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Com a autoridade moral de quem ousou pegar em armas contra o arbítrio, o presidente uruguaio José "Pepe" Mujica defendeu nesta 4ª feira (17/03) a libertação ou colocação em prisão domiciliar dos militares com mais de 70 anos que cumprem penas por crimes cometidos durante o período ditatorial de 1973/85.Um dia antes, almoçando com militares, Mujica lhes disse que as novas gerações de soldados não deveriam carregar o peso das atrocidades cometidas por seus antecessores."Eu não quero presos velhos. Velhos com 75 ou 80 anos. E isso não só para militares, mas para todos os demais presos desta idade".
"Os melhores seres humanos querem esperanças, não vingança; soluções reais, não catarse; humanidade, não beligerância. A esquerda precisa voltar a ter um ideário positivo, encarnando, para o cidadão comum, a promessa de um futuro melhor; e não revolver exaustivamente o sangue e a lama, concorrendo também para o clima negativo que faz a maioria concluir que é inútil lutar pelo bem comum e mais sensato zelar pelos próprios interesses".
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1:00 Quinta-feira. Semaninha que passou correndo sem um escandalozinho sequer, todos aguardando disciplinadamente o fim de semana.
1:00 Ontem o Trivial foi paa Nureyev. Que tal um apanhado dos grandes bailarinos e bailarinas da história?
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Manifestantes: quem sabe contar?
Trocando em miúdos: os Estados produtores não arrecadam ICMS do petróleo, gás e energia que vão para outros Estados. Via de regra, o ICMS é cobrado em todos os Estados que produzem bens. A regra acima é, portanto, uma exceção (petróleo, gás e energia). Para compensar essa perda na arrecadação dos Estados produtores é que são cobrados royalties. Um estudo de 2008 indicava que o Rio perdia cerca de 15,54% de sua arrecadação. Aliás, é exatamente isso que justifica os royalties que Itaipu paga para Estados e municípios afetados pela hidrelétrica.b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e energia elétrica;
Mas então por que o chororô? Porque há um descompasso entre a produção de riqueza e a arrecadação tributária. Como disse, os ganhos com a produção do petróleo geram arrecadação através do mecanismo dos royalties e não pelo ICMS. Corta-se o primeiro e o Estado quebra. Que isso pode gerar de bom? Pode obrigar senadores e deputados a finalmente realizar uma reforma tributária. Os candidatos a presidente este ano tem de mostrar como pretendem já no início do mandato (e esta é a melhor fase para esses abacaxis) encarar o problema. Estados precisam entrar também para valer no debate. Em um federalismo de verdade, perdas e ganhos tem de ser negociados, e nenhum ente da federação pode ficar tão suscetível a ditames de outro.
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0:10 Nassif, entrei no site do TSE e vi que a pesquisa do Ibope foi impugnada!
Não sei o motivo, não localizei no site a explicação. Talvez alguém saiba as implicações desta decisão do TSE e quais motivos poderiam a ter originado.
Data do Registro 09/03/2010
Protocolo 5429/2010
Processo RP Nº 564-24.2010.6.00.0000
Ministro Relator MINISTRO ALDIR PASSARINHO JÚNIOR
Contratada IBOPE Inteligência Pesquisa e Consultoria Ltda.
Contratante CNI – Confederação Nacional da Indústria – CNPJ 33.665.126/0001-34 – SB Norte, Quadra 1, bloco C – Asa Norte – Brasília, DF – CEP 70040-903
Valor da Pesquisa 162162
Origem dos Recursos Contratante
Pagante do Trabalho Contratante
Período de Realização de 05/03/2010 a 10/03/2010
Nr. de entrevistados 2002
Situação Impugnada
23:49 Nassif
A Elis Regina completa!! 65 anos de vida hj. Não deixa essa data passar sem registro. Ela foi, é e continuará sendo a maior cantora de MPB que este país já produziu.
Você conheceu a Elis, lembra de uma passagem especial na sua vida?
No vídeo, Tom fala sobre Elis. Uma delícia.
http://www.youtube.com/watch?v=6lR9YDugnXw&feature=related
Céu e Mar – Elis & Tom
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Do Hora do Povo
Apeoesp respondeu com 40 mil nas ruas às afirmações do Governo do Estado de que greve atingiu apenas 1% da categoria
Reunidos em assembleia sexta-feira na avenida Paulista, mais de 40 mil professores da rede pública estadual de ensino aprovaram a continuidade da greve iniciada no dia 8 de março e o mote: “Serra mente para o povo, a educação pede socorro”.
O mar de professores transbordou do vão livre do MASP e ocupou as duas pistas da Paulista, respondendo a versão do governo tucano de que a paralisação teria alcançado 1% do magistério, contra 80% contabilizados pelo Conselho Estadual de Representantes da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).
O caráter ordeiro e pacífico da manifestação destoou da magnitude do aparato repressivo montado pelo governo tucano, que além de 300 policiais usou até helicóptero militar para tentar intimidar os professores.
Ao longo da semana de convocação para o ato, o apoio de pais e estudantes ao movimento foi crescendo. O governo do Estado chegou a ordenar aos diretores de escolas que passassem a negar informações à imprensa, na tentativa de que a população desconhecesse o alcance da paralisação, e não tomasse conhecimento do abandono a que foi submetida a educação pública no Estado mais rico da Federação.
CENSURA
O governo do Pior Salário Do Brasil (PSDB) – como denunciaram os manifestantes em suas faixas e cartazes – enviou por email memorandos de censura às direções das escolas estaduais. Um deles, distribuído pela Diretoria de Ensino Leste 3 e exibido pela Liderança do PT em sessão plenária na Assembleia Legislativa, conclamava as direções ao silêncio: “em virtude dessa paralisação, a imprensa está entrando em contato diretamente com as escolas solicitando dados e entrevistas. Solicitamos ao Diretor de Escola para não atender a esta solicitação”.
“A valorização dos servidores e dos serviços público é essencial. E o que faz o desgoverno Serra? Além de não cumprir a data-base, que é o período onde cada categoria profissional tem assegurado o direito de negociar o seu reajuste salarial e abrir
perspectivas de evolução, não apresenta nenhuma proposta para o conjunto do funcionalismo e ainda tenta impor condições vexatórias para o magistério”, denunciou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha (Bebel).
Por isso, esclareceu Bebel, entre as principais bandeiras do movimento estão o reajuste salarial imediato de 34,3%; a incorporação das gratificações e extensão aos aposentados; plano de carreira justo; garantia de emprego e o fim das avaliações excludentes, como o provão dos ACTs (Admitidos em Caráter Temporário) e a avaliação de mérito.
BAIXOS SALÁRIOS
O descompromisso salta aos olhos em qualquer visita a uma escola estadual, mas fica ainda mais evidente no valor da hora-aula pago pelo Estado de São Paulo: Professores do Ensino Básico II recebem R$ 7,58 a hora-aula, valor inferior ao pago no Acre (R$ 11,17), Roraima (R$ 10,32), Alagoas (R$ 10,15), Tocantins (R$10,10) e Espírito Santo (R$ 9,60). Professores de Ensino Básico I recebem ainda menos, R$6,55 por hora-aula.
Após seis horas de estrada desde Bauru, a professora de alfabetização (1ª a 4ª série) Ana da Conceição Antunes disse que “contra o Serra, viajaria quanto tempo fosse necessário”. Não é para menos. Após 23 anos de magistério, Ana é uma das muitas vítimas dos absurdos critérios implantados pelo governador, que decidiu elaborar uma prova para “medir a capacidade” sem a mínima correspondência com a realidade e a necessidade das salas de aula. “Assim, estou encostada na escola, sem ter aulas para dar. Virei reserva e temo perder de vez o meu trabalho. É uma situação humilhante para quem dedicou uma vida para a escola”, relatou.
Ao longo de todo o percurso, da Paulista até a Praça da República, os professores foram recebendo o apoio da população, além de diversas entidades sociais presentes na assembleia. Entre elas, a União Municipal dos Estudantes de São Paulo, que manifestou solidariedade à greve. De acordo com a presidenta da UMES, Ana Letícia, “há 16 anos a educação de São Paulo vem sendo degradada com a política neoliberal de retirada do Estado de cumpridor de suas obrigações, de investir na qualidade do ensino”. Exemplificando o que qualificou de “desmonte”, Ana Letícia citou “a criação da aprovação automática – ou ignorância continuada – e a cartilha do Serra, com dois Paraguais no continente sul-americano; o ataque à autonomia do professor; o sucateamento de laboratórios e bibliotecas; fechamento de escolas e lotação de salas de aula com 50, 60 alunos, e o fechamento de turnos escolares”.
Uma nova assembleia foi convocada para a próxima sexta-feira (19), a partir das 14 horas, no vão livre do MASP. Até lá os professores aprovaram a realização de panfletagens e atos nas principais avenidas das cidades, onde a população será informada dos descaminhos da educação paulista.
23:25
23:22
23:16 ATO DE ENCERRAMENTO DA 3ª AÇÃO INTERNACIONAL DA Marcha Mundial das Mulheres no Pacaembu
Companheiras,
Amanhã, 18 de março, a partir das 16h, faremos um grande ato de encerramento da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. As duas mil mulheres que, durante dez dias, caminharam entre as cidades de Campinas e São Paulo, sairão de Osasco às 13h em direção à Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu.
Esperamos todas lá!
3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
Entre os dias 8 e 18 de março, a Marcha Mundial das Mulheres organizou sua 3ª Ação Internacional no Brasil. Neste período, duas mil mulheres de todas as regiões do país fizeram uma caminhada entre dez cidades, de Campinas a São Paulo, para dar visibilidade à luta das mulheres brasileiras e reivindicar mudanças em suas vidas.
A Ação começou no Dia Internacional das Mulheres (8/3), em um grande ato público no Largo do Rosário, no centro de Campinas, e terminará em São Paulo, no dia 18, em um ato na Praça Charles Miller.
O lema das mobilizações é “ Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres”, e suas reivindicações se baseiam em quatro campos de ação: autonomia econômica das mulheres; bens comuns e serviços públicos; paz e desmilitarização; e violência contra as mulheres.
Esta Ação faz parte de uma grande mobilização internacional que vai até o dia 17 de outubro. Estão programadas atividades em 51 países, entre eles Canadá, Colômbia, França, Espanha, entre outros. O encerramento será em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo.
Trajeto
A marcha passou por dez cidades paulistas: Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira, Jundiaí, Várzea, Cajamar, Jordanésia, Perus e Osasco.
Marcha Mundial das Mulheres completa dez dias na estrada
As duas mil militantes chegaram ontem a Osasco, onde debateram a integração dos povos e o papel do Estado na transformação da vida das mulheres (e, em última instância, do mundo).
Esta quarta-feira (dia 17) foi o décimo dia da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil, véspera da chegada a São Paulo e do encerramento com ato público na Praça Charles Miller. Hoje, chegaram a Osasco as duas mil militantes que no dia 8 de março iniciaram em Campinas a grande caminhada de luta e formação. Elas saíram às 6h da manhã do Centro Santa Fé, em Perus, no quilômetro 26 da rodovia Anhanguera, e durante quase cinco horas marcharam 14 quilômetros.
Nos dez dias de caminhada, as militantes já percorreram um total de 108 quilômetros. Desta vez, quem puxou a Marcha foi a delegação de Minas Gerais, que inovou na mística de mobilização. Funcionando como comissão de frente, o grupo de teatro mineiro Obscenas fez uma performance em memória das mulheres brasileiras violentadas e assassinadas.
Nesta tarde, no Sindicato dos Metalúrgicos, local do alojamento em Osasco, a Marcha fará um debate aberto sobre “integração dos povos como alternativa e o papel do Estado”. Em pauta, uma avaliação dos avanços, limites e desafios para as políticas públicas no Brasil e em nível regional. Amanhã, às 13h, as caminhantes partem com destino ao estádio do Pacaembu, em São Paulo, na frente do qual acontecerá um grande ato público de encerramento desta Ação 2010.
Paz e desmilitarização
Ainda no Centro Santa Fé, ontem à tarde, a Marcha Mundial das Mulheres debateu paz e desmilitarização. A presença da médica cubana Aleida Guevara, filha do revolucionário cubano Che Guevara, emocionou as militantes, algumas das quais incorporaram o papel de verdadeiras tietes. “É bom estar aqui e conhecer pessoas bem preparadas para a luta, que buscam soluções para os seus problemas”, declarou a militante cubana, agradecendo a acolhida calorosa.
A maioria dos intelectuais cubanos é composta por mulheres. Elas representam, por exemplo, 63,8% dos médicos gerais e 65% dos graduados em nível superior. Em Cuba, o aborto é legalizado e a licença maternidade dura 12 meses, podendo ser dividida entre a mãe e o pai. “Eu nasci em um país socialista, onde a mulher é tratada com respeito e igualdade de direitos”, comemorou Aleida. “Não podemos dar receitas, nem dizer o que vocês precisam fazer. Mas podemos mostrar nossa realidade e dizer que, se um país pequeno e pobre como o nosso conseguiu, o Brasil também consegue”, incentivou a cubana.
23:04 Eu já comentei aqui, o problema do caminho aleatório (Random Walk). Falei no post do O azeite bêbado e fiz algumas simulações com o Processing.js, disponíveis na página do curso de Física Estatística que estou ministrando neste semestre. A experiência que eu quero realizar é medir como o diâmetro de uma mancha de tinta em uma folha de papel varia com o tempo. Vale ressaltar que este probleminha é inspirado em um outro que mostrou que átomos existem, ou comportamentos em mercados de ações, como um gás venenoso se espalha pelo ar, etc.
O que eu fiz foi o seguinte: filmei uma gota de tinta que cai no papel.
Agora eu retiro frames do vídeo, em intervalos regulares. O vídeo foi gravado a 30 fps, com uma câmera digital comum. O problema que eu enfrentei é que eu não quero todos os frames (são 7 segundos de filme, com 30 por segundo seriam 210 para analisar e eu queria por volta 15). Os programas que havia testado ou retiravam todos os frames ou só faziam snapshots de 1 em 1 segundo. A dica para resolver isto foi passada pelo Armando M. Baratti, na lista do Arch Linux. O que devemos fazer pelo ffmpeg é o seguinte: ele só tira frames de 1 em 1s, mas podemos mudar a velocidade do filme. Se repassarmos o filme em 15 fps por segundo, então 0.5s do filme original vai ser 1s do filme repassado. A sintaxe então é simples:
ffmpeg -i mvi_6484.avi -r 10 -ss 00:00:04 -t 00:00:06 extracted_images/images%03d.pngque faz o seguinte: pega o arquivo
mvi_6484.avi, a partir do quarto segundo, com duração de seis segundos e tira 10 fotos por segundo. As fotos são salvas no diretório extracted_images, e com um rótulo que indica a ordem do frame. Eu pego cada foto e uso o Gimp para medir o tamanho da mancha. Depois uso o Gnuplot para medir o tamanho em função do número do frame (nem precisa saber quanto tempo em unidades tradicionais como minuto ou segundo). O resultado está no gráfico abaixo do tamanho em pixels versus o índice do frame
Observe que a gota não cresce com velocidade constante, mas é mais lenta à medida que o tempo passa. Na verdade, o raio da gota cresce com a raiz quadrada do tempo (como mostrado por Einstein em 1905). Eu não vou dar detalhes aqui pois isto é um trabalho para os estudantes da disciplina :) . Prometo que depois eu conto o resto.
física, gimp, linux
22:37
22:32
22:30 A Palm deu uma repaginada na sua página inicial, dando ênfase a redes sociais e aplicações para webOS. Os bugs do 1.4 começam a surgir. E os webOS da AT&T vão atrasar.
(Só pra constar: o Pre saiu da página da Palm Brasil; ainda continuam vendendo o Treo Pro.)
Netbookeando: o Jolicloud ganha sua primeira tradução para outra língua que não seja o inglês e saiu o KDE Plasma Netbook Reference Platform… quem sabe ajuda o KDE a deixar de ser o mais lento para netbooks na próxima versão do Ubuntu?
E para terminar: pacotes experimentais do Qt 4.7 no N900, sábado tem maratona de testes do Extra-testing, o Barriosquare (cliente Foursquare para Maemo) chega no Extras-devel e os que controlam suas despesas no N900 vão gostar da nova versão do siggy.
22:25 O governador de São Paulo tá tranqüilo apesar de uma administração quase desastrosa a mídia dá a ele visibilidade, mesmo sem ter o que mostrar. Os feitos do Lula para melhorar a vida da população, só aparece na mídia de outros países e do l° mundo. A covardia desta guerra política esta no fato de: O PSDB é uma mídia com partido enquanto que O PT é um partido sem mídia...
Rosilene Ramos
22:17 
22:12 Agência Brasil
Publicação: 17/03/2010 15:51 Atualização: 17/03/2010 18:05
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| Para as autoridades palestinas, Lula é a pessoa ideal, pois é um homem de paz e diálogo |
22:11 O Google Gesture Search, seguindo uma longa linha de produtos, foi backporteado (sic) do 2.1 para o 1.6; é uma maneira interessante de atacar o problema da fragmentação da plataforma.
Um, dois, três, quatro: o Nexus One também vai sair na Sprint. Aliás, já que falamos na Sprint, o rumor é que o HTC Supersonic (o andróide Wimax, caso você tenha esquecido) sai semana que vem. E já que falamos em HTC, o Desire em prata é um luxo só, o calendário do update para 2.1 para o seu antecessor Hero foi vazado e… peraí, o Tattoo não vai ter 2.1?
Resenhas do dia: LG GW620, Motorola CLIQ XT/QUENCH.
Vem aí um Android Market para tablets. Aliás, mais uma alternativa de busca no Market. E mais um andróide no mundo, agora em TVs e set-top boxes, o Google TV – com auxílio de Intel e Sony.
Para terminar: Ewan Macleod, do insider Mobile Industry Review, em um vídeo, caidinho pelo XPERIA X10 Mini em plena MWC2010. E aí Sony Ericsson, vamos lançar logo?
22:09
No post sobre o Makers, eu comentei que tinha ficado pensando na tradição brico-fazedora-hacker" norte-americana, à qual eu nunca dei muita atenção. Acabei de receber pela lista bricolabs um artigo do WSJ sobre o retorno do tinkering em meio à crise . Tinkering é um termo que se relaciona com a nossa gambiarra - tem a ver com consertar, remendar, brincar, fuçar. Já comentei por aí sobre a tinkering school e o tinker.it.
Em um artigo que eu e Hernani escrevemos ano passado, comentamos que "a repressão ao impulso inventivo cotidiano causa uma insatisfação que acaba sendo canalizada para atividades criativas. Inventores e inventoras em potencial buscam reconhecimento e troca em seus pares, e a gambiarra renasce . Parece óbvio que todo o cenário de crise econômica e a perda de confiança no eterno crescimento do consumismo trariam mais cedo ou mais tarde um reflexo inventivo. O próprio argumento que a gente costuma usar pra situar as práticas de gambiarra no mundo é que no Brasil a gente teve que aprender desde cedo a lidar com a instabilidade e a precariedade - e isso nos faz desenvolver um tipo de habilidade que as culturas dos países mais ricos de alguma forma foram perdendo com o tempo. Mas confesso que minha referência é um pouco bitolada nos contrastes entre Brasil e Europa, me interessa saber como as culturas nortamericanas se articulam nisso tudo. Alguém tem mais pistas?
22:01
Reuters
Antes de expor os dados, convém ambientar a cena. Recorra-se a uma imagem, digamos, molhada: noite de tempestade.
Ventania. Começa mansa. E ganhando força. Fica forte. Muito forte. Fortíssima. De manhã, cedinho, o sujeito vai à janela.
Percebe que a rua está meio desarrumada. Tinha saído de sua pachorra. Decide conferir o quintal.
No caminho até a soleira, avista um rombo no teto da sala. As lufadas haviam sorvido algumas telhas. O tapete ensopado.
Lá fora, um imenso galho de ipê só não caíra de todo porque parou num fio de alta tensão que sai do poste da rua. Pende sobre o alpendre.
Aparece um vizinho. Eu avisei, diz. Mesmo antes da tempestade, a árvore já era uma ameaça. Estava na hora de tomar providência.
Pois bem, José Serra atravessa um roteiro semelhante. Uma ventania lhe sacode o sonho presidencial.
Mais que vergado, o “ex-poste” Dilma Rousseff se despeja, ameaçador, sobre sua candidatura. A vizinhança cobrava providências há meses.
Porém, dono de “nervos de aço”, Serra dera de ombros. E Dilma, empurrada por Lula, foi se achegando.
Segundo o último Ibope, divulgado nesta quarta (17), a diferença estreitou-se para cinco pontos percentuais. Ela com 30%. Ele, 35%.
Em novembro do ano passado, Serra tinha 38%. Dilma, 17%. Em fevereiro passado, ele amealhara 36%. Ela, 25%. Agora, 35% a 30%.
E agora, José? "Não comento pesquisa”, diz Serra. “Nem quando estou disparado nem quando não estou disparado".
"Pesquisa, até outubro ou novembro, eu nunca vou comentar". Então, tá!
- Serviço: Pressionando aqui, você chega à íntegra do relatório da pesquisa Ibope, feita por encomenda da CNI.
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Emicida...Max B.O. e Markão
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A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5.470/09, do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que obriga as empresas a informarem em seus sites a razão social, o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e os endereços da sede e das sucursais.
O relator, deputado Bilac Pinto (PR-MG), recomendou a aprovação da proposta e observou que ela dá mais segurança aos consumidores ao realizarem transações na internet. Segundo ele, a falta de informações sobre uma empresa em seu site dificulta o contato dos cidadãos para solucionar eventuais problemas após uma compra, por exemplo. “Formas convencionais de contato, como um endereço postal ou um número de telefone, são muitas vezes essenciais”, disse.
O parlamentar ressaltou que o projeto não aumenta os gastos das empresas.
Fácil acesso
De acordo com o projeto, as informações, exceto os endereço das sucursais, que poderão aparecer em uma página interna, terão de estar na página principal do site, na parte inferior, em tamanho que permita a sua fácil visualização.
A proposta prevê que a empresa flagrada descumprindo as regras será advertida para regularizar a situação em 15 dias. Em caso de reincidência, serão aplicadas multas entre R$ 1 mil e R$ 50 mil. Após a segunda reincidência, o site será tirado do ar.
As regras valem também para as pessoas físicas que hospedarem sites de comércio eletrônico — com a diferença de que, em vez de CNPJ, elas deverão divulgar o CPF.
Tramitação
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
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(alguém se habilita?)
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20:21 Elaine Pereira - Portal Uai
Publicação: 17/03/2010 15:47 Atualização: 17/03/2010 18:35
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Quarta-feira de trânsito lento para os motoristas que precisaram circular pelas ruas no entorno da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, na tarde desta quarta-feira. Policiais militares e bombeiros, inclusive vindos em caravanas do interior do estado, fizeram um protesto para reivindicar reajuste salarial.
O movimento começou com uma carreata que saiu do Clube dos Oficiais, no Prado, região Oeste da Capital, passou pela Praça Afonso Arinos, no meio da tarde, e seguiu em marcha até a Praça da Liberdade. A BHTrans chegou a interditar o trânsito na frente do Palácio da Liberdade, nos dois sentidos.
O protesto ocorre um dia depois da manifestação que levou mais de dois mil servidores ao novo centro administrativo do governo do estado, no bairro Serra Verde, também para pressionar por melhorias nos salários.
Reivindicações
Os militares querem que o piso salarial de Minas, de R$ 1775, seja elevado para um valor parecido com um dos três maiores pisos do país. De acordo com o subtenente Luiz Gonzaga Ribeiro, presidente da Associação dos Praças, Policiais e Bombeiros Militares, em Brasília os salário base dos servidores está em mais de R$ 5 mil, o de Goiás em R$ 3,2 mil e o de Sergipe será elevado gradativamente até dezembro para o mesmo valor de Goiás.
“Aceitamos a ponderação de que Brasília é uma realidade diferente, mas comparando com Sergipe e Goiás não tem isso”, afirma. Segundo o militar, esta já é a quarta manifestação para reivindicar melhores salários. “Temos o compromisso do governo de que amanhã haverá um anúncio. Mas como não temos informações do que será o anúncio, na quarta que vem já está marcada uma nova manifestação”, diz.
O governo de Minas informou que não há nenhum encontro ou anúncio oficial sobre o assunto programado para esta quinta. Em nota divulgada à imprensa na última quarta o governo afirma que mantém permanente diálogo com as entidades de representação dos servidores e que iniciou estudos para avaliar a concessão de benefícios aos funcionários. A nota considera ainda que a manifestação é meramente política e cita outras reivindicações já atendidas, como a última recomposição dos salários dos servidores ligados à área de segurança.
20:17
Lula vestiu hoje um keffieh, tradicional lenço palestino, que o mundo inteiro associa à figura de Yasser Arafat para visitar o mausoléu do grande líder de um povo sem pátria, como o foram os judeus até 60 anos atrás.
É uma cena, embora formal, impressionante.
Na Palestina, o presidente Lula disse que as críticas pública dos americanos, históricos aliados de Israel na região, podem ser a chave na construção do acordo.
“Os assentamentos devem parar sob o risco de apagar a chama da esperança”, advertiu Lula, reafirmando o engajamento do Brasil em tornar realidade o sonho da paz no Oriente Médio.
Sem a paz, avisou Lula, palestinos continuarão sem fronteiras e Israel continuará se sentindo ameaçada dentro das suas.
Você pode ouvir a íntegra da entrevista de Lula na palestina clicando aqui.
20:11 We’re coming close to GNOME 2.30 release date, and we are getting ready to branch a stable release off of WebKit’s svn trunk in preparation for that. The idea of the stable branch is to try to maintain, and improve stability, with no additional features going in. Speaking of features, though, if you’ve been paying attention you will have noticed WebKitGTK+ has come a long way, now.
We came from not having basic features such as download support or openning links in new tabs, a more-or-less working HTML5 media implementation, and very few or missing in action developers to a thriving project, that gets more, and more attention, and contributors every day, with advanced features available, and rocking HTML5 media support that leaves little to be desired. It’s been just over one year since we started rolling mostly bi-weekly releases, each adding more awesome features.
There are still many issues, and we are not always equipped as a team to handle all the specifics of the engine ourselves, but I am really happy with the progress we’ve made, and really thankful for the support my employer Collabora has given all the way for this to happen, including the early work on plugins, and many other things before my time as a contributor. When I switched to using Epiphany with the WebKit backend as my default browser back in January 2009, that meant having to deal with a whole lot of misbehaviour, and work-around a lot of painful brokeness. These days I enjoy a snappy, functional browser that makes me happy.
If you haven’t done so yet, go download, and test the newest Epiphany, with the latest WebKitGTK+, and help us make the GNOME 2.30’s web browser rock even more!
20:03
20:00 Coisa importante primeiro:
Depois o resto:
Lago dos Cisnes
Romeu e Julieta
19:59
Acordamos hoje com uma boa notícia: a nossa Dilma está apenas a cinco pontos do pré-candidato José Serra, que já concorreu à presidência em 2002. Curiosas, fomos buscar a pesquisa encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), realizada pelo Ibope. Na pesquisa espontânea, em que o entrevistador não cita nenhum nome e pede ao eleitor que diga em quem votaria, Dilma está 4 pontos à frente de Serra – 14% a 10%. Considerado apenas o eleitorado feminino, Dilma obteve 11% e Serra 9%.
Outro dado positivo vem na pesquisa estimulada, ou seja, quando o pesquisador indicou o nome dos pré-candidatos. De dezembro até março, a vantagem de Serra sobre Dilma desabou de 21 pontos para apenas cinco. Dilma subiu 13 pontos percentuais – de 17% para 30% das intenções de votos. José Serra, por sua vez, perdeu três pontos no mesmo período, caindo de 38% para 35%. Alem disso, o índice de rejeição da ministra caiu de 41% para 27%.
Dilma cresceu junto aos eleitores de todas as regiões. No Nordeste, 69% dos entrevistados declararam que votarão nela. A pesquisa, em que IBOPE entrevistou 2002 pessoas em 140 municípios, informa também que a possibilidade de crescimento de Dilma, pela popularidade do presidente Lula, continua alta. Nada menos do que 53% dos eleitores afirmaram que vão votar no candidato apoiado pelo presidente Lula, ou seja, na nossa ministra Dilma.
Mas, pasmem! Apesar de uma mulher aparecer, pela primeira vez, no topo nas intenções de voto. A maioria dos eleitores de Dilma são homens. Na pesquisa estimulada, por exemplo, 36% deles disseram que preferem a Dilma para presidente, contra 25% das mulheres. Vamos reagir, mulheres!
Confira aqui a íntegra da pesquisa divulgada pela CNI.
19:53
Nesta quarta-feira, durante a inauguração de um trecho duplicado na rodovia de Monte Alegre de Minas (MG), Dilma recebeu elogios. A matéria saiu no jornal O Globo e conta que a ministra fez questão de dizer que é mineira. “A gente não é de um estado ou de outro por causa da vida política, mas sim pela infância e adolescência. Eu saí de Minas com 23 anos. Nenhum político da oposição pode tirar Minas Gerais da minha experiência”. Ela finalizou o discurso com uma frase de demonstração de carinho pelos mineiros. “Saí de Minas, mas Minas não sai do meu coração.”
Ela também fez questão de ressaltar a importância das mulheres no país. “As mulheres representam algo muito importante que está acontecendo no Brasil, que é a ampliação da participação feminina, o que vai ser muito bom, não só para o Brasil.”
No evento, Dilma prometeu duplicar outra rodovia em Minas. “Vamos olhar com muita atenção ao pedido de construção de 45 quilômetros. Eu vou olhar essa estrada e vou explicar essa obra ao presidente Lula”.
A ministra foi homenageada com os títulos de cidadã montealegrense e de sócia benemérita da Associação Comercial de Ituiutaba.
Confira a íntegra da matéria do O Globo.
19:50
19:36
Rodeadas por tecidos, agulhas e maquinário, seis mulheres trabalham orientadas pelos princípios da autogestão no segundo andar da Penitenciária Feminina Madre Pelletier, em Porto Alegre. Elas formam o Grupo de Costura Liberdade, um dos seis núcleos de produção da Rede Industrial de Confecção Solidária (Rics), responsável pela produção de vestuário para o Grupo Hospital Conceição – o maior do Rio Grande do Sul.
No regime semi-aberto desde abril do ano passado, a detenta Livia L., de 32 anos, parte todas as manhãs para a Cooperativa Semente, onde auxilia no corte dos tecidos que serão redistribuídos para os demais núcleos da Rics. O trabalho só termina no fim da tarde, quando tem de retornar ao presídio. Encarcerada por 3 anos e 11 meses após condenação por tráfico de drogas, foi lá que ela aprendeu o ofício.”Me deram aquela esperança de ter o que fazer depois de sair, e é isso que já está acontecendo.”
O grupo que trabalha dentro do presídio chega a confeccionar 800 peças por dia. “Pra gente não tem tempo ruim. Nós somos boas e podemos tocar qualquer produção”, orgulha-se Noeli S., uma das presas. “A gente parece mais uma família. A gente se ajuda, se ensina, conversa sobre tudo. As vezes nos sentimos até livres aqui dentro”. Na avaliação de Noeli, o trabalho desenvolvido pelo Grupo demonstra que a geração de oportunidades é um caminho viável para superar o passado de violência. “Quero continuar costurando quando sair daqui. Estou economizando para comprar as máquinas”.
A produção da Rics garante às trabalhadoras uma renda mensal entre R$ 700 e R$ 800. Para as presas, o trabalho minimiza o tempo de pena e o dinheiro é aplicado em poupança a ser retirada quando estiverem em liberdade.
Dentro e fora do presídio, a coordenação das atividades da Rede é realizada por um comitê gestor, integrado por um representante de cada núcleo produtivo e responsável pelas decisões relativas a assuntos de logística e planejamento da Rede. “A Rics leva o selo da Economia Solidária”, reforça Vanusca Denize da Silva, assessora técnica na ONG Guayí – entidade responsável pela iniciativa.
Outra economia
Cada vez mais a economia solidária conquista espaço no mercado brasileiro. O último mapeamento realizado pelo governo federal mostra que o setor já movimenta mais de R$ 6 bilhões por ano com a oferta de produtos e serviços baseados em práticas de autogestão, respeito ao meio ambiente e comércio justo. Um dos principais diferenciais da economia solidária em relação à economia de mercado é que ela não estimula a competitividade e é centrada na valorização do ser humano. As formas de organização mais comuns desse tipo de economia são cooperativas, associações, empreendimentos e agricultura de base familiar.
19:30
19:27
19:26
Acho que a chuva forte ajudou a esfriar a cabeça de todos na manifestação em favor dos royalties para o Rio.
Embora haja um bom número de pessoas se considerarmos a chuva, o Governador Sérgio Cabral tomou a decisão, prudente a meu ver,evitar aquela carreira de discursos. Como os cariocas estão ressentidos com o que foi feito, claro que não ia faltar quem subisse o tom e passasse uma ou duas oitavas acima do tom correto que devemos adotar.
O apoio ao Rio, dentro de uma postura e equilíbrio e de justiça com os demais Estados está crescendo e tomando conta do país.
Não é outra a razão do governador José Serra, que até agora estava mudo, ter feito declarações hoje concordando que, do jeito que está, a divisão dos royalties iria arruinar o Rio de Janeiro.
Seja como for, é um apoio importante para chegarmos a uma saída. Os próximos dias vão ser dedicados a essa missão.
19:25 

19:19
19:12
19:11 Aí você vê entrar no MSN sua vice-caçula, aquela menininha que outro dia brincava de boneca, escrevia crônicas infantis sobre lagartixas, considerava o pai o maior homem do mundo. E com o quê me deparo?
Robert Pattinson é um gato
Compartilho esse choque com outros pais na mesma condição.
19:09
19:02 Segundo dados divulgados pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, o governo federal triplicou o orçamento destinado à educação que saltou de 17,4 bilhões em 2003 para R$ 51 bilhões em 2010.
Isso foi possível porque o aumento de 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto) foi todo destinado à educação básica.
Outro dado importante extraído dos novos números fornecidos pelo governo: a diferença entre investimento para os ciclos básico e ensino superior diminuiu de 11 vezes em 2000 para 5,6 vezes em 2008, o que é muito próximo do patamar da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os países ricos.
Tais dados a meu ver nos oferece elementos para questionar alguns argumentos falaciosos de conservadores na grande mídia que vivem afirmando que ações afirmativas não faz sentido, porque primeiro é preciso investir em educação básica. Ora de posse desses dados é possível perceber que o governo federal está investindo em todos os níveis de educação e resolvendo distorções.
Em termos de percentual de investimento por aluno cuja média é 25% (em relação ao PIB), o Brasil ainda não alcançou a meta estabelecida pela OCDE. Mesmo assim, houve crescimento de 4,5%: em 2002 o percentual era de 14,5% e ,, em 2008, subiu para 19%.
Para ver outros dados comparativos acesse o doc.
Fonte dos dados: MEC
PS. No portal do MEC os leitores encontrarão também o anúncio do Ministério do Planejamento que autorizou a abertura de concursos públicos para quase 22 mil vagas para professores e técnicos em instituições federais (universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia). Confira aqui
18:56
Sim, tá com todo cheiro de pizza, mas a simples abertura da CPI das Enchentes na Câmara de Vereadores de São Paulo, para investigar os contratos e convênios de serviços feitos pela Prefeitura e sua possível responsabilidade pelos danos e mortes dos alagamentos na cidade, já é um débito na fatura política do prefeito Gilberto Kassab (na foto, ao centro). Sim, sabemos que as porradas na Prefeitura, antes poupada de críticas, têm como finalidade desviar o foco do (des)governador José Erra, digo, Serra (PSDB), culpado por não limpar o leito dos rios e não soltar a água dos reservatórios. O Império Serrista, que elegeu Kassab, agora o ataca. E a Assembléia Legislativa seguirá arquivando toda e qualquer CPI contra gestões tucanas. Como diz o cínico slogan da propaganda tucana, "governo de São Paulo, cada vez melhor". Cada vez melhor para fazer as malas e fugir! De barco!
18:50 Por Paulo Muzell
No final deste mês de março, José Fogaça (PMDB) renuncia ao cargo de prefeito de Porto Alegre, por ele exercido por um longo período de 63 meses. Momento adequado para que se faça uma avaliação, uma reflexão retrospectiva. Hora de medir os “prós” e os “contras”, avaliar o que foi feito ou deixou de ser feito nestes mais de cinco anos. Foi, não há qualquer dúvida, um governo pródigo de slogans, anúncios e promessas e muito pobre em realizações.
O saldo do balanço é extremamente negativo. Os investimentos da Prefeitura diminuíram, os serviços municipais pioraram, há uma aguda crise na saúde, temos uma cidade mais suja, mal iluminada, com suas praças e áreas verdes mal cuidadas, um trânsito caótico. Denúncias de desvios e propinas se multiplicaram.
A oposição – com a mais absoluta razão – o acusa de privatista e aí estão os episódios da frustrada tentativa de entregar à iniciativa privada o cadastro do ISSQN da Fazenda Municipal; a parceria público-privada que cedeu a exploração do Araújo Viana (foto) a uma empresa; o camelódromo construído e explorado pela iniciativa privada; o desmonte do DMLU; as mudanças no Plano Diretor favorecendo os interesses da especulação imobiliária, incluindo-se aí a entrega do “filé”, do “funil” do centro da cidade – permitindo até a construção de shoppings e espigões com até de 100 de altura, sem qualquer estudo preliminar de impacto viário – tudo sob o “manto” e o pretexto da revitalização do Cais do Porto.
Os servidores municipais se queixam – também com a mais absoluta razão – da secundarização do seu papel como protagonista nas ações e projetos da Prefeitura: diminuíram seus salários, aumentaram as desigualdades e os privilégios, reduziu-se seu efetivo enquanto avançou a terceirização e o número dos “amiguinhos” do governo: cargos em comissão e estagiários. O SIMPA revela ou números. Nas Secretarias municipais existiam no começo de 2005 – primeiro ano de Fogaça – apenas 267 cargos em comissão. No final de 2009 já eram 476, quase o dobro! Se incluirmos as autarquias e fundações seu total atinge mais de 750! Só na Procempa, uma empresa técnica de informática, existem 52! A pergunta é: trata-se de uma empresa de informática ou de um “depósito de políticos desempregados” em eventual exílio por “problemas” com eles ocorridos?
O número de estagiários das Secretarias era pouco mais de 1.000 em 2005, no final de 2008 já atingiam 2 mil e trezentos! O gasto com serviços de terceiros (pessoa física e jurídica e auditorias) pulou de 596 milhões em 2004, para 734 milhões em 2008, um aumento de quase 140 milhões de reais por ano de uma despesa que ocupa espaço crescente, reduzindo salários e os investimentos no orçamento municipal.
Apesar de fortemente blindado pela mídia – especialmente pela RBS –, não há nenhum dúvida que o ex-senador e ex-prefeito terá sérias dificuldades para explicar na campanha eleitoral que se avizinha seu lamentável desempenho à frente da Prefeitura de Porto Alegre.
18:38
18:34 
Viajantes humanitários percorrem continente africano em busca de direitos para crianças e adolescentes, vítimas de conflitos étnicos e governos corruptos. E mais: Uganda acusa Sudão de abrigar resistência armada. Leia estas e outras notas internacionais...
18:24
18:24
Assim a Folha de S.Paulo resume hoje as declarações do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho sobre a atual ofensiva da imprensa, articulada com a campanha pró-José Serra e contra o PT. "Precisamos ter sangue frio e nervos de aço porque vai aparecer de tudo, vai haver um brutal 'requentamento' de 2005 agora. Nossos adversários acham que com isso vão fazer o povo mudar de opinião", registra a Folha, reproduzindo a fala de Gilberto Carvalho.
A verdade nua e crua é que a campanha da oposição se organizou e - numa ação articulada e sincronizada - tem enviado dossiês à midia, às redações. Isso mesmo, os tão condenados dossiês da campanha passada! O primeiro objetivo é reativar a questão do chamado mensalão e a ampliar a campanha com falsas acusações, tipo Funaro.
Vale tudo, até depoimentos de cinco anos atrás
Para isso resgatam depoimentos velhos como esses do corretor de câmbio - atividade também conhecia como "doleiro" - Lúcio Bolonha Funaro prestados ao Ministério Público em 2005 em troca do benefício da delação premiada e os transformam agora em assunto de capa e das primeiras páginas dos jornais.
Temos detectado a busca em cartórios, nos tribunais e nos arquivos da imprensa de depoimentos e fatos para serem distorcidos, como no caso dos depoimentos do doleiro Funaro ou em operações mais complexas - e nem por isso menos grosseiras - como os episódios BANCOOP e Eletronet-Telebras.
Nisso não há nenhuma preocupação com a verdade ou com os fatos e as provas. O que interessa é o escândalo e a acusação. O principal é tirar de foco as denúncias contra o DEM-Brasília, que queiram ou não virou um escândalo nacional no qual o PSDB está envolvido até a medula (tinha secretários de Estado no governo José Roberto Arruda).
Tem tucano envolvido até com narcotráfico
O caso Pavan, por exemplo - Leonel Pavan, vice-governador tucano de SC, investigado e processado por tráfico de influência improbidade administrativa e suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro e narcotráfico - não tem nenhum cobertura da mídia nacional. O escândalo DEM-Brasília foi substituído nas manchetes dos jornais e capas das revistas pelos factóides BANCOOP, Eletronet-Telebras e Funaro.
O grave é que essa operação-dossiês, além da produção de falsas provas, está sendo realizada de comum acordo com os donos dos jornais e redações, com a participação explícita de jornalistas conscientes de que se prestam a fazer serviço sujo mandando às favas os manuais de redação e códigos de conduta.
Trata-se, portanto, de uma guerra sem Convenção de Genebra e sem tréguas. Como bem disse Gilberto Carvalho vamos manter o sangue frio, mas não ao ponto de não responder à altura a essa sujeira. Vamos fazê-lo, mas não com os instrumentos da oposição, já que para nós os fins não justificam os meios. Vamos para a disputa política e para a mobilização de nossa militância - o melhor que nós temos enquanto partido. Vamos para onde viemos, para o povo.
Fonte: Blog do Dirceu
18:21
Por outro lado, 42% desconhecem quem Lula apoia para as eleições deste ano (39% não souberam responder e 3% afirmaram o nome de outros candidatos) e 58% disseram que o presidente apoia a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT, Dilma Rousseff.
A medição a influência do presidente Lula nas intenções de voto para a disputa de 2010 é uma novidade desta pesquisa Ibope. Outros institutos, como o Vox Populi, já haviam incluído esta questão em seus levantamentos, mas no Ibope é a primeira vez que este dado surge.
A pesquisa foi realizada de 6 a 10 março e foram entrevistados 2002 eleitores de 16 anos ou mais em 140 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Serra 35%, Dilma 30%
A CNI/Ibope estimulada com os quatro principais pré-candidato à Presidência da República aponta José Serra (PDSB) com 35% da intenções de voto dos eleitores, seguido por Dilma Rousseff (PT), que recebeu 30% das intenções. Ciro Gomes (PPS) obteve 11% e Marina Silva (PV), 6%.
A ministra Dilma cresceu 13 pontos percentuais. Em dezembro de 2009, ela tinha 17% das intenções de votos. O governador de São Paulo permanece na liderança, mas com 3 pontos percentuais abaixo do registrado na pesquisa anterior. O deputado Ciro tinha 13% das intenções em dezembro, oscilando 2 pontos percentuais dentro da margem de erro, e Marina Silva manteve os mesmos 6% registrados há três meses.
Ainda desconhecida, Dilma pode crescer
Um fator importante a ser considerado na pesquisa é que a pré-candidata do PT é conhecida "bem" ou "mais ou menos" por menos da metade dos eleitores (44% dos entrevistados). Já o governador de São Paulo, José Serra, é o pré-candidato à Presidência da República mais conhecido pela população - 65% dos entrevistados afirmam conhecê-lo "bem" ou "mais ou menos". Esse dado sugere que Dilma tem mais chances de crescer nas pesquisas na medida em que o eleitorado for tomando ciência de sua candidatura, enquanto Serra já é bem conhecido do eleitorado e não teria muito mais a conquistar entre os eleitores indecisos. Além disso, a rejeição de Dilma caiu para 27%, ante os 41% da pesquisa divulgada há 3 meses. Serra tem rejeição semelhante (25%).
Na pesquisa espontânea -- na qual o entrevistador não mostra ao eleitor nenhuma lista quando lhe pergunta em quem votaria se a eleição fosse hoje -- o presidente Lula, mesmo não sendo candidato, continua disparado na frente, com 20% das intenções espontâneas de voto. Dilma vem em seguida, com 14% e Serra aparece em terceiro, com 10%.
Avaliação do governo bate recorde
Outro dado preocupante para a oposição e animador para o governo é que a popularidade do presidente lula continua nas alturas. Segundo a pesquisa CNI/Ibope, a avaliação positiva do governo cresceu em março deste ano e bateu seu recorde.
O governo Lula foi avaliado de forma positiva por 75% dos brasileiros, contra 72% que manifestaram a mesma posição em novembro de 2009. Outros 19% avaliaram o governo Lula como regular, e 5% como ruim ou péssimo.
A aprovação pessoal do presidente Lula se manteve estável em 83%. Este mês, 13% disseram desaprovar o governo Lula, e 4% não sabem ou não quiserem responder.
Na comparação entre o primeiro e o segundo mandatos do presidente, 49% consideram que o segundo é melhor que o anterior. Outros 40% consideram igual, e 9% dizem que o segundo é pior que o primeiro.
18:14 O Instituto Millenio plagiou meu texto!
http://obicho.wordpress.com/2010/03/16/instituto-millenium-grileiro-de-conteudo/
Não precisa-se divulgar, mais sugiro como pauta a luta corajosa da minha colega tradutora Denise Bottman, que identifica e denuncia o plágio de traduções por certas editoras brasileiras. Por exemplo:
Esquisita aquela editora. Consta como a propriedade de uma construtora.
18:09
Jogadores
18:08 Galo ou galinha? Depois reclama quando a raposa zoa.
Atlético-MG lança coleção 2010 e inova com camisa rosa
17 de Março de 2010 12:38
O Atlético-MG saiu do convencional e apresentou novidades no lançamento de sua coleção 2010. A camisa de jogo, a número 1, manteve as origens do clube, com as tradicionais listras pretas e brancas na vertical, com o número nas costas em preto.
As mudanças mais significativas estão na gola, que agora é pólo retilínea, e o recorte frontal em preto, fazendo com que as listras comecem na altura do peito. O uniforme 2 foi mantido todo branco, também seguindo linha tradicionalista.
A grande novidade mesmo ficou por conta da camisa de treino, que agora é rosa claro com gola em ‘V’. Antes da entrada dos modelos com os novos uniformes, o jornalista Chico Pinheiro, que apresentou o evento, elogiou a grife do presidente do Atlético, Alexandre Kalil, que vestia camisa e gravata rosa. Antes de chamá-lo para seu discurso, o jornalista ressaltou que “rosa não é cor para macho, é cor para homem”.
Kalil concordou e defendeu o uso da cor. “Eu vou usar, e quem tem dúvida se vai usar, nem compre. Só o Atlético pode fazer uma camisa rosa”, enfatizou.
O evento contou com a participação do atacante Diego Tardelli e do volante Correa, que não viajaram para Chapecó, em Santa Catarina, porque estão lesionados. O técnico Wanderley Luxumburgo também marcou presença no lançamento, mas já viajou para o Sul do país para comandar o Atlético, que joga nesta quarta-feira, às 21 horas (de Brasília), contra a Chapecoense, no estádio Índio Condá, pela Copa do Brasil.
A nova coleção alvinegra, que engloba também os uniformes da comissão técnica, concentração e viagem, já está à venda ao preço de R$ 169 as camisas de jogo 1 e 2, e R$ 129 a de treino.
18:00 O Egito começou a banir de chamadas internacionais feitas através de conexões móveis de internet, afirmou o chefe da agência reguladora de telecomunicações do país nesta terça-feira (16), potencialmente elevando as receitas com dados em voz no monopólio da Telecom Egypt.
A proibição se aplica às três operadoras móveis no Egito: Mobinil, Etisalat Egypt e Vodafone Egypt. Todas oferecem acesso à internet para computadores por meio de modem USB e outros aparelhos móveis, bem como celulares.
“A proibição é para o Skype em aparelhos com internet móvel, não fixo, e se deve ao fato de ser contra a lei, uma vez que contorna um caminho legal [de comunicação]“, disse Amr Badawy, presidente-executivo da Autoridade Regulatória Nacional de Telecomunicações. (via g1.globo.com)
17:59 Chega ao Brasil a pimenta mais ardida do mundo:
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,pimentas-para-todos-os-gostos,525514,0.htm
Eh da Tailandia, quem nao conhece que tome cuidado! Jalapenho -mexicano- pode ser feito frito/assado/grelhado, muito bom. Das brasileiras so conheco a malagueta.
Com jalapeño: ferver um inteiro, ou dois se a familia aguentar, com um tomate inteiro, verde. Bater no liquidificador ainda quente, na mesma agua, com um tomate cru a mais, adicionar alho, sal, e cebola a gosto, e excesso de cilantro ou de culantro. Coloque 30 minutos depois que a carnede porco ou bife estiver assando, mas serve pra temperar qualquer coisa. Bao bao bao. Chama “salsa verde”.
(Cilantro eh o primeiro, culantro (coriander) eh o segundo e eh muito mais gostoso:
http://www.caribbeanseeds.com/cilantro-culantro.htm
17:57 Deu no Correio Braziliense
Serra e a candidatura
De Marcos Coimbra , sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi:
O governador José Serra é uma pessoa extraordinária. Na opinião de muitos, por ser um de nossos políticos mais qualificados e experientes, com larga e profícua biografia. Ele seria extraordinário no sentido de excelente, de alguém que se distingue pelos méritos. Quem pensa assim diria “que político extraordinário é José Serra!”, significando que é notável, acima da média.
Para outros, ele seria, no entanto, extraordinário em uma segunda acepção, menos elogiosa: estranho, inusitado, fora do comum. Ou seja, ele não faria o que se espera de uma liderança política. A frase “que político extraordinário é José Serra!” significaria, para essas pessoas, que é esquisito.
Quem olha para o que ele tem feito ultimamente poderia concordar com as duas ideias. É fácil admirá-lo e perceber que reúne atributos mais que suficientes para ocupar qualquer cargo, muitos dos quais já exerceu com competência. Mas é difícil não se surpreender com o modo como tem lidado com a responsabilidade de ser o candidato das oposições nas eleições deste ano.
Esta segunda-feira, por exemplo, Serra publicou um artigo alusivo ao 25º aniversário da Nova República. Foi um ensaio denso, construído em torno do conceito de democracia e de sua importância para o que aconteceu conosco de 1985 para cá. Sem ser um texto acadêmico, poderia ter sido escrito por um filósofo.
Em nenhum momento da longa argumentação o leitor percebe que seu autor é um candidato a presidente da República. A oportunidade da data, o espaço à sua disposição, a curiosidade da opinião pública a respeito do que tem a dizer, nada foi aproveitado. Disciplinadamente, se ateve ao tema, comemorando o passado. Sobre o futuro, nada. Com esforço, algumas pistas escondidas: duas menções a Fernando Henrique, duas ao Plano Real, nenhuma a Lula, uma ao Bolsa Família. Será essa a mistura da qual sairá seu discurso de campanha?
Enfim, um texto tão extraordinário quanto quem o assina. Bom em tudo, fundamentado e bem escrito. Mas nunca o texto de um candidato quando faltam seis meses para a eleição mais importante de sua vida.
Desde dezembro, quando Aécio Neves se retirou da disputa pela indicação do candidato do PSDB a presidente, não há razão para que Serra retarde sua entrada em campo. Nada do que poderia justificá-la permanece, o que só faz aumentar seu próprio desgaste quando insiste em mantê-la.
As pesquisas disponíveis não permitem avaliar com certeza o prejuízo que lhe advém. Mas é razoável supor que não seja pequeno, pois o vazio tucano tende a fazer com que pareça que só Dilma existe. Ao invés de deixar claro para o eleitorado que as eleições serão competitivas (e que, em função disso, não seria bom que as pessoas definissem seu voto de maneira prematura), a sensação de uma “candidatura única” pode provocar o inverso: quando começar, Serra talvez descubra que o mercado eleitoral encolheu. Mais gente do que desejaria se decidiu enquanto esperava.
Nas eleições, o tempo corre de forma diferente para diferentes tipos de pessoas. Quem se interessa por elas fica atento a tudo que acontece e reage rapidamente aos eventos de conjuntura.
A maioria, ao contrário, acompanha a vida política com atenção flutuante, aqui e ali, pinçando uma notícia. Como não conhecem adequadamente os candidatos e têm dificuldade de distingui-los, são pessoas que se satisfazem com pouco. Preferem simplificar seu quadro de decisões, poupando-se da tensão de lidar com uma massa de informações que não compreendem. Para elas, quanto menos tiverem que pensar para escolher, melhor. Menos um problema na cabeça.
Pessoas satisfeitas com a situação que vivem, uma liderança respeitada lhes dizendo o que fazer e ausência de contencioso são ingredientes que podem precipitar a escolha de muita gente. Na hora em que Serra acordar, pode ser tarde.
17:45
Nova pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) confirma tendência apontada em levantamentos anteriores: a aprovação de Lula bate novo recorde, Dilma Rousseff segue crescendo e José Serra segue estagnado (ou “estável”, como preferem dizer seus apoiadores). Nove áreas do governo foram avaliadas e, em apenas três, desaprovação superou aprovação. Geração de emprego em fevereiro bate recorde. Alto desempenho do governo e da economia expõe vazio programático do PSDB e de sua candidatura.
Os números do Ibope reforçaram a preocupação dos partidários de Serra. Até a metade da tarde desta quarta, o site nacional do PSDB ignorava a pesquisa, sem fazer qualquer comentário sobre ela. Sinal de que falta o que dizer no momento. Pelo twitter, o presidente nacional da sigla, Sérgio Guerra, procurou minimizar o resultado dizendo que Serra “se manteve estável” na pesquisa porque “não faz campanha eleitoral antecipada”. “O Serra operou esse tempo todo como governador. Não operou como candidato”, disse Guerra, esquecendo-se de mencionar as agendas carnavalescas de Serra e as freqüentes inaugurações de obras em São Paulo (atividades que, no caso da ministra Dilma Rousseff, segundo o PSDB, configurariam propaganda eleitoral antecipada).
A dificuldade do PSDB com as palavras é compreensível. O partido tem um candidato conhecido, mas sem discurso e programa. E a cada nova pesquisa esse vazio vai sendo exposto. Neste novo levantamento do Ibope, há um dado muito expressivo: mais da metade dos entrevistados (53%) disseram que pretendem votar nas eleições deste ano em um candidato apoiado pelo presidente Lula. Some-se a este dado aquele que afirma que 42% dos entrevistados não sabem que Dilma é candidata de Lula e o tamanho do problema para os tucanos está bem configurado. Ainda segundo os números do Ibope, a candidata do PT ficou mais conhecida e a rejeição em relação ao seu nome caiu expressivamente. Em resumo, não uma única notícia boa para Serra na pesquisa, a não ser que se considerasse que Dilma poderia ter crescido ainda mais.
E, a julgar pelas projeções, isso deve ocorrer nas próximas pesquisas. O nome de Dilma é o único que vem crescendo desde setembro de 2009. Enquanto isso, Serra permanece estagnado, ou estável, como preferem dizer seus apoiadores. A diferença pró-Serra caiu de 20 pontos percentuais, em setembro, para apenas 5 pontos agora em março. O que os tucanos não querem reconhecer (e não podem) é que esse crescimento é acompanhado de uma alta aprovação das políticas do governo Lula. O Ibope avaliou essas políticas divididas em nove áreas: combate à fome e à pobreza, educação, meio ambiente, combate ao desemprego, combate à inflação, taxa de juros, saúde, segurança pública e impostos. Apenas nestas três últimas, o índice de desaprovação foi maior do que o de aprovação.
17:29 Visite o site do sociólogo Luciano Alvarenga, o Cama de Prego
PS: Para uma discussão sobre reformas da educação, conheça o caso chileno: Educação Brasil SA.
17:22
"Achamos que ele poderia ser um ótimo secretário-geral da ONU, pois é um homem de paz e de diálogo e sabe negociar de maneira inteligente e admirável", disse Edwan. "O próprio presidente Abbas também pensa assim", acrescentou o porta-voz. Ban Ki-moon tem mandato até 2011, mas pode se reeleger, como fizeram a maioria dos que estiveram no posto.
17:16
Diante dos resultados ruins a oposição tenta minimizar os dados, afinal, Serra ainda está na frente, mas as acusações contra a adversária, de que estaria fazendo campanha antes do prazo autorizado por lei, e com dinheiro público, refletem o desconforto de quem são sabe muito bem o que fazer, nem o que dizer. Pudera, mesmo com a enxurrada de propagandas institucionais do Governo de São Paulo, pagas com dinheiro público, sendo despejadas maciçamente em tvs, rádio, jornais e revistas e das notícias favoráveis divulgadas pela imprensa , José Serra continua caindo.Enquanto Dilma Roussef só tem motivos para comemorar, a oposição, encabeçada pelo PSDB/DEM, tem diante de si nuvens de tempestade. Não bastasse a prisão e a cassação do Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM, o Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também do DEM e afiliado de José Serra, é alvo de uma série de denúncias por improbidade administrativa. Sem contar que a popularidade do prefeito derrete como gelo fora da geladeira.
17:11 A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e o Google honraram as jornalistas online do website we-change, dedicado a defender os direitos das mulheres, no dia 12 de Março, com o primeiro ‘Prêmio Internauta”, uma premiação anual para aqueles que defendem a liberdade de expressão online. O relatório sobre os “Inimigos da Internet” da Repórteres Sem Fronteiras também foi publicado neste mesmo dia.
Parvin Ardalan do we-change recebeu o prêmio no escritório do Google em Paris. O movimento de mulheres iranianas sempre mostrou resistência… Agora o movimento está levando sua experiência e métodos de trabalho democraticamente para o ciberespaço.
O website do we-change tem apoiado uma campanha virtual chamada “Um Milhão de Assinaturas Exigindo Mudanças em Leis Discriminatórias.” A campanha chama atenção para pedir o fim da discriminação contra mulheres na lei iraniana. É uma continuação ao protesto pacífico acontecido em 12 de junho de 2006 na Praça Haft-e Tir no Teerã que teve o mesmo objetivo.
Aqui está um vídeo no qual we-change apresenta seus objetivos e história:
Parvin Ardalan também ganhou um Prêmio Olof Palme em 2007, mas o governo iraniano não permitiu que ela deixasse o país para receber o prêmio em pessoa. Ela gravou e publicou esta mensagem no YouTube:
Enquanto isso, vários blogueiros iranianos, incluindo Shiva Nazarahari, uma blogueira e ativista dos Direitos Humanos, estão presos desde as eleições presidenciais em 12 de junho.
17:01
17:00
Dozens Suffered Teargas Inhalation during Bill'in Protest in support of Jerusalem and the Islamic Holy Sites This week’s demonstration was part of the National Culture Week for Jerusalem and was joined by international and Israeli activists. The protest was organized by the Popular Committee Against the Wall and Settlements in Bil'in and was joined by the Minister of Culture, Siham Barghothi, and members of the Democratic Youth Union , Fida’. Protesters carried posters of Palestinian poet Mahmoud Darwish, who is one of the symbols of the National Culture Week, along with Palestinian flags and banners calling for an the end to the occupation and home demolitions in Jerusalem. Siham Barghouthi, the Minister of Culture, stated that Bil'in village sent a message to the world about creative examples of nonviolent popular resistance and the steadfastness of the Palestinian people against the theft of their land.
17:00 Enviado por Terramel (terramelΘterramel·org):
“Lá por 2007 publiquei duas aulas de Java. Infelizmente parei com a matéria para focar mais em computação gráfica. Dessa vez resolvi focar em Java e voltar a escrever as aulas. Dei uma revisada nas antigas que já havia publicado e achei que ainda faltava muito no que já havia escrito. Por essa razão fiz a terceira aula dando uma pequena revisada no que já postei para tentar explicar melhor, ainda assim tentando deixar tudo bem resumido e simples. Também falei um pouco sobre métodos.” [referência: terramel.org]Enviado por Terramel (terramelΘterramel·org):
“Continuando meus posts de Java, gostaria de aproveitar e indicar a quarta aula que postei no meu blog, onde falo um pouco sobre herança.” [referência: terramel.org]
16:53 Trecho do filme “A Queda do Poder” (The Magnificent Ambersons), remake do segundo filme de Orson Welles, que retrata a decadência da aristocracia estadunidense no final do século XIX e a ascensão da nova burguesia industrial.
Na conversa, Eugene Morgan, um fictício inventor do automóvel, fala sobre as transformações que as “carruagens sem cavalo” provocariam na sociedade e nas cidades do século XX.
Dica do Psico-ambiental.
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16:45
16:43
As eleições de 2010 estão chegando e o Brasil vai dar um exemplo de modernidade na hora da votação. A partir da eleição deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai adotar o sistema de cadastramento digital. A inovação pretende informatizar o processo eleitoral em todo o território nacional. A expectativa é a de que em oito anos todos os municípios do país tenham urnas com leitores biométricos.
A urna eletrônica identificará o eleitor pelas impressões digitais. O cadastramento será feito meses antes da votação eleitoral e será obrigatório nas cidades autorizadas pelo TSE. Nesta primeira etapa, as principais capitais terão a urna eletrônica e nem todos os municípios terão o processo eleitoral digital.
Clique aqui e confira os municípios que serão convocados a realizar o cadastramento digital.
E pensando no fato da mulher moderna ter dupla e até tripla jornada, ficando com tempo escasso para resolver pendências, resolvemos facilitar a vida de nossas leitoras divulgando no Blog informações que podem ser úteis.
Documentos necessários para o recadastramento digital do título de eleitor:
O eleitor deve comparecer ao local divulgado em sua cidade com o título de eleitor original, documento de identidade com foto e cópia do comprovante de endereço. O blog das mulheres ficará atento a data de convocação do recadastramento e avisará nossas leitoras sobre todas as questões eleitorais.
Você pode tirar dúvidas no Disque-Eleitor de seu estado. Clique aqui e encontre o telefone.
Com informações do TSE
16:37
Flávio, Ernesto e Edmilson voltaram Japão para trabalhar no Brasil
Há um mês, publiquei aqui um comentário sobre uma tocante reportagem de Cláudia Sarmento, de O Globo, sobre as dificuldades dos milhares de brasileiros dekasseguis desempregados naquele país, que está forçando, com uma nova lei de imigração, a sua repatriação.
Hoje, alertado pela leitura da coluna de Elio Gaspari, fui ver a matéria da jornalista Angela Lacerda, publicada na segunda-feira, sobre os trabalhadores brasileiros que voltaram do Japão para trabalhar como soldadores especializados no Estaleiro Atlântico Sul, inaugurado ano passado e responsável por executar encomendas de plataformas para a Petrobras.
O paulista Edmilson Akira, por sua vez, descobriu a existência do EAS graças aos canais de TV direcionados à comunidade brasileira no Japão. Mário Azevedo, 40 anos, pernambucano casado com uma filha de japoneses, que depois de nove anos no Japão teve a chance de retornar ao Recife, onde nasceu. “A saudade era muita.”
Edmílson, Mário e outros 80 brasileiros estão de volta à sua terra, trabalhando no Brasil e pelo Brasil. Sejam bem-vindos!
16:35
Quem pensa que toda mulher não sabe se controlar com um cartão de crédito na mão e que não agüenta ver uma promoção… Pode ir repensando esse conceito. Cada vez mais as mulheres, que estão chefiando cerca de 20 milhões de famílias no Brasil segundo o IBGE, mergulham no mundo dos investimentos, garantindo o futuro dos filhos e de grandes projetos.
A participação da mulher na Bolsa de Valores vem crescendo numa velocidade bem maior que a do homem. Um levantamento feito pela Bovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), de 2002 até hoje, demonstra que a quantidade de investidoras cresceu 810% contra 500% de crescimento masculino. Atualmente, elas são 25% das pessoas físicas na Bovespa, ou 137 mil investidoras com idades de 15 a 66 anos.
Uma dessas mulheres conversou com o nosso Blog. Márcia Singler (43 anos), consultora empresarial, ouviu falar em investimentos, ficou curiosa, estudou o assunto, mergulhou nesse mundo e se diz satisfeita com os resultados. Em setembro do ano passado, Márcia investiu cerca de R$ 400 reais e daí em diante não parou mais. “Há uns meses vi um faqueiro em uma loja e fiquei louca. Mas era meio caro. Então, esperei seis meses e o preço caiu pela metade. Com o dinheiro que sobrou corri e fiz um investimento”.
Márcia explicou que não e difícil começar a investir. Existem programas de rádio, cursos e livros para investidores iniciantes. “Investir e disciplina! Não perco nenhum dia o programa de rádio para investidores amadores”, alerta. Uma outra lição da consultora é que ao contrário do que pensamos, “que é um investimento de risco, perderemos dinheiro”, o máximo que acontece é deixar de ganhar. “Para investir é preciso ter sangue frio”.
Todo esse esforço tem uma recompensa. Márcia quer poupar dinheiro para custear a faculdade do filho, que deverá se formar daqui 13 anos. “É um investimento a longo prazo que valerá a pena”.
Quer começar a investir?
Para quem se animou com a história da Márcia pode procurar a Bovespa, que tem um projeto voltado especialmente para nós: O Mulheres em Ação. Esse projeto existe desde 2003 e já promoveu centenas de apresentações pelo Brasil.
O site é: www.bmfbovespa.com.br/mulheres. Lá você encontra vídeos educativos e reportagens. Também é possível fazer inscrições para cursos e palestras, todas gratuitas!
E um segredo … uma das colaboradoras do Blog se interessou tanto pelo assunto que já começou a estudar maneiras de investir. Espero que ela consiga e que em breve nos relate os resultados, assim quem sabe todo mundo se anima e investe o dinheiro de um sapato novo na bolsa de valores cor de rosa.
16:33 Apresentar o quadro de insegurança alimentar no Brasil associado à contaminação de hortaliças por agrotóxicos e os desafios de políticas públicas para a promoção da saúde são os objetivos de estudo publicado por pesquisadores da Embrapa e da UnB.
Apresentar o quadro de insegurança alimentar no Brasil associado à contaminação de hortaliças por agrotóxicos e os desafios de políticas públicas para a promoção da saúde, por meio do incentivo ao consumo saudável, são os objetivos do estudo "Agrotóxicos em hortaliças: segurança alimentar, riscos
socioambientais e políticas públicas para promoção da saúde".
16:22
16:21 Por Carlos Augusto mar 17, 2010 at 14:05
Oi considero o 2º texto muito raivoso e fora da realidade factual (Leia o segundo texto, do professor Reinaldo Melo aqui).
No texto do Prof. Reinaldo não li uma proposição de luta sequer, uma idéia de mobilização coletiva sequer … Li somente um derramamento de mágoas e ódio pela APEOESP. Até parece que o artigo foi escrito pelo Sr. Paulo Renato. Sugetão ao Prof. Reinaldo: inicie um movimento com propostas alternativas e então, sim, estará colaborando com a categoria ou então forme uma chapa e concorra. Se existe tanta gente assim descontente com a atual presidente como o texto sugere ou indica, será muito fácil termos um novo comando e, o melhor, alguém com uma “tática” nova e eficiente para enfrentar a mídia serrista …
Tenho muitas críticas a APEOESP e escrevi lá no site o que penso e o que considero errado na direção deste movimento. Resumindo : a APEOESP não está usando a internet como deveria, se a mídia nos corta a palavra, temos que usar a Internet como arma ; a APEOESP deveria colocar bem visível em sua página fatos e números sobre a greve com a finalidade de promover a união dos professores que estão muito indecisos ou desinformados sobre o movimento e já que a mídia deu e ainda está dando muito enfase a situação cubana, porque já a partir de sexta não acampamos da Praça da República e iniciamos um greve de fome?
Penso que é momento de sermos frios com as pessoas que dominam as grandes redes de comunicação, entrar em conflito dentro do movimento neste momento é fazer o jogo do Serra.
Dar ouvido a críticas destrutivas como a do Prof. Reinaldo é acreditar que esse governador está trabalhando para educação e que foi a APEOESP quem criou o bônus, as provinhas, a data base, a evolução por mérito e tudo de ruim que acontece na educação.
Maria Fro “post” de hoje foi excelente pois estimula o debate e promove o raciocínio sobre a situação atual do professor, se analisado sem rancor é muito instigante. Vou tentar envia-lo para alguns colegas, sei que vai dar muita discussão, mas será das positivas. Um abraço.
16:13
16:11
16:04 Cerca de 800 representantes de comunidades atingidas por barragens ocuparam nesta manhã (17/3) o escritório da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), em Sobradinho (BA). Em Águas de Chapecó (SC), agricultores acampados na comunidade do Saltinho ocuparam canteiro de obras da Hidrelétrica de Foz de Chapecó.
Cerca de 800 representantes de comunidades atingidas por barragens ocuparam nesta manhã (17/3) o escritório da Companhia Hidroelétrica do São Francisco - CHESF, em Sobradinho (BA). Eles reivindicaram a paralisação imediata dos projetos de construção das barragens de Riacho Seco e Pedra Branca, que ameaçam cerca de 20 mil pessoas, e a suspensão do projeto de Transposição do Rio São Francisco. Além disso, exigem da CHESF o pagamento das dívidas com os atingidos pelas barragens de Sobradinho e Itaparica, construídas nas décadas de 1970 e 1980.
16:00 Enviado por Tiago Nobgrega (f4r3j4d0rΘgmail·com):
“Procurando uma ferramenta livre onde eu conseguisse simular uma rede virtual, após a procura no Google, cheguei até a ferramenta web SiReViW, criada pelo Almerindo Nascimento Rehem Neto e Gilmar Nunes da Silva. Existe um tutorial na página ensinando como utilizar a ferramenta e como fazer instalação no Windows. Neste post apenas ensinarei como fazer o deploy para o Tomcat no Linux já que na pagina do autor existe um turorial de como utilizar.” [referência: defendendoolinux.blogspot.com]
15:58
15:49 Da Redação – 16/03/2010 – 14h30
O CNA (Cadastro Nacional de Adoção) registrou que a maioria dos pretendentes à adoção (39,2%) quer crianças brancas e com idades de até três anos (78,65% dos pretendentes). Até o início de março, 26.735 pretendentes à adoção e 4.578 crianças e adolescentes aptas a serem adotadas.
De acordo com os dados do cadastro, divulgados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), também a maioria das pessoas candidatas a adotar (85,72%) deseja apenas uma criança e outros 13,40% dos pretendentes disseram querer adotar duas crianças.
No entanto, do total de crianças e adolescentes aptas à adoção, 35,21% delas são brancas e 71,89% deles possuem irmãos, mas nem todos têm esses irmãos também cadastrados. As estatísticas ainda revelam que 45,76% das crianças cadastradas são pardas, 17,85% são negras, 0,76% são indígenas e 0,42% são amarelas.
O Estado de São Paulo lidera o ranking do CNA, com 7.192 pretendentes cadastrados para 1.414 crianças, seguido do Rio Grande do Sul, com 4.319 pretendentes para 798 crianças e em terceiro lugar vem o Paraná com 3.694 pretendentes para 482 crianças aptas a serem adotadas. No quarto lugar aparece Minas Gerais, com 2.920 pretendentes para 370 crianças cadastradas.
Lançado em 29 de abril de 2008, o cadastro é uma ferramenta criada para auxiliar os juízes das varas da infância e da juventude na condução dos procedimentos de adoção. O CNA tem o objetivo de agilizar os processos de adoção por meio do mapeamento de informações unificadas.
Lançado pelo CNJ, o cadastro já contribuiu para que 102 crianças conseguissem um lar. Esse número é pequeno porque nem sempre os juízes das Varas da Infância e Adolescência dão baixa no cadastro, segundo os gestores do sistema. A nova Lei Nacional de Adoção, aprovada pelo Senado Federal em julho de 2009 prevê o pagamento de multas de até R$ 3.000 para os tribunais que não garantirem a operacionalização e atualização do Cadastro Nacional de Adoção.
15:37
Conforme atestou o jornal, sindicatos que representam professores e funcionários da rede estadual de educação de São Paulo procuraram, sim, a secretaria para negociar um reajuste salarial antes de levar a greve à votação em assembleia. A Apeoesp mostrou à reportagem uma solicitação de audiência protocolada em 22 de janeiro.
O documento é assinado também por outros cinco sindicatos - dos Funcionários e Servidores de Educação, de Supervisores do Magistério, dos Professores Aposentados (Apampesp), dos Diretores e Especialistas (Udemo) e o Centro do Professorado Paulista (CPP).
“Avisados” pelo Estadão, a secretaria confirmou a solicitação e informou que representantes da Apeoesp foram recebidos dia 26 de janeiro. Paulo Renato, no entanto, só recebe um sindicato por vez. “Ele não recebe o conjunto de entidades, mas estamos juntos nas escolas — e é justo que trabalhemos juntos nas reivindicações”, diz o presidente do CPP, José Maria Cancelliero. “Para não haver dúvidas de que queremos conversar, encaminhamos hoje mais uma solicitação de audiência.”
A greve
Na última sexta-feira, professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram manter a greve iniciada no dia 8. Cerca de 40 mil profissionais participaram da assembleia — que fechou parte da Avenida Paulista, uma das mais importantes da capital paulista. Segundo a Apeoesp, 80% do magistério está paralisado.
Após a assembleia, os professores saíram em passeata até a Praça da República, na região central da cidade, onde realizaram protesto em frente à Secretaria de Estado da Educação aos gritos de "Fora, Serra". A categoria denuncia a inflexibilidade do governador José Serra nas negociações e protesta contra a política educacional no estado.
“É uma honra muito grande dizer 'não' ao autoritarismo do governo de São Paulo. Esta foi uma semana de teste que Paulo Renato e Serra quiseram fazer conosco”, afirmou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha.
Além de negar dialogar com a categoria, o governo tucano vai cortar o ponto dos manifestantes e impedi-los de receber bônus de desempenho. A secretaria tem constrangido professores que pretendem participar da greve, bem como proibido que se ingresse nas unidades para divulgar o movimento. Apesar das ameaças, nova assembleia está marcada para sexta-feira (19), no vão do Masp, na avenida Paulista, a partir das 14 horas.
As principais reivindicações da categoria são o reajuste salarial de 34,3%; suspensão da avaliação de mérito e das provas dos ACTs; a incorporação de todas as gratificações, extensiva aos aposentados; plano de carreira; garantia de emprego; revogação das leis discriminatórias ao professor; e concurso público de caráter classificatório.
Segundo Carlos Ramiro de Castro, diretor da Apeoesp, os professores só retomam as atividades se houver negociação por parte do governo do estado. "Esta greve já começou com volume. É uma queda de braço com o governo, e só voltamos se houver negociação e atendimento às nossas reivindicações.”
Cenário desolador
Um professor de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental tem salário-base de R$ 785,50, na jornada de 24 horas semanais. Já na jornada de 40 horas semanais, o valor passa para R$ 1.597,55 (menos de três salários mínimos). Para o corpo docente que leciona para alunos da 5ª a 8ª série e no Ensino Médio, o salário-base é R$ 909,32 e R$ 1.834,85, respectivamente, para 40 horas semanais.
A rede de São Paulo conta com mais de 220 mil professores e 5 milhões de alunos. Segundo a Apeoesp, os professores que compõem o comando de greve estão visitando as escolas para conversar com pais, alunos e professores, explicando o porquê da paralisação.
www.vermelho.org.br
15:36 Por Beatriz Paz
Cosplay, pra uns, pode ser apenas um jeito de se divertir e conhecer gente nova em eventos de anime; pra outros, a coisa é séria e o sonho de consumo é ganhar o World Cosplay Sumit, ou WCS, sediado no Japão, todo o ano. Tem gente que ganha a vida costurando fantasias e virando a noite ensaiando sua apresentação na frente do espelho. E tem gente que simplesmente monta a fantasia, pega o metrô até o colégio onde o evento vai acontecer (tipo eu), entrega tudo nas mãos de Kami-sama e o que vier é lucro. Principalmente os Muppys ^^
É o caso do filipino Jin Joson, um fotógrafo freelancer formado pela UP College of Fine Arts. Quando não esta ocupado trabalhando como diretor de arte, pintor, designer de camisetas e logos, ou alguma coisa envolvendo pré-produção ou fotografia em si, ele se junta aos amigos, o Tuxedo Team, para fazer o que gostam mais: tirar fotos, montar cosplays e ir a eventos – mesmo esses, às vezes sendo convenções Yaoi.
E os caras não brincam em serviço, eles mesmos escolhem os tecidos, fazem as roupas, compram as lentes de contato, cortam as perucas – tudo com tutoriais ilustrados engraçados -, arrumam os penteados, editam as fotos, enfim, tudo. E o resultado é de ter vergonha de olhar para o seu “incrível” cosplay de Naruto – mesmo porque, apesar de eu não ser fã de Naruto, o Tuxedo Team também arregaça na produção dos ninjas, mesmo porque são fãs da série – pendurado no cabide do armário.
O legal do Jin é que, apesar de ser conhecido pelo excelente trabalho como cosplayer, ele não se resume somente a isso; o cara também é ativista social, fazendo campanhas em seu DeviantArt e Twitter sobre ONGs e te informa de como você pode se juntar as mesmas. Tem gente que usa da fama pra se promover mais e mais, e há pessoas como o Jin, que usam do reconhecimento próprio para ajudar o próximo.
Um fato engraçado que sempre gera discussão no twitter e em fóruns em geral, é o fato de Jin ter uma irmã gêmea que também é cosplayer. Seu nome é Nejin Joson e confundi-los é muito fácil pelo fato deles serem gêmeos idênticos, apesar de serem de sexos diferentes. O que contribui é que por vezes Jin já brincou de Crossplay – menino vestido de menina e vice-versa. Sim, sou adepta do Crossplay – , a prova disso é a mais nova foto do filipino para a Bleachstain Productions. Fora o fato do apelido de Nejin também ser Jin. Isso causa algumas dores de cabeça nas pessoas a princípio, mas vamos esclarecer de uma vez por todas.
Jin e Nejin Joson são irmãos gêmeos idênticos. E os dois são cosplayers e artistas muito bons.
Eu estava tentando entrar em contato com Jin pra uma possível entrevista sobre o trabalho dele com cosplay e fotografia, mas não deu tempo. Se ele entrar em contato após a publicação desse post, eu publico a entrevista. É interessante saber que não somente no Japão existem pessoas que sabem fazer um cosplay bem feito, exemplo disso são os brasileiros Gabriel Niemietz e Jéssica Campos, ganhadores do WCS de 2008.
Outro ponto positivo pro Jin, pelo menos na minha opinião, é que ele não é apenas mais um fã tarado de Bleach ou Naruto. Ele conhece animes clássicos como Evangelion, Yu Yu Hakusho ou o sublime Akira. Tudo indica que seu próximo projeto tem a ver com Fullmetal Alchemist, e se, pelo que podemos ver no Devianart e o Tumblr, o Tuxedo Team com certeza promete não decepcionar.
Ah sim, mais uma coisinha. Ele tem uma máscara pra gripe do Darth Vader.
DeviantART | Tumblr | Twitter | Site Oficial
[hr style='color: blue' /] Este artigo pertence ao Nerds Somos Nozes. Alguns direitos reservados!
15:33 
15:28
A vergonha ainda é um tabu entre jovens de 13 e 17 anos. Apenas 20% das adolescentes declararam abertamente ter vida sexual ativa. Preocupadas com a conversa com as filhas, 40% das mães apontaram a necessidade de falar sobre a prevenção de doenças e 26% mencionaram o temor de uma gravidez indesejada.
Das 50 meninas, metade usa, ao mesmo tempo, camisinha e um contraceptivo oral receitado por ginecologista. O que deixou as mães aliviadas. “Expliquei para minha filha, que ela poderia engravidar, que o corpo dela estava mudando, os seios aparecendo, o que chamaria muito a atenção dos homens. Alertei que deveria ter mais cuidado.” conta Marilene Alves, 42, tenente-coronel da Polícia Militar, de Belém.Outro tema que levantou polêmica entre mães e filhas foi a questão do homossexualismo. Apenas 4% das mães aceitariam numa boa a opção sexual da filha.
Um especialista foi convidado pela revista para dar dicas para as mães de como falar sobre sexo com as filhas. O educador sexual Marcos Ribeiro, acredita que os pais de hoje em dia ainda acham que falar de sexo é falar de reprodução humana. “Explicar como se fica grávida não é só falar sobre sexo, é também falar sobre prevenção e que sexo é bom, quando seguro”, disse o especialista.
Dicas para melhorar o diálogo:
É importante rever a própria postura. Muitas mães se prontificam a falar abertamente sobre sexo com as filhas, mas, quando o assunto vem à tona, arregalam os olhos e se apavoram. Ouça com naturalidade e confiança e prepare-se para o inesperado, com carinho e curiosidade, sem recriminação, lembrando, porém, que a mãe não pode ser a melhor amiga da filha porque é a pessoa que deve apontar caminhos e pôr limites. Amiga é diferente.
Se a menina não se sentir à vontade quando você puxar o assunto, não se preocupe. Na hora em que a mãe comenta, ela pode até não ligar, mas a mensagem que fica é: nesta casa pode, sim, falar sobre sexo.
Avalie sua relação com a sexualidade. Sua vida sexual é plenamente satisfatória ou precisa de ajustes? Pense nisso e procure ajuda profissional se achar que é necessário. Entender o que está acontecendo com você pode ser o primeiro passo para um papo mais aberto com sua filha.
Escolha um filme ou um livro que trate do assunto e assistam ou leiam juntas. Esse pode ser um ponto de partida para uma ótima conversa.
Clique aqui e confira todos os temas abordados na matéria.
Com informações revista Cláudia
15:26 E finalmente o método de burlar o exame da CNH, do qual muitos aqui já devem ter ouvido falar, virou matéria jornalística. E como brasileiro ama levar vantagem em tudo, mesmo que precise pagar a mais por isso, uma porrada de compatriotas pagam a mais para renovar a carteira de habilitação com base no “jeitinho”, e isso porque o exame nem de longe é difícil, bastando apenas estudar atentamente uma cartilha que nada tem de hermética.
Do UOL Autoescolas corrompem sistema digital e oferecem esquema para renovar CNH em SP
Arthur Guimarães
Em São Paulo
Criado para modernizar a emissão das carteiras nacionais de habilitação (CNHs) e classificado pelas autoridades como uma eficiente barreira contra as fraudes, o sistema digital usado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) para aplicação das provas de atualização de motoristas já foi corrompido pelas autoescolas e Centros de Formação de Condutores (CFCs) da capital paulista.
Sem rodeios ou vergonha, os atendentes oferecem aos interessados esquemas variados para driblar o controle oficial e emitir os documentos sem que os motoristas tenham de estudar ou aprender os conteúdos mínimos necessários para dirigir pelas ruas. Noções de primeiros-socorros, cujo desconhecimento pode custar vidas, não precisam nem ser vistas pelos corruptores da lei.
Como apontam entrevistas feitas com pessoas que participaram do golpe e após a reportagem do UOL Notícias comprovar in loco que o crime é negociado abertamente, a estratégia inventada para enganar o Detran mistura tecnologia, malandragem e até interpretação teatral.
O foco do esquema são os motoristas que vão renovar a CNH e que precisam passar pelos processos de atualização de condutores que começaram ser obrigatórios com a resolução 168 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2004. Esses testes – são 30 perguntas em que é preciso obter 70% de acertos – servem para averiguar o aprendizado dos motoristas sobre obrigações fundamentais a quem conduz um veículo: evitar e sinalizar acidentes, acionar serviços de emergência, além de dominar as normas gerais de circulação e cuidados na direção.
3 vezes no cartão
Na autoescola Pamplona, na zona sul, por exemplo, o valor da propina para escapar de todo o estudo pode ser pago até em 3 vezes no cartão de crédito. Na última semana, a reportagem esteve no estabelecimento e, com gravadores de som e imagens captadas da rua, simulou interesse em fraudar o teste exigido pela legislação de trânsito.
Não houve dificuldade. No próprio cartão da autoescola, a atendente começou a rabiscar os preços de cada item. A soma total pelo processo dentro da legalidade ficava em R$ 245. Nesse caso, até então, o motorista poderia tomar duas atitudes: estudar por conta própria uma apostila com uma série de dados técnicos e fazer o exame ou então frenquentar um cursinho, que pede presença de 100% nas aulas e tem carga horária de 15 horas.
Lá, no entanto, uma terceira opção é ventilada. Por R$ 370 (ou seja, R$ 125 a mais), é oferecida a possibilidade ilegal da pessoa simplesmente não estudar nada – e receber a carteira renovada em casa, sem incômodos nem dor de cabeça. A única exigência é comparecer ao local do exame, para “colocar o dedo” em um dispositivo que faz a leitura da impressão digital.
O UOL Notícias conseguiu encontrar três pessoas que passaram por todas as etapas da fraude. Uma delas, que pede para não ser identificada, será chamada por um nome fictício, Renata.
Como ela relata, quando chegou até a autoescola, foi logo sendo bombardeada pela atendente com uma série de taxas e condições para renovar sua CNH. “Eram tantas etapas e tantos valores que, como em uma brincadeira inocente, perguntei: ‘não tem nenhum outro jeito?’”, lembra.
Para sua surpresa, havia sim um jeitinho. “Sem explicar muito, a moça falou que, por R$ 150 a mais, não precisaria fazer a prova. Como eu não teria tempo para estudar tantos conteúdos e fui informada que, caso reprovasse, teria que pagar quase tudo novamente, achei que valeria a pena tentar”.
Fechado o negócio, Renata recebeu um boleto, em que foi feita uma pequena marca com uma caneta colorida. Seguiu até o CFC Paulista, no Edifício Winston Churchill, na avenida Paulista, 807, onde faria o falso teste. “No começo, estranhei um pouco, achei que tinha que fazer algo muito escondido. Mas percebi que ali todos estavam na mesma situação.”
Robô da fraude
Na sala de provas, segundo ela, os computadores possuem webcams, conectadas a um centro de controle no Detran. Na tela, o logotipo do órgão estadual deixava claro que o golpe era “quente”. Logo que sentou, veio a orientação. “Me falaram para ficar imóvel, mas sem jamais esquecer de ficar com a mão no mouse. Disseram que era uma forma de fingir para câmera que eu estava respondendo aos testes”.
O que ela viu a seguir foi o mais chocante. “Do nada, o cursor do mouse começou a se mexer sozinho. Aos poucos, com o cuidado de não parecer rápido demais, todas as questões foram sendo respondidas. Em algumas, esse ‘robô’ inclusive errava de propósito, para não gerar suspeita sobre um ótimo desempenho”, recorda-se Renata, que em 10 dias recebeu a nova CNH em casa.
Nas últimas semanas, a reportagem tentou comprovar a oferta da fraude também em outras autoescolas. Nas autoescolas Guerra, na rua Afonso Bovero, 312, e em outra autoescola sem nome aparente, na rua da Consolação, número 914, também foram sugeridas formas para conseguir ilegalmente a renovação da CNH. Nesses dois casos, no entanto, não foi comprovado qual era o método usado no esquema criminoso – nem se ele não passava de uma promessa impossível de ser cumprida.
Análises
Especialistas em trânsito ouvidos alertam para o risco do ingresso de motoristas despreparados nas ruas e criticaram as recorrentes práticas ilícitas que cercam rotineiramente os processos de emissão de CNHs. Procurados para comentar a denúncia, o Detran e o Sindicato das Auto e Moto Escolas e Centros de Formação de Condutores do Estado de São Paulo repudiam a prática e pediram punição aos envolvidos.
15:23 ESCLARECIMENTO À MATÉRIA DA REVISTA VEJA DE 17/03/2010
A Eletros esclarece que ao longo dos seus 38 anos de existência nunca sofreu, nunca aceitou e nunca recebeu qualquer tipo de influência política nas suas decisões de investimento. Portanto, repudia com veemência a menção feita ao fundo pelo doleiro Lúcio Funaro, além de estranhar que quatro anos após um suposto depoimento por delação premiada, o mesmo não tenha sido investigado, e ainda que a revista Veja, de modo irresponsável – mesmo tendo recebido um esclarecimento que o fato nunca ocorreu -, deu crédito ao doleiro, e não ao fundo de pensão, reconhecido por ter os melhores desempenhos do mercado, sem nunca ter se envolvido em nenhum escândalo político.
A DIRETORIA
15:21 SAIU PESQUISA IBOPE
CENÁRIO É FORTEMENTE FAVORÁVEL A DILMA.
Fonte Twitter do Estadão
Apesar de 42% não saberem que Dilma é candidata de Lula, ministra cola em Serra na estimulada, e passa na espontânea.
Lula atinge nível recorde de 75%. Maneira de governar é aprovada por 83% da população.
Apenas 58% dos entrevistados sabem que Dilma é a candidata apoiada pelo presidente Lula.
Rejeição a Ciro caiu de 33% para 28%. O de Marina caiu de 40% para 31%. Ela e Aécio têm os percentuais mais altos entre os candidatos
Já o índice de rejeição da ministra caiu de 41% para 27% desde a pesquisa de dezembro.
Serra tem o menor índice de rejeição (25%).
Na estimulada para o 2º turno entre Serra e Dilma, o tucano tem 44% e a petista, 39%.
Na pesquisa espontânea, o presidente lidera com 20%. Dilma passa à frente de Serra (14% a 10%).
Mais da metade dos brasileiros (53%) prefere votar no candidato apoiado pelo presidente Lula.
Serra continua à frente, mas diferença para Dilma caiu 13 pontos percentuais em relação à última pesquisa.
Dilma cresceu 13 pontos percentuais na comparação com a pesquisa de dezembro de 2009.
Sem a participação de Ciro na pesquisa estimulada, Serra tem 38% e Dilma, 33%. Marina aparece com 8%.
No cenário com Ciro Gomes, Serra tem 35% e Dilma, 30%. O deputado tem 11% e Marina Silva, 6%.
15:18 DEU EM O GLOBO
Protesto contra a política externa de Lula
De Ilimar Franco:
A oposição está obstruindo as votações de embaixadores no Senado em protesto contra a política externa petista. Há divergências sobre o tratamento a Cuba e ao Irã.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), suspendeu a sessão que analisaria os embaixadores da Venezuela e do Equador.
Só passou, em plenário, a indicação de Oto Agripino Maia para embaixador da Grécia. Ele é irmão do líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN).
15:17 Os principais resultados
1.1 Avaliação do Governo
Percentual de brasileiros que avaliam o governo do Presidente Lula positivamente atinge nível recorde: 75%
Maneira de governar do Presidente Lula é aprovada por 83% da população
77% dos entrevistados confiam no Presidente Lula, praticamente o mesmo percentual registrado em dezembro de 2009
Cresce percepção que segundo mandato está sendo melhor que o primeiro, opinião compartilhada por 49% dos entrevistados
Aprovação da atuação do governo aumenta em seis das nove áreas pesquisadas
Percentual de desaprovação supera o de aprovação nas áreas de saúde, segurança pública e impostos
1.2 Pesquisa Eleitoral
Percentual de indecisos na pesquisa espontânea é de 42%
Na pesquisa estimulada, Dilma cresce 13 pontos percentuais na comparação com a pesquisa de dezembro de 2009
Serra mantém-se à frente, mas diferença cai de 21 para 5 pontos percentuais
Serra tem vantagem em todas as simulações de segundo turno
Mais da metade dos brasileiros (53%) prefere votar em um candidato apoiado pelo presidente Lula
42% dos entrevistados desconhecem quem é o candidato apoiado pelo presidente Lula
Link do PDF:
15:12
Depois de quase uma semana sendo “cozinhado” – a coleta de dados terminou, segundo o registro do TSE terminou dia 10 passado – saiu o “resultado” da nova pesquisa do Ibope sobre a intenção de votos para presidente. Embora a informação que tenha corrido – e sido publicada pela Veja – é de que Dilma apareceria um ponto à frente de Serra, o resultado “cozido” apresentou Serra ainda cinco pontos ainda na frente.
Coisa na qual, na minha opinião, nem mesmo Serra pode acreditar.
Mas vou chamar a atenção de vocês para um dado que, se os nossos institutos de pesquisa fossem minimamente sérios, estaria dando “briga” pelos jornais.
No final do mês, o Datafolha, que apontou uma distância semelhante entre os dois candidatos, divulgou os seus resultados. A pesquisa teve uma amostra (2600 entrevistas) bem semelhante à do Ibope (2002). Segundo o Datafolha, a intenção de voto espontânea estava como na tabela ao lado, retirada da própria Folha de S. Paulo. Repare: Lula tem 10% de menções, Dilma outros 10%, o “candidato do Lula” tem 4% e Serra tem 7%.
Os que responderam “não sei eram 58%.
E o que dizem os números da pesquisa “espontânea” do Ibope, colhidos menos de 15 dias depois?
Vejam na tabela segundo os resultados publicados pelo Blog do Fernando Rodrigues, da Folha:
O número de pessoas que, espontâneamente, dizem que “vão votar no Lula” pula para cima. Chega a 20%, o dobro do que diz o Datafolha ou, estatisticamente, uma diferença de 100%. Curioso é que as menções espontâneas a Dilma também crescem, atingindo 14%. A soma de Lula + Dilma dá 34%, contra 20% do Datafolha ou, se conderarmos também a referência ao “candidato do Lula, 24%.
Variar um, dois, três por cento – se os números são altos – é totalmente possível. Não foi essa a explicação que deram para finalmente reconhecerem que margem de erro não é um valor absoluto?
Mas como explicar uma variação destas na resposta espontânea em favor de Lula, que dobra? Ou da soma dos campos políticos, que varia quase 50% (24% Datafolha x 34% Ibope)?
Num país sério, a Justiça Eleitoral estaria auditando estas pesquisas. Mas não, os resultados saem uma semana depois, e uma semana depois você não pega nem tartaruga manca.
Ah, o que é o “diferencial delta” do título”? Para os mais jovens, foi uma “mutreta” no programa de totalização dos votos por computador usado nas eleições do Rio de Janeiro para “garfar” os votos de Leonel Brizola para governador.
Mas, claro, todos confiamos na isenção das pesquisas dos institutos cujos presidentes vivem fazendo previsões, não é?
15:00 Os desenvolvedores anunciam a versão 2.3.0 do player de música Amarok, trazendo correções, melhorias de desempenho e novos recursos, incluindo um uso interessante para o botão de scroll lateral do meu mouse, que agora passa a poder trocar a música em execução.
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14:57 Da série de reportagens do Jornal da Record
14:50
14:47
Gallup Poll muestra que el gobierno oculta las cifras reales de desempleo
Fred Goldstein
Mundo Obrero
Una encuesta Gallup, difundida el 23 de febrero reveló que en enero, 30 millones de trabajadores/as en los EEUU tuvieron que trabajar solo a tiempo parcial o estaban desempleados/as. Este número, basado en una encuesta de más de 20.000 personas adultas de más de 18 años y realizada del 2 al 31 de enero, equivale a un 20 por ciento de la fuerza laboral.
Llevada a cabo por una de las instituciones encuestadoras más prestigiosa y conservadora en el mundo capitalista, la encuesta utilizó muestras tomadas de todas las regiones del país y de todas las edades.
Las personas entre los 18 y 29 años tienen el nivel más alto de subempleo, oficialmente un 31 por ciento.
No es de extrañar que esta encuesta apenas se mencione en la gran prensa. Esto demuestra que el gobierno está subestimando a millones de trabajadores/as que sufren la crisis de desempleo y subempleo. Comprueba con documentos, como mínimo, que las estadísticas de la Oficina de Estadísticas Laborales y la Oficina Nacional de Investigación Económica han sido deshonestas sobre el verdadero nivel de desempleo.
Esta encuesta de Gallup también muestra las disparidades racistas que se han agravado por la crisis económica. Revela que la tasa de subempleo entre afroamericanos/as y latinos/as, está a un 27 y 29 por ciento respectivamente, en comparación con el subempleo entre blancos/as que está en 17 por ciento. No había nada revelado sobre los/as trabajadores/as inmigrantes, pero otros estudios han mostrado un aumento drástico en el subempleo de los/as trabajadores/as indocumentados/as, especialmente en la industria de la construcción.
Según las agencias del gobierno, el nivel de lo que se denomina “tasa total de desempleo”, una medida llamada U-6, es solamente el 16,5 por ciento, no el 20 por ciento revelado en la encuesta Gallup.
Peor aún, es importante saber que el número oficial del gobierno de “desempleo total” incluye no sólo a trabajadores/as que están desempleados/as y a quienes se ven obligados/as a trabajar a tiempo parcial en vez de a tiempo completo, sino que también incluye a quienes han abandonado la fuerza laboral porque desanimados/as, han dejado de buscar trabajos.
Según AOL News en línea, “Lo sorprendente de los números de Gallup es que las encuestas ni siquiera incluyen a la gente sin empleo por tanto tiempo que ya no son contados en la fuerza laboral”. En el mes de enero, según el gobierno, 1.1 millones de trabajadores fueron clasificados oficialmente como “trabajadores desalentados”.
Por ende, la encuesta de Gallup en sí es imprecisa puesto que si el número oficial del gobierno de 1,1 millones de trabajadores/as que han dejado de buscar trabajo se añade a los 30 millones compilado por Gallup, el número aumentaría.
4,4 millones trabajadores/as desanimados/as
Sin embargo, el encubrimiento del gobierno es aún más amplio de lo que se desprende de la encuesta Gallup. El Instituto de Política Económica (EPI por las siglas en inglés), cuyo ex jefe, Jared Bernstein, es el economista en jefe y asesor de política económica al vice president Joseph Biden, dice: “Desde que comenzó la recesión en diciembre de 2007, la fuerza de trabajo — las personas que están trabajando o buscando trabajo — ha disminuido 700.000 trabajadores, aunque la población en edad laboral ha aumentado 3,7 millones de personas. La reducida fuerza laboral es un reflejo del desaliento con el mercado laboral, ya que los empleos se han vuelto escasos; por lo tanto, muchas personas que buscaban trabajo han dejado de hacerlo”.
Así, según el EPI, casi 4,5 millones de trabajadores/as han abandonado la fuerza laboral, no los/as 1,1 millones contabilizados por el gobierno. Y entre quienes la han abandonado, una proporción alta de manera drástica son jóvenes. La tasa de participación de los/as trabajadores/as de 16-24 años de edad ha disminuido de 59,1 por ciento a un 54,7 por ciento en los 25 meses desde que comenzó la recesión, lo que representa una pérdida de 1,3 millones de trabajadores/as jóvenes. En la encuesta de Gallup, las personas entre 18 y 29 tuvieron el nivel de subempleo más alto, un 31 por ciento.
En el otro extremo de la escala por edad, las personas mayores de 55 años han aumentado su participación en la fuerza laboral porque no pueden permitirse el lujo de jubilarse. En sus últimos años se encuentran trabajando, a menudo obligados/as a competir con jóvenes por trabajos mal remunerados.
Bajo las condiciones “normales” de explotación capitalista — es decir, entre las crisis de alta y baja, cuando los trabajos están más disponibles — la juventud, y especialmente los/as jóvenes negros/as, latinos/as, asiáticos/as y nativos/as, tienen el nivel más alto de desempleo y los salarios más bajos. Ahora que hay una crisis capitalista, la crisis para los/as jóvenes se ha aumentado.
El discurso de “recuperación” para los/as trabajadores/as de todas las edades es un mito. La recuperación es sólo es para los jefes más grandes y ricos.
El discurso sobre una disminución de los despidos se contradijo a finales de febrero por el anuncio de un aumento en las nuevas solicitudes de subsidios por desempleo. Aumentan solicitudes de seguro por desempleo y caen las ventas de casas
En su informe sobre las solicitudes de desempleo del 25 de febrero, el Departamento del Trabajo dijo que las solicitudes iniciales de subsidio por desempleo aumentaron en 22.000, para un total de 496.000. Los analistas de Wall Street esperaban una disminución con un total de 455.000.
El promedio de cuatro semanas de las solicitudes por desempleo aumentó 6.000, a un total de 473.750. El promedio había caído considerablemente durante el verano y el otoño de su pico en la primavera pasada de alrededor de 650.000 personas. Este año, la mejoría se ha estancado. El promedio de cuatro semanas ha aumentado en alrededor de 30.000 en el último mes. Está ahora muy por encima del nivel de 425.000 que muchos economistas dijeron que iba a señalar la contratación neta. Es un comentario sobre el capitalismo estadounidense el hecho de que el despido de 425.000 trabajadores/as en una semana sea considerado una señal “positiva” de la contratación neta.
Además, la venta de viviendas nuevas cayó 11,2 por ciento en enero, la caída más grande en más de 50 años. Una caída en las ventas de casas nuevas significa más desempleo para trabajadores/as en la construcción.
Una de las razones para esta caída es el número masivo de ejecuciones de hipoteca que especuladores y aún algunos compradores individuales tratan de aprovechar para comprar casas a precios de ganga al escoger entre las millones de casas disponibles por ejecuciones hipotecarias. Pero a pesar de eso, la venta de casas bajó un 7,2 por ciento en enero.
Se esperan cientos de miles más de ejecuciones de hipoteca por la dificultad de los/as trabajadores/as desempleados/as que no pueden seguir pagando sus hipotecas, y hasta los/as que están empleados/as están “bajo el agua”, es decir, que deben mucho más de lo que valen sus casas en el mercado.
Los bancos y prestamistas no ajustarán los préstamos, no suspenderán los pagos de los/as desempleados/as, y están tratando despiadadamente de exprimir cada centavo de los/as dueños/as de casa. Más millones de ejecuciones de hipoteca vendrán a menos que el pueblo se una y demande que se acaben las ejecuciones de hipoteca y desalojos.
Para los/as más de 30 millones de personas sin trabajo o con trabajos a tiempo parcial, sin un plan de cuidado de salud, sin pensión, sin beneficies, sin vacaciones, y con la insoportable presión económica de tratar de sostenerse, la sola idea de que la economía haya ido “recuperándose” por seis meses, debe parecer como una cruel broma.
¿Quiénes comprarán la mercancía?
Una pregunta que hace falta preguntarse es: ¿qué impulsó a la organización Gallup a emprender una encuesta tan extensa? Las cifras contradictorias que están emergiendo de las oficinas del gobierno y de la administración de Obama probablemente han puesto nerviosos a sectores de la clase dominante. Los consejeros de inversiones, pronosticadores económicos corporativos, hasta los consejeros de política económica, tienen mucho interés en conseguir información confiable sobre la economía. La clase dominante no puede depender solamente de las agencias del gobierno, las cuales están destinadas a exponer inadecuadamente la severidad de la situación por razones políticas.
Uno de los pocos detalles hecho público en la reciente encuesta Gallup fue cuánto menos estaba siendo gastado en el mercado por los/as trabajadores/as subempleados/as comparado con quienes están empleados/as. La discrepancia entre un promedio de $75 al día de los/as empleados/as comparada con $48 al día de los/as subempleados/as, aunque esté exagerada, es un hecho para que esas autoridades contemplen las expectativas de una “recuperación” capitalista.
El público supo muy poco de la encuesta y la mayor parte de la información recopilada fue reservada, sin duda solamente para los ojos de la clase dominante y sus consejeros.
Pero la clase dominante está tambaleándose entre una recuperación y una renovación de la crisis capitalista. Todos saben que la estabilización de la economía capitalista, el paro temporero de la espiral hacia abajo de la crisis económica y financiera, estaba construida sobre el rescate masivo de los bancos y el estímulo a la economía.
Los cálculos convencionales dicen que entre 1,5 a 2 millones de empleos fueron creados o rescatados por el paquete de estímulo de $787 mil millones. El dinero del estímulo debe acabarse a mediados de 2010. El crédito para los/as que compren por primera vez una casa ahora ha sido extendido a quienes anteriormente compraron casa.
El gobierno, los banqueros y los empresarios están esperando a ver qué pasa cuando se acabe el dinero del estímulo y los incentivos. Todos están conteniendo la respiración en la esperanza de que la limitada expansión capitalista continúe.
Pero la clase dominante tiene una contradicción básica en la presente crisis. No se puede mantener una recuperación bajo estas condiciones. Solo una crisis regenerada puede ser el resultado de este paso.
La clase trabajadora, los/as oprimidos/as, las comunidades, los/as estudiantes y jóvenes, y todos/as quienes están siendo victimizados/as por esta crisis capitalista no deben esperar pasivamente por que llegue la salvación de una recuperación económica.
Para ellos/as, la única salida de esta crisis es organizarse y luchar con un programa concreto. Primero en la agenda debe estar una demanda por un programa del gobierno que garantice un empleo con salarios reales con beneficios completos y el derecho libre de trabas, de representación sindical para cada trabajador/a que la necesite.
Los trillones de dólares regalados a los bancos, las corporaciones y al aparato militar pueden pagar tal programa además de garantizar una educación gratuita de calidad para toda la juventud, desde la primaria hasta la universidad.
[www.workers.org]
14:46 Oposição desesperada quer boicotar política externa brasileira
Sem discurso, sem bandeiras e vendo suas chances de voltar ao poder cada vez mais distantes, a oposição de direita no Brasil apela para atos de evidente desespero. É assim que se pode qualificar a decisão do PSDB de “romper com a política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgilio (AM), declarou nesta terça-feira (16) em Plenário, durante a votação da indicação de Oto Agripino Maia para o cargo de embaixador do Brasil na Grécia, que o partido toma esta atitude como uma reação aos “equívocos da diplomacia brasileira”, que, no seu entender, estariam a ridicularizar o país.
Entre as críticas, o senador se referiu ao diálogo do presidente Lula com os governos de Cuba e do Irã. “Me parece que há uma tendência a privilegiarmos regimes de exceção. E isso não é bom para o país”, tentou argumentar.
Antes do rompimento, os senadores aprovaram a indicação de Oto Agripino Maia para exercer o cargo de embaixador em Atenas, na Grécia. Ele recebeu 47 votos favoráveis à sua indicação e um contrário, com uma abstenção.
Ao apartear Virgilio, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), se declarou solidário à posição da liderança de seu partido e informou a suspensão das sabatinas com autoridades indicadas para representar o Brasil no exterior, até que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, compareça ao colegiado. Na prática, Azeredo instituiu uma espécie de “greve” nos trabalhos da Comissão, partidarizando e prejudicando atividades que são de grande importância para o Estado brasileiro.
Mídia faz coro
A decisão inédita e quase folclórica do PSDB ocorre no mesmo dia em que a mídia escolheu a política externa do governo Lula como alvo preferencial de seus ataques.
Em editorial, o conservador jornal O Estado de S. Paulo diz que “a diplomacia lulista, partidária e eleitoreira, só visa a promover a imagem de seu guia perante o público interno” e que “Lula exibe o grau de exacerbação da sua megalomania”.
Já a Folha de S.Paulo, outro front midiático da elite paulista anti-Lula, apela para um artigo igualmente agressivo assinado pelo próprio “dono” do jornal, Otavio Frias Filho, no qual ele qualifica a política externa brasileira de “errática, cheia de distorções seletivas” e acusa o “simplório presidente (Lula) e seu trêfego chanceler (Celso Amorim)” de cometerem, na seara da política externa, “equívocos em cascata e enveredar por um caminho temerário” ao confrontar os interesses de Washigton.
Plano de ataque
O editorial do Estadão, o texto de Otavinho e a decisão do PSDB são todos instrumentos de uma mesma tentativa desesperada de atacar o governo Lula justamente no momento em que os acertos de sua política externa levam o presidente a receber admiração mundial, traduzida em prêmios internacionais, citações honrosas em publicações de vários países e um crescente respeito pelo protagonismo do Brasil nos fóruns internacionais.
A artificialidade destes ataques da oposição podem acabar se transformando num tiro no pé, pois tornam ainda mais evidente a posição submissa destes setores da direita e da mídia em relação aos interesses que emanam da Casa Branca, o que revela um servilismo colonizado a toda prova.
Da redação,
Cáudio Gonzalez
14:45 Se, na maior parte das sociedades europeias, os efeitos da crise estiveram na origem de movimentos, greves e revoltas de rua, o modelo não se aplica à França, que vive, desde há duas décadas, submetida a arrastões de agitação social. Movimentos que terminam frequentemente com compromissos instáveis, e até mesmo em derrotas mal definidas. Por Charles Reeve.
Em particular, a agitação dos estudantes mantém-se enérgica desde o início dos anos 90 (1); sucessão de lutas que se seguem sem se ligar entre elas. A última, datada de 2009, contra formas disfarçadas de privatização do ensino superior, durou mais de seis meses. À excepção do que se passou aquando do movimento dos desempregados, no início de 1998, todos estes movimentos foram incapazes de estabelecer uma ligação directa com «o mundo» do trabalho assalariado, e isto apesar das tentativas voluntárias conduzidas pelos sectores mais politizados da juventude, apesar da consciência partilhada de uma situação comum e de uma mesma oposição à lógica política neoliberal que é aplicada tanto nos serviços públicos como nas empresas. Apesar destes impasses, esta constância da conflitualidade da sociedade francesa tem consequências evidentes. A mais importante encontra-se sem dúvida na reprodução de uma cultura política fundada numa visão de classe dos problemas, algo que sobreviveu das referências e dos valores das grandes lutas do passado, da Comuna de Paris ao Maio de 68.
Quando, no início de 2009, as primeiras consequências da crise começaram a fazer-se sentir em França com despedimentos [demissões] e encerramento [fechamento] de empresas, o sentimento de derrota já estava presente no seio dos assalariados. Desde há anos, as políticas liberais tinham isolado as lutas, quebrado a força colectiva. E, no entanto, subitamente, os conflitos radicalizaram-se, como um bafo de raiva contra a corrente do espírito de resignação. As promessas não cumpridas tiveram grande peso nesta explosão de descontentamento. Na Continental – uma empresa onde as acções foram das mais duras –, os despedimentos foram anunciados pouco tempo após os trabalhadores terem aceite um regresso às quarentas horas de trabalho semanal para «salvar a empresa».
As lutas desta nova fase visaram particularmente a classe capitalista. Assistimos assim a acções contra as direcções de empresas ou patrões individuais, mesmo a intervenções contra as assembleias de accionistas. Patrões foram sequestrados durante dias, outros foram forçados a saírem para a rua e manifestarem-se «ao lado» dos grevistas. Aqui e ali, ataques furiosos foram intentados contra sedes de empresas, habitações dos quadros, e por vezes também contra repartições do estado que protegiam a acção patronal. Este ressentimento contra o patronato explica-se evidentemente pelas circunstâncias do período, caracterizado pela arrogância das classes capitalistas, o deslocamento ostentatório dos rendimentos para os ricos, a insolência das remunerações e prémios patronais, a contínua distribuição de dividendos para empresas que despedem. As políticas fiscais do governo Sarkozy (2) mostraram aliás o apoio do estado francês a esta evolução, ao encontro de todos os discursos sobre o «interesse geral» da sociedade. Assim sendo, a preponderância adquirida pelo capitalismo financeiro na gestão das empresas veio reforçar a ideia confusa de uma pseudo-oposição entre o sector financeiro e o sector produtivo («economia real»), limitando a crítica radical do sistema.
A luta dos agentes da empresa pública EDF-GDF [Electricidade de França – Gás de França], que teve lugar na Primavera de 2009, foi um exemplo desta radicalização. Mobilizados contra a precarização dos jovens operários, o desmantelamento progressivo dos antigos estatutos e a transferência de algumas das suas actividades para o sector privado, os trabalhadores levaram a cabo acções muito populares de um novo tipo. Puderam assim observar-se numerosos cortes de electricidade nos bairros burgueses, nos museus e centros comerciais chiques, nos radares de polícia na estrada. Mas também pudemos ver o restabelecimento de corrente aos subscritores pobres cortados da rede e a aplicação de tarifas mais baixas nos bairros populares. Aquando da manifestação do 1º de Maio de 2009, em Paris, os grevistas cortaram a electricidade nos prédios onde residem políticos conhecidos, ao ponto de confundir os jornalistas, incapazes de distinguir os militantes do «Black Bloc» dos comandos de jovens operários sabotadores…
Por último, a acção levada a cabo contra o Festival de Cannes forçou os organizadores a recorrer a potentes geradores protegidos pela polícia. Esta proliferação de acções imaginativas explica-se também pela presença de uma nova geração proletária em sectores tradicionalmente “bem comportados” e controlados pelos sindicatos. Já o havíamos constatado aquando da greve dos transportes públicos em Paris, em 2007, quando a atitude combativa dos jovens condutores de autocarros [ônibus] (em maioria oriundos dos bairros periféricos) surpreendeu a direcção.
Incapaz de prejudicar os desenvolvimentos possíveis desta dinâmica, a classe política francesa deu então alguns sinais de inquietação. Temia sobretudo um contágio. Assim, quando milhares de trabalhadores da Continental-França se deslocaram à Alemanha para se manifestarem com os seus camaradas alemães sob os olhares desconcertados dos quadros sindicais para lá do Reno, pouco habituados a desmesuras, ou ainda, quando a Praça da Bolsa em Paris foi ocupada por centenas de operários de empresas em luta contra os despedimentos. Nestas circunstâncias o governo representou o papel de prudente e hipócrita. Embora a presença policial seja omnipresente na vida social em França, a repressão seja apresentada como a resposta a todos os problemas sociais, embora se faça habitualmente o amálgama entre discurso securitário e propostas anti-terroristas, o governo tratou estas acções directas com retenção, deixando a repressão para mais tarde (3). Como dirá um alto responsável da polícia: «os efeitos da crise devem ser tidos em conta para os problemas de segurança […] Nos períodos de crise, em que as pessoas se encontram em dificuldades no plano social, mais do que nunca devemos garantir a sua segurança no quotidiano. Devem ser protegidas (4).
Mas sobretudo, discretamente, o governo pode contar com a cooperação das direcções sindicais, também preocupadas com a perda de controlo da situação e que apostaram no medo e na passividade das grandes massas. Um conselheiro das altas esferas do Estado reconhecê-lo-á claramente alguns meses mais tarde. «Constato que na Primavera, o seu [dos sindicatos] sentido do interesse geral foi impressionante para canalizar o descontentamento. O Outono foi de uma calma absoluta. Tiro o chapéu aos sindicatos! Co-geriram esta crise com o Estado. O patronato, enquanto actor social, contou-se entre os implicados ausentes. Se ele tivesse um décimo do talento do estado-maior da CGT no Medef [Organização patronal de França], as coisas estariam já melhor…» (5).
Notas
(1) O movimento anti-CIP [Contrato de Inserção Profissional], contra os novos contratos de trabalho precários para os jovens, em 1994, viu surgirem as primeiras fracturas entre os estudantes ditos «sensatos» e os jovens «agitados», que foram rapidamente identificados com a juventude das periferias.
(2) Como uma das suas primeiras medidas, 14 000 contribuintes ricos beneficiaram de gordas restituições de impostos. Iniciativa que marcará indelevelmente a orientação do clã no poder.
(3) Será apenas alguns meses mais tarde que alguns dos trabalhadores que participaram nestas acções foram despedidos e perseguidos pela justiça.
(4) Entrevista com Eric Le Douaron, Le Monde, 1 de Abril de 2009.
(5) Alain Minc, Le Parisien, 27 de Dezembro de 2009.
14:43
14:42 
14:37 Segundo o ministro Adams, se Lula quiser participar de eventos públicos exclusivos de campanha eleitoral, então caberá o partido arcar com as despesas. Nada impede, porém, explicou ele, que o presidente vá a um evento oficial como presidente e, depois, no período de folga, participe de comícios.
Então, para não complicar muito, Lula vai participar durante a semana com Dilma em eventos oficiais, até junho, como permitido. Depois, só nos finais de semana.... TODOS!!!
Haja LEXOTAN!!!!
Eu vejo tudo; nada pode passar despercebido!
14:32
14:30
Un mes en Puerto Príncipe
Fabrizio Lorusso
Lamericalatina/Rebelión
Este reportaje nace de la experiencia directa, de las fuentes documentales y periodísticas, de los testimonios, videos y entrevistas que el compañero Diego Lucifreddi y yo recolectamos durante el mes de febrero de 2010, en el que estuvimos viviendo en el barrio Delmas de Puerto Principe, Haití, para colaborar con las actividades de Aumohd (Asociación de Unidades Motivadas por un Haití de los Derechos) que es una asociación de abogados voluntarios dedicados a la defensa de los derechos humanos y civiles de las personas más pobres y marginales, especialmente en los barrios difíciles y tristemente famosos como Cité Soleil y Gran Ravine.
Dado el alto nivel de corrupción e injusticia social y jurídica en Haití, la asociación se ha interesado, desde su nacimiento en 2002, en ayudar a los ciudadanos encarcelados injustamente (cerca del 90% de los detenidos en Puerto Príncipe), pero en los momentos de crisis como éste, en una metrópolis derrumbada por esos 36 segundos de terremoto que cambiaron su historia, la Aumohd y su presidente Evel Fanfan tratan de proveer servicios de todo tipo a la población del barrio, a los sindicatos, a los grupos de base y a la gente en general dentro de sus posibilidades. Asimismo, están abiertos a la creación de redes internacionales de apoyo e intercambio de informaciones, además de hospedar a personas con voluntad e interés de conocer la realidad haitiana. Después del temblor se está promoviendo en varios países una recolección de fondos vía PayPal aquí: [prohaiti2010.blogspot.com]
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La peor de la historia
El balance provisional de los daños causados por el sismo del 7.3 grado de la escala Richter en la capital de Haití, Puerto Príncipe, el pasado 12 de enero de 2010, es el de la más grande catástrofe de la historia moderna: los daños a la infraestructura se estimaron en 14 billones de dólares, los muertos fueron 230.000, pero hay muchas víctimas debajo de los escombros así que el presidente René Preval arrojó la cifra de 300.000, en su mayoría en la zonas de la capital y aledañas; hay más de 310.000 heridos y 559 desaparecidos; un millón y medio de personas afectadas y un millón doscientos mil sin techo; más de 500.000 desplazados, 320.000 casas destruidas o dañadas. No se señalan todavía peligros epidemiológicos en el país aunque una treintena de hospitales de la capital no están funcionando y la plaga de los mosquitos y la próxima temporada de lluvias son una amenaza concreta para los precarios campamentos instalados en muchas áreas urbanas y periféricas.
Cuba es el país que más médicos ha aportado: son más de 1.700 y 1.300 llegaron después del sismo. Venezuela, presente en la isla desde hace años con proyectos de cooperación del ALBA (Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América), incrementó su contingente de protección civil ya desde el 13 de enero, condonó la deuda haitiana con PDVSA, la compañía petrolera venezolana, en el contexto del acuerdo Petrocaribe y maneja las ayudas humanitarias en diferentes campamientos (Video Entrevista Jefe Misión Venezuela-3 partes).
Mientras Preval se encontraba en Playa del Carmen, México, en la Cumbre para la Unidad de América Latina, un sistema de alianzas regionales que aspira contraponerse a la Organización de Estados Americanos (OEA) controlada por Estados Unidos, fue fijada la fecha del 31 de marzo para la conferencia de la Onu y los países donantes sobre la reconstrucción de Haití. La Unión Europea anunció un “Plan Marshall” según afirmó la secretaría de asuntos exteriores de la unión, Catherine Ashton. El monto desembolsado por la unión europea es de 609 millones de euros divididos entre ayuda humanitaria (309 millones) y reconstrucción (300): se habla de descentralización administrativa y económica, se promete la cancelación de la deuda exterior con el país caribeño, aunque no se dice que pronto ésta será reemplazada por nuevos debitos contraídos para la reconstrucción y la reactivación de los mecanismos de la “cooperación” internacional…
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Desfile de estrellas fugaces y política internacional
El rappero de treinta y siete años Wyclef Jean, ex integrante del grupo Fugees radicado en Estados Unidos, recibió el 26 de febrero pasado un premio de la asociación NAACP ( National Association for the Advancement of Colored People ) como reconocimiento de sus esfuerzos humanitarios en favor de las victimas del terremoto del 12 de enero. El músico tiene la nacionalidad haitiana y fue el primero entre las “estrellas” a nivel mundial a visitar Puerto Príncipe después de la catástrofe, seguido inmediatamente por el actor Sean Penn, patrocinador del CRS ( Catholic Relief Service ), una agencia que está manejando las ayudas en muchos campos de refugiados en que se asentó el ejercito de EE.UU. Luego, desembarcaron Angelina Jolie, como representante de UNICEF, y John Travolta, quien trajo consigo el sacro verbo y la solidaridad de Scientology en tierra caribeña. En cambio, George Clooney se dedicó a un multimillonario Telethon para la recolección de fondos, mientras que los ex presidentes Bill Clinton y G. W. Bush (no es una broma) se asociaron para la creación de una fundación especial promovida en esta página www.clintonbushhaitifund.org y en la televisión. ¿Son todos unos filántropos?
A pesar de que, de alguna manera, son apreciables los esfuerzos de los hombres políticos y de la farándula, además de los de las ONG y las múltiples iglesias cristianas y católicas que operan en Haití, no se pueden olvidar algunas consideraciones acerca de los intereses y las intenciones latentes de este tipo de solidaridad. Más allá de los objetivos humanitarios declarados, hace falta citar las consabidas ventajas económicas y de imagen, los elementos ideológicos y discrecionales de que son portadores los grupos involucrados, como eslabón necesario para la cuadratura del círculo en la política exterior de las potencias extranjeras, tradicionalmente los Estados Unidos, Francia y Canadá: de esta forma, se exportan productos, influencias culturales, políticas y religiosas, visiones del mundo, know how, empresas, dependencias de muchos tipos y, en síntesis, soft y hard power en los países “beneficiarios”. También la solidaridad está condicionada a unas políticas específicas, a preferencias establecidas por la agencia que las maneja.
De la USAID a Sarkozy
Por ejemplo, en Centroamérica y en México, no es un secreto que la USAID (agencia gubernamental estadounidense), muy presente en Haití desde antes del terremoto y ahora con las ayudas, desde siempre condiciona sus desembolsos “solidarios” a políticas antiabortistas y reaccionarias con respecto a las tendencias sociales de los países receptores. El año pasado el gobierno del Distrito Federal, la capital mexicana, perdió las contribuciones de USAID justo porque había sido legalizada la libertad de decisión de las mujeres en el tema del aborto.
Regresemos a Haití. En febrero las visitas de Stephen Harper, primer ministro canadiense, de la pareja Clinton en varias ocasiones y, finalmente, la de Nicolas Sarkozy, el primer presidente francés que se atreve a pisar la isla desde la independencia de Haití, evidencian cómo, además de Brasil, también Francia, EE.UU. y Canadá quieran mantener sus formas de control-ayuda en el país. Son los primeros interesados en evitar la ingerencia rusa, china y venezolana en el Caribe, en tener la prioridad en la explotación de los recursos (petroleros pero no sólo), muy probablemente abundantes en las aguas haitianas, y a mantener cierta estabilidad social y humanitaria, a raíz del “peligro” de emigraciones masivas hacia sus territorios (ya más de un millón de haitianos viven en Estados Unidos contra los 9 y medio millones en la isla).
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El 17 de febrero el presidente francés estuvo de visita por sólo 5 horas, se encontró con Preval, presentó un programa de reconstrucción y presentó un paquete de ayudas por 326 millones de euro, destacando que Haití no necesita tutelas externas, en referencia a la presencia militar americana y a las hipótesis, por ahora descartadas, de un “protectorado”, y agregó también que el proyecto de reconstrucción será todo nacional. Bueno, se le olvidó comentar, quizás, que posiblemente las empresas, los materiales, las futuras deudas externas, los capitales, los grupos de presión política, los yacimientos de minerales y los nuevos mercados serán también un poco más franceses que antes, además de canadienses y gringos. Sonó sarcástico cuando el heroico Nicolás comenzó a agradecer a Haití, ya que gracias a este país “el francés pudo ser reconocido como el segundo idioma oficial ante las Naciones Unidas”, “qué gran dicha!” habrá pensado la mayoría de los haitianos que habla, más bien, criollo.
Los Estados Unidos y las agencias, algo de historia y de golpes
Una evidencia interesante de lo que entiendo por “elementos ideológicos y discrecionales” es representado por el caso de Wyclef Jean y su fundación Yelè Haiti que, desde 2005, recolecta dinero para becas, proyectos medioambientales, deportivos y artísticos en beneficio de su país de origen. Su tío, Raymond Joseph, es uno de los hombres del establishment haitiano en Washington y, en marzo de 2004, fue nombrado embajador en Estados Unidos por la pareja de represores compuesta por el presidente provisional Boniface Alexandre y su primer ministro Gerard Latortue.
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Como declarado en una entrevista por Tom Luce, presidente de la ONG estadounidense Hurah-inc, activa desde hace muchos años en Haití con proyectos de cooperación y protección de la población desfavorecida en colaboración con Aumohd, éstos políticos llegaron al poder desplazando al presidente legítimo Jean-Bertrande Aristide, después de que éste fuera deportado en la República de Sudáfrica el 29 de febrero de 2004, en una operación realizada por agentes de la CIA ( Central Intelligence Agency, EE.UU. ) y anticipada por meses de desestabilización y crisis, gracias al apoyo de brigadas paramilitares y elementos de la oposición extraparlamentaria. Estos sectores estaban relacionados con la misma CIA, con el IRI ( International Republican Institute ) y con grupos conservadores europeos, especialmente de la Francia de Chirac y Sarkozy (el entonces primer ministro del interior), y el más notorio era el gruppo 184 o G184, una ambigua organización para la “defensa de los derechos humanos” que era en realidad una agencia reaccionaria y antidemocrática que hasta recibió cuantiosos financiamientos por la Comisión Europea.
¿Qué pasó en verdad en el golpe de 2004?
Una versión histórica de aquellas caóticas semanas sostiene que Aristide había dimitido legalmente como consecuencia de una crisis institucional y que él mismo se declaró, por tanto, impotente frente a una sucesión de “revueltas populares” en su contra. Estas rebeliones, en realidad, fueron provocadas por unos escuadrones de la muerte, armados por la oposición, que operaban con métodos terroristas e ilegales, por lo cual el ex mandatario haitiano rechazó firmemente la versión oficial (o estadounidense) de los acontecimientos. Algunos peritos traductores en los Estados Unidos confirmaron que el texto original de la supuesta carta de dimisión escrita en criollo por Aristide no hablaba de renunciar al cargo.
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De nuevo, según Tom Luce y los artículos del periodista americano Kevin Pina, también el IRI ( International Republican Institute ), una emanación del Partido Republicano y del gobierno estadounidense creada por Ronald Reagan en los ochenta con la finalidad de enseñar la democracia al resto del mundo y financiada con dinero público extraído de los bolsillos de los tax payers estadounidenses, realizó sistemáticamente esta acción de subversión del orden democrático en Haití, particularmente durante la gestión del halcón Stanley Lucas, representante de la agencia en la isla.
La contraparte del IRI, emisión del Partido Demócrata, es la NDI ( National Democratic Institute ) que fue involucrada en el golpe de Estado del 2002 contra Hugo Chávez en Venezuela y, sin embargo, en el caso de Haití en este periodo específico, fue, en cambio, un interlocutor más imparcial, ya que trabajó con distintas partes políticas, inclusive con el partido Fanmi Lavalas de Aristide. No fue así en 1990, cuando Aristide ganó y el NDI financió la campaña del candidato derechista Marc Bazin que obtuvo sólo el 12% de los votos. El NDI y el IRI son financiados dentro del programa conocido como National Endowment for Democracy o NED .
… y el tío de Wyclef sigue allí
Entonces, en el bienio 2003-2004, el IRI utilizó fondos de la estadounidense USAID, una agencia presente en casi toda América Latina, para corromper a congresistas y abastecer de armas a cerca de 600 rebeldes que se organizaron en escuadrones de la muerte bajo el mando de Guy Philippe, ex jefe da la policía de la segunda ciudad haitiana, Cap-Haitien, y del ex sargento golpista del ejercito Louis-Jodel Chamblain. Estos criminales de guerra fueron presentados, luego, como unos freedom fighters (luchadores por la libertad) a los ojos de la opinión pública, debido a la propaganda oficial de la época post Aristide.
Pese a los millones y millones de dólares gastados para la “promoción de la democracia” y de los candidatos pro-yankee con estrategias típicas de la guerra fría y con lujo de violencia política, estos esfuerzos financieros, mediáticos y militares no lograron frutos, ya que ningún candidato de la derecha reaccionaria pudo conseguir un consenso suficiente en el país y la gente sigue apoyando a Aristide, sin creer en las versiones abultadas de la historia del segundo golpe perpetrado en su contra. El mismo Guy Philippe se lanzó en las presidenciales de 2006 y obtuvo un vergonzoso 1% de los sufragios, lo que reveló su débil poder de convocatoria y, más bien, el asco que su figura suscitaba en la población que sigue identificándolo hasta la fecha como un mercenario, paramilitar y narcotraficante.
Después de todos estos años turbulentos, el embajador Raymond Joseph, el personaje con el cual abrí este paréntesis histórico, fue confirmado en Washington por Preval, el actual jefe de Estado poco propenso a efectuar cambios mal vistos por la elite.
Wyclef Jean, la educación y la solidaridad truncada
Volvamos de nuevo a las estrellas fugaces de la solidaridad. Para poder cerrar el ejemplo sobre la fundación de Wyclef Jean, hace falta primero subrayar que el 90% de las escuelas haitianas prevé el pago de cuotas de inscripción y el sistema está dominado fuertemente por las instituciones privadas y confesionales, las ONG y los pequeños empresarios de la educación de pago, con las relativas exclusiones del derecho universal a estudiar que de allí derivaron y que contribuyeron, junto a la pobreza y la desigualdad económicas y sociales, a una situación insostenible: altas tasas de mortalidad materna (523 mujeres mueren por cada 100.000 partos), 1 de cada 8 niños y niñas mueren antes de cumplir cinco años de vida y 1 cada 14 antes de cumplir un año, la esperanza de vida es de 59 años para los hombres y de 63 para las mujeres; la tasa de alfabetización de la población adulta no llega al 60% y la de niños y niñas que asisten a un establecimiento educativo no supera el 50%. Más de 500.000 niños y niñas en edad escolar nunca pisaron una escuela (Léase Informe CLACSO-Rebelión sobre Educación). La UNESCO ha establecido que por lo menos la mitad de las 15.000 escuelas primarias y 1.500 secundarias del país resultaron severamente dañadas o destruidas, además el ministerio de educación, como casi todas las sedes de los poderes constitucionales, se derrumbó.
Sobre todo para las mujeres de los barrios pobres (aunque no sólo) es muy difícil concluir los estudios de nivel secundario inferior y superior, vistos los altos costes de las instituciones escolares privadas y el régimen excluyente que las gobierna, además de que el sistema social y cultural dominante está todavía ligado a la tradición católica conservadora, a una suerte de costumbre a la dependencia material y espiritual de la población de algún benefactor o de la voluntad divina, entendida como fatalidad o destino predeterminado. Entre catástrofes naturales, crisis económicas endémicas y la cultura machista, las mujeres de clase media y baja se ven excluidas de toda oportunidad laboral y educativa. Las que logran llegar al nivel preparatoria, en general, atienden con discontinuidad y tardan muchos años en concluir sus estudios, ya que viven en un estado constante de emergencia económica o familiar. Las mujeres solteras, jefas de hogar, son la normalidad a Puerto Príncipe más que, por ejemplo, en la Ciudad de México.
Las becas otorgadas con las donaciones a la fundación Yelé se promueven en el público como instrumentos fundamentales que benefician cada año a miles de niños, pero ésta es simplemente la parte más distorsionada de la verdad. De hecho, según nuestro informante Tom Luce, quien trató de conseguir esas becas para unos niños haitianos, el disfrute de estas prebendas está restringido solamente a unas instituciones privadas religiosas y no se otorgan a los individuos que las piden, sino a organizaciones, por lo tanto es inútil tratar de conseguir los apoyos y señalar los casos más necesitados, ya que todo ello no es considerado siquiera por las oficinas burocráticas y los funcionarios locales.
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Aristide y la década de los 90
En origen, ¿de dónde venían tanto hastío y aversión contra el ex cura Jean-Bertande Aristide? ¿Se trataba realmente de una figura tan peligrosa y radical, así como se presentaba por parte de ciertos sectores estadounidenses e internacionales? Aun no pudiendo contestar exhaustivamente a estas preguntas, creo que aquí es útil aclarar brevemente algunos aspectos de su trayectoria.
Nacido en 1953 de una familia pobre del norte de Haití, Aristide fue criado por los curas salesianos y pudo estudiar filosofía y psicología hasta el nivel de posgrado en su país y también en Italia, Grecia e Israel. En 1983, fue ordenado sacerdote de la orden se los salesianos, se fue a vivir a Puerto Príncipe en una pequeña diócesis de la periferia metropolitana y devino un exponente de la llamada “teología de la liberación”, el ala más progresista e igualitaria de la iglesia católica en América Latina que entró en pugna abierta con las visiones moderadas y conservadores de las jerarquías vaticanas y del Papa Juan Pablo II, un gran aliado anticomunista de la administración estadounidense de “Reagan-Rambo”.
Los sermones de Aristide al pueblo haitiano y sus entrevistas incitaban a la revolución y a la lucha por una igualdad social verdadera y se transmitían en la radio católica nacional. Este activismo político le costó muchas fricciones con los salesianos que, finalmente, lo expulsaron de la orden en 1988, antes de que él mismo decidiera abandonar la iglesia definitivamente y casarse con la ciudadana estadounidense Mildred Toullot en 1994.
En 1990, Aristide obtuvo el 67% de los votos y ganó las primeras elecciones democráticas en Haití con una plataforma de cuño socialdemócrata favorable a las clases más pobres (el 80% de la población vivía y vive todavía en la indigencia) que preveía formas de redistribución del ingreso y la universalización del acceso a los sistemas sanitario y educativo.
1991. Primer golpe de Estado contra Aristide
En el septiembre de 1991, una serie de conflictos institucionales entre Aristide y el congreso, junto al clima de violencia política callejera provocado por la oposición, fueron el telón de fondo para la realización de un golpe de Estado manu militari, apoyado por la CIA, que lo forzó a salir del país durante los 3 años siguientes, de 1991 a 1994, e impuso en la presidencia al Juez Joseph Nerette, en realidad un títere al mando de del jefe de una junta militar presidida por el jefe del ejército Raoul Cedras. La versión oficial dice que todo ocurrió “según la constitución”, es decir, según modalidades muy parecidas a las que vimos con el golpe en Honduras en junio de 2009 o, de nuevo, en Haití contra el mismo Aristide en 2004.
El regreso del presidente en su país, después de su exilio en los Estados Unidos, fue acompañado por un compromiso negociado, o bien obligado, con el FMI (Fondo Monetario Internacional), el Banco Mundial y con el entonces presidente de EE.UU., Bill Clinton (el mismo que hoy promueve la recolección de fondos junto a Bush “el jóven”), lo que implicaba un retroceso en todas las políticas sociales propuestas por Aristide y una adhesión incondicionada a los preceptos del Consenso de Washington y constituyó un candado seguro para blindar los márgenes de maniobra de los futuros gobiernos del país. De vuelta como jefe de la nación, Aristide logró, al menos, desmantelar el ejército y sustituirlo con una policía nacional.
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1995. Primera presidencia de René Preval
De 1995 a 2000, Renè Preval, actual jefe de Estado haitiano que fue primer ministro en 1991 (aunque no era formalmente miembro del partito de Aristide Lavalas), tuvo su primera ocasión como presidente y Aristide fue nombrado primer ministro: en efecto, hubo una inversión de papeles durante un mandato caracterizado por una relativa bajada del desempleo, pero también por la decidida oposición parlamentaria a las políticas privatizadoras y de ajuste estructural implementadas por Preval que no generaron ni crecimiento ni mucho menos algún tipo de desarrollo.
También en el año 2000, a pesar de que en los cinco años anteriores hubo un relativo estado de inmovilidad y pese a los millones de dólares invertidos por las agencias internacionales ubicadas en la isla para construir una subespecie de democracia según sus gustos, las elecciones favorecieron al candidato del partido Fanmi Lavalas (el nuevo nombre del anterior Lavalas) que fue, otra vez, Aristide, el cual fue, sin embargo, acusado de fraudes y padeció un boicot electoral y parlamentario actuado por una oposición intransigente y antidemocrática, antes y después del voto.
2000. El regreso de Aristide
En cuanto entró en posesión de sus facultades constitucionales, el neo-electo mandatario anunció oficialmente la demanda a Francia para pedir el pago de 21 billones de dólares a Haití como indemnización actualizada al año 2000 de la titánica deuda de guerra que gravó por 144 años sobre el pueblo haitiano. En efecto, la potencia colonial francés había impuesto a su ex colonia liberada el pago de una suma enorme e injusta (para tener una idea de la cifra, ésta era equivalente al doble de lo que Francia obtuvo de Estados Unidos para venderle Arkansas, Misuri, Iowa, Oklahoma, Kansas, Nebraska, Minnesota y las Dakotas), después de que ésta se alzó en armas y ganó su independencia en 1804: Haití comenzó su historia con una deuda altísima, pero fue la primera república “negra” de América, la primera en cancelar la esclavitud y otorgar el derecho de voto a las mujeres, fue la segunda en proclamarse libre e independiente en el hemisferio occidental, anticipando en los hechos a todos los demás países latinoamericanos.
Divide et impera
En los primeros años de gobierno y hasta el segundo golpe de 2004, como manifestado en entrevista por Tom Luce de Hurah-inc, parece funcionar la política de divide et impera llevada a cabo por la oposición en contra de Aristide. De hecho, por un lado hubo un progresivo alejamiento de los grupos más radicales de inspiración marxista, mientras que, por el otro lado, algunos colaboradores históricos del presidente, ligados al mundo católico progresista, como el cura militante Max Dominique, toman distancia del movimiento que ellos mismos contribuyeron a fundar. Se denuncian los intentos del presidente de justificar la violencia en los casos de legítima defensa y, por ende, su parcial renuncia a formas de lucha política no violenta, como consecuencia de las olas de ataques de tipo paramilitar que padecían los simpatizantes de su partido Fanmi Lavalas. Estas divisiones internas favorecieron un proceso de debilitación y delegitimación institucional que fue exacerbado por una guerra sucia a nivel nacional, orquestada por la CIA y el grupo 184, la que logró finalmente derrocar a Aristide con el golpe del 29 de febrero de 2004.
Véase: [www.blackcommentator.com]
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2004 – 2006. El señor matanza y la herencia de los Duvalier
Fue durante el gobierno de Alexandre y Latortue, patrocinado por G. W. Bush, quien justo después del golpe envió un millar de marinos, seguidos por los ejércitos francés y canadiense, cuando la violencia política y la represión volvieron a ser el amrago pan de cada día para muchos haitianos La represión de los marinos y del ejército de ocupación estadounidenses hizo algunas víctimas inocentes (aunque nunca se admitieron estos crímenes), mientras los movimientos sociales, la sociedad civil y los partidos políticos fieles al ex presidente Aristide en exilio, in primis el Fanmi Lavalas que él creó en 1996 para renovar el preexistente Lavalas (“la avalancha”, de 1991), experimentaron un retroceso democrático de dos décadas y revivieron los excesos de la época del dictador Baby Doc, Jean-Claude Duvalier (en el poder desde la muerte de su padre en 1971 hasta 1986). El joven Duvalier, elegido a los 19 años de edad, a su vez había aprendido bien la profesión del represor de su papá, el “presidente absoluto”, Francois Duvalier, llamado Papa Doc , creador de la despiadada policia secreta de los Tonton Macoutes , que no fue disuelta sino hasta 1986, luego de que había hecho más de 30.000 víctimas. Después de algunos meses de ocupación americana, en junio de 2004, entraron en función las fuerzas militares de la Onu, los 7.000 cascos azules de la Minustah (Misión de Naciones Unidas para la Estabilización en Haití) que está compuesta por una sección militar y una de policía, ambas bajo el mando formal del contingente brasileño, pero controladas, en realidad, a la distancia por los Estados Unidos y, en menor medida, por el gobierno haitiano. La concesión del mando de las operaciones de la Naciones Unidas a Brasil parecía, entonces, responder más a exigencias de imagen y presencia internacional de la potencia sudamericana emergente que a una efectiva puesta en discusión de la tradicional dominación estadounidense en el Caribe.
War by proxy y Gran Ravine
En este contexto, comenzó a desarrollarse una guerra de aproximación (“war by proxy”, o sea, golpear zonas y personas cercanas a los objetivos políticos para desarticular el tejido social y físico circunstante) y se ejecutaron varias matanzas, conocidas como las masacres de Gran Ravine contra grupos de inocentes, simpatizantes de Aristide y simples ciudadanos, con operativos de la policía haitiana, dirigida por Carlo Lochard y acompañada por grupos paramilitares conocidos como Lame Timanchet (“la armada del pequeño machete”).
El 20 de agosto de 2005, 50 personas sospechadas de militar en el partido Fanmi Lavalas fueron masacradas en el estadio Martissant de Puerto Príncipe, mientras había un espectáculo al que presenciaban alrededor de 5.000 espectadores. Muchas víctimas fueron brutalmente ultimadas simplemente porque trataban de ponerse en salvo. El día siguiente, 5 vecinos del barrio de Gran Ravine fueron quemados en sus casas. Como consecuencia de los señalamientos de Aumohd y Hurah, un destacamiento de soldados de la Minustah empezó a patrullar la zona y las casas de algunos militantes que estaban en riesgo, mientras que los abogados de Aumohd organizaron encuentros en las vecindades entre militantes de facciones opuestas para fomentar el diálogo pacífico y la reconciliación.
Todo ello evitó otras matanzas por unos meses, sin embargo, el 7 de julio de 2006, los integrantes de Lame Timanchet rompieron la tregua e hicieron una tercera trágica masacre que dejó un balance de 26 muertos, 300 casas quemadas y 2.000 desplazados. La Aumohd fue la única asociación que defendió las víctimas de estos graves actos de terrorismo de Estado y logró la encarcelación de 15 policías condenados por esos acontecimientos.
Minustah en Haití
Los cascos azules tuvieron desde un principio un un papel contradictorio y fueron acusados de numerosos homicidios y violaciones de los derechos humanos que fueron comprobados y, luego, hasta admitidos en rueda de prensa por el comandante brasileño dimisionario, el general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, en 2005, cuando declaró que la Minustah recibía presiones de países como Francia, EE.UU. y Canadá para hacer un mayor uso de la violencia contra las supuestas bandas de criminales que, según sus informes, dominaban los barrios periféricos.
A finales de 2006, el presidente Renè Preval concedió expresadamente a los militares de la Onu la facultad de desempeñar funciones de inteligencia y represión armada en las zonas más pobres, especialmente Cité Soleil, uno de los bastiones políticos de Aristide, en contra de esas “bandas de delincuentes” no muy bien identificadas, en el sentido de que se cometieron muchos errores y confusiones entre criminales comunes, militantes políticos y normales ciudadanos en la compilación de las listas negras que guiaban las operaciones.
Una parte de estas bandas o supuestas mafias se identificaba, en efecto, con algunos grupos de ciudadanos organizados ligados al presidente exiliado y, si bien era probable igualmente la presencia de grupos delictivos “verdaderos” en Cité Soleil, los métodos represivos utilizados por la Minustah, consistentes en bombardeos con cañones y avanzadas sobre las casas con tanques como si se tratara de operaciones de guerra, hicieron víctimas inocentes, asolaron brutalmente a toda la población, aniquilando su capacidad de organización civil, y contribuyeron a crear el falso mito de una ciudad violenta y salvaje que necesita de los ejércitos extranjeros para sobrevivir.
El mito de la violencia
Este mito ha sido reinventado después del terremoto por los medios y las cúspides militares extranjeras, sobre todo estadounidenses, para justificar el envío masivo de hombres armados y medios pesados, mientras que, en verdad, Puerto Príncipe no es más peligrosa que otras capitales americanas y ha vivido de manera relativamente pacífica y ordenada el inmenso drama que la azotó. Durante nuestra estadía, no hemos visto nunca, ni hemos escuchado a informantes y a medios locales acerca de las escenas de violencia callejera o de las barricadas de afamados “rebeldes” que, en cambio, fueron difundidas en ráfagas por las televisiones de todo el mundo para crear una imagen distorsionada del pueblo haitiano y abrir las puertas a la que muchos perciben como una invasión.
A raíz de todo ello, los haitianos se preguntan legítimamente por qué las ayudas vienen acompañadas de los marinos y soldados de EE.UU. (eran 22.000 en enero, ahora bajaron a 13.000 unidades), por la gendarmerie francesa y hasta por los folclóricos carabineros italianos. En estos últimos casos, parece un ridículo desfile diplomático de malas intenciones que ayuda a esconder y legitimar la mucho más imponente presencia militar estadounidense.
¿Cuánto los necesitamos?
Otro mito parecido al precedente es que el ejército americano debía suplir la falta de coordinación de la Minustah, debido a que 59 de sus altos funcionarios perecieron el 12 de enero, y, sobre todo, debía proteger a los ciudadanos haitianos y extranjeros de los actos de depredación de la población (otra vez se habló de las “bandas de criminales”), además de que se alegaba que la fuga de 7.000 presos “peligrosísimos” de las cárceles capitalinas era un gran problema de seguridad a resolver.
Ahora bien, la Minustah tiene un mandato de la Onu para sus operaciones de policía en Haití y los ejércitos extranjeros no, aunque sí tuvieron una autorización de un gobierno fantasma como fue el haitiano en el mes de enero. De todos modos, también estaba la policía haitiana sobre el territorio mientras la Minustah se estaba reorganizando. Asimismo, se denunciaron las prioridades que muchos grupos de rescate y militares extranjeros establecieron para intervenir: antes, en centro comerciales y otros edificios de barrios exclusivos para salvar a la población adinerada y, luego, en otras zonas residenciales hasta llegar, o bien hasta nunca llegar, a los slums marginales.
Los llamados “actos de despojo” que vimos en la TV e Internet en un principio eran en su mayoría casos de gestos extremos de masas desesperadas y hambrientas que lo habían perdido todo y, en poco días, se normalizaron con la llegada de comida y agua del exterior. Por otro lado, si las ayudas son aventadas en sus cajas cerraditas desde un avión en una explanada o so distribuidos desordenadamente en plazuelas atascadas de gente (lo que sigue pasando todavía), pues es lógico que los más fuertes tomen más y que los empujones se conviertan en riñas y peleas. Pero eso depende más de los que provocan la situación que de los “violentos” haitianos.
Por lo que se refiere a los 7.000 fugados de la cárcel, hace falta recordar que, muy probablemente, al menos el 90% de ellos eran acusados o condenados injustamente, dado el altísimo nivel de corrupción del sistema judicial señalado por las organizaciones nacionales y foráneas para la defensa de los derechos humanos. Por tanto, no hay grandes peligros de revoluciones armadas urdidas por los que se escaparon.
La situación actual en Puerto Príncipe y Haití
Después del terrible sismo del 12 de enero, que daño o arrasó cerca del 80% de los edificios de Puerto Príncipe y alrededores, se produjo una situación análoga a la de las becas del señor W. Jean que describí anteriormente, y en este caso fue con la distribución de las ayudas internacionales que están llenando los almacenes de la Onu en el aeropuerto Toussaint L’Ouverture y que, sin embargo, no han estado llegando a todos los damnificados.
Una buena parte de la población que perdió su casa o de los que tienen miedo de volver a sus hogares agrietados vive ahora en uno de los más de 300 campamentos montados en la ciudad. Según el espacio disponible, cada uno puede contener de unos cientos hasta 30.000-40.000 personas y normalmente son controlados y manejados con distintos grados de efectividad por los consejeros de barrio, la policía haitiana o los mismos ciudadanos desplazados.
Más apartados, operan los militares estadounidenses o de otras naciones que vimos pasear tanto armados como desarmados, y también las ONG extranjeras están presentes en muchos de estos campos (Video Carpa Ong Save the Children y Video Soldados Americanos y Niños). Son éstas las que normalmente distribuyen ayudas a una buena parte de la gente que vive en las carpas, según unos criterios preestablecidos. Los tianguis callejeros y en los campos venden pocos productos como huevos, pimientos, ajo, frijoles, plátanos, pan, latas, arroz, agua y medicinas recuperadas en el “mercado negro de las ayudas”. El transporte local urbano de los microbuses, llamados tap-tap, funciona regularmente así como las gasolineras, los grandes bancos y Western Union, pero las escuelas, las tiendas, los restaurantes abren sólo por unas cuantas horas al día gracias a la energía de unos generadores que consumen mucha gasolina.
Los supermercados que no se cayeron trabajan regularmente, pero son un lujo para ricos y para los que, al menos, no perdieron su trabajo. Para un cuadro claro de la situación señalo los videos y entrevistas del periodista Peter Hallward: LINK.
Los campamentos de la calle Delmas 40-B
Sobre el terreno del ex club de golf de Petion-Ville, al final de la calle Delmas 40-B, son amontonadas más de 3.000 tiendas de campaña y lonas por un total de desplazados estimado entre 30.000 y 50.000 unidades. Esta cifra rebasa la de cualquier otro campamento de la ciudad. El ejercito y los marinos americanos se asentaron sobre un cerro que domina el territorio en plano de abajo, en el que las carpas y lonas de los damnificados, junto a las estructuras de emergencia sanitaria y distribución de víveres de algunas ONG como Oxfam y Save the Children, se multiplicaron día tras día hasta la saturación del espacio visible (Entrevista Responsable Misión EE.UU. Campo Delmas-3 partes).
Aquí, cada dos semanas el personal del Catholic Relief Service pasa entre las tiendas para efectuar un censo de sus moradores que son 12-15 en promedio. Para cada grupo distinguible de personas se elige a una mujer como responsable. Cada una de ellas recibe una tarjetita que le da el derecho de pedir, en el área convenida del campamento, un costal de 25kg de arroz y otros alimentos para que se repartan y consuman entre todos en los siete días siguientes.
El agua para la higiene personal y los baños llega diariamente dentro de grandes tanques con cisternas de la Onu y del gobierno haitiano y, usualmente, el líquido termina en las primeras horas de la tarde: a veces, con un poco de suerte, se puede tomar una ducha en los espacios públicos montados en diferentes zonas del campamento incluso poco antes de que anochezca, si no, hay que esperar el día siguiente.
La parte del llano, en el campamento, la manejan las autoridades locales de la alcaldía y los funcionares del gobierno realizan periódicamente encuestas sobre las condiciones de vida de la población (Entrevista Empleadas Gobierno “Haití Pap Perí”). Los principales problemas son de tipo higiénicos por el hacinamiento de la población, por los mosquitos y otros insectos, por la presencia de cabras, cerdos, perros y gatos que pasean en los residuos sólidos y orgánicos abandonados en caminitos y senderos, y, por fin, está la basura echada en los riachuelos y las cuencas del ex campo de golf. Aunque no han brotado epidemias graves, el peligro es evidente, así como es muy alto el riesgo de incendio por la costumbre de cocinar dentro de las carpas utilizando parrillas y carbón. La temporada de lluvia y de huracanes que se acerca genera inquietud, ya que las tiendas fueron montadas sobre explanadas y lomas de las cuales cuelan ríos de lodo y desechos. El drenaje no existe y las tiendas se llenan de agua, fango y suciedad arrastrada desde los puntos más altos del campo.
¿Y fuera de los campamentos?
También hay una masa de miles y miles de habitantes que aún siguen en las calles, en los espacios abiertos como parques, banquetas, estacionamientos y plazas, o bien, en chozas precarias o en casas de alto riesgo. Luego, están aquellos quienes emigraron en las afueras de la ciudad o en la provincia para buscar condiciones más aceptables, pero para todos ellos la solidaridad internacional, que más o menos alcanza a cubrir las necesidades de los campamentos, es una palabra vacía.
Todo el mundo busca algo que hacer, vender, reciclar, pero el grande ausente es el trabajo: al menos 90.000 puestos se perdieron definitivamente y la mayoría de las actividades productivas y los servicios no han vuelto a trabajar y quizás no lo harán durante meses, entonces muchos viven de las ayudas y de las remesas de familiares en el exterior. Por eso, es normal que la gente en la calle se acerque a los extranjeros, “les blancs”, pidiendo dinero, trabajo, comida o que le ofrezcan algún servicio de traducción o acompañamiento, etcétera. La impresión es que, incluso antes del temblor, la población había estado acostumbrada a vivir en las urgencias y las privaciones más extremas, pero ahora la masa de los sin techo creció desmedidamente en estas calles que ya son su hogar y esperanza.
Las ayudas selectivas y la reacción de la sociedad civil
La recepción de la mayoría de las ayudas no es una cuestión que involucre directamente a los individuos necesitados, sino que es, más bien, un trámite burocrático complejo que está subordinado a la participación en reuniones especiales o clusters. Cada día a las 4 de la tarde, las delegaciones de las ONG van a Tabarre, un suburbio de la periferia capitalina cerca del aeropuerto, y presentan sus credenciales para ser receptores de ayudas en naturaleza, por ejemplo medicinas, materiales de trabajo o comida disponibles en las sedes gestionadas por la Onu, y así entran en una lista de beneficiarios. La casi total exclusión de las pequeñas asociaciones locales deriva de varios factores logísticos, lingüísticos y culturales y de la falta de información con referencia a estas posibilidades de contacto con las Naciones Unidas, pero el problema es sobre todo la escasa visibilidad y credibilidad internacional que tienen con respecto a las muy conocidas “multinacionales estrellas de la solidaridad” que no necesitan ninguna certificación o presentación para desarrollar sus actividades en Haití.
Algunas grandes organizaciones como MSF (Medicins sans frontiers) prefieren, de todos modos, no depender de los apoyos oficiales de la Onu o de ejércitos extranjero, ya que tienen otras fuentes de financiamiento y hay condicionamientos a los que no desean someterse y una imagen de neutralidad que quieren defender. Al contrario, las pequeñas realidades locales tienen severas dificultades en acercarse al complicado lenguaje técnico y especializado de los clusters de la Onu y, en muchos casos, han sido gravemente afectadas por el sismo tanto en sus posibilidades de respuesta e interacción con las instituciones internacionales, como en el número y las capacidades concretas de sus integrantes. A pesar de la presencia de todos estos obstáculos y de claros límites de funcionamiento de las asociaciones haitianas, su presencia histórica sobre el territorio y en los barrios populares es un patrimonio importante e insustituible que debería de valorarse para una intervención más rápida y eficaz donde no llega la luz de la solidaridad
A partir de mediados de enero pasado, cerca de 60 asociaciones, sindicatos, grupos del sector non-profit y de la sociedad civil están juntando sus fuerzas para acceder a las ayudas y adquirir visibilidad frente a la Onu, al sistema política nacional y la comunidad internacional. En este sentido, están elaborando un programa de acción y unas propuestas sobre temas como educación, derechos humanos, economía, trabajo, genero, familia, salud y otros para presentarlo a una asamblea nacional prevista para el 19 y 20 de marzo en Puerto Príncipe y, luego, en la conferencia de la Onu sobre la reconstrucción de Haiti en Nueva Cork el 21 de marzo en la que se conquistaron ya un sitio seguro.
Esta “ Coalición para Haití” representa, por ahora, el único intento concreto de romper el monopolio de las decisiones del desgastado sistema político haitiano y de las potencias extranjeras sobre el destino del país. El objetivo es de influir en las decisiones, teniendo como base el conocimiento acumulado en cada sector por los integrantes de la coalición que aspira a tener una voz fuerte y tratar de evitar, además, tanto los riesgos de cooptación como los de exclusión de la sociedad civil en este proceso (Entrevista al coordinador del movimiento, Jean Luc Dessables, en español, 5 partes).
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Video Puerto Príncipe de Diego Lucifreddi: YouTube FabrizioLorussoMex
Fotos Haití y Aumohd: Picasaweb.google.com Album Haiti
Algunas fuentes necesarias:
[www.haitiaction.net]
[www.haitiinformationproject.net]
[www.haitianalysis.com]
[www.blackcommentator.com]
Trailer documental Kevin Pina: The Untold Story [www.teledyol.net]
Recolección de fondos vía PayPal aquí: [prohaiti2010.blogspot.com]
Fuente original del artículo: [lamericalatina.net]
Rebelión ha publicado este artículo con el permiso del autor mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.
14:30
14:26
14:26 por Conceição Lemes
Saiu hoje a nova pesquisa CNI/Ibope sobre as intenções de voto para presidente da República. A pesquisa foi realizada entre 6 e 10 de março. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 140 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
José Serra (PSDB) continua na frente com 35% da preferência do eleitorado. Mas a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), sobe e encosta: ela tem 30%. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 11%. A senadora Marina Silva (PV-AC) aparece com 6%.
Na pesquisa espontânea, Presidente Lula é o mais lembrado (20%), seguido por Dilma Rousseff (14%) e José Serra (10%).
Outros dados gerais:
* Na pesquisa estimulada, Dilma cresce 13 pontos percentuais na comparação com a pesquisa de dezembro de 2009
* Serra mantém-se à frente, mas diferença cai de 21 para 5 pontos percentuais
* Mais da metade dos brasileiros (53%) prefere votar em um candidato apoiado pelo pre sidente Lula
* 42% dos entrevistados desconhecem quem é o candidato apoiado pelo presidente Lula.
* Percentual de indecisos na pesquisa espontânea é de 42%.
Cenário 1
A pesquisa estimulada testou quatro cenários. No cenário com o nome dos quatro principais pré-candidatos, a intenção de voto na ministra Dilma Rousseff, do PT, cresce 13 pontos percentuais e chega a 30%. O governador José Serra, do PSDB, permanece na liderança, com 35% das intenções de voto, 3 pontos percentuais abaixo do registrado na rodada passada.
O deputado Ciro Gomes, do PSB, oscila negativamente dois pontos percentuais, dentro da margem de erro, e fica com 11% de intenção de votos. A senadora Marina Silva, do PV, mantém os mesmos 6% registrados há três meses.
Cenário 2
No cenário em que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, substitui José Serra como o candidato do PSDB, Dilma Rousseff ultrapassa Ciro Gomes e assume a liderança, com 34% das intenções de voto (20% há três meses).
Nesse cenário, Ciro tem 21% (antes tinha 26%); Aécio tem 13% e Marina fica com 8% (ambos oscilando um ponto percentual para baixo, dentro da margem de erro).
Cenários 3 e 4
Nas duas simulações sem o nome de Ciro Gomes, os cenários são parecidos aos observados com a lista completa de pré-candidatos. Quando Serra é o candidato tucano, a diferença entre ele e Dilma mantém-se nos mesmos cinco pontos percentuais.
Com o nome de Aécio na lista, a ministra tem 39% e o governador de Minas Gerais marca 18%. Nessas simulações, Marina aparece com 8% e 12%, respectivamente.
Segundo Turno
Caso a eleição fosse realizada hoje, o governador José Serra venceria todos os demais concorrentes no segundo turno. No cenário mais disputado, ele teria 44% das intenções de voto e a ministra Dilma Rousseff, 39%.
Sem o nome de Serra na disputa do segundo turno, a candidata do PT venceria todos os demais nomes testados. Numa eventual disputa com Aécio Neves, ela teria 49% e o governador de Minas Gerais, 24%.
14:25
14:25 
14:22
“Este foi o primeiro governo que a gente teve ‘de acreditar’. Então, se a gente muda para lá e muda para cá como ficam os nossos sonhos? Então, eu acho que é um procedimento que a gente deve continuar e, inclusive, nas próximas eleições, por que não Dilma lá? Na hora da eleição, por que não continuar esta marcha? É o nosso caminho. Por que parar de marchar? Essa aí é a força! Agora é nossa hora! É a nossa vez!”
.
14:18
14:17 A Suco Cítrico Cutrale Ltda doou R$ 1.933.500,00 para 42 candidatos nas eleições de 2006, segundo dados do TSE. A lista registra apenas doações legais declaradas pela empresa, de propriedade de José Luis Cutrale.
A Suco Cítrico Cutrale Ltda doou R$ 1.933.500,00 para 42 candidatos nas eleições de 2006, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. A lista registra apenas doações legais declaradas pela empresa, de propriedade de José Luis Cutrale.
Cutrale foi citado como mentor de um cartel na indústria de suco de laranja pelo empresário Dino Tofini, em entrevista publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (15/3) .
14:12 Marco Aurélio Mello do Do lado de lá
- Hoje é só o sorvete? perguntou a caixa muito educada.
14:10
14:10 
14:09
No final do ano passado, a FSB — empresa de assessoria de comunicações — foi incumbida pelo governador José Serra de preparar a guerra política na internet, especificamente nas redes sociais. A empresa tem um contrato formal com a Sabesp e, aparentemente, outro com a Secretaria de Comunicação. Pensou-se em um terceiro contrato, com o Centro Paula Souza. Debaixo desses contratos, encomendou-se o trabalho.
Houve reunião em Brasília e a coordenação foi entregue ao jornalista Gustavo Krieger.
A primeira avaliação foi a de que a campanha anterior, pela internet, tinha sido muito rancorosa e afastado o eleitorado. A nova estratégia consistiria em desviar os ataques para blogs críticos de Serra. Inicialmente, definiram-se quatro blogs: este, o do Paulo Henrique, o do Azenha e o da Maria Frô. Pessoas que tiveram acesso às informações da reunião não conheciam o da Maria Frô e estranharam sua inclusão. Mas quem incluiu conhecia.
Indaguei se, eventualmente, não poderia ser um monitoramento das análises, para se produzir argumentos contrários. Mas a fonte me garantiu que a ideia seria preparar ataques contra os quatro blogs através de um conjunto de blogueiros e twitteiros arregimentados na blogosfera: os “mercenários”, como a fonte os definia.
O trabalho preliminar teria 12 pessoas de escritórios de diferentes lugares do país. Durante o ano, a equipe seria enxugada, mas seriam mantidas cinco pessoas permanentemente dedicando-se à ofensiva contra esses blogs e outros que estavam em fase de avaliação. Haveria também a assessoria do ex-chefe de gabinete da Soninha — que está sendo processado por montar sites apócrifos injuriosos — e que se tornou o twitteiro de Serra.
Coloco a nota “em observação” porque, antes, busquei informações sobre Krieger e recebi avaliações positivas dele. Fica a ressalva.
Mas movimentações recentes em twitters e blogs indicam uma grande coincidência com o que me foi relatado. Especialmente o fato de parte relevante dos ataques contra os demais blogs estarem sendo produzidas justamente pelo assessor de Serra.
Lembro o seguinte: uma hora a guerra acaba. Passadas as eleições, os comandantes ensarilharão as armas e celebrarão a paz. Sobrará para os guerreiros contratados, que poderão ter sua imagem manchada indelevelmente. E, especialmente, para quem trabalha com comunicação corporativa.
Fonte: Blog do Luis Nassif
14:09
14:00 Enviado por Luiz Fernando Ranghetti (elcheviveΘopensuse·org):
“Segue link para tradução do anúncio de lançamento do openSUSE 11.3 M3: O terceiro dos sete Milestones para o openSUSE 11.3 foi concluído e lançado na data prevista. O Milestone 3 foca no uso do GCC 4.5 como o compilador padrão, deixando muito trabalho nas mãos do openSUSE Build Service após alguns problemas (como kernel panics) serem resolvidos. [...]” [referência: elchevive68.wordpress.com]
13:56
As previsões feitas na semana passada pelo ministro Carlos Lupi, do Trabalho, se concretizaram e fevereiro passado registrou a maior geração de empregos para este mês desde que começou a série estatística do Caged, em 1992. No acumulado do ano, os dados mostram um acréscimo de 390.844 empregos (+1,18%) em relação ao mesmo bimestre de 2008, que era até hoje o melhor resultado da série histórica para o período. O setores que mais empregaram foram os serviços e a indústria, em números absolutos. Mas, percentualmente, o maior crescimento foi o registrado na construção civil, que aumentou em 4% o número de trabalhadores.
13:47
Ibope aponta queda na distância entre Serra e Dilma e disputa polarizada
Caio Quero
Da BBC Brasil em São Paulo
Dilma Rousseff, Lula e José Serra (arquivo; Foto Rooseweld Pinheiro/ABr)
Vantagem de José Serra em relação a Dilma Rousseff caiu para cinco pontos
Uma nova pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira indica um cenário cada vez maior de polarização entre os prováveis candidatos do PSDB, o governador José Serra, e do PT, a ministra Dilma Rousseff, nas eleições presidenciais de outubro.
De acordo com o levantamento, Serra permanece na liderança da disputa, mas a vantagem em relação a Dilma caiu para cinco pontos percentuais.
O Ibope, que ouviu 2.002 pessoas entre os dias 6 e 10 de março, aponta o governador de São Paulo com 35% das intenções de voto na pesquisa estimulada, contra 30% de Dilma, em um cenário em que também aparecem Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV).
Os números apontam um avanço de 13 pontos percentuais da candidata do PT em relação à última pesquisa CNI/Ibope, divulgada em dezembro do ano passado, quando Serra aparecia isolado na liderança, com 38% das intenções contra apenas 17% de Dilma Rousseff.
Em relação à última pesquisa, o deputado Ciro Gomes oscilou dois pontos para baixo, ficando com 11% das intenções de voto, enquanto a senadora Marina Silva aparece com os mesmos 6% registrados há três meses.
Cenários
Em um cenário em que Ciro não concorre à Presidência, a diferença entre Serra e Dilma permanece de cinco pontos percentuais, com o governador de São Paulo somando 38% da preferência dos entrevistados e Dilma, 33%. Já a candidata Marina Silva teria 8% das intenções neste cenário.
Em um segundo turno entre Serra e Dilma, a pesquisa indica que o governador de São Paulo venceria com 44% dos votos, e Dilma teria 39%.
A pesquisa, que tem uma margem de erro de dois pontos, indica ainda uma maior exposição de Dilma nos últimos meses. Em relação ao levantamento anterior, o número de pessoas que afirmam conhecer a ministra “bem” ou “mais ou menos” passou de 32% para 44%.
Já o índice de rejeição de Dilma caiu de 41% para 27% entre dezembro e março.
O governador de São Paulo, José Serra, por sua vez, apresenta uma rejeição de 25%, a menor entre os pré-candidatos, sendo também o mais conhecido da população, com 65% dos entrevistados afirmando conhecê-lo “bem” ou “mais ou menos”.
Lula
A pesquisa também perguntou qual seria a influência de Lula na intenção de voto da população.
Entre os entrevistados, 53% afirmaram que prefeririam votar em um candidato apoiado por Lula, enquanto 10% afirmaram preferir votar em um candidato da oposição.
No entanto, 42% dos entrevistados admitiram desconhecer qual é o candidato apoiado pelo presidente.
Outros 33% afirmaram que não levarão em conta o apoio do presidente Lula na hora do voto.
A popularidade do governo Lula tambem atingiu um recorde para o levantamento, com 75% dos entrevistados considerando seu governo ótimo ou bom e 5% avaliando o governo como ruim.
Há tres meses, 72% avaliavam o governo Lula positivamente e 6% o consideravam ruim.
Trajetória
Os números divulgados nesta quarta-feira confirmam a trajetória de aproximação entre a pré-candidata do PT e o governador de São Paulo, que já havia sido registrada nas últimas pesquisas.
Um levantamento feito pelo instituto Datafolha logo após a aclamação da candidatura da ministra da Casa Civil à Presidência, durante o Congresso do PT, no final de fevereiro, já mostrava Dilma apenas quatro pontos percentuais atrás de José Serra em um cenário com Ciro Gomes (PSB).
Outra pesquisa Ibope, contratada pela Associação Comercial de São Paulo no início de fevereiro, apontava a pré-candidata do PT com 25% das intenções de votos na pesquisa estimulada, com Serra atingindo 36% da preferência do eleitorado.
Na pesquisa espontânea, em que uma lista com os candidatos não é apresentada ao entrevistado, o presidente Lula – que não pode concorrer a mais um mandato – aparece com 20% das intenções de voto, seguido por Dilma Rousseff, com 14%, e José Serra, com 10%. Neste tipo de levantamento, no entanto, 42% dos entrevistados dizem não saber em quem votar.
13:45
por Maurício Caleiro * – Mesmo sem a definição oficial do candidato pelo PSDB, a eleição presidencial dá mostras de ter entrado em uma outra fase.
Como aponta Luiz Carlos Azenha, com a pontaria costumeira, essa etapa não pode ser chamada propriamente de nova, pois reedita, nas hostes oposicionistas, uma estratégia muito similar àquela adotada em 2006: pancadas, factóides e infâmias a granel patrocinadas pela mídia amiga contra o PT e sua candidata, no intuito de carimbá-los com a pecha de corruptos, incompetentes e perigosos.
Com Lula em 2006 não funcionou – e, como o demonstram os números de aprovação ao governo e ao presidente, continua não funcionando. Mas, como apontado por diversos comentaristas, a ideia é que atinja ao menos setores da classe média, notadamente os que asseguram sobrevida a publicações da imprensa que, um pouco pela crise estrutural que a internet vem impondo à atividade jornalística convencional, um pouco por terem aderido ao partidarismo militante – ao mesmo tempo em que abriam mão da ética mínima exigida pela atividade -, veem-se hoje afundadas numa crise sem precedentes. Assegurar o voto desses setores médios e procurar minar eticamente o governo parecem ser as únicas chances de manter viva a candidatura de José Serra, se e quando ele decidir anunciá-la.
O evento em que três grandes grupos de mídia (Abril, Globo e Folha) combinaram estratégias conjuntas para a campanha eleitoral – um convescote no, repare o nome, hotel Golden Tulip, a R$500 a cabeça – tem sido, até agora, um divisor de águas nas eleições. A crônica imperdível do evento foi feita, com doses generosas de humor, numa série de artigos assinados pelo jornalista Gilberto Maringoni. Mas, ao final das contas, exatamente da maneira que Altamiro Borges prognosticara e como tive oportunidade de exemplificar com mais detalhe em outro texto, ele parece representar efetivamente uma mudança no comportamento da mídia corporativa, que, logo após o evento,abriu mão de ao menos fingir buscar a inalcançável imparcialidade jornalística – embora não assuma essa nova postura ante o leitor – e iniciou uma campanha virulenta contra Dilma e o lulopetismo.
Não é ainda possível julgar se tal campanha tem conseguido seus objetivos ou não, já que ela iniciou-se na segunda-feira, 2 de março, e só houve uma pesquisa nacional de intenção de votos presidenciais depois disso – com Dilma diminuindo ainda mais a vantagem de Serra, com o qual encontra-se tecnicamente empatada.
Enquanto isso, para desespero do PSDB e de parte de seus aliados (o DEM ameaça com uma revoada), José Serra adia ao máximo a declaração pública de que é candidato à Presidência. Que ele vai concorrer nas próximas eleições não restam dúvidas, já que a estrutura de apoio já está montada e os principais postos do comitê de campanha definidos – a dúvida é se será para a reeleição ao governo de São Paulo ou ao sonho de subir a rampa do Planalto.
Por sua vez, a candidatura de Marina Silva não passa, até o momento, de uma quimera, uma candida honrada e com uma bela história de vida em busca de um discurso, cercada de uma fauna ideológica, em meio a uma eleição profundamente polarizada. Sua última aquisição foi o sagaz mas ultra-liberal Eduardo Gianetti, e a última baixa Juca Ferreira, o ministro da Cultura, que pediu afastamento do partido por um ano, declarando considerar “um equívoco histórico” a construção da candidatura presidencial do PV em oposição à do PT. Ensejou, assim, ataques do vereador Alfredo Sirkis (PV-RJ ) contra a presença de coroneis da política nordestina na base do atual governo. Como se um partido chefiado por ninguém menos que Zequinha Sarney tivesse moral para fazer tais acusações…
A indefinição de Serra, concomitante à subida de Dilma nas pesquisas, tem levado à euforia grande parte dos apoiadores da candidata petista. Julgam que o governador paulista perdeu o timing e que, se 18% dos eleitores se dispõem a votar no candidato indicado por Lula mas o desconhecem, o potencial de crescimento da candidatura governista é enorme. De fato, pode ser. Mas a pesada campanha midiática pesada, a ameaça de guerra na blogosfera com o uso de “ciber-mercenários” e a própria campanha convencional tucana sequer começaram. Evitar o sempre perigoso salto alto é, no momento, o principal desafio das hostes dilmistas.
* Maurício Caleiro, Rio de Janeiro-RJ. Blog: cinemaeoutrasartes.blogspot.com.
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13:36 



Acesse oleododiabo.blogspot.com
13:35
13:35
13:35 É curioso o quadro eleitoral em Minas Gerais. A decisão do governo deve se dar neste final de semana, em uma reunião convocada por Lula.
Aparentemente, será sacramentada a candidatura de Hélio Costa – que é tudo o que Aécio Neves queria. Lideranças do partido, em Minas, aparentemente já se conformaram e entenderam o que pode ser a estratégia por trás da escolha: facilita-se a vida de Aécio/Anastasia e, ao mesmo tempo, impede-se a polarização PSDB-PT no estado, que poderia atrapalhar a votação de Dilma Rousseff.
Chamo a atenção para uma informação já sabida, mas que Ciro Gomes destaca em sua entrevista: o candidato do PSDB em São Paulo é aliado de Aécio, não se José Serra. Ou seja, saindo candidato a presidente – e perdendo – Serra estará definitivamente excluído da vida pública.
13:21 Acampamento, que termina nesta quinta-feira (18/3), reúne cerca de 500 atingidos pelas barragens de Sobradinho, Itaparica, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia.
Do MAB
Na noite desta segunda-feira (15/3), atingidos pelas barragens de Sobradinho, Itaparica, Riacho Seco e Pedra Branca iniciaram um grande acampamento em Sobradinho, na Bahia. No ato de abertura estiveram presentes autoridades e representantes de várias entidades, entre elas prefeitos, religiosos, militantes de movimentos sociais, sindicalistas e outros. Cerca de 500 pessoas participam da ação que faz parte da Jornada do Dia Internacional de Luta contra as Barragens , comemorado no dia 14 de março.
13:21 Está semana iremos gravar o Brasilianas.org discutindo a economia da música no Brasil. Abordaremos desde o mercado interno até a internacionalização da música brasileira.
A discussão já está a mil no Portal.
Aqui, alguns dos temas em discussão:
Circuito da Música* Publicado por Roberta Sales
Vamos debater aqui a cadeia produtiva da música; produção, distribuição e o modelo de negócio que considera a internet, as produções tradicionais e independentes.
Comente, conte sua experiência, mande estudos, dados estatísticos e elabora perguntas, que podem ser enviadas em vídeo, para juntos entendermos o cenário da música no Brasil.
Criar centrais municipais de shows
* Publicado por Antonioni de Melo
,Participei do movimento estudantil e me lembro de como foi importante os circuitos musicais da UNE. Eram o CPCs da UNE.
Proponho a criação de um circuito nacional musical neste moldes. Para serem realizados em entidades estudantis, em administrações municipais comprometidas com a cultura e mesmo a criação de um circo itinerante. A vantagem económica destas realizações é que os shows eram negociados num todo, onde por exemplo, o Chico Buarque tinha um circuito de 10 cidades (exemplo) e se em uma ou outra nao houvesse tanto publico, no todo havia o equilíbrio.
* Publicado por Cristiana Castro
Nassif, ainda existe o Conservatório Brasileiro de Música? Ele faz parte do ENEM? Música, ainda é matéria obrigatória nas escolas? Me diga, se com a TV Brasil,e só com ela, ainda é possivel, a promoção e festivais. Eu não entendi bem nada disso, posso divulgar? Chamar mais pessoas?
13:19
13:18
13:18
Respuesta de Alan Woods
Respuesta de Alan Woods:
Estimado Teodoro Petkoff,
Leí con gran sorpresa su artículo del 2 de marzo, en el que presenta un cuadro totalmente incorrecto tanto de las ideas que defiendo como de mi relación con el Presidente Chávez. Usted empieza su artículo diciendo: “El más reciente asesor político de Chacumbele es un tal Alan Woods, inglés y trotskista”.
En la primera frase usted comete dos errores. ¡No está mal para empezar! En primer lugar, Alan Woods no es inglés sino galés. En segundo lugar Alan Woods nunca ha sido requerido como asesor del Presidente Chávez. Sin embargo, según usted, no sólo soy asesor del Presidente, sino también su “nuevo mentor ‘espiritual’”, algo que ni siquiera sé lo que significa.
Quizás no se ha dado cuenta que vivo en Londres y no en Caracas. En las ocasiones en que he visitado esa ciudad, he tenido algunas conversaciones con el Presidente, pero ese es todo el contacto directo que ha habido entre nosotros. La última vez que le vi fue en Copenhagen en diciembre, pero literalmente sólo por unos minutos, ya que las “democráticas” autoridades danesas sabotearon la reunión que estaba prevista con sindicalistas daneses, en la que yo estaba presente.
Es cierto que el Presidente Chávez en más de una ocasión ha recomendado mis libros, específicamente Razón y Revolución y más recientemente Reformismo o Revolución, que, por las citas en su artículo, parece que también usted ha leído. Este segundo libro contiene una crítica a las ideas reformistas que defiende Heinz Dieterich. Usted también critica a Dieterich, pero está claro que lo hacemos desde dos extremos opuestos del espectro político y por razones totalmente diferentes.
Obviamente, me complace que mis libros hayan sido recomendados por el Presidente, que es uno de los pocos dirigentes políticos del mundo que tiene un interés por las ideas y la lectura. Creo que hubo un tiempo en el que incluso usted leía libros marxistas. Pero asumo que en el pasado más reciente se habrá sentido más cómodo en la compañía de George Bush, que sólo ha leído el Primer Libro del Génesis, y ni siquiera lo terminó.
Usted añade que el “trotsko Alan Woods, […] le ha obligado [a Chávez] a ‘asumir el marxismo y el leninismo’. Woods, aparentemente, le convenció de que en lugar de seguirse caletreando el pesado ladrillo de Meszaros le salía leerse el propio clásico de Karl Marx, El Capital, pero, de paso, en una traducción mejor que la que le regaló Alí Rodríguez”.
Por supuesto que recomendaría la lectura de El Capital de Marx a cualquiera, pero nunca he tenido ocasión de recomendárselo al Presidente Chávez. Esta es una más de las invenciones de su creativa imaginación. Tampoco tiene ninguna base la afirmación de que yo obligué al Presidente de Venezuela a “asumir el marxismo y el leninismo”. Cualquier que sepa algo sobre Hugo Chávez, sabrá que no es fácil obligarle a hacer nada. Usted dice que: “Woods es un reivindicador del ‘marxismo-leninismo’ y seguramente espera que muy pronto su pupilo se declare como tal y no como un mero ‘marxista’”.
Presentar al Presidente Chávez como un pupilo mío, o de cualquier otro, es otro intento de implicar que es un hombre sin inteligencia ni opiniones propias. Es más, lo que se insinúa es que el Presidente está controlado por un extranjero. Yo podría responder que la oposición venezolana ciertamente está controlada por extranjeros… en Washington.
Pero eso es totalmente falso en el caso del Presidente Chávez. Lo cierto es que tiene opiniones propias bastante fuertes, y no es pupilo de nadie ni se subordina a nadie. Chávez es un hombre que escucha, lee y aprende. De las conversaciones con diferentes personas y de sus propias lecturas extensas se forma una opinión y decide. Rechaza unas ideas y abraza otras.
Sus puntos de vista han evolucionado gradualmente sobre la base de la experiencia. Lo mismo se puede decir de millones de hombres y mujeres para quienes los últimos diez años han sido una amplia escuela en la que han aprendido más que en cualquier otro momento.
Ha habido errores y giros equivocados, pero al final, los instintos revolucionarios de las masas han demostrado ser un compás firme que apunta en una sola dirección: la necesidad de un cambio fundamental. Esto es lo que preocupa a la clase que usted representa.
El tono irónico y jocoso de su artículo es una máscara que esconde una profunda preocupación por la evolución política tanto del Presidente Chávez como del movimiento que dirige. Lo que usted no puede entender o aceptar es que la evolución política de Hugo Chávez sea el resultado de conclusiones que ha sacado de su propia experiencia de la revolución misma.
El motivo de sus quejas es que Hugo Chávez ha evolucionado políticamente, y que esa evolución ha sido hacia la izquierda, reflejando el movimiento hacia la izquierda de las propias masas. Este hecho se puede expresar en el auge y caída, no sólo de los asesores del Presidente, sino también de los partidos, dirigentes y tendencias en el movimiento bolivariano. Tales cambios se han observado siempre en cualquier revolución en la historia. Permítame citar lo que el gran revolucionario ruso
León Trotsky dijo al respecto:
“Las masas no van a la revolución con un plan preconcebido de la sociedad nueva, sino con un sentimiento claro de la imposibilidad de seguir soportando la sociedad vieja. Sólo el sector dirigente de cada clase tiene un programa político, programa que, sin embargo, necesita todavía ser sometido a la prueba de los acontecimientos y a la aprobación de las masas. El proceso político fundamental de una revolución consiste precisamente en que esa clase perciba los objetivos que se desprenden de la crisis social en que las masas se orientan de un modo activo por el método de las aproximaciones sucesivas. Las distintas etapas del proceso revolucionario, consolidadas pro el desplazamiento de unos partidos por otros cada vez más extremos, señalan la presión creciente de las masas hacia la izquierda, hasta que el impulso adquirido por el movimiento tropieza con obstáculos objetivos. Entonces comienza la reacción: decepción de ciertos sectores de la clase revolucionaria, difusión del indeferentismo y consiguiente consolidación de las posiciones adquiridas por las fuerzas contrarrevolucionarias. Tal es, al menos, el esquema de las revoluciones tradicionales.” (Historia de la Revolución Rusa, prólogo)
Estas líneas expresan perfectamente el proceso que se ha desarrollado en Venezuela durante más de una década. En un primer momento, el movimiento bolivariano carecía de un programa revolucionario e ideología coherente. No avanzaba el objetivo de la transformación socialista de la sociedad, sino sólo un programa de revolución democrático-burguesa. Sin embargo, incluso eso era demasiado para la reaccionaria, corrupta y voraz oligarquía venezolana, que en abril del 2002 organizó un golpe contra el gobierno democráticamente elegido.
Usted dice:
“Woods forma parte de ese puñado de náufragos que dejó el derrumbe de la URSS; unas ánimas solas que andan buscando patrocinador para seguir pontificando sobre el ‘marxismo-leninismo’ y ‘la revolución’ desde sus púlpitos polvorientos y cruzados de telarañas”. Y luego afirma que el marxismo y el leninismo son lo mismo que el estalinismo. Por lo tanto, asume que el sistema que yo defiendo es el que existió en la URSS antes de 1990. Eso es completamente falso. Si se hubiera tomado la molestia de leer lo que he escrito en los últimos 50 años, estaría enterado de que nunca he defendido ese sistema, y que siempre me he opuesto al estalinismo. ¿Acaso usted puede decir lo mismo
El intento de asociar la idea de una democracia obrera defendida por Lenin y Trotsky con el régimen totalitario de Stalin y sus herederos es una distorsión que no tiene ninguna base, ni en la teoría marxista ni en los hechos. El estalinismo y el bolchevismo son mutuamente excluyentes. Y eso se puede demostrar de manera simple con el siguiente hecho: para poder consolidar su dictadura, Stalin tuvo que exterminar a todos los viejos dirigentes bolcheviques, incluyendo a Trotsky. Un río de sangre separa el estalinismo del leninismo.
Por lo tanto es bastante divertido leer que “ni una sola palabra de las que [Alan Woods] dice contiene una idea nueva o renovadora; peor aún, se jacta de ser apenas un salmodiador de clichés...” Usted sabrá, por supuesto, que todo lo que ha escrito sobre la supuesta identidad entre el leninismo y el estalinismo es simplemente una repetición de un cliché repetido ya mil veces anteriormente.
Ciertamente no hay una sola palabra de las que usted profiere que contenga una idea nueva o renovadora. Es más, lo que dice es falso. En los últimos 20 años, los enemigos del socialismo no se han cansado de repetir la misma mentira: que el colapso de la Unión Soviética representa el fin del socialismo (e incluso el fin de la historia).
Pero lo que fracasó en la URSS no era en absoluto el socialismo tal y como Marx o Lenin lo hubieran entendido. Lo que fracasó fue una caricatura totalitaria y burocrática del socialismo. El socialismo es democrático o no es nada. Nosotros defendemos la democracia: una auténtica democracia en la que los millones de obreros y campesinos, que son la aplastante mayoría en Venezuela y otros países, tomen control de la gestión de la sociedad a todos los niveles: de las fábricas, la tierra y el Estado.
Este es precisamente el mensaje en el libro de Lenin El estado y la revolución, que Chávez citó en la apertura del congreso extraordinario del PSUV (sin necesidad de que yo le obligara). “Con esas antiguallas de Alan Woods no se puede construir una nueva sociedad sino hacer aún más gorda la tremenda torta que está poniendo Chacumbele. Es como confundir la astronomía con la astrología o creer que la Tierra es plana”. Las ideas del marxismo son “antiguallas”. Disculpe, pero esto no es precisamente una idea nueva ni renovadora.
Ha sido repetida insistentemente en los últimos 150 años, y todavía se sigue repitiendo. Uno se pregunta, ¿¡por qué se molestan!? Si el marxismo realmente está muerto, ¿por qué no dejarle que descanse en paz? ¿Por qué tanta preocupación por una idea que es una antigualla? Lo que es realmente una antigualla, señor Petkoff, es el sistema capitalista, la llamada “economía de libre mercado” que se encuentra en una crisis sin precedentes a escala mundial. Es suficiente señalar que en este momento los grandes bancos y las grandes empresas en los EE.UU. y en los demás países capitalistas sólo sobreviven porque se aguantan en las muletas del Estado.
Se han entregado billones de dinero de los contribuyentes a los bancos, mientras se afirma que no hay dinero para las pensiones, hospitales o escuelas. Por cierto, veinte años después de la caída del Muro de Berlín, El Capital de Marx es de nuevo un éxito de ventas en Alemania.
Evidentemente Alan Woods y Hugo Chávez no son los únicos en todo el mundo en interesarse por estas “antiguallas”. Y la verdad es que estas ideas ofrecen una explicación mejor del mundo moderno que las de todos los economistas y políticos burgueses juntos. Muy gentilmente nos da lecciones sobre cómo construir una nueva sociedad. Pero la oposición a la que pertenece no está en absoluto a favor de construir una nueva sociedad. Al contrario, quiere arrastrar a Venezuela al pasado, desmantelar todas las reformas sociales y democráticas de los últimos diez años que han dado esperanza a millones de ciudadanos venezolanos que estaban excluidos, marginados, engañados y explotados bajo el viejo régimen.
Bajo la falsa “democracia” de la IV República, el pueblo tenía el derecho a votar por los candidatos de dos partidos que tenían nombres diferentes pero representaban los mismos intereses de clase –los intereses de un puñado de familias ricas que consideraban a Venezuela como su propiedad privada–. ¿Acaso hemos olvidado el Caracazo, cuando el gran “demócrata” Carlos Andrés Pérez ordenó al ejército disparar sobre hombres y mujeres desarmados en las calles de Caracas?
¿Es esa la nueva sociedad que ofrecen?
Si hay problemas en Venezuela no es porque la revolución haya ido demasiado lejos, sino porque no ha avanzado todavía suficientemente. Para poner fin al desempleo, la inflación y el caos hay que expropiar a la oligarquía, nacionalizar la tierra, la banca y las grandes industrias, para crear una economía socialista planificada democráticamente.
Es irónico leer hoy las protestas “democráticas” de la oposición venezolana. Ustedes son los mismos que organizaron el golpe contrarrevolucionario en abril del 2002. Si hubieran triunfado, ¿cuál hubiera sido el resultado? Usted habla de las supuestas ideas “nazi-fascistas” de uno de los supuestos asesores de Chávez. No conozco las ideas de la persona a la que se refiere, pero sí estoy familiarizado con los objetivos de los organizadores del golpe del 2002 para llegar a la conclusión de que su descripción sería más adecuada si se la aplicara a ellos. Pero eso no lo va a hacer, porque, hasta la fecha, usted está en un bloque político con ellos. Como dice el proverbio: dime con quién andas y te diré quién eres.
* Alan Woods pertenece a la Corriente Marxista Internacional
leonardobadell@gmail.com
Fuente: [www.aporrea.org]
Technorati Marcas: Venezuela,Teodoro Petkoff,Hugo Chávez,Alan Woods,golpe de 2002,Washington,IV República,Caracazo,Carlos Andrés Perez,Rafael Caldera,EE.UU
13:15
Voltei ao Rio, com a autorização dada pelo presidente da Câmara dos Deputados para que a bancada do Rio pudesse comparecer às manifestação pelos royalties, hoje, na Candelária. Posto aí em cima uma pequena entrevista com a orientação que defendo para o impasse criado pela emenda Ibsen. Vou enfrentar o discurso fácil de apenas falar de nossa revolta para fazer o que acho que devo, contrbuir para encontrar um entendimento justo, que preserve os direitos dos estados produtores mas não desconheça o direito de todos os brasileiros a se beneficiarem da riqueza do petróleo.
Aproveito o post para registrar minha total concordância com a posição exposta pela Ministra Dilma Roussef que afirmando que “há um posicionamento claro do governo em relação ao que acreditamos que era o correto. Ter a dupla orientação de contemplar os estados produtores e, ao mesmo tempo, pegar uma parcela e distribuir para todos os estados”.
– Achamos que o Senado pode reavaliar essa questão porque o prejuízo para os estados produtores não pode ser dessa forma, na medida em que, mesmo as pessoas que apoiaram a mudança, dizem que é necessária uma transição. Apostamos no diálogo e numa posição que seja de consenso e não de briga, que some e não divida.
É isso: dividir com justiça para unir o Brasil em torno da grande reconquista do petróleo
13:15
Neste domingo (dia 14), no sétimo dia da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, as duas mil caminhantes que saíram de Campinas na segunda-feira (8 de março) enfim se encontraram com as 75 militantes que trabalham fixas na Comissão de Cozinha, preparando suas refeições. Foi um reencontro animado, na Cooperinca, em Cajamar, no Km 46,5 da rodovia Anhanguera, após andarem cerca de 10 quilômetros desde Várzea Paulista.
A tarde e a noite anteriores, em Várzea Paulista, já tinham sido marcadas pelo clima de festa, com lançamento de livro e show da cantora Leci Brandão. A publicação As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres, de autoria da historiadora espanhola Ana Isabel Álvarez González, recupera o sentido político do 8 de março, principal data da agenda feminista. Em 2010, quando o Dia Internacional de Luta das Mulheres está completando 100 anos e o mercado tenta transformá-lo em mais uma ocasião para vender produtos, o ato público reforçou as raízes socialistas desta data de lutas.
Cultura como ação política
Nesta tarde de domingo, as militantes da Marcha Mundial das Mulheres debaterão a luta contra a violência sexista, com painéis temáticos sobre: a violência doméstica e sexual e as políticas de erradicação dela; o tráfico de mulheres e a migração; e os processos de luta dos movimentos sociais contra a violência sexista. A programação inclui ainda oficina de Wen-do, as práticas feministas de autodefesa e uma oficina para a confecção de vestidos, com a artista Biba Rigo, autora do desenho presente nas camisas, cartazes e adesivos da 3ª Ação Internacional no Brasil.
Quem pensou que a oficina é para costurar vestidos comuns, enganou-se. Orientadas por Biba, as militantes confeccionarão roupas gigantes, que serão usados por duas grandes bonecas apelidadas carinhosamente de Caminhantes. São como bonecas de Olinda, que em outubro seguirão para Kivu do Sul, no Congo, para representar o Brasil no encerramento da 3ª Ação Internacional, em um encontro de feministas do mundo inteiro.
As atividades de formação culturais do domingo não param por aí. À noite, além da exibição de fotos e vídeos da primeira semana da caminhada entre Campinas e São Paulo, haverá apresentação da Kiwi Companhia de Teatro. O grupo mostrará trechos do processo de pesquisa da peça Carne, que trata da opressão capitalista e patriarcal. Amanhã, as militantes de várias partes do Brasil e de diversos segmentos do movimento de mulheres chegam à São Paulo parao ato show de envcerramento às 16 horas. Local a confirmar em breve.
13:15 | DATA DO SHOW: | 15/04/2010 |
| HORÁRIO SHOW: | 20 horas |
| LOCAL DO SHOW: | Universidade Unochapecó |
| End: | Avenida Senador Atílio Fontana, 591-E, bairro Efapi |
| Cidade: | Chapecó / SC |
| Valores dos Ingressos: | SHOW GRATUITO |
| 15/4/2010 |
| 20 horas |
| Universidade Unochapecó |
| Avenida Senador Atílio Fontana, 591-E, bairro Efapi |
| Chapecó |
| 89809-000 |
| Não haverá cobrança de ingressos |
13:12
Neuza Ladeira, colaboradora do blog, nos presenteou com um lindo poema nesta quarta-feira. Nascida em Belo Horizonte, além de poeta, Neuza é artista plástica, aquarelista apurada e mil outras coisas. (…) Gosta de montanhas e do vento e tem vários livros publicados. Sua página pessoal na web é [www.neuzaladeira.com.br] e sua poesia também pode ser lida no seguinte endereço: [muraldosescritores.ning.com] .
Aprecie sem moderação:
“Agradeço as mensagens de apoio à minha postagem “Como é bom ser democrata“. Dedico a todos e todas o poema abaixo. A abertura deste espaço tem um significado muito especial para nós, mulheres e amigas de Dilma, que querem, torcem e trabalharão para elegê-la a primeira mulher presidente do Brasil.”
.
Travessia Eventos históricos, debates, militâncias no país
13:05
13:00 Enviado por Anderson Oliveira de Paula (andersonopΘgmail·com):
“Com expectativa de atingir 200 participantes, o evento contará com 6 palestras e apresentará importantes personalidades do mercado com projetos e experiências reais.Em maio, dia 29, acontecerá em São Paulo a 2ª edição do Seminário “Ruby on Rails no Mundo Real – 2010”, que tem como público alvo Desenvolvedores web e desktop, administradores de servidores de aplicação, entusiastas de tecnologias open source. O evento será apresentado através de 6 palestras:
- “O que há de novo no Rails 3?”, por Hugo Baraúna;
- “Refatorando Ruby – Técnicas de Orientação a Objetos e Design Patterns Aplicados a Linguagens Dinâmicas”, por Cássio Marques;
- “Processamento batch – Escalando um sistema sem “fermento””, por Thiago Scalone e Douglas Campos
- “Entendendo metaprogramação e por que magia negra não existe (Voodoo é pra jacu)”, por David Paniz e Leonardo Bessa
- “Rhodes, um framework para o desenvolvimento de aplicações nativas para smartphones usando Ruby”, por Marcelo Castellani
- “BDD e Cucumber”, por Anderson Leite
Para Marcelo Castellani, membro do GURU-SP (Grupo de Usuários de Ruby), grupo responsável pelo conteúdo programático do evento, e um dos palestrantes do evento, a tendência do uso do framework é crescer devido a facilidade e praticidade permitida: “O Rails possibilita ao programador focar-se no projeto, e não preocupar-se com detalhes esotéricos como configuração de arquivos XML. Rails é simples, inteligente, com um ORM poderoso e faz uso conciso de REST”. As inscrições estão abertas e os valores variam de R$ 60,00 a R$ 120,00. Local: São Paulo, Bairro do Paraíso – hotel Century Flat Paulista” [referência: temporealeventos.com.br]
12:55
O nada discreto (e frequentemente repulsivo) charme da burguesia e dos abastados de classe média é mostrado numa ótima reportagem da revista National Geographic sobre a utilização cada vez maior de helicópteros na cidade de São Paulo: Helicopterópolis."Minha suspeita inicial, de que a classe alta vivia quase no céu, literalmente, foi confirmada pouco a pouco. Hoje, nos dias úteis, se contabilizam uma média de 400 voos diários. Ao longo de 2008, foram registradas oficialmente 68,8 mil decolagens e aterrissagens. A frota da cidade já tem 325 aeronaves - 100 a menos que Nova York, onde está a maior frota do mundo.
"'Os clientes de helicóptero fazem o check-in no 23o andar. Não precisam descer até a recepção', afirma um orgulhoso Garcia [gerente do hotel Renaissance, que, claro, tem heliporto]. Ele menciona alguns hóspedes honorários: o presidente Lula, governadores, pilotos de Fórmula 1. A diária da suíte presidencial custa 19 000 reais; a aterrissagem, 500.
"...lembro-me das histórias do piloto paulista Roberto Nogueira. 'Nesta cidade, algumas crianças vão ao aniversário de seus amigos nos helicópteros de seus pais. Já pilotei para um homem que, para reconquistar sua ex-mulher, subiu ao helicóptero com um microfone e cantou uma música sertaneja'.
"Artoni [Carlos Alberto Artoni, ex-presidente da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero] apenas sorriu quando perguntei sobre o problema do ruído. 'Quem quiser ouvir passarinhos tem de viver fora de São Paulo. Aqui é preciso se acostumar com a modernidade', disparou.
"Na Daslu, os clientes chegam em Audi, Mercedes e luxuosos 4x4. Ou, sem cerimônia, caem do céu no heliporto privado. (...) Tudo ali revela outra palavra-chave da helicopteromania: riqueza. São Paulo representa 75% do mercado de luxo do Brasil, com um movimento médio estimado de 1,5 bilhão de dólares anuais. Na cidade estão reunidas 58% das famílias ricas do país (443.462, segundo o Atlas da Exclusão Social). Uma funcionária explica-me que muitos usuários do heliporto da Daslu escolheram o espaço simplesmente como lugar de reunião. 'As pessoas desembarcam, passam umas horas e decolam de novo', diz.
"A crise econômica não ameaçou o vigor aéreo de São Paulo, a Helicopterópolis. Quem não tem dinheiro para comprar um helicóptero inteiro pode optar pela propriedade compartilhada. 'Paga-se uma cota e tem-se uso garantido. Um Esquilo custa uns 2,2 milhões de dólares. Nosso cliente pode pagar apenas 10% disso', diz Rogério Andrade, presidente da (...) empresa que gerencia o heliporto da Daslu.
"...cercados de nuvens e solidão, tal como conta [o escritor] Ítalo Calvino [em As Cidades Invisíveis], os homens-helicópteros, 'com binóculos e telescópios apontados para baixo, não se cansam de examiná-la, folha por folha, pedra por pedra, formiga por formiga, contemplando fascinados a própria ausência'. No fundo, acho que consigo escutar Calvino sussurrando 'amam a terra tal como era antes deles'."
12:50 DATA DO SHOW: 27 de março de 2010
CIDADE: Foz do Iguaçu / PR
HORÁRIO SHOW: 23:59h
LOCAL DO SHOW: Ono Teatro Bar
Av. Rosa Cirilo de Castro, sem nº – Jardim Polo Centro Foz do Iguaçu / PR
Valores dos Ingressos: R$20,00 (Inteira) / R$10,00 (Meia)
Censura: 16 anos
Pontos de venda: Ono Teatro Bar, Capitão Grill e Capitão Bar
Informações: www.onoteatrobar.com.br
12:47 
12:43 Em breve a Conceição Lemes virá com um post mais completo sobre a pesquisa divulgada hoje pela Conferência Nacional da Indústria (CNI).
Mas já deu para sentir o motivo do desespero dos difamadores e caluniadores, né?
12:36
12:34
12:32 | DATA DO SHOW: | 18/abr | |
| HORÁRIO SHOW: | 18h | |
| LOCAL DO SHOW: | O Teatro Marista | |
| End: | Av. Itororó cont., Av. Paraná, 130 | |
| Cidade: | Maringá – PR | |
| Valores dos Ingressos: | 1º lote R$ 25,00 | 2º lote R$ 30,00 | |
| Censura: | sem censura | |
| Pontos de venda: | Livraria Espaço Maringá Park – Shopping Maringá Park | |
| Informações Gerais: | Banda Abertura: Nuvens |
12:30
12:13
12:13 Por Luke, do Artilharia Cultural
![filmes[3][2]](http://lh5.ggpht.com/_VJueR5r6G-o/S6BJOdWrwiI/AAAAAAAAAcM/hdMXp6N5rZg/filmes%5B3%5D%5B2%5D%5B1%5D.png?imgmax=800)
[Nota do Editor-Chefe: Numa conversa informal, o Luke exigiu pediu um texto meu para o Artilharia, e usando a lei do menor esforço, mandei a resenha de Guerra ao Terror, que já estava pronta. Agora, ele fez a gentileza de escrever uma e mandar pro NSN]
Filmes de Guerra são o meu gênero favorito. Eles contém toda aquela carga de testosterona que nós homens precisamos, diariamente, e – salva exceção os péssimos filmes – sempre tem uma boa história para contar. Um dos meus filmes favoritos, para ser sincero, retrata apenas uma cena de combate (o sensacional Soldado Anônimo, com Jake Gyllenhaal e Jamie Foxx); na película, assistimos o drama, sofrimento e até os momentos de descontração de um soldado no meio da Guerra do Golfo. Tomando como exemplo outro filme, Círculo de Fogo (com o excelente Jude Law), assistimos a história de um soldado russo que torna-se a esperança de toda uma nação contra os nazistas. O que Círculo de Fogo e Soldado Anônimo tem em comum, se os dois passam-se em guerras distintas e períodos históricos mais distintos ainda? A resposta é simples: Os filmes resumem-se a contar a história de um indivíduo. Essa é a fórmula para os bons filmes de guerra; ao invés de prenderem-se a contar toda uma batalha, focam-se na história de alguns soldados que podem ter mudado o rumo de uma história. Mas... E quando o foco não é na vida dos “heróis”, daqueles que fizeram a diferença... Mas sim em um grupo de homens que simplesmente quer voltar pra casa?
É disso que Guerra ao Terror (The Hurt Locker, 2008) trata. O grande vencedor do Oscar 2010 não trata de momentos heróicos, reviravoltas homéricas e atuações brilhantes. Ele se dedica a mostrar o “cotidiano” na vida de um grupo do esquadrão anti-bombas do exército norte-americano no Iraque, cerca de 20 dias antes do retorno para casa. E ele faz isso de uma maneira esplêndida. Aconselho, caro leitor, que não continue em frente se não quiser se deparar com certos spoilers.
O Esquadrão é formado pelo Sargento Sanborn (Anthony Mackie), pelo Soldado Eldridge (Brian Geraghty) e pelo Sargento Matt Thompson (Guy Pearce). Em uma missão rotineira para desarmar uma bomba em uma rua Iraquiana, o destino é cruel com os americanos e Thompson morre 27 dias antes de retornar ao lar. É preciso, então, substituir o perito. É aí que aparece o Sargento William James (Jeremy Renner, de S.W.A.T), um destemido e inconseqüente militar, aparentemente o contrário de Thompson. O plot, então, está feito: Com a substituição de seu comandante, como o esquadrão irá passar sua “última temporada” no meio do inferno chamado guerra? Em território hostil, com o stress de arriscar a vida dia após dia sem saber quem é e onde se esconde o inimigo, o esquadrão obviamente entra em conflito. Sanborn, acostumado com a parceria e hierarquia com Thompson, encontra no personagem de Jeremy Renner o oposto de seu comandante anterior. Numa das missões, por exemplo, o novo Sargento simplesmente tira seu rádio de perto de si, para que Sanborn não o atrapalhe enquanto ele tenta desarmar uma bomba. O detalhe? Eles já deviam ter ido embora há um bom tempo do local de ameaça, considerando que vários suspeitos estavam próximos.
Poucos pareceram entender o porquê de Guerra ao Terror ter ganhado o Oscar de Melhor Filme e Kathryn Bigelow o Oscar de Melhor Diretora. É preciso olhar um pouco mais de perto para a película na hora de fazer esse julgamento e esquecer que Avatar também estava concorrendo, pois estamos falando de dois universos imensamente diferentes. Primeiramente, além de não contar com efeitos especiais e exibições em 3D, Guerra não tem nenhum chamariz hollywoodiano. O máximo que conta é com uma participação especial de Ralph Fiennes como um militar, e nada mais. Kathryn Bigelow, que só tinha feito um outro filme “de expressão” (K-19, com Harrison Ford e Liam Neeson) dirige The Hurt Locker com maestria, sabendo conduzir o filme de uma maneira que ele não se torne cansativo em seus 128 minutos.
Diferente de filmes como O Reino (também com Jamie Foxx), Guerra ao Terror economiza nas cenas de combate, se doando muito mais ao suspense, aos efeitos psicológicos. E é aqui, como já dito, que ele se sobressai a toneladas de outros filmes de Guerra.
Minha opinião? The Hurt Locker não é o tipo de filme que se assiste duas, três vezes, como alguns outros do gênero. Mas é o filme que, visto uma vez com dedicação total, fica na sua cabeça por MUITO tempo. Não é um filme genial, mas é um filme que mereceu o Oscar. Avatar inovou? Inovou quando falamos de efeitos especiais... Mas, convenhamos: Seu roteiro não passa de Pocahontas + felinos x tinta azul.
Qual, ao ver deste que vos escreve, é a falha no filme? Bem... Este não é – ou ao menos não deveria ser – um filme com fundo patriótico. Não deveria mostrar o orgulho de se lutar em uma guerra, e sim o pesadelo que esta pode trazer, seja esta a perda de um companheiro, o medo da morte, a culpa que pode afligir um soldado ao pensar que poderia ter evitado mortes e salvado vidas e o simples fato de você ter que matar outra pessoa. O filme carrega tudo isso por 99% do tempo. Ao chegar em seu fim (e estamos falando do fim mesmo, dos últimos segundos), tudo isso é jogado fora. Não que a cena não seja boa, ou que o efeito causado não te faça sorrir e menear a cabeça, como foi comigo. Mas o filme que aparentava passar uma mensagem acaba, no seu último instante, botando tudo a perder.
Como eu, porém, tive a chance de perceber – e aparentemente aqueles que votaram no Oscar também -, isso não tira todos os méritos e toda a qualidade de Guerra ao Terror.
The Hurt Locker (2008)
Diretor: Kathryn Bigelow
Direção: 131 min
Nota: 9
[hr style='color: blue' /] Este artigo pertence ao Nerds Somos Nozes. Alguns direitos reservados!
12:04 
12:01 A saga da imigração sirio-libanesa para o Brasil está requerendo um grande narrador, lanço a Luis Nassif o desafio.
Em 1880 Libano e Siria, assim como Arabia, Transjordania, Baharain, Kuwait e Iraque eram vilayets turcos, provincias do Sultão de Constantinopla. O Egito tinha uma situação especial, provincia turca e o Khediva um vassalo do Sultão mas sob controle efetivo da Inglaterra. Cerca de 40% dos libaneses eram cristãos, maronitas ou ortodoxos, muitos afrancesados, e por essa condição eram maltratados pelos turcos, taxados por impostos escorchantes e com seus filhos varões sujeitos à conscrição para o exercito turco. Isso, aliado à falta de perspectivas economicas criou as condições para uma emigração em massa dos libaneses e em menor escala dos sirios de Homs para a America, que podia ser desde os EUA até a Argentina. O Brasil foi o maior receptor em duas grandes ondas: 1880 e 1914, interrompida pela Guerra e uma onda menor de 1919 a 1925, já com a Siria e o Libano sob Mandato francês outorgado pela Conferencia de Versalhes de 1919. Na Grande Imigração de 1880 a 1914 os sirio-libaneses chegavam com passaportes ou laissez-passer turcos e assim eram considerados pelas autoridades de imigração, uma vez que não existiam os paises Siria e Libano.
A maior imigração beneficiou o Brasil e a segunda maior os EUA, vindo depois a Argentina. Hoje a diaspora libanesa é economicamente poderosa no México, aonde está o homem mais rico do mundo, Carlos Slim (corruptela de Salim) Helou, em em toda a Africa Ocidental e Oriental, aonde os libaneses dominam o comercio em grande numero de paises. Por toda a America Latina há fortes colonias sirio-libanesas, no Equador deu dois Presidentes, na Argentina um, a colonia tambem é forte na Australia.
A população com sangue sirio-libanes é estimada entre 12 e 16 milhões no Brasil e 2,5 milhões nos EUA.
Há uma grande confusão no Brasil entre arabes e sirio-libaneses. Os libaneses da imigração antiga para o Brasil foram em sua esmagadora maioria cristãos maronitas ou ortodoxos, muitos afrancesados (dai os Michels, Jorges, Ivones, Ivetes, Odetes, Georgettes, Camilos).
Não estavam no mainstream arabe muçulmano e no xadrez politico do Oriente Médio os libaneses cristãos são aliados e não inimigos de Israel. Portanto é uma imensa bobagem dizer que no Brasil arabes e judeus se dão bem, confundindo libaneses com arabes muçulmanos. . Os arabes não libaneses que chegaram ao Brasil depois da Segunda Guerra são outra comunidade, muçulmana, violentamente anti-Israel, ao contrário dos sirio libaneses cristãos da imigração antiga, que são a grande maioria. Na realidade os libaneses cristãos foram linha auxiliar de Israel desde a Guerra dos Seis Dias e participaram ao lado do exercito judeu nos massacres dos campos de Sabra e Chaitilla, no Libano atual são anti-palestinos.
Outra confusão é sobre a culinaria apresentada como arabe no Brasil, na realidade é 100% libanesa, a comida arabe é muito diferente e muito menos sofisticada.
Outra omissão importane é sobre a importante contribuição dos intelectuais libaneses à cultura brasileira, com gramaticos, poetas, ensaistas, jornalistas, prosadores, cineastas, teatrologos. Libanes não é só comerciante, tem grande afinidade com cultura, que vem desde o Libano, ontem e hoje um grande centro cultural
para a elite arabe de todo o Oriente Medio.
Felizmente está crescendo a literatura sobre a diaspora libanesa no Brasil , no começo só memorias de imigrantes e agora com bons estudos academicos. Um classico, é Clark S.Knowlton, “Sirios e Libaneses, Mobilidade Social e Espacial” Editora Anhembi, 1960. Alguns dados de Knowlton, sobre a comunidade sirio-libanesa em algumas cidades do Estado de S.Paulo em 1920:
S>J.do Rio Preto, 730, Santos, 586, Barretos, 553, Campinas, 327, Piracicaba, 287, Olimpia, 243, Araraquara, 237, Ribeirão Preto, 234, Catanduva, 219, Piraju, 219, Sao Carlos, 212, uma extraordinaria distribuição espacial, que foi replicada em Minas Gerais, Mato Grosso, região amazonica, Goias, até os mais remotos confins do Brasil.
Sem duvida essa historia da imigração sirio-libanesa para o Brasil será uma grande Historia que precisa ser contada.
Acompanhe pelo Twitter [https:]]
12:00 O BR-Linux usou o Drupal durante 2 anos, posteriormente migrando para o Wordpress. Veja abaixo uma descrição de algumas características, bem como a opinião do leitor Luiz Gabriel sobre por que usar esta ferramente.
Enviado por Luiz Gabriel (gabrielΘpx42·com):
“É um Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (CMS), escrito em PHP, inicialmente desenvolvido pelo belga Dries Buytaert, e se tornou open source em 2001, criando a sua volta uma comunidade de milhares de contribuidores e usuários. Mas, ele vai muito além disso: Além dos recursos comuns aos demais Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo, como a criação e edição de conteúdos textuais e de mídia, sem a necesidade de edição de códigos, o Drupal conta com recursos avançados.E isso quer dizer o quê?
11:36
11:35 | DATA DO SHOW: | 17/4/2010 | ||
| HORÁRIO SHOW: | 18 horas | ||
| LOCAL DO SHOW: | Teatro Marista | ||
| End: | Rua Cristiano Machado, 240 | ||
| Cidade: | Londrina | ||
| Valores dos Ingressos: | R$25,00 (100 ingressos) R$30,00 o restante | ||
| Censura: | sem censura | ||
| Pontos de venda: |
Livraria Porto (Londrina), Livraria Porto (Londrina) e Nostra Pizza (Cambé)
EM BREVE MAIORES INFORMAÇÕES! |
11:33 O recado que José Serra mandou a Aécio Neves, através de um assessor:
Pó pará, governador?
28 de fevereiro de 2009 | 0h 00
Mauro Chaves – O Estadao de S.Paulo
Em conversa com o presidente Lula no dia 6 de fevereiro, uma sexta-feira, o governador Aécio Neves expôs-lhe a estratégia que iria adotar com o PSDB, com vista a obter a indicação de sua candidatura a presidente da República. Essa estratégia consistia num ultimato para que a cúpula tucana definisse a realização de prévias eleitorais presidenciais impreterivelmente até o dia 30 de março – “nem um dia a mais”. Era muito estranho, primeiro, que um candidato a candidato comunicasse sua estratégia eleitoral ao adversário político antes de fazê-lo a seus correligionários. Mais estranho ainda era o fato de uma proposta de procedimento jamais adotada por um partido desde sua fundação, há 20 anos – o que exigiria, no mínimo, uma ampla discussão partidária interna -, fosse introduzida por meio de um ultimato, uma “exigência” a ser cumprida em um mês e meio, sob pena de… De quê, mesmo?
O que Aécio fará se o PSDB não adotar as prévias presidenciais até 30 de março? Não foi dito pelo governador mineiro (certamente para não assinar oficialmente um termo de chantagem política), mas foi barulhentamente insinuado: em caso da não-aprovação das prévias, Aécio voaria para ser presidenciável do PMDB. É claro que para o presidente Lula e sua ungida presidenciável, a neomeiga mãe do PAC, não haveria melhor oportunidade de cindir as forças oposicionistas, deixando cada uma em um dos dois maiores colégios eleitorais do País. E é claro que para o PMDB, com tantos milhões de votos no País, mas sem ter quem os receba, como candidato a presidente da República, a adoção de Aécio como correligionário/candidato poderia significar um upgrade fisiológico capaz de lhe propiciar um não programado salto na conquista do poder maior – já que os menores acabou de conquistar.
Pela pesquisa nacional do Instituto Datafolha, os presidenciáveis tucanos têm os seguintes índices: José Serra, 41% (disparado na frente), e Aécio Neves, 17% (atrás de Ciro Gomes, com 25%, e de Heloisa Helena, com 19%). Por que, então, o governador de Minas se julga capaz de reverter espetacularmente esses índices, fazendo sua candidatura presidencial subir feito um foguete e a de seu colega e correligionário paulista despencar feito um viaduto? Que informações essenciais haveria, para se transmitirem aos cerca de 1 milhão e pouco de militantes tucanos – supondo-se que estes fossem os eleitores das “exigidas” prévias, que ninguém tem ideia de como devam ser -, para que pudesse ocorrer uma formidável inversão de avaliação eleitoral, que desse vitória a Aécio sobre Serra (supondo que o governador mineiro pretenda, de fato, vencê-las)?
Vejamos o modus faciendi de preparação das prévias, sugerido (ou “exigido”?) pelo governador mineiro: ele e Serra sairiam pelo Brasil afora apresentando suas “propostas” de governo, suas soluções para a crise econômica, as críticas cabíveis ao governo federal e coisas do tipo. Seriam diferentes ou semelhantes tais propostas, soluções e críticas? Se semelhantes, apresentadas em conjunto nos mesmos palanques “prévios”, para obter o voto do eleitor “prévio” cada um dos concorrentes tucanos teria de tentar mostrar alguma vantagem diferencial. Talvez Aécio apostasse em sua condição de mais moço, com bastante cabelo e imagem de “boa pinta”, só restando a Serra falar de sua maior experiência política, administrativa e seu preparo geral, em termos de conhecimento, cultura e traquejo internacional. Mas se falassem a mesma coisa, harmonizados e só com vozes diferentes, os dois correriam o risco de em algum lugar ermo do interior ser confundidos com dupla sertaneja – quem sabe Zé Serra e Ah é, sô.
Agora, se os discursos forem diferentes, em palanques “prévios” diferentes, haverá uma disputa de acirramento imprevisível. E no Brasil não temos a prática norte-americana das primárias – que uniu Obama e Hillary depois de se terem escalpelado. Por mais que disfarcem e até simulem alianças, aqui os concorrentes, após as eleições, sempre se tornam cordiais inimigos figadais. E aí as semelhanças políticas estão na razão direta das diferenças pessoais. Mas não há dúvida de que sob o ponto de vista político-administrativo Serra e Aécio são semelhantes, porque comandam administrações competentes.
Ressalvem-se apenas as profundas diferenças de cobrança de opinião pública entre Minas e São Paulo. Quem já leu os jornais mineiros fica impressionado com a absoluta falta de crítica em relação a tudo o que se relacione, direta ou indiretamente, ao governo ou ao governador.
O caso do “mensalão tucano” só foi publicado pelos jornais de Minas depois que a imprensa do País inteiro já tinha dele tratado – e que o governador se pronunciou a respeito. É que em Minas imprensa e governo são irmãos xifópagos. Em São Paulo, ao contrário, não só Serra como todos os governos e governadores anteriores sempre foram cobrados com força, cabresto curto, especialmente pelos dois jornais mais importantes. Neste aspecto a democracia em São Paulo é mais direta que a mineira (assim como a de Montoro era mais direta que a de Tancredo). Fora isso, os governadores dos dois Estados são, com justiça, bem avaliados por suas respectivas populações.
O problema tucano, na sucessão presidencial, é que na política cabocla as ambições pessoais têm razões que a razão da fidelidade política desconhece. Agora, quando a isso se junta o sebastianismo – a volta do rei que nunca foi -, haja pressa em restaurar o trono de São João Del Rey… Só que Aécio devia refletir sobre o que disse seu grande conterrâneo João Guimarães Rosa: “Deus é paciência. O diabo é o contrário.”
E hoje talvez ele advertisse: Pó pará, governador?
Mauro Chaves é jornalista, advogado, escritor,administrador de empresas e pintor. E-mail: mauro.chaves@attglobal.net
11:23
11:23
11:16 por Luiz Carlos Azenha
José Serra quer destruir o Viomundo (de acordo com esse post do Nassif). Pretende fazê-lo, como sempre, recorrendo ao esgoto. Não, não é o esgoto que a Sabesp, a empresa encarregada de promover Serra em todo o Brasil, joga nos rios de São Paulo. Sim, senhores e senhoras. A Sabesp, “empresa de saúde”, pega o esgoto das casas e atira nos rios. Mas o esgoto a que Serra recorre é o de sempre: um exército de difamadores e caluniadores anônimos.
Isso diz mais sobre o caráter do homem José Serra do que sobre o político. Mostra uma necessidade obsessiva de controle, falta de aceitação de questionamentos e de opiniões diferentes. Serra, lembrem-se, é aquele que constrange repórteres ao vivo, para dar exemplo.
Sim, sim, isso também revela os métodos de um político antigo, mas não dá para dizer que Serra seja o único a fazer isso na política brasileira. Falta de caráter não é exclusividade do PSDB, do DEM ou do PT.
Eu me lembro muito bem de um perfil de Fernando Collor de Mello que a Folha de S. Paulo traçou antes da eleição e posse do “caçador de marajás”. Gostaria muito de encontrar o artigo em algum arquivo. Não me lembro quem eram os autores, mas guardei o texto na memória porque foi profético: antecipou todos os desvios de personalidade que ficariam expostos mais tarde.
Quais são as grandes ideias de Serra? Quais foram os grandes projetos inovadores que ele tocou como governador de São Paulo? A quem ele serviu, além de à própria carreira política? Por que ele foi incapaz de limpar a calha do rio Tietê e evitar pelo menos parcialmente as enchentes que paralisaram São Paulo? Por que a Sabesp continua atirando esgoto nos rios de São Paulo? Por que os professores da educação paulista estão em greve? Por que as polícias paulistas se enfrentaram diante do Palácio dos Bandeirantes?
Em vez de responder com honestidade a essas perguntas, José Serra conta com a cobertura da grande mídia para evitá-las, recorrendo à truculência particular contra aqueles que identifica como “inimigos”: ações judiciais, calúnia, difamação, boatos e rumores. Isso vale contra qualquer um que se coloque no caminho de Serra. Trago de volta, aqui, o artigo de um assessor do governador paulista, publicado no Estadão, com o sugestivo título de “Pó pará, governador?”, em que o articulista deixa implícita uma acusação gravíssima contra Aécio Neves. Se Serra é capaz de fazer isso com um colega governador, do mesmo partido, do que ele não é capaz?
Quando à pretensão de destruir o Viomundo, lamento informá-lo — e a seus asseclas — de que vai se dar mal. O Viomundo é uma comunidade virtual que tem cerca de 450 mil leitores por mês. Eu sou apenas um integrante dessa comunidade. Se as pessoas procuram este espaço é porque acreditam que aqui encontram informação e opinião de qualidade. Eu jamais cometeria o erro grosseiro de Serra de subestimar a inteligência, a capacidade crítica e a coragem de meus leitores diante de um político obcecado pelo controle, cujos métodos “modernos” de campanha se baseiam no assassinato de reputações, na propaganda e na desinformação.
Se Serra age assim como candidato, imaginem se for eleito presidente…
PS: Destruir parece ser uma obsessão dessa turma. Destruir o patrimônio público na privataria que beneficiou os amigos. Destruir em “acabar com o PAC”, do presidente do PSDB, Sergio Guerra. Destruir os blogueiros que eles não conseguem controlar. É caso para divã, como era o de Collor de Mello.
11:16
11:14
Leitora Silvia relata experiência inusitada no caixa do Zaffari (vários leitores e leitoras, aliás, já relataram o mesmo):
“Inacreditável, após fazer as compras no Zaffari quando a caixa estava para finalizar o total perguntou timidamente se eu gostaria de doar os 0,42 de troco - eu estava pagando com o cartão de débito - para o Hospital de Pronto Socorro. Incrédula perguntei para qual hospital? O de Porto Alegre? Pasmem, é sim campanha descarada para a campanha do Fogaça, a campanha chama- se “TROCO DO CORAÇÃO”, isso em ano eleitoral. Na última eleição para prefeito, todos os caixas vendiam CD do Fogaça durante a campanha e no dia da eleição. Realmente a coisa está escancarada, a troca de favores entre a prefeitura e o Zaffari é latente”.
Já recebi o mesmo pedido, várias vezes, nos últimos dias. Chamou-me a atenção o ar constrangido da funcionária do caixa, obrigada a participar da presepada. Essa campanha é a cara de Fogaça e dos setores de classe média e alta que o apóiam. Defendem e praticam o Estado mínimo, sucateiam os serviços públicos, colocam um adesivo de “Chega de tanto imposto” em seus automóveis e depois bolam uma campanha de voluntariado para repartir a conta com a população.
Em sua próxima campanha, a empresa poderia pedir aos clientes uma contribuição para tapar o rombo de R$ 10 milhões no Programa de Saúde da Família em Porto Alegre.
Alô, Ministério Público…
Ilustração: Imagem de propaganda institucional do Zaffari (disponível no Youtube)
11:13
A Casa Millenium, que reúne a lama da direita midiática nativa, deveria instituir um prêmio para os seus freqüentadores mais sádicos. A revista Veja já é uma forte concorrente. Logo após o seu convescote, ela já produziu duas capas espalhafatosas contra a campanha de Dilma Rousseff. Na primeira, utilizou como “fonte primária” o promotor José Carlos Blat, que foi desautorizado pela Justiça de chofre. Já nesta semana, ela acionou Lúcio Bolonha Funaro, famoso doleiro do rentista Naji Nahas e “sócio” do ex-governador José Roberto Arruda, que permanece preso em Brasília.
As denúncias requentadas do promotor não duraram uma semana. O juiz Carlos Eduardo Franco negou o pedido de Blat de bloqueio das contas da Cooperativa Habitacional dos Bancários e até recusou a quebra do sigilo bancário do ex-presidente da Bancoop, João Vaccari. No despacho, o juiz argumenta que as denúncias de Blat não podem ser “contaminadas” pelo ambiente eleitoral e nem servir à manipulação da sociedade. A revista Veja, que já havia arquivado a sua reportagem de fevereiro de 2005 com relatos dos podres de Blat, preferiu agora ocultar a bronca do juiz.
A ficha suja de Funaro
Mas a famíglia Civita não dará sossego a Dilma Rousseff e seguirá a estratégia traçada nas orgias da Casa Millenium. Para isto, usará os expedientes mais torpes, como ouvir notórios bandidos. A “fonte primária” da Veja desta semana, Lúcio Funaro, tem vastíssima ficha policial. No passado, esteve metido no escândalo do Banestado. Já na Operação Satiagraha, a Polícia Federal o acusou de doleiro Naji Nahas, responsável por remessas ilegais de dinheiro ao exterior. Só não foi preso porque Gilmar Mendes, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, deu-lhe habeas corpus.
Lúcio Funaro também se lambuzou no escândalo do “mensalão do DEM” de Brasília. Em duas investigações assumidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, ele é citado como pivô da remessa de altas somas para contas de firmas de fachada. A Operação Tucunaré revelou que sacolas de dinheiro eram distribuídas em hotéis do Distrito Federal. A empresa Royster Serviços, de Lúcio Funaro, seria uma das beneficiadas no esquema de corrupção do ex-governador demo José Roberto Arruda – o badalado “vice-careca” do tucano José Serra.
Ligações do doleiro com Serra
Apesar da sua ficha suja, a Veja requentou as denúncias de Funaro contra a Bancoop. Temendo a prisão, ele as apresentou em 2005, mas elas foram rejeitadas pela Justiça. Segundo João Vaccari, que novamente não foi ouvido pela revista, “passados cinco anos, nunca fui chamado para prestar esclarecimentos no Ministério Público Federal, que não propôs ação contra mim”. Para ele, a nova “reporcagem” é mais um ataque “sem fundamentos ou provas”, que visaria influenciar a eleição presidencial deste ano – conforme a tática traçada no convescote da Casa Millenium.
Mas o desespero da famíglia Civita pode respingar no seu próprio candidato. A “fonte primária” da Veja pode reabrir antigas feridas de José Serra, que teria repassado informações privilegiadas ao doleiro Naji Nahas na venda de ações da empresa paulista de energia. Na ocasião, uma escuta telefônica da Operação Satiagraha ouviu o doleiro se jactando de que poderia ganhar “80 paus” (R$ 80 milhões) com a venda de ações. Sem papa na língua, ele revelou que “soube pelo próprio Serra a confirmação de que a Cesp seria privatizada”. Será que a Veja irá atrás desta história?
11:13 

11:10
Nosso amigo fotógrafo Jesus Carlos, da Imagemlatina, costuma dizer que tem três coisas que se recusa
terminantemente a consumir: comida de fast food, novela e Coca-Cola, que ele chama carinhosamente de "líquido preto do capitalismo". Porém, vemos nas fotos deste post que os camaradas cubanos Ernesto "Che" Guevara e Fidel Castro não tinham muita restrição a esse produto estadunidense. Pergunta maldosa: será que refresca greve de fome?
11:05
11:05 
11:01
Pesquisa aponta disparada de Dilma
de osvaldobertolino
O resultado não surpreendeu: a ministra Dilma Rousseff dispara na preferência do eleitor quando este reconhece que é a candidata escolhida pelo presidente Lula. Ela receberia 35% dos votos contra 22% de José Serra, do PSDB.
O Outro Lado da Notícia - [www.vermelho.org.br]
11:00 O FLISOL (Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre) é o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.
Com esta finalidade, diversas comunidades locais de software livre (em cada país, em cada cidade/localidade), organizam simultaneamente eventos em que se instala gratuitamente e totalmente legal, software livre nos computadores levados pelos participantes. Também, paralelamente, são oferecidas apresentações, palestras e oficinas, sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos sobre Software Livre, com toda sua variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social.
O FLISOL 2010 acontece no dia 24 de abril em diversas cidades, e hoje é a vez de publicar as chamadas de trabalhos enviadas pelos organizadores do evento em Curitiba, Londrina, Salvador, Fortaleza, Manaus e Belo Horizonte.
FLISOL Londrina – Chamada de Trabalhos – Enviado por Daigo (mangatigersΘyahoo·com·br):
“Os interessados em ministrar palestras no Flisol de Londrina deverão entrar em contato com a equipe coordenadora através do e-mail: manga_tigers2@yahoo.com.br. As principais informações para cadastro são: * Título da palestra: * Nome do palestrante: * Público Alvo: * Resumo:” [referência: flisol.net]
FLISOL Curitiba – Chamada de Trabalhos –
A Coordenação da edição 2009 do Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISOL) em Curitiba/PR juntamente com o Grupo de Usuários Debian do Paraná (GUD-BR-PR) convocam a comunidade para contribuir com sua programação. Estudantes de qualquer escola ou universidade, professores e/ou profissionais podem enviar suas propostas de palestras relacionadas com Software Livre.
A Coordenação aceitará o envio de propostas até o dia 05/Abril e no dia 10/Abril a progração do evento será divulgada. Este ano o evento contará com uma sessão de Palestras Relâmpagos, as quais deverão ser submetidas durante no dia do evento, diretamente com a Organização. (via flisol.net)
FLISOL Fortaleza – Chamada de Trabalhos – Enviado por Marcelo Cavalcante Rocha (marceloΘmarcelocavalcante·net):
“A Coordenação do Festival de Instalação de Software Livre (FLISOL) Fortaleza 2010 [1] e o Projeto Software Livre Ceará (PSL-CE) convocam a comunidade para contribuir com sua programação. Para tanto, basta enviar suas propostas de palestras envolvendo Software Livre para a esta edição do FLISOL. O FLISOL é um evento que tem como principal objetivo promover o uso de software livre, fazendo instalação de softwares livres, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral. Ele acontece simultaneamente em diversas cidades da América Latina e, neste ano, Fortaleza terá sua edição sexta edição. O evento receberá propostas de palestras voltadas para as temáticas de Software Livre e suas co-relatadas (MetaReciclagem, Cultura Livre…) sendo priorizadas as palestras de nível iniciante. As palestras terão 50 minutos, sendo 40min para a apresentação e 10min para perguntas. Maiores Informações: [flisolceara.net”] [referência: flisolceara.net]Seja uma Página Amiga do FLISOL Fortaleza – Enviado por Gilfran Ribeiro (contatoΘgilfran·net):
“Acabamos de disponibilizar o link para Páginas Amigas do FLISOL, como já acontecia em outros eventos. Através do link Páginas Amigas você poderá ver instruções de como ser uma Página Amiga e ter seu banner em nosso quadro.” [referência: flisolceara.net]Chamada de Trabalhos FLISoL 2010 Manaus/AM – Enviado por Daniel Bruno (danielbrunosΘgmail·com):
“No dia 24 de Abril de 2010, será realizado, em toda a América-latina, o Festival Latino-Americano de Instalação de Software, FLISoL. Em Manaus, este evento já virou tradição. O evento é realizado com palestras, oficinas e mini-cursos relacionados ao mundo do Software Livre, visando a difusão de sua filosofia e incentivando o uso de alternativas livres para softwares proprietários. Se você possui uma palestra (técnica ou filosófica), oficina ou minicurso, relacionado a Software Livre, que gostaria de ministrar no evento, envie um e-mail para brankinhu@gmail.com e danielbrunos@gmail.com no seguinte formato: ASSUNTO: Proposta de [Palestra/Minicurso/Oficina] FLISoL 2010 MENSAGEM: Nome do palestrante Título da [Palestra/Minicurso/Oficina] Resumo da [Palestra/Minicurso/Oficina] Escolhendo entre um dos tipos: Palestra, Minicurso ou Oficina. O prazo para envio de proposta é até o dia 4 de abril. Aguardamos a sua proposta!” [referência: am.softwarelivre.org]FLISOL Salvador – BA 2010 – Chamada de trabalho – Enviado por Rafael Gomes (rafaelgomesΘtechfree·com·br):
“Convidamos toda a comunidade para o envio de propostas de palestras para o FLISOL 2010 em Salvador, as propostas devem ser encaminhada para flisol2010@gmail.com com as seguintes informações: o Título da palestra: o Nome do palestrante: o Público Alvo: o Resumo: o Mini-Currículo: OBS: Esta chamada será encerrada dia 03 de abril de 2010. Para Maiores Informações: Flisol Salvador : [flisol.net] [referência: flisol.net]Chamada de trabalhos para o FLISOL de Belo Horizonte – Enviado por Mineiro Discreto:
“Se você tem alguma palestra ou minicurso sobre softwares livres e mora na região de Belo Horizonte, que tal apresentá-la no FLISoL-BH 2010? As melhores propostas serão selecionadas para serem apresentadas ao longo do dia 24 de abril, data em que acontecerá o FLISoL em Belo Horizonte (e várias outras cidades da América Latina). Como no ano passado, o evento de 2010 vai acontecer no Campus II do CEFET-MG.Serão aceitos trabalhos exclusivamente sobre softwares livres, independente da plataforma em que eles operam. E o ponto mais importante é planejar palestras para um público leigo ou iniciante, que é o foco principal do evento. Além de palestras, podem também ser propostos minicursos e oficinas, já que teremos laboratórios com computadores à nossa disposição. Os minicursos podem ter um caráter mais técnico e um público-alvo mais avançado. Para mais informações sobre o evento e o envio de propostas, por favor, acesse o nosso sítio. Contamos com a participação de todos os interessados em divulgar o software livre ou aprender mais sobre o assunto.” [referência: flisol-bh.slparaleigos.org]
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