.

    Por último, mas não menos importante, foi adicionado o suporte para a ferramenta snapctl, que abre uma linha de comunicação entre qualquer Snap e o daemon Snapd, são apresentadas as interfaces broadcom-asic-control, greengrass-support e password-manager-service, bem como foram atualizadas as interfaces alsa, browser-support, log-observe, mir, mount-observe, network-control, optical-drive, optical-observe, pulseaudio, screen-inhibit-control, system-observe, timezone-control, unity7 e x11.

    Você pode conferir todas as novidades do Snapd 2.27 no anúncio oficial, clicando aqui.


    FONTE: Softpedia | snapcraft.io
  • Link permanente para 'Chromium agora possui suporte para 'GPU sandboxing' com placas de vídeo AMD'

    Chromium agora possui suporte para 'GPU sandboxing' com placas de vídeo AMD

    Postado: setembro 11, 2017, 1:11pm MDT

    O Chromium, navegador web de código aberto no qual o Google Chrome é baseado, finalmente ganhou suporte para 'GPU sandboxing'      recurso usado para fins de segurança      com placas de vídeo AMD no Linux (e Chrome OS). Outra boa notícia é que a novidade deve funcionar perfeitamente com o RadeonSI, drive de vídeo open source Gallium3D que lida com placas do lado "vermelho da força".

    "O sandboxing padrão falha para a plataforma AMD, pois o processo GPU engloba múltiplos segmentos. Portanto, o sandboxing GPU precisa ser iniciado antecipadamente. E todas as bibliotecas dependentes precisam ser pré-carregadas", explicam os desenvolvedores ao anunciar o suporte para GPU sandboxing do Chromium para placas de vídeo da AMD. "Após a adição de gpu-sandbox-start-early o GPU sandbox é bem sucedido e a UI também aparece."

    Como a novidade deve chegar também, obviamente, ao navegador Google Chrome, a boa notícia está sendo considerada mais uma indicativa de que um Chromebook com suporte AMD está a caminho, possivelmente um dispositivo com APU Raven Ridge (Zen + Vega) chegando e num futuro não muito distante.


    FONTE: Phoronix

Manjaro Linux

Manual do Usuário

Manjaro Linux

  • Link permanente para 'Manjaro-Community Editions 17.0.4'

    Manjaro-Community Editions 17.0.4

    Postado: setembro 10, 2017, 9:39am MDT por Bernhard Landauer

    With our current release 17.0.4 we are also making available updated install media of our community editions.

    Already available are:

    Manjaro-Deepin 17.0.4
    featuring latest updated Deepin Desktop 15.4.1:

    forum announcement | download

    and Manjaro-i3 17.0.4
    running i3-gaps 4.13:

    forum announcement | download

    More Community Editions’ updates are already in preparation, so stay tuned!
    We hope you enjoy Manjaro’s variety and appreciate your feedback and support

    Bernhard Landauer and the Manjaro Community

    Tweet

Terminal Root

  • Link permanente para 'Como Clonar Partição com o Comando dd'

    Como Clonar Partição com o Comando dd

    Postado: setembro 9, 2017, 7:18pm MDT

    dd é uma linha de comandos em sistemas operacionais unix-like. Seu objetivo principal é o de converter e copiar arquivos. Ele também pode criar imagens em discos flexíveis, discos rígidos, mídias ópticas, arquivos de swap.

    Sintaxe
    dd if=[ORIGEM] of=[DESTINO]
    Uso

    Onde o X e o Y de sdaX e sdaY, correspondem ao número das partições que você deseja manipular.

    Copiar de partição para partição

    dd if=/dev/sdaX of=/dev/sdaY

    Cria imagem sem compactação

    dd if=/dev/sdaX	

Manual do Usuário

  • Link permanente para 'Post livre #101'

    Post livre #101

    Postado: setembro 8, 2017, 8:18pm MDT por Emily Canto Nunes

    Sexta-feira pós-feriado nem devia existir, vocês não acham? Por que mesmo que não fazemos como em outros países e mudamos os feriados de dias para emendar com os finais de semana? Aliás, essa foi a parte legal do feriado: passei a semana em Porto Alegre, minha cidade natal, e por lá tive a sorte de encontrar um leitor do Manual do Usuário que não só me reconheceu como veio se apresentar. Daniel André Beck, obrigada! É sempre muito legal conhecer nossos leitores ao vivo e, principalmente, saber que temos leitores gaúchos também! Mas, afora o feriado, sobre o que mais vocês querem falar?

Terminal Root

  • Link permanente para 'Como Utilizar o GParted'

    Como Utilizar o GParted

    Postado: setembro 8, 2017, 6:44pm MDT

    GParted (ou Gnome Partition Editor) é o aplicativo GNOME para edição de partições. Suas funções são as de detectar, ler, criar, destruir, redimensionar, verificar, mover e copiar partições e seus sistemas de arquivos.

    O GParted é escrito em C++ e usa o toolkit gráfico gtkmm, visando manter a interface gráfica o mais simples possível, em conformidade com o Human Interface Guidelines.

    O programa não deve ser confundido com o GNU Parted, o utilitário em linha de comando publicado pela Free Software Foundation.

    O vídeo abaixo passa mais informações de como utilizá-lo em LiveCD ou instalar no próprio...

Manjaro Linux

  • Link permanente para 'Manjaro 17.0.4 released (G, K, X)'

    Manjaro 17.0.4 released (G, K, X)

    Postado: setembro 8, 2017, 2:50pm MDT por Philip Müller

    Manjaro Gellivara was a great release! Now we are proud to announce v17.0.4, our hopefully final release of Gellivara. We found some issues with our graphical package managers and installer, the shipped Mesa-Stack in combination with KDE and decided therefore to fix those with a new release of our ISOs. These ISOs also include all other updates from today’s stable release.

    Everyone, who used older install media than v17.0.2 release, should read also this announcement about password weakness and follow its advice to secure your systems.

    Also, Gellivara is the last edition of Manjaro Linux supporting 32bit Architecture. Read more about this decision here.

    Features of this updated release Gellivara:

    • Latest LTS kernel from linux49 series
    • Latest Xorg-Stack from v1.19 series
    • Latest Plasma5, Apps and Framework and QT
    • Updates to our graphical package managers
    • Enhancements and Improvements to our Manjaro Tools & Profiles
    • MHWD adopted a more efficient way to handle libglx binaries
    • Updated and new designed themes and styles
    • Updates on Calamares (see changelog)
    • Fixes to Mesa-Stack and Pamac

    We hope you enjoy this release and let us know what you think of Gellivara.

    kind regards, Philip Müller and the Manjaro Development Team

    Links

    Tweet
  • Link permanente para '[Stable Update] 2017-09-08 – Mesa, Kernels, PulseAudio, LibreOffice, KDE Apps, Cinnamon'

    [Stable Update] 2017-09-08 – Mesa, Kernels, PulseAudio, LibreOffice, KDE Apps, Cinnamon

    Postado: setembro 8, 2017, 2:40pm MDT por Philip Müller

    system_software_updateHi community,

    with the huge Perl rebuild, Perl uses now the new toolchain and binary modules got moved to versioned path plus a hook to warn about outdated modules on update got added. Also we have now the final release of kernel v4.13 plus updated other kernel series as well. Latest LibreOffice, KDE Apps v17.08.1, Cinnamon v3.4.6 and Pulseaudio v11.0 refreshes some our editions.

    More fixes went to our Mesa-Stack to stabilize KDE even more. We also worked on the new LTS-Kernel v4.14 added needed fixes to calamares.

    Please report back and give us feedback for given changes made to our repositories.

    kind regards

    Philip Müller
    Manjaro Project Lead

    Current supported Kernels

    • linux310 3.10.107
    • linux312 3.12.74 [EOL]
    • linux316 3.16.47
    • linux318 3.18.70 [EOL]
    • linux41 4.1.43
    • linux44 4.4.87
    • linux48 4.8.17 [EOL]
    • linux49 4.9.48
    • linux410 4.10.17 [EOL]
    • linux411 4.11.12 [EOL]
    • linux412 4.12.11
    • linux413 4.13.0
    • linux414 4.14-rc0 (x86_64)
    • linux-RT-LTS 4.9.47_rt37 (x86_64)
    • linux-RT 4.11.12_rt13 (x86_64)

    Package Updates (Fri Sep 8 07:30:11 CEST 2017)

    • community i686: 487 new and 481 removed package(s)
    • community x86_64: 525 new and 518 removed package(s)
    • core i686: 20 new and 20 removed package(s)
    • core x86_64: 22 new and 20 removed package(s)
    • extra i686: 754 new and 747 removed package(s)
    • extra x86_64: 770 new and 747 removed package(s)
    • multilib x86_64: 13 new and 13 removed package(s)

    Links

    Tweet

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Lançado o Wine Staging 2.16 com mais melhorias para Direct3D 11 e The Witcher 3'

    Lançado o Wine Staging 2.16 com mais melhorias para Direct3D 11 e The Witcher 3

    Postado: setembro 8, 2017, 12:26pm MDT

    Foi lançado na última quinta-feira (07) mais uma nova versão do Wine Staging, a 2.16, que chega trazendo mais melhorias e correções. Entre os destaques, podemos citar o suporte de contexto de renderização diferido prolongado no Direct3D 11, bem como suporte para mistura de vértices indexados para Direct3D 8 e 9. Além disso, também há um melhor suporte para World of Warcraft de 64 bits.

    "Wine Staging 2.16 adiciona funções de contexto de renderização mais diferidas e corrige erros de renderização em jogos como Crysis 3, Witcher 3 ou Prey (2017). A emulação de ntdll syscall thunk foi estendida para 64 bits nesta versão, que é exigida pela versão de 64 bits do World of Warcraft. Uma característica recentemente adicionada é o suporte para mistura de vértices indexados, que é especialmente usado por jogos mais antigos para simular os ossos", explicam os desenvolvedores.

    "O Wine Staging 2.16 também suporta um patch para corrigir a renderização de fontes no Steam, Uplay e outros softwares usando o libcef no modo Windows 7", concluíram.

    Por ser baseado no Wine 2.16, o software também trás todas as melhorias e correções implementadas na versão de desenvolvimento da série principal, o que inclui a capacidade de colar metafiles no RichEdit, suporte para recursos de segurança no carregamento da biblioteca, melhor manipulação de transformações no GdiPlus e melhorias de renderização no DirectWrite.

    No site oficial do Wine Staging é possível encontrar instruções de instalação do software para a sua distribuição Linux favorita.


    FONTE: Wine Staging
  • Link permanente para 'Frostbite, famosa engine de jogos da EA, possui suporte para Linux'

    Frostbite, famosa engine de jogos da EA, possui suporte para Linux

    Postado: setembro 7, 2017, 8:11pm MDT

    Embora não seja para consumo público, pelo menos por enquanto, a engine de jogos Frostbite, da EA (Electronic Arts), recebeu desenvolvimento e testes internos para a plataforma Linux. A informação vem de um tweet publicado por Johan Andersson, diretor técnico da divisão SEED da companhia, que revelou que o software é capaz de rodar no Linux. Contudo, é importante ressaltar desde o início que isso ainda não significa que jogos AAA desenvolvidos com o motor gráfico estão a caminho para o sistema do pinguim.

    Em sua publicação no Twitter, Johan Andersson estava comparando o tamanho da árvore de origem do kernel Linux com o da engine Frostbite: há mais arquivos, linhas, comentários e código na Frostbite do que no kernel Linux. Mas, em resposta a um comentário de um usuário sobre o suporte ao Linux, Johan, que trabalha na EA desde 2000, disse o seguinte: "os servidores dedicados Frostbite são executados no Linux para MP games e nós também obtemos o cliente [funcionando], mas não é totalmente ou oficialmente suportado".

    the Frostbite dedicated servers do run on Linux for MP games, and we've had the client up also but not fully or officially supported

    — Johan Andersson (@repi) 7 de setembro de 2017

    Para você ter uma ideia, a engine tem sido usada muito nos últimos anos para desenvolver muitos dos jogos criados por desenvolvedores afiliados à EA. Títulos como Battlefield 1, Star Wars Battlefront II e vários games Need for Speed são executados na Frostbite.

    Embora seja, no mínimo, interessante saber que os servidores dedicados são executados no Linux, o que é mais interessante aqui é que os desenvolvedores também trabalharam duro para conseguir um cliente funcionando no Linux. Não é segredo que a DICE (subsidiária da Electronic Arts e o estúdio que originalmente criou a engine) e as pessoas que desenvolveram o software tiveram posicionamento positivo em querer trazer seus jogos para o Linux há anos. Ainda assim, alguns anos atrás, Johan Andersson alegou que não é provável que isso aconteça em breve, dizendo que o market share do Linux é muito pequeno para valer a pena.

    Contudo, esperamos que este seja um um sinal positivo. Afinal de contas, a engine Frostbite chegou a adotar a API Mantle, da AMD, há alguns anos atrás e não seria nem uma surpresa ver o suporte para a Vulkan sendo implementado no futuro próximo. Isso poderia reduzir ainda mais as barreiras e convencer as pessoas de que o investimento no Linux vale o risco.

    Ao menos por enquanto, é importante lembrar educadamente os editores e desenvolvedores de jogos que somos um grupo receptivo, compreensivo e que estaremos abertos a todos os empreendimentos que desejam criar em nosso pequeno market space.


    FONTE: GamingOnLinux | Phoronix

Desde Linux

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Lançado o OpenShot 2.4 com foco na estabilidade'

    Lançado o OpenShot 2.4 com foco na estabilidade

    Postado: setembro 7, 2017, 6:49pm MDT

    Foi lançada hoje, 7 de setembro, uma nova versão do editor de vídeo não-linear e de código aberto OpenShot, a 2.4, que diferente dos dois últimos lançamentos anteriores, que estrearam grandes recursos, a versão mais recente chega com foco na estabilidade. No entanto, algumas pequenas correções em outros lugares também merecem destaque, incluindo melhorias no histórico de desfazer/refazer e um novo menu de freeze e zoom.

    Mas a confiabilidade é a palavra-chave para esta nova versão. O criador do software, Jonathan Thomas, pede aos usuários que tenha experimentado "problemas de estabilidade no passado com o OpenShot 2.x" para "dar essa última versão uma chance". Mas, será que a "estabilidade amplamente melhorada" que é prometida nesta nova versão realmente é verdadeira?
    Instalando o OpenShot 2.4A maneira mais fácil de se obter o OpenShot 2.4 e conferir se realmente essa promessa de melhorias são verdadeiras é através do site oficial do desenvolvedor, que pode ser acessado clicando aqui. Após fazer download do arquivo AppImage, basta dar um duplo-clique sobre ele para iniciar o aplicativos.

    No entanto, se você é usuário do Ubuntu 16.04 LTS ou 17.04, pode usar o PPA oficial do OpenShot. Para adicionar este PPA ao Ubuntu e instalar o OpenShot 2.4, bem como obter as futuras atualizações do software, apenas abra o seu Terminal e execute o comando abaixo:
    sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa && sudo apt update && sudo apt install openshot-qt -y
    Uma vez instalado, você pode iniciar o OpenShot. No site oficial do desenvolvedor também é possível encontrar versões para Windows e macOS.


    FONTE: OMG! Ubuntu! | OpenShot
  • Link permanente para 'Apesar de estar pronta, versão de Minecraft: Story Mode para Linux nunca foi lançada'

    Apesar de estar pronta, versão de Minecraft: Story Mode para Linux nunca foi lançada

    Postado: setembro 7, 2017, 6:10pm MDT

    Já faz um pouco mais de um ano que um desenvolvedor da Telltale Games confirmou no fórum oficial do estúdio que o port de Minecraft: Story Mode para Linux estava em andamento, além de convidar os jogadores interessados a participar de um beta fechado. Desde então, até o momento não se havia falar no assunto, até que um ex-membro da equipe por traz do jogo revelar recentemente que a versão do game para o sistema do pinguim já está pronta para lançamento.

    Contudo, a má notícia agora é que, embora a versão para Linux tenha sido desenvolvida e considerada "pronta para lançamento", a chegada do jogo na plataforma Linux não deve acontecer muito em breve. Pelo menos é isso o que alega David Brady, um ex-desenvolvedor da Telltale Games que trabalhou na versão para Linux de Minecraft: Story Mode. Em um bate-papo com o pessoal do site GamingOnLinux, ele afirmou que a versão para Linux do título "estava pronta para ser lançada".

    Então, o que realmente aconteceu? Alguns da comunidade Linux certamente irão afirma que a própria Microsoft mandou cancelar o lançamento do jogo para o sistema do pinguim, já que a empresa adquiriu a Mojang, criadora de Minecraft. No entanto, é importante ressaltar que o port do game foi desenvolvido após a compra pela Microsoft, ou seja, o trabalho já estava feito e, obviamente, aprovado de alguma forma.

    A especulação mais plausível, como bem lembra o GamingOnLinux, é que poderia ter sido um caso de não ter mais ninguém para manter o port do jogo e apoiá-lo no futuro. Todas as plataformas extras vêm com um custo de suporte, mas como a Telltale Games não fala sobre isso, simplesmente não dar para ter certeza.

    E você, será que ainda veremos Minecraft: Story Mode sendo lançado no Linux?


    FONTE: OMG! Ubuntu! | GamingOnLinux

Desde Linux

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Mint Menu para o Mate Desktop no Debian '

    Mint Menu para o Mate Desktop no Debian

    Postado: setembro 7, 2017, 11:36am MDT
    O Mint menu é ideal para quem busca beleza, customização e praticidade.
    Ideal para quem já usou o WhisKer Menu no XFCE4 e gosta de suas funcionalidades.






    Mint Menu



    Nessa matéria iremos usar pacotes de fora do seu repositório oficial, caso nao goste dessa pratica, fique totalmente a vontade para não seguir essa matéria.

    OBS: Mint menu é só para usuários do Mate Desktop.

    Caso tenha o Mint Menu instalado e sem funcionar, remova com o comando abaixo.

    sudo apt remove --purge mintmenu

    Remova os residuos com o comando abaixo.

    sudo apt autoremove

    Dependências

    Em primeiro lugar iremos instalar as dependências que se encontran em seu repositório oficial.

    Abra o terminal e de o comando abaixo.

    sudo apt install gir1.2-mate-desktop gir1.2-mate-panel mozo python-setproctitle python-xlib 

     Iremos precisar de mais duas dependências para o Mint Menu, para evitar confusão eu fiz o download diretamente do repositório do Mint e upei no Dropbox.

    Instale as dependências na sequencia.

    mint-translations

    Faça o download com o comando abaixo.

    wget [https:]
    Instale com o comando abaixo.

    sudo dpkg -i mint-translations_2017.06.28_all.deb

    mint-common

    Faça o download com o comando abaixo.


    wget [https:]


    Instale com o comando abaixo.


    sudo dpkg -i mint-common_1.2.8_all.deb


    Instalação do Mint Menu
    Faça o download do Mint Menu com o comando abaixo.

    wget  [https:]


    Instale com o comando abaixo.

    sudo dpkg -i mintmenu_5.8.2_all.deb

    Feita a instalação, de click direito no painel que deseja adicionar o Mint Menu, em seguida click em "Adicionar ao Painel", localize o Mint Mneu, selecione e click em "Adicionar",




     Pronto ai está o Mint Menu no seu Mate Debian.




    Limpeza
    Remova os pacotes que fez o download com o comando abaixo.

    rm -fr mint*

    Remoção

    No futuro se resolver remover o Mint Menu e suas dependências, de o comando abaixo no terminal.

    sudo apt remove --purge mint* gir1.2-mate-desktop gir1.2-mate-panel mozo python-setproctitle python-xlib

    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!



















LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Ferramenta de screenshot 'Shutter' obtém sua primeira atualização em mais de 2 anos'

    Ferramenta de screenshot 'Shutter' obtém sua primeira atualização em mais de 2 anos

    Postado: setembro 7, 2017, 10:28am MDT

    Não é porque o último lançamento da ferramenta de screenshot Shutter foi anunciado em 2014 que os desenvolvedores esqueceram do aplicativo, onde dois anos e meio depois, finalmente, recebeu uma nova atualização. Contudo, embora a espera tenha sido grande, não há grandes recursos como, por exemplo, captura de tela em gif animada, novas fontes de upload ou melhorias no editor de imagens incorporado, que por sua vez é muito útil.

    Em vez disso, Shutter 0.94 chega trazendo apenas correções de bugs. Os problemas corrigidos incluem: falhas ao executar uma segunda instância do Shutter, upload e exportação para o Dropbox e para o serviço de de hospedagem de imagem Imgur, melhorias para o recurso "enviar por email" e adicionado o metadata Linux Store.


    Assim como é o caso das versões antigas, infelizmente, esta nova versão do aplicativo não funciona com o servidor de exibição Wayland. Sendo assim, você terá que estar em uma sessão Xorg para poder usar a ferramenta.

    Instalando o Shutter

    Uma versão mais antiga do Shutter está disponível para instalação a partir do Ubuntu Software. Se nenhuma das correções acima mencionadas não tem muita importância para você, sugerimos que você fique com a versão do repositório oficial do Ubuntu, que pode ser instalada também clicando aqui.

    Para a versão mais recente, você precisará confiar em algumas compilações não oficiais. Para instalar o Shutter 0.94 no Ubuntu 16.04 LTS, clique aqui. Mas se você é um usuário do Ubuntu 17.04, deve baixar o pacote DEB do aplicativo através deste link.

    Para os usuários do openSUSE, distribuição Linux que suporta o formato RPM, o download do aplicativo pode ser feito clicando aqui. Você pode baixar o pacote com traduções de linguagens da ferramenta através deste link.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'O painel de configurações do KDE está sendo totalmente redesenhado'

    O painel de configurações do KDE está sendo totalmente redesenhado

    Postado: setembro 6, 2017, 4:14pm MDT

    O KDE é considerado por muitos o mais poderoso e configurável de todos os ambientes gráficos disponíveis para Linux, porém, a enorme amplitude de controle que é oferecida aos usuários é muitas vezes considerada algo negativo. No entanto, talvez seguindo os mesmos passos do projeto GNOME com o seu painel de configurações simplificado, um designer do KDE está assumindo o desafio de por ordem na coleção caótica de opções de personalização com um novo painel de configurações para o KDE (KDE System Settings).

    Isso não quer dizer que o atual painel de configurações do KDE é terrível, mas certamente pode ser melhor. E é por isso que Andy Betts, membro do grupo de design visual do KDE (VDG) foi designado para ajudar a melhorar a aparência dos aplicativos do ambiente gráfico. Ele publicou recentemente uma postagem para compartilhar seu progresso em "tentar desembaraçar o trabalho que se iniciou no System Settings".

    Clique na imagem para ampliar.

    A imagem acima mostra qual é visão atual do designer e para onde as melhorias levarão, mas ele também adverte que "essas ideias ainda estão em andamento". Para entregar o projeto, ele diz também que precisará de ajuda e contribuição da comunidade.

    "Nas recentes iterações do software, também decidimos alterar alguns outros visuais com o aplicativo e adicionamos uma segunda coluna para KCMs específicos", diz Andy Betts. "Mas não posso fazê-lo sozinho. Se você tem idéias e pensamentos (embora sem alterar drasticamente a direção que estou tomando), compartilhe-os. Isso é um pouco difícil, mas esta aqui algo que eu posso mostrar no momento, por favor note que esta é uma maquete gráfica, não uma UI em funcionamento."

    Você pode saber mais detalhes sobre o novo painel de configurações do KDE através da postagem de Andy Betts, que pode ser acessada clicando aqui.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'Linux Mint 18.3 terá grandes melhorias na sua ferramenta de backup'

    Linux Mint 18.3 terá grandes melhorias na sua ferramenta de backup

    Postado: setembro 6, 2017, 12:40pm MDT

    Com a chegada do Linux Mint 18.3 no final do ano, quem também fará sua estréia é a mais nova e melhorada ferramenta de backup do sistema operacional. A boa notícia foi dada por Clement Lefebvre, criador do projeto Linux Mint, em seu último relatório semanal, onde ele destaca que a nova aplicação aprimorada reduzirá o número de opções e complexidade, facilitando a vida do usuário na hora de fazer backup de arquivos importantes.

    Contudo, para que isso seja possível, como parte das mudanças, o aplicativo deixará de pedir aos usuários que selecionem uma fonte ou o tipo de backup a ser executado. A nova ferramenta será "dedicada a fazer um backup do seu diretório home". Ainda, segundo Clement Lefebvre, a aplicação "salva todos os seus arquivos em um arquivo tar. Ao restaurar um backup, os arquivos são restaurados no mesmo lugar que antes, com suas permissões originais e marca temporal".



    Naturalmente, pode haver alguns arquivos em sua pasta Home que você não quer incluir no backup, então o aplicativo continuará a deixar você excluir arquivos ou diretórios da operação. A ferramenta exclui arquivos e diretórios ocultos por padrão, mas você pode optar por incluir estes se desejar.

    Clement Lefebvre acredita que a ferramenta melhorada lembrará as escolhas feitas para tornar mais fácil a realização de backups similares no futuro. Além disso, a aplicação não será executada com privilégios de root no Linux Mint 18.3, poupando você de digitar sua senha para realizar determinadas funções. Outras melhorias incluem uma base de código "menor" e "mais moderna", ajustes na estabilidade e desempenho, bem como ganhos na compressão de dados e multithreading.

    Você usa a ferramenta de backup do Linux Mint? Essas futuras melhorias foram aprovadas por você? Deixe-nos saber nos comentários.


    FONTE: OMG! Ubuntu! | Linux Mint Blog
  • Link permanente para 'Lançado o Mesa 17.2 trazendo mais melhorias para os jogadores Linux'

    Lançado o Mesa 17.2 trazendo mais melhorias para os jogadores Linux

    Postado: setembro 6, 2017, 11:51am MDT

    Após várias semanas em desenvolvimento, onde foram lançadas seis versões RCs (Release Candidate), foi finalmente lançado o Mesa 17.2, que chega trazendo melhorias de desempenho para os drivers de vídeo Vulkan ANV, para gráficos da Intel, e RADV, que lida com palas de vídeo da AMD, a implementação parcial da API OpenGL 4.6, embora alguns dos drivers open source não suportem nem mesmo todos os recursos do OpenGL 4.5, além de aprimoramentos para os drivers RadeonSI e Nouveau.

    Entre as extensões do GL implementadas no Mesa 17.2, está a ARB_bindless_texture como uma das principais funcionalidades para o driver RadeonSI, bem como usada por jogos Linux mais recentes, como é o caso de Warhammer 40.000: Dawn of War III. O driver Nouveau NVC0 também conta com as extensões ARB_post_depth_coverage, AMD_vertex_shader_layer e AMD_vertex_shader_viewport_index. O driver Intel i965, entretanto, possui suporte para ARB_shader_ballot e ARB_shader_group_vote em hardware Broadwell e mais recente.

    O driver Vulkan Intel ANV também possui suporte para as novas extensões da Vulkan 1.0.54 e o RADV também está mais próximo da conformidade com a Vulkan 1.0, bem como obteve novos recursos, como o suporte para sisched. Há também suporte Vulkan do lado da Intel e AMD (com o driver open source RADV) com Doom 2016 sobre o Wine.

    Melhor suporte para jogos e VR

    Vários erros foram corrigidos na série Mesa 17.2, melhorando o suporte para muitos dos games mais populares entre os jogadores. Entre estes, podemos citar Stellaris, Rocket League, Dying Light, Europa Universalis IV, The Witcher 2: Assassins of Kings, DOOM 2016 (Wine), Total War: Warhammer e Serious Sam Fusion. Os aplicativos Google Earth e Chromium também receberam melhorias, bem como o servidor de exibição Wayland.

    Com a nova versão da biblioteca de gráficos 3D, o RADV também é quase totalmente compatível com o SteamVR no Linux. A principal coisa que falta para uma boa experiência durante as jogatinas com o open source é o suporte de objetos de memória externa, que deverá chegar logo no Mesa Git.

    Além disso, mais jogos e aplicativos de benchmarks na "whitelist" do suporte para threaded do OpenGL, algo que deve melhorar o desempenho. Entre os games já incluídos na lista branca, está Alien Isolation, Borderlands 2, BioShock Infinite, Civilization 6 e muito mais. Você pode ver a lista completa clicando aqui. O ganho de desempenho, obviamente, deve variar dependendo do hardware, mas agora o recurso deve ser habilitado por padrão em determinados softwares.

    Mais detalhes sobre o Mesa 17.2 podem ser conferidos no anúncio oficial, através deste link.


    FONTE: GamingOnLinux | Mesa 3D

Manjariando

  • Link permanente para 'MANJARO 17.0.3 LANÇADO (G, K, X)'

    MANJARO 17.0.3 LANÇADO (G, K, X)

    Postado: setembro 6, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    Manjaro Gellivara foi um ótimo lançamento! Agora estamos orgulhosos de anunciar o v17.0.3 , nosso lançamento final do Gellivara. Levamos um pouco mais de dois meses para terminar esta versão atualizada. Melhoramos a nossa detecção de hardware , corrigimos alguns recursos em nosso instalador (Calamares), adicionamos os pacotes mais recentes disponíveis para a nossa mídia de instalação e pulimos nosso lançamento como um todo. Todos, […]

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Lançado o Linux Kernel 4.13 com suporte inicial para chips Intel Cannon Lake e Coffee Lake'

    Lançado o Linux Kernel 4.13 com suporte inicial para chips Intel Cannon Lake e Coffee Lake

    Postado: setembro 6, 2017, 10:26am MDT

    Foi oficialmente lançado o Linux Kernel 4.13, que conta com inúmeras melhorias e melhor suporte para novos hardwares através de drivers e componentes principais atualizados. Entre os principais destaques, está o suporte inicial para CPUs com arquitetura Cannon Lake e Coffee Lake, bem como para as futuras APUs AMD Raven Ridge e um melhor gerenciamento de energia.

    No entanto, embora exista suporte para AMD Raven Ridge, é importante ressaltar que essas futuras APUs contarão com gráficos Vega e, infelizmente, esta nova versão do kernel Linux não oferece suporte de exibição para hardware Vega, já que o código DC/DAL ainda não foi implementado. Já, no lado da NVIDIA, o driver open source Nouveau continua recebendo um pouco mais de atenção por parde dos desenvolvedores e agora conta com suporte para HDMI 3D/stereoscopic.

    Entre outras melhorias ​​incluídas no Linux Kernel 4.13, podemos mencionar que o sistema de arquivos EXT4, atualmente usado por padrão na maioria das distribuições Linux, agora suporta mais arquivos em um único diretório, de 10 milhões para 2 bilhões, bem como permite que mais atributos sejam armazenados por arquivo. Existe também melhor desempenho para [HTTPS] (HTTP Secure) e outros protocolos e suporte para o protocolo SMB 3.0 por padrão para montagens CIFS.

    Além disso, também há suporte para o Razer Atrox Arcade Stick, teclado ASUS Zen AIO MD-5110, suporte aprimorado para Intel SST Atom e melhorias para o AppArmor. Mais detalhes sobre o Linux Kernel 4.13 você confere no anúncio oficial, através deste link.

    O Linux Kernel 4.13 é agora o mais recente ramo do kernel estável, mas atualmente ainda é marcado como "mainline" no site kernel.org, já que demorará algumas semanas até que seja declarado estável e pronto para implantação, geralmente quando a primeira atualização de manutenção for concluída, o Linux Kernel 4.13.1.


    FONTE: Softpedia | LKML

Desde Linux

Manjariando

  • Link permanente para '[MANUTENÇÃO] 2017-09-02 – SUPRESSÃO PROGRESSIVA DO I686'

    [MANUTENÇÃO] 2017-09-02 – SUPRESSÃO PROGRESSIVA DO I686

    Postado: setembro 5, 2017, 4:00pm MDT por Manjariando
    Oi comunidade, Devido à popularidade decrescente do i686 entre os desenvolvedores e a comunidade, decidimos eliminar gradualmente o suporte desta arquitetura. A decisão significa que o v17.0.3 ISO será o último que permite instalar o Manjaro Linux de 32 bits. Setembro e outubro serão nosso período de desaprovação, durante o qual i686 ainda estará recebendo pacotes atualizados. A partir […]

Desde Linux

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'screengrab para Debian, Ubuntu e derivados.'

    screengrab para Debian, Ubuntu e derivados.

    Postado: setembro 4, 2017, 2:32pm MDT
    Ferramenta para obter capturas de tela.









    Screengrab
      


    O programa usa Qt e é independente de qualquer ambiente de trabalho. 

    Principais características:

      * Obter screenshots da área de trabalho
      * Obter screenshots da janela ativa
      * Obtenha secreenshots da área de seleção
      * Copie a captura de tela para a área de transferência
      * Salvando seus arquivos de imagem nos formatos PNG ou JPEG ou BMP
      * Capacidade de definir atraso na obtenção de capturas de tela (de 1 a 90 segundos)

    Instalação

    Para instalar o Screengrab, abra o terminal e de o comando abaixo.


    sudo apt install screengrab

     CunfiguraçõesO programa posui algumas configurações que o diferencia dos similares que vem por padrão nos ambientes graficos.

     Principal > Saving





     Principal > Screenshot





    Avançado





    System tray





    Atalhos de teclado





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Elias Praciano

Linux dicas e suporte

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    Debian Reference

    Postado: setembro 4, 2017, 11:43am MDT
    O Debian Reference destina-se a disponibilizar uma visão ampla do sistema Debian como um guia de pós-instalação para o utilizador. Cobre muitos aspectos da administração do sistema através de exemplos de comandos de terminal para não-programadores.


    Referências Debian
    Osamu Aoki

    Copyright © 2013 Osamu Aoki

    Este Debian Reference (v2) (2017-05-14 15:39:44 UTC) destina-se a disponibilizar uma visão ampla do sistema Debian como um guia de pós-instalação para o utilizador. Cobre muitos aspectos da administração do sistema através de exemplos de comandos de consola para não-programadores.

    Resumo

    Este livro é livre: você pode redistribuí-lo e/ou modificá-lo sob os termos da licença GNU General Public License de qualquer versão em conformidade com as directivas Debian Free Software Guidelines (DFSG).

    Índice
    Prefácio
    1. Aviso
    2. O que é o Debian
    3. Acerca deste documento
    3.1. Regras orientadoras
    3.2. Pré-requisitos
    3.3. Convenções
    3.4. popcon
    3.5. O tamanho do pacote
    3.6. Relatórios de bugs deste documento
    4. Algumas citações para os novos utilizadores
    1. Manuais de GNU/Linux
    1.1. Básico da consola
    1.1.1. A linha de comandos da shell
    1.1.2. A linha de comandos shell sob X
    1.1.3. A conta root
    1.1.4. A linha de comandos shell do root
    1.1.5. GUI de ferramentas de administração do sistema
    1.1.6. Consolas virtuais
    1.1.7. Como abandonar a linha de comandos
    1.1.8. Como desligar o sistema
    1.1.9. Recuperar uma consola sã
    1.1.10. Sugestões de pacotes adicionais para o novato
    1.1.11. Uma conta de utilizador extra
    1.1.12. Configuração do sudo
    1.1.13. Hora de brincar
    1.2. Sistema de ficheiros tipo Unix
    1.2.1. Noções básicas de ficheiros Unix.
    1.2.2. Internos do sistema de ficheiros
    1.2.3. Permissões do sistema de ficheiros
    1.2.4. Controlo de permissões para ficheiros acabados de criar: umask
    1.2.5. Permissões para grupos de utilizadores (group)
    1.2.6. Marcas temporais (Timestamps)
    1.2.7. Links (ligações)
    1.2.8. Pipes com nome (FIFOs)
    1.2.9. Sockets
    1.2.10. Ficheiros de dispositivo
    1.2.11. Ficheiros de dispositivos especiais
    1.2.12. procfs e sysfs
    1.2.13. tmpfs
    1.3. Midnight Commander (MC)
    1.3.1. Personalização do MC
    1.3.2. Iniciar o MC
    1.3.3. Gestor de ficheiros no MC
    1.3.4. Truques de linha de comandos no MC
    1.3.5. O editor interno em MC
    1.3.6. O visualizador interno no MC
    1.3.7. Funcionalidades de auto-arranque do MC
    1.3.8. Sistema de ficheiros virtual FTP no MC
    1.4. O ambiente de trabalho estilo Unix básico
    1.4.1. A shell de login
    1.4.2. Personalizar bash
    1.4.3. Teclas especiais
    1.4.4. Operações do rato ao estilo Unix
    1.4.5. O pager
    1.4.6. O editor de texto
    1.4.7. Definir um editor de texto predefinido
    1.4.8. Personalizar o vim
    1.4.9. Gravar as actividades da shell
    1.4.10. Comandos básicos de Unix
    1.5. O comando simples da shell
    1.5.1. Execução do comando e variável de ambiente
    1.5.2. A variável "$LANG"
    1.5.3. A variável "$PATH"
    1.5.4. A variável "$HOME"
    1.5.5. Opções da linha de comandos
    1.5.6. Glob da shell
    1.5.7. Valor de retorno do comando
    1.5.8. Sequências de comandos típicas e redireccionamento da shell
    1.5.9. Comando alias
    1.6. Processamento de texto estilo Unix
    1.6.1. Ferramentas de texto de Unix
    1.6.2. Expressões regulares
    1.6.3. Expressões de substituição
    1.6.4. Substituição global com expressões regulares
    1.6.5. Extrair dados de tabela de ficheiro de texto
    1.6.6. Trechos de script para canalizar comandos em pipe
    2. Gestão de pacotes Debian
    2.1. Pré-requisitos da gestão de pacotes Debian
    2.1.1. Configuração de pacotes
    2.1.2. Precauções básicas
    2.1.3. A vida com actualizações eternas
    2.1.4. Básico do arquivos Debian
    2.1.5. Debian é 100% software livre
    2.1.6. Dependências de pacote
    2.1.7. O fluxo de eventos da gestão de pacotes
    2.1.8. Primeira resposta a problemas com a gestão de pacotes
    2.2. Operações básicas de gestão de pacotes
    2.2.1. apt-get / apt-cache contra o aptitude
    2.2.2. Operações básicas de gestão de pacotes com a linha de comandos
    2.2.3. Uso interactivo do aptitude
    2.2.4. Teclas de atalho do aptitude
    2.2.5. Vistas de pacote no aptitude
    2.2.6. Opções do método de pesquisa com o aptitude
    2.2.7. A fórmula regex do aptitude
    2.2.8. Resolução de dependências do aptitude
    2.2.9. Relatórios (logs) de actividade de pacotes
    2.3. Exemplos de operações do aptitude
    2.3.1. Listagem de pacotes com correspondência por expressão regular nos nomes de pacotes
    2.3.2. Explorar com a correspondência de expressão regular
    2.3.3. Purgar pacotes removidos definitivamente
    2.3.4. Acertar o estado auto/manual de instalação
    2.3.5. Actualização total ao sistema
    2.4. Operações de gestão avançada de pacotes
    2.4.1. Operações de gestão avançada de pacotes com linha de comandos
    2.4.2. Verificação dos ficheiros pacotes instalados
    2.4.3. Salvaguardar para problemas de pacotes.
    2.4.4. Procurar nos meta-dados do pacote
    2.5. Os interiores da gestão de pacotes Debian
    2.5.1. Meta dados do arquivo
    2.5.2. Ficheiro "Release" de nível de topo e autenticidade:
    2.5.3. Ficheiros "Release" do nível de arquivo
    2.5.4. Obter os meta dados do pacote
    2.5.5. O estado dos pacote para o APT
    2.5.6. O estado dos pacote para o aptitude
    2.5.7. Copias locais dos pacotes obtidos
    2.5.8. Nomes de ficheiros de pacotes Debian
    2.5.9. O comando dpkg
    2.5.10. O comando update-alternatives
    2.5.11. O comando dpkg-statoverride
    2.5.12. O comando dpkg-divert
    2.6. Recuperação de um sistema danificado
    2.6.1. Incompatibilidade com configurações antigas de utilizador
    2.6.2. Pacotes diferentes com ficheiros sobrepostos
    2.6.3. Corrigir script problemático de pacote
    2.6.4. Recuperação com o comando dpkg
    2.6.5. Recuperar dados de selecção de pacotes
    2.7. Dicas para a gestão de pacotes
    2.7.1. Como escolher os pacotes Debian
    2.7.2. Pacotes de fontes de arquivos misturados
    2.7.3. Moldar a versão candidata
    2.7.4. Actualizações e Backports
    2.7.5. Bloquear pacotes instalados por "Recomendados"
    2.7.6. Acompanhar testing com alguns pacotes de unstable
    2.7.7. Acompanhar unstable com alguns pacotes de experimental
    2.7.8. Descarga e actualização automática de pacotes
    2.7.9. Limitar a largura de banda de descarga para o APT
    2.7.10. Downgrade de emergência
    2.7.11. Quem fez o upload do pacote?
    2.7.12. O pacote equivs
    2.7.13. Portar um pacote para o sistema stable
    2.7.14. Servidor proxy para o APT
    2.7.15. Pequeno arquivo de pacotes público
    2.7.16. Gravar e copiar a configuração do sistema
    2.7.17. Converter e instalar um pacote binário alienígena
    2.7.18. Extrair um pacote sem o dpkg
    2.7.19. Mais leituras sobre a gestão de pacotes
    3. A inicialização do sistema
    3.1. Uma visão geral do processo de arranque
    3.1.1. Estágio 1: a BIOS
    3.1.2. Estágio 2: o gestor de arranque
    3.1.3. Estágio 3: o mini-sistema Debian
    3.1.4. Estágio 4: o sistema Debian normal
    3.2. iniciação estilo SysV
    3.2.1. O significado do runlevel
    3.2.2. A configuração do runlevel
    3.2.3. O exemplo de gestão do runlevel
    3.2.4. O parâmetro predefinido para cada script de init
    3.2.5. O nome da máquina
    3.2.6. O sistema de ficheiros
    3.2.7. Inicialização da interface de rede
    3.2.8. Inicialização do serviço de rede
    3.2.9. A mensagem do sistema
    3.2.10. A mensagem do kernel
    3.3. O sistema udev
    3.3.1. A inicialização de módulos do kernel
    4. Autenticação
    4.1. Autenticação normal de Unix
    4.2. Gerir informação de conta e palavra-passe
    4.3. Boa palavra-passe
    4.4. Criar palavra-passe encriptada
    4.5. PAM e NSS
    4.5.1. Ficheiros de configuração acedidos pelo PAM e NSS
    4.5.2. O moderno sistema de gestão centralizado
    4.5.3. "Porque o su do GNU não suporta o grupo wheel"
    4.5.4. Regras de palavra-passe rigorosas
    4.6. Outros controles de acesso
    4.6.1. sudo
    4.6.2. PolicyKit
    4.6.3. SELinux
    4.6.4. Restringindo acesso a alguns serviços de servidor
    4.7. Segurança da autenticação
    4.7.1. Palavra-passe segura na Internet
    4.7.2. Shell Segura
    4.7.3. Medidas de segurança extra para a Internet
    4.7.4. Tornar a palavra-passe do root segura
    5. Configuração de rede
    5.1. A infra-estrutura de rede básica
    5.1.1. A resolução de nome de máquina
    5.1.2. O nome da interface de rede
    5.1.3. A gama de endereços de rede para a LAN
    5.1.4. O suporte a dispositivos de rede
    5.2. A configuração moderna de rede para desktop
    5.2.1. Ferramentas GUI de configuração de rede
    5.3. A ligação e antiga configuração de rede
    5.4. O método de ligação de rede (antigo)
    5.4.1. A ligação DHCP com Ethernet
    5.4.2. A ligação de IP estático com a Ethernet
    5.4.3. A ligação PPP com o pppconfig
    5.4.4. A ligação PPP alternativa com o wvdialconf
    5.4.5. A ligação PPPoE com o pppoeconf
    5.5. A configuração básica de rede com ifupdown (legacy)
    5.5.1. A sintaxe simplificada de comando
    5.5.2. A sintaxe básica de "/etc/network/interfaces"
    5.5.3. A interface de rede loopback
    5.5.4. A interface de rede servida por DHCP
    5.5.5. A interface de rede com IP estático
    5.5.6. O básico da interface de rede sem fios
    5.5.7. A interface LAN wireless com WPA/WPA2
    5.5.8. A interface LAN wireless com WEP
    5.5.9. A ligação PPP
    5.5.10. A ligação PPP alternativa
    5.5.11. A ligação PPPoE
    5.5.12. O estado de configuração de rede do ifupdown
    5.5.13. A reconfiguração de rede básica
    5.5.14. O pacote ifupdown-extra
    5.6. A configuração de rede avançada com ifupdown (antigo)
    5.6.1. O pacote ifplugd
    5.6.2. O pacote ifmetric
    5.6.3. A interface virtual
    5.6.4. A sintaxe de comando avançada
    5.6.5. A estrofe de mapeamento
    5.6.6. A configuração manual da rede comutável
    5.6.7. Usando scripts com o sistema ifupdown
    5.6.8. Mapeando com guessnet
    5.7. A configuração de rede de baixo nível
    5.7.1. Comandos iproute2
    5.7.2. Operações de rede seguras de baixo nível
    5.8. Optimização da rede
    5.8.1. Encontrar o MTU óptimo
    5.8.2. Definir o MTU
    5.8.3. Optimização WAN TCP
    5.9. Infraestrutura netfilter
    6. Aplicações de rede
    6.1. Navegadores web
    6.1.1. Configuração do explorador
    6.2. O sistema de correio electrónico (mail)
    6.2.1. Noções básicas de mail
    6.2.2. Bases dos serviços de mail modernos
    6.2.3. A estratégia de configuração de mail para estação de trabalho
    6.3. Agente de transporte de mail (MTA)
    6.3.1. A configuração do exim4
    6.3.2. A configuração do postfix com SASL
    6.3.3. A configuração do endereço de mail
    6.3.4. Operações MTA básicas
    6.4. Agente utilizador de mail (MUA)
    6.4.1. MUA básico — Mutt
    6.5. O adquiridor de mail remoto e utilitário de reencaminhamento
    6.5.1. configuração do getmail
    6.5.2. configuração do fetchmail
    6.6. Agente de entrega de mail (MDA) com filtro
    6.6.1. configuração do maildrop
    6.6.2. configuração do procmail
    6.6.3. Re-entregar o conteúdo da mbox
    6.7. Servidor POP3/IMAP4
    6.8. O servidor de impressão e utilitários
    6.9. O servidor de acesso remoto e utilitários (SSH)
    6.9.1. Bases do SSH
    6.9.2. Reencaminhamento de portos para SMTP/POP3 em túnel
    6.9.3. Ligar sem palavras-passe remotas
    6.9.4. Lidar com clientes SSH alienígenas
    6.9.5. Configurar o ssh-agent
    6.9.6. Como desligar o sistema remoto em SSH
    6.9.7. Depurar problemas no SSH
    6.10. Outras aplicações de servidor de rede
    6.11. Outros clientes de aplicação de rede
    6.12. Os diagnósticos dos daemons do sistema
    7. O Sistema X Window
    7.1. Pacotes chave
    7.2. Definir o ambiente de trabalho
    7.2.1. Menu Debian
    7.2.2. Menu Freedesktop.org
    7.2.3. Menu Debian a partir do menu Freedesktop.org
    7.3. A relação servidor/cliente
    7.4. O servidor X
    7.4.1. A (re)configuração do servidor X
    7.4.2. Os métodos de ligação do servidor X
    7.5. Iniciando o X Window System
    7.5.1. Iniciar uma sessão X com o gdm3
    7.5.2. Personalizar a sessão X (método clássico)
    7.5.3. Personalizar a sessão X (método novo)
    7.5.4. Ligar um cliente X remoto via SSH
    7.5.5. Terminal X seguro via Internet
    7.6. Fonts (tipos de letra) para o X Window
    7.6.1. Fonts (tipos de letra) básicas
    7.6.2. Fonts (tipos de letra) adicionais
    7.6.3. fonts CJK
    7.7. Aplicações do X
    7.7.1. Aplicações de escritório do X
    7.7.2. aplicações utilitárias do X
    7.8. As trivialidades do X
    7.8.1. Área de transferência (Clipboard)
    7.8.2. Mapas de teclas e mapas de botões do apontador (rato) no X
    7.8.3. Clientes X Clássicos
    7.8.4. O emulador de terminal X - xterm
    7.8.5. Correr clientes X como root
    8. I18N e L10N
    8.1. A entrada do teclado
    8.1.1. O suporte a método de entrada com IBus
    8.1.2. Um exemplo para Japonês
    8.1.3. Desactivar o método de entrada
    8.2. O mostrador de resultados
    8.3. O locale
    8.3.1. Bases de codificação
    8.3.2. Fundamentos para o locale UTF-8
    8.3.3. A reconfiguração do locale
    8.3.4. O valor da variável de ambiente "$LANG"
    8.3.5. O locale específico apenas sob X Window
    8.3.6. Codificação de nomes de ficheiros
    8.3.7. Mensagens localizadas e documentação traduzida
    8.3.8. Efeitos do locale
    9. Dicas do sistema
    9.1. O programa screen
    9.1.1. O cenário de utilização para o screen(1)
    9.1.2. ligações de teclas para o comando screen
    9.2. Gravação de dados e apresentação
    9.2.1. O daemon de log
    9.2.2. Analisador de relatório (Log)
    9.2.3. Gravar as actividades da shell de modo limpo
    9.2.4. Amostragem personalizada de dados em texto
    9.2.5. Amostragem personalizada de hora e data
    9.2.6. Echo de shell colorido
    9.2.7. Comandos coloridos
    9.2.8. Recordando as actividades do editor para repetições complexas
    9.2.9. Gravar a imagem gráfica de uma aplicação X
    9.2.10. Gravar alterações em ficheiros de configuração
    9.3. Monitorizar, controlar e iniciar as actividades de programas
    9.3.1. Temporizando um processo
    9.3.2. A prioridade de agendamento
    9.3.3. O comando ps
    9.3.4. O comando top
    9.3.5. Listar ficheiros abertos por um processo
    9.3.6. Rastear as actividades de programas
    9.3.7. Identificação de um processo usando ficheiros ou sockets
    9.3.8. Repetir um comando com um intervalo constante
    9.3.9. Repetindo um ciclo de comandos sobre ficheiros
    9.3.10. Arrancar um programa a partir da GUI
    9.3.11. Personalizar o programa a ser iniciado
    9.3.12. Matar um processo
    9.3.13. Agendar tarefas uma vez
    9.3.14. Agendar tarefas regularmente
    9.3.15. Tecla Alt-SysRq
    9.4. Dicas de manutenção do sistema
    9.4.1. Quem está no sistema?
    9.4.2. Avisar todos
    9.4.3. Identificação do hardware
    9.4.4. Configuração do hardware
    9.4.5. Hora do sistema e do hardware
    9.4.6. A configuração do terminal
    9.4.7. A infraestrutura de som
    9.4.8. Desactivar o protector de ecrã (screensaver)
    9.4.9. Desactivar os sons de beep
    9.4.10. Utilização da memória
    9.4.11. Segurança do sistema e verificação de integridade
    9.5. Dicas de armazenamento de dados
    9.5.1. Utilização do espaço em disco
    9.5.2. Configuração das partições do disco
    9.5.3. Aceder a partição usando UUID
    9.5.4. LVM2
    9.5.5. Configuração do sistema de ficheiros
    9.5.6. Criação do sistema de ficheiros e verificação de integridade
    9.5.7. Optimização do sistema de ficheiros por opções de montagem
    9.5.8. Optimização do sistema de ficheiros através do superblock
    9.5.9. Optimização do disco rígido
    9.5.10. Optimização de disco de estado sólido (SSD)
    9.5.11. Usar SMART para prever falhas no disco rígido
    9.5.12. Especifique o directório de armazenamento temporário através de $TMPDIR
    9.5.13. Expandir o espaço de armazenamento utilizável via LVM
    9.5.14. Expandir o espaço de armazenamento utilizável ao montar outra partição
    9.5.15. Expandir o espaço de armazenamento utilizável ao fazer bind-mount para outro directório
    9.5.16. Expandir o espaço de armazenamento utilizável usando links simbólicos
    9.5.17. Expandir o espaço de armazenamento utilizável usando overlayfs
    9.6. A imagem de disco
    9.6.1. Criando o ficheiro de imagem de disco
    9.6.2. Escrever directamente no disco
    9.6.3. Montar o ficheiro de imagem de disco
    9.6.4. Limpar um ficheiro de imagem de disco
    9.6.5. Criar um ficheiro de imagem de disco vazio
    9.6.6. Criar o ficheiro de imagem ISO9660
    9.6.7. Escrever directamente para o CD/DVD-R/RW
    9.6.8. Montar o ficheiro de imagem ISO9660
    9.7. Os dados binários
    9.7.1. Ver e editar dados binários
    9.7.2. Manipular ficheiros sem montar o disco
    9.7.3. Redundância de dados
    9.7.4. Recuperação de ficheiros e dados e análise forense
    9.7.5. Dividir um ficheiro grande em ficheiros pequenos
    9.7.6. Limpar conteúdo de ficheiro
    9.7.7. Ficheiros dummy
    9.7.8. apagar um disco rígido inteiro
    9.7.9. Apagar uma área não utilizada do disco rígido
    9.7.10. Recuperar ficheiros apagados mas ainda abertos
    9.7.11. Procurar todos os hardlinks
    9.7.12. Consumo invisível do espaço do disco
    9.8. Dicas de encriptação de dados
    9.8.1. Encriptação de discos amovíveis com dm-crypt/LUKS
    9.8.2. Partição swap encriptada com dm-crypt
    9.8.3. Montar discos encriptados com dm-crypt/LUKS
    9.8.4. Encriptar ficheiros automaticamente com eCryptfs
    9.8.5. Montar eCryptfs automaticamente
    9.9. O kernel
    9.9.1. Kernel Linux 2.6/3.x
    9.9.2. Parâmetros do kernel
    9.9.3. Cabeçalhos do kernel
    9.9.4. Compilar o kernel e módulos relacionados
    9.9.5. Compilar código-fonte do kernel: a recomendação da equipa do kernel de Debian
    9.9.6. Controladores de hardware e firmware
    9.10. Sistema virtualizado
    9.10.1. Ferramentas de virtualização
    9.10.2. Fluxo de trabalho da virtualização
    9.10.3. Montar o ficheiro de imagem de disco virtual
    9.10.4. Sistema chroot
    9.10.5. Sistemas de vários ambientes de trabalho
    10. Gestão de dados
    10.1. Partilhar, copiar e arquivar
    10.1.1. Ferramentas de arquivo e compressão
    10.1.2. Ferramentas de cópia de sincronização
    10.1.3. Idiomas para o arquivo
    10.1.4. Idiomas para a cópia
    10.1.5. Idiomas para a selecção de ficheiros
    10.1.6. Meio de arquivo
    10.1.7. Dispositivo de armazenamento amovível
    10.1.8. Escolha de sistema de ficheiros para partilhar dados
    10.1.9. Partilhando dados via rede
    10.2. Salvaguarda (backup) e recuperação
    10.2.1. Suites de utilitários de backup
    10.2.2. Um script de exemplo para salvaguarda ao sistema
    10.2.3. Um script de cópia para a salvaguarda de dados
    10.3. Infraestrutura da segurança de dados
    10.3.1. Gestão de chaves para GnuPG
    10.3.2. Usa GnuPG em ficheiros
    10.3.3. Usar GnuPG com o Mutt
    10.3.4. Usar GnuPG com o Vim
    10.3.5. O valor de controlo MD5
    10.4. Ferramentas de fusão de código fonte
    10.4.1. Extrair as diferenças para ficheiros fonte
    10.4.2. Fundir actualizações para ficheiros de fonte
    10.4.3. Actualizar via fusão-de-3-vias
    10.5. Sistemas de controle de versão
    10.5.1. Comparação dos comandos VCS
    10.6. Git
    10.6.1. Configuração do cliente Git
    10.6.2. Referências do Git
    10.6.3. Comandos do Git
    10.6.4. Git para o repositório Subversion
    10.6.5. Git para gravar o histórico de configuração
    10.7. CVS
    10.7.1. Configuração de repositório CVS
    10.7.2. Acesso local ao CVS
    10.7.3. Acesso remoto ao CVS com pserver
    10.7.4. Acesso remoto ao CVS com ssh
    10.7.5. Importar uma nova fonte para o CVS
    10.7.6. Permissões de ficheiros no repositório CVS
    10.7.7. Fluxo de trabalho do CVS
    10.7.8. Ficheiros mais recentes do CVS
    10.7.9. Administração do CVS
    10.7.10. Bit de execução para verificação do CVS
    10.8. Subversion
    10.8.1. Configuração do repositório Subversion
    10.8.2. Acesso ao Subversion via servidor Apache2
    10.8.3. Acesso local ao Subversion pelo grupo
    10.8.4. Acesso remoto ao Subversion via SSH
    10.8.5. Estrutura de directórios do Subversion
    10.8.6. importar uma nova fonte para o Subversion
    10.8.7. Fluxo de trabalho do Subversion
    11. Conversão de dados
    11.1. Ferramentas de conversão de dados em texto
    11.1.1. Converter um ficheiro de texto com o iconv
    11.1.2. Verifica ficheiro se é UTF-8 com o iconv
    11.1.3. Converter os nomes dos ficheiros com o iconv
    11.1.4. conversão EOL
    11.1.5. Conversão de TAB
    11.1.6. Editores com auto-conversão
    11.1.7. Extracção de texto simples
    11.1.8. Destacar e formatar dados de texto simples
    11.2. Dados XML
    11.2.1. Dicas básicas para XML
    11.2.2. Processamento de XML
    11.2.3. A extracção de dados de XML
    11.3. Formatação de texto
    11.3.1. formatação de texto roff
    11.3.2. TeX/LaTeX
    11.3.3. Impressão bonita de um manual
    11.3.4. Criar um manual
    11.4. Dados imprimíveis
    11.4.1. Ghostscript
    11.4.2. Juntar dois ficheiros PS ou PDF
    11.4.3. Utilitários de dados imprimíveis
    11.4.4. Imprimir com o CUPS
    11.5. A conversão de dados de mail
    11.5.1. Noções básicas de dados de mail
    11.6. Ferramentas de dados gráficos
    11.7. Conversão de dados variados
    12. Programação
    12.1. O script de shell
    12.1.1. Compatibilidade da shell do POSIX
    12.1.2. Parâmetros da shell
    12.1.3. Condicionais da shell
    12.1.4. Ciclos (loops) da shell
    12.1.5. A sequência de processamento da linha de comandos da shell
    12.1.6. Programas utilitários para script de shell
    12.1.7. Diálogo do script de shell
    12.1.8. Exemplo de script de shell com zenity
    12.2. Make
    12.3. C
    12.3.1. Programa C simples (gcc)
    12.4. Depuração
    12.4.1. Execução gdb básica
    12.4.2. Depurar o pacote Debian
    12.4.3. Obter um backtrace
    12.4.4. Comandos gdb avançados
    12.4.5. Depurar Erros do X
    12.4.6. Verificar a dependência em bibliotecas
    12.4.7. Ferramentas de detecção de fugas de memória
    12.4.8. Ferramentas de análise de código estático
    12.4.9. Desassemblar binário
    12.5. Flex — um Lex melhor.
    12.6. Bison — um Yacc melhor
    12.7. Autoconf
    12.7.1. Compilar e instalar um programa
    12.7.2. Desinstalar um programa
    12.8. A loucura dos scripts curtos de Perl
    12.9. Web
    12.10. A tradução do código-fonte
    12.11. Criar um pacote Debian
    A. Apêndice
    A.1. o labirinto Debian
    A.2. História do Copyright
    A.3. Formato do documento
    Lista de Tabelas

    1.1. Lista de pacotes de programas interessantes em modo de texto
    1.2. Lista de pacotes de documentação informativa
    1.3. Lista de utilização de directórios chave
    1.4. Lista do primeiro caractere da saída de "ls -l"
    1.5. O modo numérico para permissões de ficheiros em comandos chmod(1)
    1.6. Exemplos do valor umask
    1.7. Lista de grupos notáveis disponibilizados pelo sistema para acesso a ficheiros
    1.8. Lista de grupos notáveis disponibilizados pelo sistema para execuções de comandos particulares
    1.9. Lista dos tipos de marcas temporais
    1.10. Lista de ficheiros de dispositivos especiais
    1.11. As teclas de atalho do MC
    1.12. A reacção à tecla enter no MC
    1.13. Lista de programas da shell
    1.14. Lista de teclas de atalho para bash
    1.15. Lista de operações de rato ao estilo Unix
    1.16. lista dos comandos Unix básicos
    1.17. As 3 partes do valor locale
    1.18. Lista de recomendações de locale
    1.19. Lista de valores "$HOME"
    1.20. Padrões glob da shell
    1.21. Códigos de saída do comando
    1.22. Idiomas de comandos de shell
    1.23. Descritores de ficheiro predefinido
    1.24. Meta-caracteres para BRE e ERE
    1.25. A expressão de substituição
    1.26. Lista de trechos de script para canalizar comandos em pipe
    2.1. Lista de ferramentas de gestão de pacotes Debian
    2.2. Lista de sites de arquivos Debian
    2.3. Lista de área de arquivo Debian
    2.4. A relação entre suite e nome de código
    2.5. Lista de sites web chave para resolver problemas com um pacote específico.
    2.6. Operações básicas de gestão de pacotes com a linha de comandos utilizando aptitude(8) e apt-get(8) / apt-cache(8).
    2.7. Opções de comando notáveis para o aptitude(8)
    2.8. Lista de teclas de atalho do aptitude
    2.9. Lista de vistas para o aptitude
    2.10. A categorização das vista de pacotes standard
    2.11. Lista da fórmula regex do aptitude
    2.12. Os ficheiros log para actividades de pacotes
    2.13. Lista de operações de gestão avançada de pacotes
    2.14. O conteúdo dos meta dados do arquivo Debian
    2.15. A estrutura de nomes dos pacotes Debian
    2.16. Os caracteres utilizáveis para cada componente nos nomes de pacotes Debian
    2.17. Ficheiros notáveis criados pelo dpkg
    2.18. Lista de valores notáveis de Pin-Priority para a técnica de apt-pinning.
    2.19. Lista de ferramentas proxy especiais para arquivos Debian
    3.1. Lista de gestores de arranque
    3.2. O significado dos parâmetros do GRUB
    3.3. Lista de utilitários de arranque para o sistema Debian
    3.4. Lista de runlevels e descrição da sua utilização
    3.5. Lista de níveis de erro do kernel
    4.1. 3 ficheiros de configuração importantes para pam_unix(8)
    4.2. A segunda entrada no conteúdo de "/etc/passwd"
    4.3. Lista de comandos para gerir informação de conta
    4.4. Lista de ferramentas para gerar palavras-passe
    4.5. Lista de sistemas PAM e NSS notáveis
    4.6. Lista de ficheiros de configuração acedidos pelo PAM e NSS
    4.7. Lista de serviços e portos inseguros e seguros
    4.8. Lista de ferramentas para disponibilizar medidas de segurança extra
    5.1. Lista de ferramentas de configuração de rede
    5.2. Lista de gamas de endereços de rede
    5.3. Lista de métodos de ligação de rede e caminhos de ligação
    5.4. Lista de configurações de ligação de rede
    5.5. Lista de ligações de rede anónimas
    5.6. Lista de ficheiros de configuração para a ligação PPP com pppconfig
    5.7. Lista de ficheiros de configuração para a ligação PPP com wvdialconf
    5.8. Lista de ficheiros de configuração para a ligação PPPoE com pppoeconf
    5.9. Lista de comandos de configuração de rede básicos com ifupdown
    5.10. Lista de estrofes em "/etc/network/interfaces"
    5.11. Lista de siglas para WLAN
    5.12. Lista de terminologia para dispositivos de rede
    5.13. Lista de comandos avançados de configuração de rede com ifupdown
    5.14. Lista de variáveis de ambiente passadas pelo sistema ifupdown
    5.15. Tabela de tradução dos comandos obsoletos net-tools para os novos comandos iproute2
    5.16. Lista de comandos de rede de baixo nível
    5.17. Lista de ferramentas de optimização de rede
    5.18. Regras básicas para o valor MTU óptimo
    5.19. Lista de ferramentas de firewall
    6.1. Lista de exploradores web
    6.2. Lista de pacotes de plugins de navegadores
    6.3. Lista de pacotes básicos relacionados com agente de transporte de mail para estação de trabalho
    6.4. Lista de escolhas para pacotes de agente de transporte de mail (MTA) no arquivo Debian.
    6.5. Lista dos manuais importantes do postfix
    6.6. Lista de ficheiros de configuração relacionados com endereços de mail
    6.7. Lista de operações MTA básicas
    6.8. Lista de agentes utilizador de mail (MUA)
    6.9. Lista de adquiridores de mail remoto e utilitários de reencaminhamento
    6.10. Lista de MDA com filtro
    6.11. Lista de Servidores POP3/IMAP4
    6.12. Lista de servidores de impressoras e utilitários
    6.13. Lista de servidores de acesso remoto e utilitários
    6.14. Lista de protocolos e métodos de autenticação do SSH
    6.15. Lista de ficheiros de configuração do SSH
    6.16. Lista de exemplos de arranque do cliente SSH
    6.17. Lista de clientes SSH para outras plataformas
    6.18. Lista de outras aplicações de servidor de rede
    6.19. Lista de clientes de aplicação de rede
    6.20. Lista de RFCs populares
    7.1. Lista de (meta)pacotes chave para o X Window
    7.2. Lista de terminologia de servidor/cliente
    7.3. Lista de métodos de ligação ao servidor X
    7.4. Tabela de pacotes para suportar fonts do sistema X Window
    7.5. Tabela de fonts PostScript Type 1 correspondentes
    7.6. Tabela de fonts correspondentes a TrueType
    7.7. Tabela de palavras chave usadas em nomes de fonts CJK para indicar os tipos de fonts.
    7.8. lista de aplicações X de escritório básicas
    7.9. Lista de aplicações X utilitárias básicas
    7.10. Lista de programas de selecção X básicos
    8.1. Lista de suportes a método de entrada com IBus
    9.1. Lista de programas para suportar ligações à rede interrompidas
    9.2. Lista de ligações de teclas para o screen
    9.3. Lista de analisadores de log do sistema
    9.4. Mostrar exemplos de hora e data para o comando "ls -l" para wheezy
    9.5. Lista de ferramentas gráficas de manipulação de imagens
    9.6. Lista de pacotes para gravar histórico de configuração em VCS
    9.7. Lista de ferramentas para monitorizar e controlar as actividades de programas
    9.8. Lista de valores nice para a prioridade de agendamento
    9.9. Lista dos estilos do comando ps
    9.10. Lista dos sinais frequentemente usados para o comando kill
    9.11. Lista de teclas de comando SAK
    9.12. Lista de ferramenta de identificação de hardware
    9.13. Lista de ferramentas de configuração do hardware
    9.14. Lista de pacotes de som
    9.15. Lista de comandos para desactivar o protector de ecrã
    9.16. Lista dos tamanhos de memória reportados
    9.17. Lista de ferramentas para segurança do sistema e verificação de integridade
    9.18. Lista de pacotes de gestão de partições do disco
    9.19. Lista de pacotes de gestão de sistemas de ficheiros
    9.20. Lista de pacote para ver e editar dados binários
    9.21. Lista de pacotes para ler e escrever ficheiros sem montar o disco.
    9.22. Lista de ferramentas para adicionar redundância de dados a ficheiros
    9.23. Lista de pacotes para recuperação de ficheiros e dados e análise forense
    9.24. Lista de utilitários de encriptação de dados
    9.25. Lista de pacotes chave a serem instalados para a recompilação do kernel no sistema Debian
    9.26. Lista de ferramentas de virtualização
    10.1. Lista de ferramentas de arquivo e compressão
    10.2. Lista de ferramentas de cópia e sincronização
    10.3. Lista de hipóteses de sistemas de ficheiros para dispositivos de armazenamento amovíveis com cenários de utilização típica
    10.4. Lista de serviços de rede para escolher com o cenário de utilização típico
    10.5. Lista de suites utilitárias de salvaguarda
    10.6. Lista de ferramentas de infraestrutura da segurança de dados
    10.7. Lista de comandos do GNU Privacy Guard para gestão de chaves
    10.8. Lista do significado do código de confiança
    10.9. Lista de comandos do GNU Privacy Guard em ficheiros
    10.10. Lista de ferramentas de fusão de código fonte
    10.11. lista de ferramentas de sistemas de controle de versão
    10.12. Comparação dos comandos VCS nativos
    10.13. Lista de pacotes e comandos relacionados com o git
    10.14. Opções notáveis para comandos CVS (use como primeiro argumento(s) para o cvs(1))
    10.15. Opções notáveis para os comandos do Subversion (use como primeiro argumento) para o svn(1))
    11.1. Lista de ferramentas de conversão de dados em texto
    11.2. Lista de valores de codificação e a sua utilização
    11.3. Lista de estilos EOL para diferentes plataformas
    11.4. Lista de comandos de conversão de TAB dos pacotes bsdmainutils e coreutils
    11.5. Lista de ferramentas para extracção de dados de texto simples
    11.6. Lista de ferramentas para destacar dados em texto simples
    11.7. Lista de entidades predefinidas para XML
    11.8. Lista de ferramentas XML
    11.9. Lista de ferramentas DSSSL
    11.10. Lista de ferramentas de extracção de dados de XML
    11.11. Lista de ferramentas de impressão bonita de XML
    11.12. Lista de ferramentas de formatação de texto
    11.13. Lista de pacotes para ajudar a criar o manual (manpage)
    11.14. Lista de interpretadores PostScript Ghostscript
    11.15. Lista de utilitários de dados imprimíveis
    11.16. Lista de pacotes para ajudar na conversão de dados de mail
    11.17. Lista de ferramentas de dados gráficos
    11.18. Lista de ferramentas de conversão de dados variados
    12.1. Lista de pacotes para ajudar a programar
    12.2. Lista dos 'bashisms' típicos
    12.3. Lista de parâmetros da shell
    12.4. Lista de expansões de parâmetros de shell
    12.5. Lista de substituições de parâmetros de shell chave
    12.6. Lista de operadores de comparação de ficheiros na expressão condicional
    12.7. Lista de operadores de comparação de strings na expressão condicional
    12.8. Lista de pacotes que contém programas utilitários pequenos para scripts de shell
    12.9. Lista de programas de interface de utilizador
    12.10. Lista de variáveis automáticas do make
    12.11. Lista de expansões da variável do make
    12.12. Lista de comandos gdb avançados
    12.13. Lista de ferramentas de detecção de fugas de memória
    12.14. Lista de ferramentas para análise de código estático
    12.15. Lista de geradores de análise LALR compatíveis com Yacc
    12.16. Lista de ferramentas de tradução de código-fonte

    Para ter o seu Debian Reference, abra o terminal e de o comando abaixo.


    sudo apt install debian-reference-pt


    Feita a instalação abra o seu guia pelo menu "Acessórios > Referência Debian"

    Você tem algumas alternativas para leitura, escolha a que mais se sinta a vontade para o estudo.





    Em HTML



    Em EPUB




    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!









Manjariando

  • Link permanente para 'FreedroidRPG e FreedroidClassic- dois jogos de código aberto.'

    FreedroidRPG e FreedroidClassic- dois jogos de código aberto.

    Postado: setembro 4, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    FreedroidRPG é um jogo de papel isométrico O jogo conta a história de um mundo destruído por um conflito entre robôs e seus mestres humanos. Jogue como Tux em uma missão para salvar o mundo dos bots rebeldes assassinos que não conhecem piedade. Você escolhe o caminho que deseja seguir e a liberdade de escolha está em […]

Manual do Usuário

Manjaro Linux

  • Link permanente para 'Manjaro 17.0.3 released (G, K, X)'

    Manjaro 17.0.3 released (G, K, X)

    Postado: setembro 3, 2017, 5:06am MDT por Philip Müller

    Manjaro Gellivara was a great release! Now we are proud to announce v17.0.3, our final release of Gellivara. It took us a little over two months to finish this updated version. We improved our hardware detection, fixed some features in our installer (Calamares), added the latest packages available to our install media and polished our release as a whole. Everyone, who used older install media than v17.0.2 release, should read also this announcement about password weakness and follow its advice to secure your systems.

    Also, Gellivara is the last edition of Manjaro Linux supporting 32bit Architecture. Read more about this decision here.

    Features of this updated release Gellivara:

    • Latest LTS kernel from linux49 series
    • Latest Xorg-Stack from v1.19 series
    • Latest Plasma5, Apps and Framework and QT
    • Updates to our graphical package managers
    • Enhancements and Improvements to our Manjaro Tools & Profiles
    • MHWD adopted a more efficient way to handle libglx binaries
    • Updated and new designed themes and styles
    • Updates on Calamares (see changelog)

    We hope you enjoy this release and let us know what you think of Gellivara.

    kind regards, Philip Müller and the Manjaro Development Team

    Links

    Tweet

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Gnome shell 3.25 no Debian'

    Gnome shell 3.25 no Debian

    Postado: setembro 2, 2017, 8:13pm MDT
    Que tal já ir usando a versão 3.25 do gnome no seu Debian ? Se você é um entusiasta do SL e do Debian, leia essa matéria.






    Gnome 3.25

    OBS: Essa matéria não é aconselhável para iniciantes e muito menos para ser seguida usando o Debian Stretch ( stable )


    Para que você possa testar o Gnome 3.25, você precisa estar usando o Debian Testing híbrido com unstable e experimental, caso não tenha e seja um usuário intermediário e queira testar, veja no link abaixo como ter seu Debian híbrido.

    Aprenda usar o Debian testing hibrido.
    Com o Debian híbrido, abra o terminal e de o comando abaixo para instalar o novo Gnome.

    Log como root
    su
    Instale o gnome shell

    apt install -t experimental gnome-shell gnome-session gnome-backgrounds gnome-terminal gnome-system-monitor

    Reinicie o computador

    reboot


    Como já era previsto por padrão o gnome está usando o wayland, mas você pode escolher entrar usando o xorg caso tenha problemas com o wayland.




    Versão.




    Opinião.

    Gnome a cada versão vem surpreendendo, essa não é diferente, o sistema está extremamente leve.




    Ainda não se tem todos os pacotes dessa versão do Gnome, mas para quem curte degustar o desenvolvimento, é instalar e ir apreciando o belo desenvolvimento Debian.

    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!









Manjaro Linux

  • Link permanente para '[Stable Update] 2017-09-02 – Kernels, Calamares, Mesa, Firefox, Python'

    [Stable Update] 2017-09-02 – Kernels, Calamares, Mesa, Firefox, Python

    Postado: setembro 2, 2017, 5:37pm MDT por Philip Müller

    system_software_updateHi community,

    again we had Firefox updated, worked on Mesa, renewed most of our Kernels, added some new Python packages, fixed our Toolchain and Calamares.

    Please report back and give us feedback for given changes made to our repositories.

    kind regards

    Philip Müller
    Manjaro Project Lead

    Current supported Kernels

    • linux310 3.10.107
    • linux312 3.12.74 [EOL]
    • linux316 3.16.47
    • linux318 3.18.69 [EOL]
    • linux41 4.1.43
    • linux44 4.4.86
    • linux48 4.8.17 [EOL]
    • linux49 4.9.47
    • linux410 4.10.17 [EOL]
    • linux411 4.11.12 [EOL]
    • linux412 4.12.10
    • linux413 4.13-rc7
    • linux-RT-LTS 4.9.40_rt30 (x86_64)
    • linux-RT 4.11.12_rt11 (x86_64)

    Package Updates (Sat Sep 2 09:54:19 CEST 2017)

    • community i686: 292 new and 274 removed package(s)
    • community x86_64: 322 new and 304 removed package(s)
    • core i686: 24 new and 26 removed package(s)
    • core x86_64: 24 new and 28 removed package(s)
    • extra i686: 314 new and 301 removed package(s)
    • extra x86_64: 313 new and 317 removed package(s)
    • multilib x86_64: 16 new and 12 removed package(s)

    Links

    Tweet

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'GNOME 3.26 deve remover de vez a bandeja Legacy do Shell'

    GNOME 3.26 deve remover de vez a bandeja Legacy do Shell

    Postado: setembro 2, 2017, 3:21pm MDT

    O GNOME 3.26 deve chegar ainda este mês de setembro trazendo várias melhorias e correções, algo que deve aperfeiçoar ainda mais a experiência do usuário ao usar o ambiente gráfico. No entanto, a nova atualização também removerá um recurso bem conhecido que muitos dos usuários passaram a confiar no dia a dia: a bandeja "Legacy". Para que possamos entender melhor por que ela está sendo removida, primeiro precisamos lembrar por qual motivo a funcionalidade foi introduzida.

    A bandeja Legacy fez sua estreia no GNOME 3.16. Trata-se de um pequeno painel que se esconde no canto inferior esquerdo da área de trabalho principal do GNOME Shell. Aplicativos como Skype, Dropbox e Discord podem criar ícones de bandeja do sistema neste painel para exibir, por exemplo, o status online, notificá-lo de novas mensagens e/ou oferecer um conjunto de ações rápidas ao clicar com o botão direito do mouse sobre cada ícone das aplicações.


    O painel está sempre oculto; Você só vê uma porção quando está em uso. Você deve passar com a seta do mouse sobre a bandeja e clicar na aba com a seta para exibir todos os ícones presentes no painel. Quando você retira a seta do mouse, o painel se esconde automaticamente. Como os aplicativos que usam ícones de bandeja costumam ser executados em segundo plano, o GNOME refere-se aos diversos itens como "ícones de status", já que exibem o status atual de cada aplicativo.

    Agora, com o GNOME 3.26, a bandeja Legacy do GNOME desapareceu. Inteiramente. Com isso, na versão de testes do ambiente gráfico, conhecida como "vanilla", você não pode ver ou acessar os ícones de status, algo que fez com que alguns usuários ficassem preocupados. Para tentar acalmar os ânimos, Florian Müllner, desenvolvedor GNOME, falou um pouco mais sobre o assunto e explicou os reais motivos da decisão de remover o recurso:

    "A bandeja legacy introduzida como parte do redesenho da notificação em 3.16 foi concebida como uma solução de lacunas para incentivar os aplicativos a se afastarem do conceito de ícones de status, mas na verdade não fez nada, exceto de ficar no caminho. Dado que a grande maioria dos aplicativos que ainda fazem uso de ícones de status funcionam perfeitamente bem sem eles, decidimos que é hora de abandonar esse recurso de UI completamente."

    "Os usuários que ainda os desejam (ou usam um dos casos estranhos onde um aplicativo realmente depende do ícone) podem instalar uma das várias extensões disponíveis, seja com base no suporte a XEmbed, que ainda é mantido, ou implementando o StatusNotifier baseado em especificações DBus."

    No entanto, felizmente, nem tudo está perdido. Como bem lembra Florian Müllner, além do usuário poder usar uma extensão para ter acesso a esses ícones de badeja do sistema, o desenvolvedor revela também que está sendo preparada uma nova alternativa para aplicações como NextCloud e Dropbox.

    "Para os poucos casos que de fato dependem de ícones de status – ou seja, onde não existe outra interface do usuário, como para nextcloud, dropbox e semelhantes – já existe trabalho em andamento para criar uma API de provedores de cloud no filemanager. Espera-se que [a nova API] apareça no próximo lançamento 3.26 e será suportada pelo cliente NextCloud. Esperamos que os outros provedores de cloud como Dropbox sigam o exemplo."
    Ubuntu 17.10 não precisará de uma nova extensãoEsta é apenas uma das várias mudanças que devem chegar com o GNOME 3.26. Então, se você está pensando em atualizar para a próxima versão do ambiente gráfico, você talvez queira conhecer as extensões TopIcons Plus e kStatus/Appindicator que irão ajudar você a ter acesso aos ícones de badeja do sistema. Ou você pode acessar o site GNOME Extensions e instalar uma outro por lá.

    Porém, se você pretende usar o próximo Ubuntu 17.10, que também trará o GNOME 3.26, você não precisará adquirir um nova extensão, pois os ícones de status dos aplicativos estarão por padrão na barra superior do sistema sem mais complicações.



    E você, o que achou da mudança? Será que vai impactar na sua experiência com o ambiente gráfico ou você já usava alguma extensão para exibir os ícones da bandeja do sistema na barra superior? Deixe-nos saber!


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'Lançada a primeira versão beta dos sabores do Ubuntu 17.10 ''Artful Aardvark'''

    Lançada a primeira versão beta dos sabores do Ubuntu 17.10 ''Artful Aardvark''

    Postado: setembro 1, 2017, 10:10pm MDT

    Já estão disponíveis para download e teste as primeiras versões beta dos sabores oficiais do Ubuntu 17.10 "Artful Aardvark", o que inclui o Kubuntu, Lubuntu, Ubuntu Budgie,
    Ubuntu Kylin, Ubuntu MATE, Ubuntu Studio e Xubuntu. Contudo, é importante ressaltar desde o início que o Ubuntu (aquele com o GNOME que substitui o Unity como o ambiente gráfico padrão) só participará oficialmente dos lançamentos a partir do beta final do ciclo de desenvolvimento, que atualmente tem data marcada para chegar em meados de setembro.

    "Os pré-lançamentos do [Ubuntu 17.10] Artful Aardvark não são recomendados para qualquer pessoa que necessite de um sistema estável. Eles são, no entanto, recomendados para os desenvolvedores de sabores do Ubuntu e aqueles que querem ajudar nos testes, relatórios e correção de erros enquanto trabalhamos para obter esta versão pronta", explicam os desenvolvedores. "O Beta 1 inclui uma série de atualizações de software que estão prontas para testes mais amplos. Este ainda é um conjunto inicial de imagens, então você deve esperar alguns erros."
    Ubuntu MATE 17.10 Beta 1Entre os sabores oficiais do Ubuntu que contam com alguns destaques, no mínimo, interessantes está o Ubuntu MATE 17.10 Beta 1. Supondo que você esteja totalmente informado sobre o enorme log de mudanças que apareceu na versão Alpha 2 , este beta chega para aprimorar as mudanças que o lançamento anterior estreou, como é o caso dos novos layouts do painel, o applet de menu global (opcional) e o recurso HUD que juntos trazem grandes melhorias. Além disso, o HUD agora está "integrado localmente" e pode ser acionado pela tecla Alt:


    Mas, por que o HUD foi "integrado localmente" em vez de exibir globalmente, como no Unity? Segundo Martin Wimpress, do projeto MATE, "o objetivo do HUD é manter seus dedos no teclado [...] se você estiver olhando para uma aplicação, por que mover o HUD para o topo da tela, de onde seus olhos já estão focados? Manter o HUD dentro do contexto da aplicação ativa ajuda a eliminar a reativação de sua atenção para uma parte diferente da tela".

    Por último, mas não menos importante, também há melhorias nos temas padrões e foram adicionados novos slides no instalador Ubiquity. Você pode fazer download agora mesmo do Ubuntu MATE 17.10 Beta 1 clicando aqui.
    Ubuntu Budgie 17.10 Beta 1A primeira versão beta do Ubuntu Budgie 17.10, o mais recente sabor do Ubuntu, oferece aos usuários o último lançamento estável do ambiente gráfico Budgie, a versão 10.4. Esta atualização está longe de ser pequena e traz diversas, incluindo suporte para painéis verticais, de dock e transparentes. Há também um novo aplicativo de configurações para ajudar você a personalizar a área de trabalho para se adequar ao seu gosto, além de muitas melhorias de interface.

    Você pode baixar o Ubuntu Budgie 17.10 Beta 1 através deste link.
    Xubuntu 17.10 Beta 1Se você é fã do Xubuntu, esta nova versão beta é a sua primeira chance de ver o que a distro leve tem a oferecer em seu próximo lançamento. Há muitos pacotes atualizados, incluindo os componentes de desktop do núcleo do XFCE4, mas a maior parte deles consistem em pequenas correções de bugs, melhorias de estabilidade e ajustes sob o capô.

    Para mais detalhes, não deixe de conferir as notas de lançamento. Você pode fazer download do Xubuntu 17.10 Beta 1 clicando aqui.


    FONTE: OMG! Ubuntu!

Manual do Usuário

  • Link permanente para 'Post livre #100'

    Post livre #100

    Postado: setembro 1, 2017, 6:49pm MDT por Emily Canto Nunes

    Nossa, o tempo passa, o tempo voa, e o post livre já chegou ao número 100. Sobre o que vocês gostariam de falar nesse primeiro dia pós-agosto que também é uma data a se comemorar, afinal que outro blog independente tem espaço para seus leitores serem também protagonistas? Então vem falar conosco das novidades da IFA, da Quantum, ou do podcast que atrasou porque um dos participantes gravou sem fone de ouvido com microfone…

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Ajuda offline do LibreOffice, para Debian, Ubuntu e derivados'

    Ajuda offline do LibreOffice, para Debian, Ubuntu e derivados

    Postado: setembro 1, 2017, 5:42pm MDT
    Que tal ter um ótimo material de ajuda do Libreoffice para poder fazer consultas e resolver suas dúvidas, mesmo estando sem internet ? Se gosta da ideia, leia essa matéria.





    Essa dica é bem simples e você só precisa instalar um pacote, abra o seu terminal e de o comando abaixo.


    sudo apt install libreoffice-help-pt-br

    Feita a instalação, abra o LibreOffice e tecle F1.





    Esse pacote de ajuda é para todos os componentes da suite.




    Bons estudos :)

    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!










Manual do Usuário

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Identificar pendrive falso no seu GNU/Linux'

    Identificar pendrive falso no seu GNU/Linux

    Postado: setembro 1, 2017, 12:07pm MDT
    Muitas pessoas acabam caindo no golpe do pendrive com capacidade falsa, adulterado, veja nessa matéria como descobrir se você foi enganado e comprou gato por lebre.






    Nessa matéria iremos usar o CapacityTester, um aplicativo gráfico que você pode fazer o download aqui  ou na github do desenvolvedor onde você pode encontrar o código fonte caso queira.

    Usando o CapacityTester
    Feito o download conecte o pendrive a porta USB do seu computador e com ajuda do seu gerenciador de arquivos monte o pendrive vazio, aconselho testar o seu novo pendrive antes do uso, muitos não suportam uma formatação, apesar que o software ira apagar o pendrive nos testes.




     Abra o CapacityTester que você fez o download.




    Click na setinha a direita de "Volume" e selecione o seu pendrive que foi montado anteriormente.




     Click em "Start Test".




    Aguarde ... seja paciente que o processo é lento.




    O primeiro "Initializing" levou 15 minutos.




    Mais 15 minutos e o teste foi finalizado.




    Meu pendrive passou no teste, é original.




     Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!










LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Novo design do Skype para mobile agora está disponível também no Linux'

    Novo design do Skype para mobile agora está disponível também no Linux

    Postado: agosto 30, 2017, 12:26am MDT

    Não faz muito tempo que a versão do Skype para dispositivos móveis passou por uma mudança no visual, que aparentemente não agradou a todos. Agora, essas novidades estão disponíveis também na versão do aplicativo para Linux, porém, felizmente, antes de você se preocupar com a atualização, é importante ressaltar que o redesenho não está sendo forçado a você. Em vez disso, para experimentar o que a Microsoft chama de "o skype mais expressivo já existente" no Linux, você deve optar por uma nova versão preview para desktop — pois é, nem nós vamos escapar dessa.

    A Microsoft estreou seu Skype da "próxima geração" em junho. No início, o aspecto colorido, moderno e móvel, atraiu críticas severas dos fãs do serviço e dos especialistas em tecnologia. Agora, tendo trazido recentemente o redesenho do aplicativo para o Windows e o macOS sob a forma de uma versão de teste chamada "Skype Preview", é a vez dos usuários do sistema do pinguim conferir aquilo que os donos de dispositivos móveis estão usando.


    Outras alterações incluem novas chamadas de grupo, um painel de notificação para acompanhar as menções em conversas em grupo e há uma galeria de mídia para cada bate-papo, facilitando a busca rápida de um arquivo ou imagem compartilhada.
    O compartilhamento de tela do Skype agora funcionaSe o novo design inovador ainda não é bastante para você, há um outro motivo que pode merecer um pouco de sua atenção: o compartilhamento de tela do Skype a partir do Linux funciona! Você pode compartilhar toda a tela em qualquer bate-papo de grupo ou uma conversa particular. Basta clicar no botão "overflow" na barra de ferramentas da chamada e selecionar "share screen":


    Contudo, o recurso de compartilhamento de tela não deve funcionar em uma sessão Wayland. Se você estiver testando as builds diárias de desenvolvimento do Ubuntu 17.10, você precisará sair, selecionar a sessão Xorg no gerenciador de contas de usuário do GNOME (GDM) e, em seguida, fazer login novamente.
    Baixe o Skype Preview para LinuxEste aplicativo ainda é baseado em Electron (com todos os benefícios e armadilhas que isso implica), mas a interface gráfica, pelo menos, dá mais presença ao aplicativo e as melhorias no grupo de bate-papo, especialmente, são no mínimo interessantes.

    Se você está curioso e quer testar o Skype Preview para Linux, você pode fazer download do pacote DEB (Ubuntu/Debian) através deste link ou do RPM (Fedora/openSUSE) clicando aqui.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'O Ubuntu 17.10 será lançado com o GNOME Shell 3.26'

    O Ubuntu 17.10 será lançado com o GNOME Shell 3.26

    Postado: agosto 30, 2017, 11:37pm MDT

    É oficial: o próximo Ubuntu 17.10 (Artful Aardvark) será lançado com o ambiente gráfico GNOME 3.26. Para que isso fosse possível, foi aberta uma exceção na atual fase de desenvolvimento chamada "feature freeze", onde a adição de novas funcionalidades está suspensa e todo o esforço se concentra na implementação de correções e no aperfeiçoamento da experiência do usuário, e agora os primeiros pacotes do GNOME Shell 3.26 estão chegando nos repositórios, bem como sendo testados e aprovados pelos usuários das builds diárias do sistema operacional.

    O GNOME Shell 3.26 não é uma grande atualização importante, porém, possui algumas mudanças notáveis, como é o caso das ações de sessão que agora são exibidas na pesquisa do Shell e das melhorias implementadas para o layout dos resultados de pesquisa do  GNOME Shell. Além disso, o GNOME finalmente contará com animações para maximizar e minimizar janelas.


    Ao menos por enquanto, como o GNOME 3.26 ainda não foi oficialmente lançado, os aplicativos padrões do GNOME, como o Nautilus e Evince, ainda estão na série 3.25.x, onde só se mudarão para a versão 3.26 quando chegar o dia do próximo lançamento do GNOME.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'GNOME Games 3.26 terá suporte para configuração de gamepad'

    GNOME Games 3.26 terá suporte para configuração de gamepad

    Postado: agosto 30, 2017, 2:20pm MDT

    Para aqueles que ainda não estão muito familiarizados com o GNOME Games, saiba que o aplicativo promete ajudar você a gerenciar e navegar entre as suas coleções de jogos. Por fazer uso de núcleos da API libretro, a aplicação também permite que você possa jogar diversos tipos de games presentes em sua biblioteca como, por exemplo, a partir de ROMs. Para deixar tudo ainda melhor, o GNOME Games deve ganhar novos recursos importantes na sua próxima versão, a 3.26.

    Entre esses novos recursos, está o suporte para a configuração de gamepad. Essa nova funcionalidade permite que você crie mapeamentos personalizados para dispositivos conectados. Isso será especialmente útil se você usar um controle de modelo muito específico, bem como com um layout de botão diferente do tradicional.

    Da mesma forma, o suporte para a configuração do teclado pretende permitir que você configure quais teclas precisam ser pressionadas para jogar um jogo. Além disso, também estará disponível a opção de adicionar jogos manualmente ao aplicativo, suporte para os consoles Atari Lynx, MS-DOS, WonderSwan, WonderSwan Color e muito mais.

    A versão Flatpak do próximo GNOME Games 3.26 pode chegar com mais núcleos da API libretro, incluindo núcleos para Nintendo DS e GameBoy Advance, além de um núcleo genérico de "arcade".

    Se você é um usuário do Ubuntu 17.04, pode instalar o último lançamento estável dos Jogos GNOME do Ubuntu Software. Tenha em mente que, para esta versão, você precisará instalar núcleos de livretro separadamente (muitos são capazes de ativar a funcionalidade de jogabilidade). Você pode instalar o GNOME Games através do Ubuntu Software, clicando aqui.


    FONTE: OMG! Ubuntu!
  • Link permanente para 'Lançado o Budgie 10.4 com melhorias para a dock, novas animações, luz noturna e muito mais'

    Lançado o Budgie 10.4 com melhorias para a dock, novas animações, luz noturna e muito mais

    Postado: agosto 30, 2017, 1:00pm MDT

    Já está disponível para download e instalação o Budgie 10.4, que chega trazendo mais melhorias e novos recursos que devem aperfeiçoar ainda mais a experiência oferecida pelo ambiente gráfico, que é baseado no GNOME, porém, oferece todos os recursos comuns que você esperaria em uma área de trabalho moderna, incluindo um menu de aplicativos, barra de tarefas, centro de notificação e muito mais, podendo ser instalado ao lado do Unity, GNOME Shell e Cinnamon.

    "O Budgie 10.4 é considerado um lançamento importante em nossa série 10.x, com melhorias significativas em applets, painéis e na personalização do Budgie. Esta versão também apresenta aperfeiçoamentos para Alt+Tab, animações e para o Budgie Menu!", diz os desenvolvedores.


    Ainda no mês passado, nós falamos sobre algumas das principais novidades que deveriam está presentes no Budgie 10.4 e estamos felizes em poder dizer que todos esses novos recursos estão disponíveis nesta nova versão do ambiente gráfico, como é o caso do novo painel de configurações, que facilita muito a adição, remoção e gerenciamento de painéis, applets e ajustes dos temas, estilos e comportamento da área de trabalho.

    Você pode abrir as configurações do Budgie a qualquer momento clicando no ícone mais à esquerda na parte inferior da barra lateral do Raven. Entre outros destaques, está o menu de aplicativos, que agora é mais rápido na filtragem de aplicativos e mais personalizável. Já o novo applet Night Light permite que você controle a temperatura da tela, algo que pode ajudar a reduzir a tensão ocular e promover padrões naturais de sono.

    O novo applet Night Light.

    Além disso, a nova versão do ambiente gráfico permite que você possa adicionar vários painéis, posicioná-los verticalmente e ativar a transparência dos mesmos quando você bem entender. Há também uma  nova opção chamada 'Dock Mode' que reduzirá a largura do painel para o tamanho do conteúdo — perfeito para criar uma dock para iniciar e gerenciar aplicativos.

    Novas animações suaves acompanham ações comuns das janelas, como maximizar e minimizar — tudo isso parece funcionar perfeitamente com a nova configuração de "transparência dinâmica", como mostra o gif abaixo:


    Mais detalhes sobre os principais destaque do Budgie 10.4 podem ser conferidos no anúncio oficial, clicando aqui.

    Instalando o Budgie 10.4
    Para instalar a última versão estável do Budgie no Ubuntu 16.04 LTS ou 17.04, você precisará adicionar um dos seguintes PPAs no sistema operacional. Ambos são mantidos pela equipe do sabor oficial "Ubuntu Budgie", para que você possa adicioná-los com confiança.

    Se você usa o Ubuntu 16.04 LTS, você precisa primeiro executar este comando no seu Terminal:
    sudo add-apt-repository ppa:budgie-remix/ppa
    Mas se você usa o Ubuntu 17.04, execute o seguinte comando:
    sudo add-apt-repository ppa:ubuntubudgie/backports
    Após adicionar o PPA adequado para o seu sistema operacional, é hora de instalar (ou atualizar) o Budgie 10.4, executando:
    sudo apt update && sudo apt install budgie-desktop -y
    Se você quiser usar os recursos extras, como o applet de tempo, de captura de tela e o applet de indicadores (perfeito para aplicativos como Dropbox e Skype), você precisará instalá-los separadamente. Ou buscando por eles no Ubuntu Software ou executar este comando:
    sudo apt install budgie-screenshot-applet budgie-haste-applet budgie-weather-applet budgie-indicator-applet
    Finalmente, quando tudo estiver instalado, você precisa encerrar a sessão atual e entrar no Budgie. Na tela de login, clique no botão de seleção de sessão (é o pequeno logotipo do Ubuntu perto do seu nome de usuário) e escolha a sessão de desktop "Budgie" na lista.


    Prossiga para efetuar o login. É isso; O ambiente gráfico Budgie será carregado e você poderá personalizá-lo ao seu gosto.


    FONTE: OMG! Ubuntu!Budgie Desktop

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Pulseeffects no seu GNU/Linux'

    Pulseeffects no seu GNU/Linux

    Postado: agosto 28, 2017, 7:14pm MDT
    Limitador, compressor, reverberação, equalizador e efeitos de volume automático para o Pulseaudio.








    Pulseeffects é uma ferramenta destinada aos amantes do som de qualidade :)

    Ordem dos efeitos aplicados na saída dos aplicativos:

    • Limitador de entrada (Ladspa Fast Lookahead Limiter)
    • Volume automático
    • Panorama Estéreo (Gstreamer)
    • Compressor (Ladspa SC4)
    • Freeverb (Gstreamer)
    • Ganho de entrada do equalizador (volume Gstreamer)
    • Filtro de passear Butterworth (Gstreamer audiocheblimit)
    • Filtro Lowpass Butterworth (Gstreamer audiocheblimit)
    • Equalizador de 15 bandas (Gstreamer)
    • Ganho de saída do equalizador (volume Gstreamer)
    • Limitador de saída (Ladspa Fast Lookahead Limiter)
    • Analisador de espectro (Gstreamer)


    Instalação
    Iremos instalar utilizando o flatpak disponível em todas as distribuições GNU/Linux, portanto instale o flatpak na sua distribuição usando o comando correspondente a ela.

    Debian base


    sudo apt install flatpak

    Arch base


    sudo pacman -S flatpack

    Fedora base


    sudo dnf install flatpak

    openSUSE base


    sudo zypper install flatpak


    Instalação do Pulseeffects

    No terminal de o comando abaixo para adicionat o repositório do Pulseeffects.


    flatpak remote-add --if-not-exists flathub [https:]

    Instale o Pulseeffects com o comando abaixo.


    flatpak install flathub com.github.wwmm.pulseeffects

    Aguarde ...


    Criar o lançador no menu
    De o comando abaixo no terminal para criarmos o lançador do programa.


    nano ~/.local/share/applications/Pulseeffects.desktop


    Cole as linhas em vermelho abaixo no editor nano aberto no seu terminal.

    [Desktop Entry]
    Encoding=UTF-8
    Version=0.9.4
    Type=Application
    Name=Pulseeffects 
    Comment=
    Exec=flatpak run com.github.wwmm.pulseeffects
    StartupNotify=false
    Terminal=false
    Hidden=false
    Icon=multimedia-volume-control
    Categories=AudioVideo;Audio;Mixer;GTK;


    Salve teclando Ctrl + x tecle s e tecle enter para fechar.


    Vá ao menu Multimídia e abra o Pulseeffects.

    Imput Limiter




    Panorama



    Compressor




    Reverberation




    High Pass





    Low pass





    Equalizer




    Fonte

    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!












  • Link permanente para 'Use seu celular como webcam no seu GNU/Linux'

    Use seu celular como webcam no seu GNU/Linux

    Postado: agosto 28, 2017, 4:15pm MDT
    Que tal usar seu celular como webcam pela rede local ou pela internet, se estava buscando essa utilidade ao seu dispositivo móvel, leia essa matéria.






    Nessa matéria iremos usar o software DroiCam instalado em seu celular e no seu computador.

    OBS: O DroidCam é um software de fora do seu repositório oficial, se não concorda com o uso de programas nessas condições, fique totalmente a vontade para não seguir a matéria.

    Instalação no Celular
    Abra o Paly Store, busque por droidcam e instale.



    Feita a instalação click em "Open".




    Click em "Next".




    Click em "Got It"

    Leia as dicas do software.



    DroidCam instalado no seu celular, agora precisamos instalar ele em seu computador.




    Instalação no computador
    Para instalar no computador iremos usar as indicações do mantenedor do software, abra o terminal e de os comandos na sequencia.


    cd /tmp/

    sudo apt-get install linux-headers-`uname -r`


    bits=`getconf LONG_BIT`


    wget [https:] {bits}bit.tar.bz2


    [[ ${bits} -eq 32 ]] && checksum=c8baa64b3f1e1d9b9051ece23474e58f


    [[ ${bits} -eq 64 ]] && checksum=ad14437f0556d80f981d1027766afe29


    echo "${checksum}  droidcam-${bits}bit.tar.bz2" | md5sum -c --


    # OK?

    tar xjf droidcam-${bits}bit.tar.bz2


    cd droidcam-${bits}bit/


    sudo ./install


    Instale o Cheese para poder visualizar a imagem gerada pelo seu celular.

    sudo apt install cheese

    Configuração
    Ao executar o DroidCam em seu celular ele te deu um endereço IP e um numero de porta, são esses dados que iremos usar.



    Abra o DroidCam no seu computador com o comando abaixo.

    droidcam &


    Em "Phone IP" digite o nº de IP fornecido pelo DrtidCam em seu celular.




    Apos digitar o IP click em "Connect".




    Abra o Cheese.

    Click em "Cheese > Preferências", em "Dispositivo" selecione o DroidCam e click em Fechar.




    Automaticamente o seu celular já produz imagens para o seu computador.




    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!










Elias Praciano

Linux dicas e suporte

  • Link permanente para 'Montar celular e tablet no Debian, Ubuntu e derivados.'

    Montar celular e tablet no Debian, Ubuntu e derivados.

    Postado: agosto 28, 2017, 11:52am MDT
    Se está tendo dificuldade em montar seu dispositivo móvel no seu sistema operacional base Debian, leia essa matéria e veja como resolver.







    Para que seu dispositivo seja montado no seu gerenciador de arquivos, devemos ter os pacotes responsáveis pelo mtp instalados além de seu dispositivo estar configurado para isso.




    Instalação

    Em primeiro lugar iremos deixar o seu sistema preparado para o mtp, para isso abra o terminal e instale os pacotes com o comando abaixo.


    sudo apt install gvfs-backends mtp-tools


    Feita a instalação reinicie o computador com o comando abaixo.


    sudo reboot


    Configuração MTP
    Para que seu dispositivo seja reconhecido pelo seu sistema operacional, você deve habilitar no dispositivo móvel o MTP como na imagem abaixo.




    Tendo seguido os passos descritos, você tera acesso ao seu dispositivo móvel.




    Caso não consiga com o MTP, você pode marcar a opção PTP no seu dispositivo móvel, ela pode resolver seu problema.



    Donate - Contribua para a melhoria do nosso trabalho!!










Manjariando

  • Link permanente para 'OpenClaw – Re-implementação do jogo Captain Claw (1997)'

    OpenClaw – Re-implementação do jogo Captain Claw (1997)

    Postado: agosto 28, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    Instalação. Modo gráfico: procure e instale os pacotes openclaw e mono. Terminal: utilize o comando abaixo. yaourt -S openclaw mono Use os comandos abaixo no terminal para copiar os arquivos necessários para seu usuário. cp /usr/share/openclaw/config.xml ~/.config/openclaw/ cp /usr/share/openclaw/SAVES.XML ~/.config/openclaw/ Para iniciar o jogo, utilize o comando abaixo no terminal. clawlauncher   Se você gosta de algum programa e não achou […]

LinuxBuzz

  • Link permanente para 'Versão de F1 2017 para Linux e SteamOS aparece no SteamDB'

    Versão de F1 2017 para Linux e SteamOS aparece no SteamDB

    Postado: agosto 26, 2017, 12:52pm MDT

    Considerado um dos jogos de corrida mais aguardados do ano, F1 2017 foi lançado ainda neste mês, em 25 de agosto, trazendo carros que marcaram época na categoria, um multiplayer online repleto de opções e novidades em seu principal modo, o Carreira, entre outros destaques. Contudo, a boa notícia agora é que o jogo pode ganhar uma versão para a plataforma Linux muito em breve.

    A informação vem de uma página dedicada ao jogo no famoso site SteamDB, onde é possível ver que os desenvolvedores estão mantendo e trabalhando em uma versão para Linux do novo game de automobilismo da Codemasters, como mostram as imagens abaixo:



    A boa notícia já não é nem um surpresa, principalmente quando levamos em consideração que a Feral Interactive (provavelmente a desenvolvedora por traz do port para Linux de F1 2017) pediu através de seu perfil oficial do Twitter para que os jogadores Linux mostrassem o quanto estão interessados em adquirir o título.

    Infelizmente, ainda não há nem uma confirmação oficial sobre a chegada do game no sistema do pinguim por parte da Feral Interactive ou da Codemasters, muito menos, é claro, uma data de lançamento do título no Linux. Contudo, é esperado que mais detalhes sejam revelados em breve.



    Além de suas versões para PlayStation 4 e Xbox One, F1 2017 está disponível no Steam para Windows e macOS por R$ 105,99.


    FONTE: GamingOnLinux | SteamDB

Manjariando

  • Link permanente para 'WordPress.com- cliente desktop agora disponível na AUR.'

    WordPress.com- cliente desktop agora disponível na AUR.

    Postado: agosto 26, 2017, 11:00am MDT por Manjariando
    Para quem já tem um blog no WordPress.com ou está pensando em criar, depois do pacote calypso ter ficado por muito tempo desatualizado, e o blog disponibilizar as atualizações aqui, no mês de junho foi adicionado na AUR um novo pacote que vai disponibilizar o cliente desktop do WordPress.com. Eu já estou utilizando ele para escrever esta postagem, e está funcionado […]

Viva o Linux

  • Link permanente para 'Como cortar arquivos de áudio usando o ffmpeg'

    Como cortar arquivos de áudio usando o ffmpeg

    Postado: agosto 23, 2017, 3:15am MDT

    Dica simples de como cortar uma parte de um arquivo de áudio usando o ffmpeg.

    Supondo que tenho o arquivo audio-original.mp3 e quero extrair os 5 primeiros segundos do áudio:

    Onde:

    -t 5 :: tempo...

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    Shell Script: Instalação do Telegram Desktop via shell script

    Postado: agosto 23, 2017, 5:59am MDT

    Meninos do computador e pessoas não normais, aqui começa mais um Script do Dino® trazendo para vocês informações tão úteis quanto a quantidade de dentes que um tubarão tem.

    Hoje vamos automatizar a instalação do Telegram Desktop, um cliente de mensagens instantâneas muito popular e com vários recursos úteis.

    Basta executar o script que ele fará o download e a instalação do cliente para desktop.