MEDALHA CHICO MENDES DE RESISTÊNCIA para um cartunista de respeito que respeita e luta pelos direitos humanos
Carlos Latuff que, gentilmente, fez um cartum para o Ato em Repúdio à Falha e que assim que publiquei aqui no Maria Frô ganhou o mundo da rede e foi parar em banner e camisetas dos manifestantes no dia 07/03/2009.
(Acompanhando o Latuff em outra homenagem, veja aqui. A foto é do Cartunista Bira Dantas)
O rascunho do cartum enviado pelo MSN que se tornou símbolo do ato contra a ditabranda. Que honra a minha, além de atender meu apelo, o artista ainda me mostrou o processo de sua poderosa veia criativa em prol das lutas sociais

Arles dando seu depoimento para Andrea VG durante o Ato
45 anos depois do famigerado golpe militar que abortou tantos processos em curso em nosso país e instaurou um Estado de terror que submeteu o povo brasileiro à censura e à tortura podemos lavar a alma, pessoas decentes e talentosas são reconhecidas com prêmios que realmente importam.
Sr. Carlos Latuff
O Grupo Tortura Nunca Mais/RJ criou em 1989 a Medalha Chico Mendes de Resistência para homenagear pessoas e entidades que têm se destacado nas lutas de resistência em nosso país e no cenário Latino-Americano.
Há 20 anos a Medalha Chico Mendes de Resistência acontece em todo 1º de abril no sentido de marcar para a sociedade em geral, o que foi o golpe militar de 1964 e seus inúmeros efeitos que se fazem sentir ainda hoje.
Assim, no dia 1º de abril de 2009, estaremos realizando a solenidade de entrega da Medalha Chico Mendes de Resistência e temos a imensa satisfação de convidá-lo para receber uma das Medalhas na categoria Artista.
Este ano os homenageados escolhidos pelo GTNM/RJ, em conjunto com outras entidades Comitê Chico Mendes, Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, Instituto de Defensores de Direitos Humanos (IDDH), Centro pela Justiça e Pelo Direito Internacional (CEJIL/Brasil),Partido Comunista Brasileiro
(PCB), Rede Contra Violência e Justiça Global, são:
1. Abdias Nascimento.
2. Procuradores da República: Marlon Weichert e Eugênia Fávero.
3. Iná Meireles de Souza.
4. Ítalo Nogueira.
5. Sérgio Ricardo.
6. Carlos Latuff.
7. Luiza Augusta Garlippe (in memorian).
8. Aurora Nascimento Furtado (in memorian).
Rua General Polidoro, 238 s/loja Botafogo RJ CEP 22 2 80-000
Tel ![]()

![]()
![]()

![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
(21…
, ![]()

![]()
![]()

![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
(21) 2526 2491
Tel/Fax ![]()

![]()
![]()

![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
(21) 2538 0428![]()
E-mail:gtnm@alternex.com.br
http://www.torturanuncamais-rj.org.br/
| Imprimir artigo | Este artigo foi escrito por Antonio Arles em 9 de março de 2009 às 20:03, e está arquivado em Arlesophia. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |





há 1 ano atrás
Admiro o trabalho do Latuff, primeiro por sua luta sincera por causas que também defendo, segundo pelo brilhantismo de sua obra.
Tudo tem seu lado bom, o abjeto e infeliz termo ditabranda usado pela Folha de SP foi uma pá de cal para os desavisados que ainda liam o jornal, serviu tb. para unir vários movimentos como os do Sem Mídia para protestar e exigir respeito por todas as pessoas assassinadas e perseguidas durante o regime militar. Praticar cidadania, esse é o mote.
Ditabranda só pra turma da Folha.